Questões de Concursos
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Nada por aqui
Em relação aos Cardio Desfibibriladores Implantáveis (CDI), assinale a alternativa correta.
Assinale a condição que não é causa de insuficiência mitral aguda.
O modelo de Folts foi desenvolvido como um método de estudo da trombose utilizando artéria estenosada com dano endotelial. Entretanto, tem sido usada como meio para estudar várias intervenções terapêuticas que visam minimizar complicações trombóticas em síndrome coronariana aguda ou intervenção coronária percutânea. Os aspectos chaves do modelo de Folts incluem todos os mencionados abaixo, EXCETO:
Entre os métodos diagnósticos abaixo, qual o mais eficiente para avaliar inflamação na placa aterosclerótica?
Assinale qual dos fatores não interfere para precipitar descompensação aguda da insuficiência cardíaca crônica?
Na SCA sem elevação do ST, segundo o Escore do Risco TIMI, assinale qual dos fatores abaixo não é considerado fator de risco?
“Português é muito difícil”.
Essa afirmação preconceituosa é prima-irmã da ideia de que “brasileiro não sabe português”. Como o nosso ensino da língua sempre se baseou na norma gramatical literária de Portugal, as regras que aprendemos na escola, em boa parte, não correspondem à língua que realmente falamos e escrevemos no Brasil.
Por isso, achamos que “português é uma língua difícil”: temos de fixar regras que não significam nada para nós. No dia em que nosso ensino se concentrar no uso real, vivo e verdadeiro da língua portuguesa do Brasil, é bem provável que ninguém continue a pensar assim. Todo falante nativo de uma língua sabe essa língua. Saber uma língua, na concepção científica da linguística moderna, significa conhecer intuitivamente e empregar com facilidade e naturalidade as regras básicas de seu funcionamento.
Está provado e comprovado que uma criança, por volta dos 7 anos de idade, já domina perfeitamente as regras gramaticais de sua língua. O que ela não conhece são sutilezas e irregularidades no uso dessas regras, que só a leitura e o estudo podem lhe dar. Nenhuma criança brasileira dessa idade vai dizer, por exemplo: “Uma meninos chegou aqui amanhã”. (...)
Se tantas pessoas inteligentes e cultas continuam achando que “não sabem português” ou que “português é muito difícil”, é porque o uso da língua foi transformado numa ciência esotérica, numa doutrina cabalística que somente alguns iluminados conseguem dominar completamente. (...)
No fundo, a ideia de que “português é muito difícil” serve como um dos instrumentos de manutenção do status quo das classes sociais prestigiadas.
É lamentável que a imagem da língua tenha sido empobrecida e reduzida a uma nomenclatura confusa e a exercícios descontextualizados, práticas que se revelam irrelevantes para, de fato, levar alguém a se valer dos muitos recursos que a língua oferece.
Marcos Bagno. Preconceito linguístico. São Paulo: Parábola, 2015. p. 57-63. Adaptado.