Uma empresa utiliza a técnica de defesa em profundidade e tem um perímetro de segurança composto por elementos independentes que visam a proteger a rede interna. Diante de um ataque provocado por um verme (worm) que produz uma inundação, o componente do perímetro capaz de alertar os administradores da rede sobre esse ataque é a(o)
Questões de Concursos
filtre e encontre questões para seus estudos.
Alguns comandos importantes do Sistema Operacional Windows podem ser acionados por meio de um atalho (tecla(s) pressionada(s) em conjunto). Um desses atalhos é o Ctrl + Z, que tem a seguinte função:
Texto II
Estojo escolar
Noite dessas, ciscando num desses canais a
cabo, vi uns caras oferecendo maravilhas eletrôni-
cas, bastava telefonar e eu receberia um notebook
capaz de me ajudar a fabricar um navio, uma estação
5 espacial.
Minhas necessidades são mais modestas: tenho
um PC mastodôntico, contemporâneo das cavernas
da informática. E um laptop da mesma época que co-
meça a me deixar na mão. Como pretendo viajar es-
10 ses dias, habilitei-me a comprar aquilo que os caras
anunciavam como o top do top em matéria de com-
putador portátil.
No sábado, recebi um embrulho complicado que
necessitava de um manual de instruções para ser
15 aberto. Depois de mil operações sofisticadas para
minhas limitações, retirei das entranhas de isopor o
novo notebook e coloquei-o em cima da mesa. De
repente, como vem acontecendo nos últimos tempos,
houve um corte na memória e vi diante de mim o meu
20 primeiro estojo escolar. Tinha 5 anos e ia para o jar-
dim de infância.
Era uma caixinha comprida, envernizada, com
uma tampa que corria nas bordas do corpo principal.
Dentro, arrumados em divisões, havia lápis coloridos,
25 um apontador, uma lapiseira cromada, uma régua de
20 cm e uma borracha para apagar meus erros.
Da caixinha vinha um cheiro gostoso, cheiro que
nunca esqueci e que me tonteava de prazer. Fechei o
estojo para proteger aquele cheiro, que ele ficasse ali
30 para sempre, prometi-me economizá-lo. Com avare-
za, só o cheirava em momentos especiais.
Na tampa que protegia estojo e cheiro havia
gravado um ramo de rosas muito vermelhas que se
destacavam do fundo creme. Amei aquele ramalhete
35 – olhava aquelas rosas e achava que nada podia ser
mais bonito.
O notebook que agora abro é negro, não tem ro-
sas na tampa e, em matéria de cheiro, é abominável.
Cheira vilmente a telefone celular, a cabine de avião,
40 ao aparelho de ultrassonografia onde outro dia uma
moça veio ver como sou por dentro. Acho que piorei
de estojo e de vida.
CONY, C. H. Crônicas para ler na escola. São Paulo: Objetiva,
2009. Disponível em:/fz12039806.htm>. Acesso em: 23 jul. 2019.
Com base na leitura de todo o Texto II, entende-se que ele tem como foco a contraposição entre
A memória flash é uma memória semicondutora usada nas aplicações, tanto como memória interna como externa. O tipo de memória flash que proporciona acesso aleatório de alta velocidade e pode ler e escrever dados para locais específicos e recuperar um único byte é a
O processador é responsável por obter e armazenar os dados na memória principal quando usa os modos de E/S (Entrada/Saída) programada e por interrupção. A alternativa a esses modos, na qual o módulo de E/S e a memória principal trocam dados diretamente, sem envolvimento do processador, é conhecida como
Um sistema operacional permite que o usuário manipule vários tipos de arquivos e efetue operações que são realizadas sobre eles ou sobre seu conteúdo. Assim sendo, um arquivo do tipo
Um vereador tem sua base eleitoral em um certo distrito. Interessado na criação de novos municípios, ele verifica as exigências para tal e formula consulta à assessoria jurídica da Câmara, que assenta, nos termos da Constituição Federal, a exigência de
Segundo a Microsoft, o Windows 8 disponibiliza a possibilidade de armazenar em cache os arquivos ou fazer backups de diferentes versões dos mesmos. Esse recurso se chama Histórico de Arquivos e vem desabilitado por default. Esse recurso exige um(a)
Texto I
Obsolescência programada:
inimiga ou parceira do consumidor?
Obsolescência programada é exercida quando
um produto tem vida útil menor do que a tecnologia
permitiria, motivando a compra de um novo modelo
— eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis são
5 exemplos evidentes dessa prática. Uma câmera com
uma resolução melhor pode motivar a compra de um
novo celular, ainda que o modelo anterior funcione
perfeitamente bem. Essa estratégia da indústria pode
ser vista como inimiga do consumidor, uma vez que
10 o incentiva a adquirir mais produtos sem realmente
necessitar deles. No entanto, traz benefícios, como o
acesso às novidades.
Planejar inovação é extremamente importante
para melhoria e aumento da capacidade técnica de
15 um produto num mercado altamente competitivo. Já
imaginou se um carro de hoje fosse igual a um carro
dos anos 1970? O desafio é buscar um equilíbrio
entre a inovação e a durabilidade. Do ponto de vista
técnico, quando as empresas planejam um produto,
20 já tem equipes trabalhando na sucessão dele, pois
se trata de uma necessidade de sobrevivência no
mercado.
Sintomas de obsolescência são facilmente per-
cebidos quando um novo produto oferece caracterís-
25 ticas que os anteriores não tinham, como o uso de
reconhecimento facial; ou a queda de desempenho
do produto com relação ao atual padrão de merca-
do, como um smartphone que não roda bem os apli-
cativos atualizados. Outro sinal é detectado quando
30 não é possível repor acessórios, como carregadores
compatíveis, ou mesmo novos padrões, como tipo de
bateria, conector de carregamento ou tipos de cartão
de um celular, por exemplo.
Isso não significa que o consumidor está refém de
35 trocas constantes de equipamento: é possível adiar a
substituição de um produto, por meio de upgrades de
hardware, como inclusão de mais memória, baterias
e acessórios de expansão, pelo menos até o momen-
to em que essa troca não compense financeiramente.
40 Quanto à legalidade, o que se deve garantir é que os
produtos mais modernos mantenham a compatibili-
dade com os anteriores, a fim de que o antigo usu-
ário não seja forçado constantemente à compra de
um produto mais novo se não quiser. É importante
45 diferenciá-la da obsolescência perceptiva, que ocor-
re quando atualizações cosméticas, como um novo
design, fazem o produto parecer sem condições de
uso, quando não está.
É preciso lembrar também que a obsolescência
50 programada se dá de forma diferente em cada tipo de
equipamento. Um controle eletrônico de portão tem
uma única função e pode ser usado por anos e anos
sem alterações ou troca. Já um celular tem maior
taxa de obsolescência e pode ter de ser substituído
55 em um ano ou dois, dependendo das necessidades
do usuário, que pode desejar fotos de maior resolu-
ção ou tela mais brilhante.
Essa estratégia traz desafios, como geração do
lixo eletrônico. Ao mesmo tempo, a obsolescência
60 deve ser combatida na restrição que possa causar ao
usuário, como, por exemplo, uma empresa não mais
disponibilizar determinada função que era disponível
pelo simples upgrade do sistema operacional, forçan-
do a compra de um aparelho novo. O saldo geral é
65 que as atualizações trazidas pela obsolescência pro-
gramada trazem benefícios à sociedade, como itens
de segurança mais eficientes em carros e conectabi-
lidade imediata e de alta qualidade entre pessoas. É
por conta disso que membros de uma mesma família
70 que moram em países diferentes podem conversar
diariamente, com um custo relativamente baixo, por
voz ou vídeo. Além disso, funcionários podem traba-
lhar remotamente, com mais qualidade de vida, com
ajuda de dispositivos móveis.
RAMALHO, N. Obsolescência programada: inimiga ou
parceira do consumidor? Disponível em:
gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/obsolescencia-programada-
-inimiga-ou-parceira-do-consumidor-5z4zm6km1pndkokxsb-
t4v6o96/>. Acesso em: 23 jul. 2019. Adaptado.
A frase em que a vírgula está empregada adequadamente é:
Texto II
Estojo escolar
Noite dessas, ciscando num desses canais a
cabo, vi uns caras oferecendo maravilhas eletrôni-
cas, bastava telefonar e eu receberia um notebook
capaz de me ajudar a fabricar um navio, uma estação
5 espacial.
Minhas necessidades são mais modestas: tenho
um PC mastodôntico, contemporâneo das cavernas
da informática. E um laptop da mesma época que co-
meça a me deixar na mão. Como pretendo viajar es-
10 ses dias, habilitei-me a comprar aquilo que os caras
anunciavam como o top do top em matéria de com-
putador portátil.
No sábado, recebi um embrulho complicado que
necessitava de um manual de instruções para ser
15 aberto. Depois de mil operações sofisticadas para
minhas limitações, retirei das entranhas de isopor o
novo notebook e coloquei-o em cima da mesa. De
repente, como vem acontecendo nos últimos tempos,
houve um corte na memória e vi diante de mim o meu
20 primeiro estojo escolar. Tinha 5 anos e ia para o jar-
dim de infância.
Era uma caixinha comprida, envernizada, com
uma tampa que corria nas bordas do corpo principal.
Dentro, arrumados em divisões, havia lápis coloridos,
25 um apontador, uma lapiseira cromada, uma régua de
20 cm e uma borracha para apagar meus erros.
Da caixinha vinha um cheiro gostoso, cheiro que
nunca esqueci e que me tonteava de prazer. Fechei o
estojo para proteger aquele cheiro, que ele ficasse ali
30 para sempre, prometi-me economizá-lo. Com avare-
za, só o cheirava em momentos especiais.
Na tampa que protegia estojo e cheiro havia
gravado um ramo de rosas muito vermelhas que se
destacavam do fundo creme. Amei aquele ramalhete
35 – olhava aquelas rosas e achava que nada podia ser
mais bonito.
O notebook que agora abro é negro, não tem ro-
sas na tampa e, em matéria de cheiro, é abominável.
Cheira vilmente a telefone celular, a cabine de avião,
40 ao aparelho de ultrassonografia onde outro dia uma
moça veio ver como sou por dentro. Acho que piorei
de estojo e de vida.
CONY, C. H. Crônicas para ler na escola. São Paulo: Objetiva,
2009. Disponível em:/fz12039806.htm>. Acesso em: 23 jul. 2019.
O trecho que tem seu sentido inviabilizado pela inversão na ordem de suas orações é
Texto I
Projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos
O Porto do Rio – Plano de Recuperação e Re-
vitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro
foi divulgado pela Prefeitura em 2001 e concentrou
diferentes projetos, visando a incentivar o desenvol-
5 vimento habitacional, econômico e turístico dos bair-
ros portuários da Saúde, Gamboa e Santo Cristo. Em
meados de 2007, quando se iniciou esse estudo so-
bre o Plano e seus efeitos sociais, a Zona Portuária
já passava por um rápido processo de ressignificação
10 perante a cidade: nos imaginários construídos pelas
diferentes mídias, não era mais associada apenas à
prostituição, ao tráfico de drogas e às habitações “fa-
velizadas”, despontando narrativas que positivavam
alguns de seus espaços, habitantes e “patrimônios
15 culturais”.
Dentro do amplo território portuário, os plane-
jadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do
Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e
materiais nos arredores da praça Mauá, situada na
20 convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio
Branco, via do Centro da cidade ocupada por estabe-
lecimentos financeiros e comerciais.
GUIMARÃES, R. A Utopia da Pequena África. Rio de Janeiro:
FGV, 2014, p. 16-7. Adaptado.
Considere a seguinte passagem do Texto I: “a avenida Rio Branco, via do Centro da cidade ocupada por estabelecimentos financeiros e comerciais.” (?. 20-22) A palavra que tem mesmo sentido e classe gramatical de via no trecho original está destacada em:
A burocracia na gestão pode apresentar um conjunto de disfunções na Administração Pública que justificaram a reforma do estado em diferentes países. O excesso de burocracia gera nas organizações a
Um gerente avaliou os resultados do último treinamento comportamental de sua Universidade em três níveis distintos: (i) da organização, (ii) dos recursos humanos e, (iii) das tarefas e operações. Para tanto, ele teve de considerar, respectivamente, os seguintes resultados:
Para poder executar uma instrução, o processador usa uma pequena memória interna, conhecida como registradores, para armazenar as instruções e dados temporariamente. Dentre os principais registradores de controle e estado, aquele que é dedicado para conter o endereço da próxima instrução a ser lida é o
Texto I
Obsolescência programada:
inimiga ou parceira do consumidor?
Obsolescência programada é exercida quando
um produto tem vida útil menor do que a tecnologia
permitiria, motivando a compra de um novo modelo
— eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis são
5 exemplos evidentes dessa prática. Uma câmera com
uma resolução melhor pode motivar a compra de um
novo celular, ainda que o modelo anterior funcione
perfeitamente bem. Essa estratégia da indústria pode
ser vista como inimiga do consumidor, uma vez que
10 o incentiva a adquirir mais produtos sem realmente
necessitar deles. No entanto, traz benefícios, como o
acesso às novidades.
Planejar inovação é extremamente importante
para melhoria e aumento da capacidade técnica de
15 um produto num mercado altamente competitivo. Já
imaginou se um carro de hoje fosse igual a um carro
dos anos 1970? O desafio é buscar um equilíbrio
entre a inovação e a durabilidade. Do ponto de vista
técnico, quando as empresas planejam um produto,
20 já tem equipes trabalhando na sucessão dele, pois
se trata de uma necessidade de sobrevivência no
mercado.
Sintomas de obsolescência são facilmente per-
cebidos quando um novo produto oferece caracterís-
25 ticas que os anteriores não tinham, como o uso de
reconhecimento facial; ou a queda de desempenho
do produto com relação ao atual padrão de merca-
do, como um smartphone que não roda bem os apli-
cativos atualizados. Outro sinal é detectado quando
30 não é possível repor acessórios, como carregadores
compatíveis, ou mesmo novos padrões, como tipo de
bateria, conector de carregamento ou tipos de cartão
de um celular, por exemplo.
Isso não significa que o consumidor está refém de
35 trocas constantes de equipamento: é possível adiar a
substituição de um produto, por meio de upgrades de
hardware, como inclusão de mais memória, baterias
e acessórios de expansão, pelo menos até o momen-
to em que essa troca não compense financeiramente.
40 Quanto à legalidade, o que se deve garantir é que os
produtos mais modernos mantenham a compatibili-
dade com os anteriores, a fim de que o antigo usu-
ário não seja forçado constantemente à compra de
um produto mais novo se não quiser. É importante
45 diferenciá-la da obsolescência perceptiva, que ocor-
re quando atualizações cosméticas, como um novo
design, fazem o produto parecer sem condições de
uso, quando não está.
É preciso lembrar também que a obsolescência
50 programada se dá de forma diferente em cada tipo de
equipamento. Um controle eletrônico de portão tem
uma única função e pode ser usado por anos e anos
sem alterações ou troca. Já um celular tem maior
taxa de obsolescência e pode ter de ser substituído
55 em um ano ou dois, dependendo das necessidades
do usuário, que pode desejar fotos de maior resolu-
ção ou tela mais brilhante.
Essa estratégia traz desafios, como geração do
lixo eletrônico. Ao mesmo tempo, a obsolescência
60 deve ser combatida na restrição que possa causar ao
usuário, como, por exemplo, uma empresa não mais
disponibilizar determinada função que era disponível
pelo simples upgrade do sistema operacional, forçan-
do a compra de um aparelho novo. O saldo geral é
65 que as atualizações trazidas pela obsolescência pro-
gramada trazem benefícios à sociedade, como itens
de segurança mais eficientes em carros e conectabi-
lidade imediata e de alta qualidade entre pessoas. É
por conta disso que membros de uma mesma família
70 que moram em países diferentes podem conversar
diariamente, com um custo relativamente baixo, por
voz ou vídeo. Além disso, funcionários podem traba-
lhar remotamente, com mais qualidade de vida, com
ajuda de dispositivos móveis.
RAMALHO, N. Obsolescência programada: inimiga ou
parceira do consumidor? Disponível em:
gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/obsolescencia-programada-
-inimiga-ou-parceira-do-consumidor-5z4zm6km1pndkokxsb-
t4v6o96/>. Acesso em: 23 jul. 2019. Adaptado.
O fragmento do Texto I que comprova a estratégia argumentativa usada pelo autor para aproximar-se do leitor, buscando persuadi-lo, é:
Os serviços de segurança oferecem um tipo específico de proteção aos recursos do sistema e visam a satisfazer os requisitos da política de segurança ou do usuário. O serviço de segurança que visa a confirmar que a origem dos dados recebidos ou a entidade associada em uma comunicação são exatamente quem reivindicam ser é o de
O Linux foi criado tendo por base o padrão POSIX (Portable Operating System Interface Unix), desenvolvido pelo IEEE (Instituto de Engenheiros Elétrico Eletrônicos) para uniformizar as características dos sistemas baseados em Unix. Quanto a esse Sistema Operacional Linux, tem-se que
Texto I
Obsolescência programada:
inimiga ou parceira do consumidor?
Obsolescência programada é exercida quando
um produto tem vida útil menor do que a tecnologia
permitiria, motivando a compra de um novo modelo
— eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis são
5 exemplos evidentes dessa prática. Uma câmera com
uma resolução melhor pode motivar a compra de um
novo celular, ainda que o modelo anterior funcione
perfeitamente bem. Essa estratégia da indústria pode
ser vista como inimiga do consumidor, uma vez que
10 o incentiva a adquirir mais produtos sem realmente
necessitar deles. No entanto, traz benefícios, como o
acesso às novidades.
Planejar inovação é extremamente importante
para melhoria e aumento da capacidade técnica de
15 um produto num mercado altamente competitivo. Já
imaginou se um carro de hoje fosse igual a um carro
dos anos 1970? O desafio é buscar um equilíbrio
entre a inovação e a durabilidade. Do ponto de vista
técnico, quando as empresas planejam um produto,
20 já tem equipes trabalhando na sucessão dele, pois
se trata de uma necessidade de sobrevivência no
mercado.
Sintomas de obsolescência são facilmente per-
cebidos quando um novo produto oferece caracterís-
25 ticas que os anteriores não tinham, como o uso de
reconhecimento facial; ou a queda de desempenho
do produto com relação ao atual padrão de merca-
do, como um smartphone que não roda bem os apli-
cativos atualizados. Outro sinal é detectado quando
30 não é possível repor acessórios, como carregadores
compatíveis, ou mesmo novos padrões, como tipo de
bateria, conector de carregamento ou tipos de cartão
de um celular, por exemplo.
Isso não significa que o consumidor está refém de
35 trocas constantes de equipamento: é possível adiar a
substituição de um produto, por meio de upgrades de
hardware, como inclusão de mais memória, baterias
e acessórios de expansão, pelo menos até o momen-
to em que essa troca não compense financeiramente.
40 Quanto à legalidade, o que se deve garantir é que os
produtos mais modernos mantenham a compatibili-
dade com os anteriores, a fim de que o antigo usu-
ário não seja forçado constantemente à compra de
um produto mais novo se não quiser. É importante
45 diferenciá-la da obsolescência perceptiva, que ocor-
re quando atualizações cosméticas, como um novo
design, fazem o produto parecer sem condições de
uso, quando não está.
É preciso lembrar também que a obsolescência
50 programada se dá de forma diferente em cada tipo de
equipamento. Um controle eletrônico de portão tem
uma única função e pode ser usado por anos e anos
sem alterações ou troca. Já um celular tem maior
taxa de obsolescência e pode ter de ser substituído
55 em um ano ou dois, dependendo das necessidades
do usuário, que pode desejar fotos de maior resolu-
ção ou tela mais brilhante.
Essa estratégia traz desafios, como geração do
lixo eletrônico. Ao mesmo tempo, a obsolescência
60 deve ser combatida na restrição que possa causar ao
usuário, como, por exemplo, uma empresa não mais
disponibilizar determinada função que era disponível
pelo simples upgrade do sistema operacional, forçan-
do a compra de um aparelho novo. O saldo geral é
65 que as atualizações trazidas pela obsolescência pro-
gramada trazem benefícios à sociedade, como itens
de segurança mais eficientes em carros e conectabi-
lidade imediata e de alta qualidade entre pessoas. É
por conta disso que membros de uma mesma família
70 que moram em países diferentes podem conversar
diariamente, com um custo relativamente baixo, por
voz ou vídeo. Além disso, funcionários podem traba-
lhar remotamente, com mais qualidade de vida, com
ajuda de dispositivos móveis.
RAMALHO, N. Obsolescência programada: inimiga ou
parceira do consumidor? Disponível em:
gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/obsolescencia-programada-
-inimiga-ou-parceira-do-consumidor-5z4zm6km1pndkokxsb-
t4v6o96/>. Acesso em: 23 jul. 2019. Adaptado.
No Texto I, em “Já um celular tem maior taxa de obsolescência e pode ter de ser substituído em um ano ou dois” (?. 53-55), a palavra Já apresenta o sentido de
O servidor público W foi demitido do serviço público, após processo administrativo disciplinar. Inconformado, ele propôs ação judicial, buscando o retorno ao serviço público, tendo obtido decisão favorável, após dez anos de duração do processo. Nos termos da Lei n° 8.112/1990, quando invalidada a demissão por decisão judicial, ocorre a denominada
Tanto no Modelo OSI quanto na arquitetura do IETF (referência para a Internet), há uma camada responsável pela comunicação fim a fim, que pode, entre outros serviços, garantir a entrega de unidades de informação de uma ponta à outra da rede, oferecendo um serviço confiável. A camada responsável por essa funcionalidade, com o protocolo que oferece um serviço confiável operando nessa camada no modelo do IETF, é a