Conforme o disposto na Constituição do Estado de São Paulo, de 5/10/89, com suas alterações supervenientes,
Ao citar as descrições de Hopkins sobre escolas fracassadas/ineficazes; abaixo do padrão; boas/eficazes; e a prescrição desse autor, no sentido de que iniciativas de aprimoramento escolar envolvam estratégias diferenciadas, adequadas às características da escola, Hargreaves (2004) afirma que

I. essa análise reconhece que as escolas são diferentes em seus níveis de eficácia.
II. diante dessa análise, a opção viável é criar comunidades de aprendizagem profissional entre professores, cujas habilidades e autoconfiança são subdesenvolvidas, para promover o desenvolvimento do grupo, levando-os a patamares superiores de profissionalismo.
III. o problema de se estabelecer diferenças das escolas depende de como se define o fracasso e o sucesso. Se o fracasso for definido em termos brutos de aquisição, sem concessões às diferenças entre riqueza e pobreza, as escolas dos mais pobres irão aparecer permanentemente na parte inferior.
IV. a combinação de uma definição de fracasso restrito às comunidades pobres e desfavorecidas, com um modelo evolutivo de melhoria escolar que reduz diferenças complexas entre escolas a um contínuo único de avanço ou atraso, transforma as questões politicamente controversas, relacionadas à pobreza e ao financiamento desigual, em tecnologias enganadoramente neutras de aprimoramento.

Está correto o contido em
Um grupo de Supervisores de Ensino, ao orientar as escolas da Diretoria de Ensino a respeito de atitudes que podem prevenir problemas disciplinares (Stainback, 1999), enfatizou a importância de

I. dispor os móveis e equipamentos de sala de aula de forma que o professor tenha visão rápida da turma para detectar quando os alunos precisam de ajuda e que padrões de interação social ocorre entre eles.
II. ter como objetivo aumentar o tempo do aluno na tarefa.
III. envolver o aluno em tarefas relacionadas a coisas de seu interesse; a partir daí, estimulá-lo a descobrir novas informações, idéias e conceitos próprios de uma maneira estruturada e a compartilhar suas informações com os colegas.
IV. propor atividades, em maior número, a serem realizadas individualmente, para que o aluno possa testar suas próprias habilidades e ampliá-las, para sentir-se à altura do grupo.
V. adotar, na classe, uma atitude de estímulo para que cada aluno divida com o professor a responsabilidade de atingir seu objetivo de aprendizagem, o que pode fazer muito para concentrar sua atenção na aula.

Está de acordo com as estratégias apresentadas em Stainback (1999) o contido apenas em
Analise as seguintes afirmações:

- Lá fui eu para uma escola (...) Tinha algumas idéias genéricas sobre o fato de que todas as crianças eram capazes de aprender e de que havia técnicas para ensinar. Passei a empregá-las. (...) alguém pensava procedimentos técnicos, passava-os como um pacote para o professor, que entrava na classe e executava. (Weisz, 2002)

- O professor é que precisa compreender o caminho da aprendizagem que o aluno está percorrendo naquele momento e, em função disso, identificar as informações e as atividades que permitam a ele avançar do patamar de conhecimento que já conquistou para outro mais evoluído. (Weisz, 2002)


Os dois recortes do relato de Weisz (2002) tratam de duas concepções distintas de aprendizagem que influenciam o ato de ensinar. Referem-se, respectivamente, às concepções:
A análise psicológica para a elaboração de um Modelo de Plano Curricular proposta por Coll (1994) apresenta dois princípios gerais que impregnam o Modelo analisado. Tomados em conjunto, estes princípios definem, segundo o autor, uma concepção construtivista de aprendizagem escolar que situa a atividade mental do aluno na base dos processos de desenvolvimento pessoal e
Souza, Paulo Renato (2005), analisando a atuação do Ministério da Educação, no período de 1995 a 2002, afirma que, em sua percepção, a iniciativa mais importante de sua gestão foi
Segundo Freitas (2003), as dificuldades da progressão continuada e dos ciclos para se instituírem e para alterarem as regras do jogo da escola devem-se, primordialmente
Quando o professor trabalha com um modelo construtivista de aprendizagem e um modelo de ensino pela resolução de problemas, sua atividade de ensino vai ter de dialogar com a atividade de aprendizagem do aluno. Para isso, ele terá de considerar muitas variáveis, tomar decisões e assumir um alto grau de autonomia (Weisz, 2002). Para atender a essas características, o processo de formação docente deve
A Deliberação CEE nº 01/99 disciplina a "a autorização de funcionamento de estabelecimentos e cursos presenciais de Ensino Fundamental, Médio e de educação profissional de nível técnico, no sistema estadual de ensino de São Paulo", balizando os procedimentos de supervisão dos estabelecimentos de ensino, quanto aos seguintes aspectos:

I. ação reguladora do Poder Público, fiscalizando e supervisionando os estabelecimentos de ensino, a fim de verificar o cumprimento das normas legais, avaliar a qualidade do ensino ministrado e cobrar dos responsáveis pela unidade escolar descumprimentos das normas estabelecidas.
II. fortalecimento do grau de autonomia das instituições escolares sobre o desenvolvimento do ensino e, em contrapartida, cobrando-lhes maior responsabilidade nos aspectos educativos de sua competência.
III. competência do órgão supervisor para fazer exigências além das previstas nas normas gerais da educação ou nas específicas do sistema de ensino aprovadas pelo Conselho Estadual de Educação.
IV. competência da Secretaria de Estado da Educação para autorizar o funcionamento das instituições criadas por leis específicas, experimentais ou mantidas por universidades públicas.
V. instauração de diligência ou sindicância por autoridade competente, por falta de atendimento aos padrões de qualidade e a ocorrência de irregularidade de qualquer ordem, obedecidos os procedimentos estabelecidos em lei ou regulamento.

Está de acordo com a citada Deliberação, apenas o contido em
Souza, J. A. R. (2007), em artigo publicado na Revista APASE nº 6 sobre o FUNDEB, analisa alguns aspectos do controle social como parte do processo de democratização, com base nos preceitos constitucionais. A respeito do controle social de ações governamentais, ele afirma que

I. o controle social deve ser encarado como um pesado fardo pela sociedade civil; por não poder confiar nos governantes, ela se vê obrigada a vigiá- los e, se preciso, puni-los.
II. no processo de redemocratização, a expressão "controle social" passou a ser aclamada numa perspectiva de incorporar a participação da comunidade na gestão das políticas públicas, com reflexos na Constituição Federal/88, obtidos pela atuação do movimento social.
III. a participação da sociedade em funções de planejamento, acompanhamento e avaliação de políticas públicas levou à institucionalização dos Conselhos de Políticas Públicas, como espaços públicos legítimos de articulação entre governo e sociedade.
IV. diferentemente de outros conselhos criados com ênfase num discurso de parceria para melhoria dos serviços, os conselhos do FUNDEF, agora FUNDEB, tiveram que ser instalados num clima de confronto com os governos para "acabar com os desmandos na aplicação de verbas vinculadas" à educação.

Está correto o contido apenas em

Quando o professor trabalha com um modelo construtivista de aprendizagem e um modelo de ensino pela resolução de problemas, sua atividade de ensino vai ter de dialogar com a atividade de aprendizagem do aluno. Para isso, ele terá de considerar muitas variáveis, tomar decisões e assumir um alto grau de autonomia (Weisz, 2002). Para atender a essas características, o processo de formação docente deve

Analise a seguinte situação:

Um professor de Língua Portuguesa dividiu sua classe em subgrupos para escrever uma carta ao diretor da escola pedindo liberação do prédio nos fins de semana para atividades esportivas e culturais. Em cada grupo, um observador registraria todas as discussões que ocorressem durante a elaboração da carta. Ao final da escrita, o grupo deveria discutir o que ocorrera durante a produção e chegar a um consenso sobre os aspectos essenciais do ato de escrever. (Mello, 2004)

As características da situação proposta pelo professor evidenciam um caso daquilo que a autora denomina transposição didática, que significa

As proposições de Macedo (2005), elaboradas sob a perspectiva construtivista, buscam fundamentar sua proposta de que
Entre os princípios para um currículo comprometido com o seu tempo, elencados na Proposta Curricular do Estado de São Paulo (SEE, 2008), encontra-se a capacidade de aprender não apenas trabalhada nos alunos, mas na própria escola, enquanto instituição educativa e nos próprios docentes. Este princípio está calcado na concepção de que

O grupo de professores que atuam na Escola Estadual do Jardim Hortências organizou seminário de estudos sobre a avaliação, apoiados em Hadji (2005). Desenvolveram o trabalho, tomando uma reunião de HTPC por mês, contando com a coordenação de Ivone, professora- coordenadora da Escola, e com a participação de George, Supervisor de Ensino, como debatedor. Ficaram bastante satisfeitos com os resultados e perceberam-se reforçados em algumas de suas concepções e práticas e, confrontados para reconstrução, em outras. O estudo e o debate das idéias do autor ajudaram o grupo a perceber que, na avaliação formativa, o que mais importa é

A respeito da prática de ensino e do desenvolvimento do currículo, à luz dos estudos de Sacristán e Pérez Gómez (2000), pode-se afirmar que são processos

I. de natureza social que permitem ser dirigidos por idéias e intenções, mas que não podem ser previstos totalmente antes de serem realizados.
II. que planejados coletivamente, garantem o total controle das variáveis intervenientes.
III. desencadeados por necessidade e não determinam nunca totalmente a prática educativa.
IV. de caráter indeterminado que obrigam a esclarecer as idéias e pretensões que fundamentam as metas, para manter a coerência das práticas que se realizam para alcançá-las.
V. guiados por princípios de diferentes tipos que, devidamente explicitados, poderão guiar a prática com segurança científico-técnica.

Está correto, de acordo com os autores, o explicitado em
Castro e Tiezzi, em artigo da coletânea Os Desafios da Educação no Brasil (2005), ao tratarem da reforma e implantação do Ensino Médio, analisam limites e desafios enfrentados para se atingir a plena universalização do acesso e qualidade desejável ao término da educação básica.

I. A segunda metade da década de 80 inaugura um novo ciclo da educação brasileira com a democratização do acesso ao Ensino Fundamental e extraordinária expansão do nível médio.
II. A existência de ampla e diversificada educação profissional pós-médio é condição essencial para que os sistemas educacionais viabilizem uma educação permanente.
III. A gestão inovadora da escola implica na formação continuada de seus gestores e no desenvolvimento de uma cultura de planejamento escolar de avaliação institucional e de aprendizagem dos alunos.
IV. A melhoria do processo pedagógico dentro das escolas exige ações de fomento e assistência técnica pela esfera administrativa central.
V. Sensibilização dos professores para que desenvolvam habilidades de leitura e de produção dos mais diversos tipos de textos, cada qual em sua área curricular.

Está de acordo com os autores, apenas o contido em
Analise os seguintes fundamentos sobre avaliação.

I. Valorização de indícios que revelem o desenvolvimento dos alunos, sob qualquer ângulo.
II. O referencial assenta-se nos critérios de excelência em cada fragmento do conhecimento, mesmo que para poucos, ao invés de conhecimentos básicos para todos.
III. Permite disponibilizar ao professor e equipe escolar informações precisas sobre os processos de aprendizagem dos alunos.
IV. Relação professor/aluno baseada em apoio e parceria.
V. A progressão continuada sugere menor investimento no ensino do que a idéia de promoção automática o faz.

Incorporam-se à concepção de progressão continuada exposta na obra: A construção da Proposta Pedagógica da Escola, da SEE/SP/CENP, 2000, apenas as contidas em
Souza, Paulo Renato (2005), escrevendo sobre a importância das Parcerias Público-Privadas na Educação, das quais cita como exemplar o Comunidade Solidária, aponta que o trabalho realizado nesse setor gerou a produção de novas tecnologias de gestão social, como ferramenta que potencializa o desempenho de programas e projetos sociais. Afirma que o único critério legítimo para definir as formas de relacionamento entre governo e sociedade é
A Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Médio (2008) trata a Matemática como uma área específica. Segundo o texto desta Proposta,
Página 4