Questões de Concursos

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As pesquisas apontam a existência de cinco componentes na estruturação dos sinais, os chamados parâmetros das línguas de sinais: a configuração de mão, o ponto de articulação, o movimento, a orientação e as expressões não manuais.

Qual das duplas a seguir pode ser considerada um par mínimo em Libras, ou seja, uma dupla de sinais que se diferenciam por um único parâmetro?

O professor francês, surdo, E. Huet, escreveu um relatório dirigido ao Imperador Pedro II com a finalidade de obter apoio para abrir uma escola para educação de surdos no Brasil.

Esse relatório foi escrito em

O método oral e os métodos mistos são abordagens educacionais na área da surdez.

O método oral e os métodos mistos, respectivamente, são historicamente identificados como

A inclusão de crianças e jovens surdos nos contextos educacionais demanda experiências linguísticas e culturais plenamente acessíveis.

Para que essa demanda seja efetiva e amplamente contemplada, é necessário que o poder público se comprometa com a

Para a garantia de acessibilidade linguística num dado evento em que conta com a participação de uma pessoa surdocega, os organizadores devem, primeiramente, procurar:
O livro Reduction De Las Letras, Y Arte Para Ensenar a Ablar Los Mudos, considerado a primeira obra conhecida sobre educação de surdos, foi publicado no
Em decorrência da Lei nº10.435/2002 e do Decreto nº 5.626/2005, foram criados cursos de formação em graduação na área da surdez em todo o Brasil. Recentemente, o Instituto Nacional de Educação de Surdos inaugurou o curso de

O Implante Coclear em crianças surdas é objeto de intenso questionamento na comunidade surda. Entre as diferentes críticas presentes nesse debate, pode-se destacar a ideia de “normalização da surdez”.

Com base na visão socioantropológica da surdez, o argumento que se alinha a essa ideia é o de que implante coclear

De acordo com a publicação O tradutor e intérprete de Língua Brasileira de sinais e língua portuguesa (Quadros, 2004), editada pelo MEC, há uma série de recomendações de ordem ética sobre como esse profissional deve se portar em contexto de interpretação da língua portuguesa escrita no momento de provas e concursos. Segundo essas recomendações, é correto afirmar que o intérprete:
Entre os diferentes tipos de interpretação, há aquela em que os intérpretes — sempre em duplas — trabalham isolados numa cabine de vidro, de forma a permitir a visão do orador, e recebem o discurso por meio de fones de ouvido. Ao processar a mensagem, reexpressam-na na língua de chegada por meio de um microfone ligado a um sistema de som que leva sua fala até os ouvintes, por meio de fones de ouvido ou receptores semelhantes a rádios portáteis.
LACERDA, Cristina B.F. de. Intérprete de Libras: em atuação na educação infantil e no ensino fundamental. Porto Alegre: Mediação, 2009
A atividade de interpretação acima descrita é de natureza

“O intérprete educacional é importante para que o aluno tenha acesso aos conteúdos programáticos, no entanto, é essencial salientar que: [...] a presença do intérprete de língua de sinais não é suficiente para uma inclusão satisfatória, sendo necessária uma série de outras providências para que este aluno possa ser atendido adequadamente: adequação curricular, aspectos didáticos e metodológicos, conhecimentos sobre a surdez e sobre a língua de sinais, entre outros” LACERDA, Cristina Broglia Feitosa. A inclusão escolar de alunos surdos: o que dizem alunos, professores e intérpretes sobre esta experiência. Cadernos Cedes, Campinas, vol. 26, n. 69, p. 163- 184, maio/ago. 2006 Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v26n69/a04v2669.pdf
Está de acordo com o modo de conceber a atuação do intérprete educacional, expressa no texto acima, a declaração de que a inclusão do aluno surdo é

O atendimento educacional a alunos com surdocegueira requer uma série de formas comunicacionais alfabéticas e não alfabéticas.

Dentre essas formas, há o Tadoma, que se caracteriza pela utilização de

No decorrer da década de 1980, a pesquisadora e linguista Lucinda Ferreira Brito desenvolveu pesquisa pioneira cujo tema central era a língua de sinais praticada pelos surdos brasileiros nos grandes centros urbanos. Em suas pesquisas, registrou outra língua de sinais utilizada por um dos povos indígenas do Brasil. Esse povo é denominado:
“Em outubro de 1898, voltamos a Boston. Por oito meses o Sr. Keith me deu aulas cinco vezes por semana em períodos de cerca de uma hora. Ele explicava todas as vezes o que eu não entendera na aula anterior, determinava novo trabalho e levava para casa com ele os exercícios de grego que eu fizera durante a semana na máquina de escrever, corrigia-os completamente e devolvia. Desse modo, minha preparação para a faculdade continuou sem interrupção. Eu achava muito mais fácil e agradável ser ensinada sozinha do que ter aulas na turma. Não havia pressa nem confusão. Meu professor tinha muito tempo para explicar o que eu não entendia, portanto eu avançava mais rápido e fazia um trabalho melhor do que na escola.” Disponível em:<https://www.defi cienciavisual.pt/r-HistoriaDaMinhaVida-HelenKeller.htm>. Acessado em: 07 ago. 2019.
O texto acima foi retirado do livro A História da Minha Vida, escrito em 1905, pela americana Helen Keller, que ficou surdocega aos oito meses de vida. Pensando na educação de surdocegos, observa-se que, no Brasil,

O reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais, Libras, em 2002, como meio legal de comunicação e expressão, e sua regulamentação em 2005, foi fruto de uma longa luta política por parte da comunidade surda. Um marco político que acelerou esse reconhecimento foi a publicidade do documento intitulado “A EDUCAÇÃO QUE NÓS SURDOS QUEREMOS”.

Esse documento foi elaborado no contexto do V Congresso Latino-americano de educação bilíngue para surdos, que foi realizado no ano

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