Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
Na linha 3, o elemento “tais”, que antecede “alimentos”, é empregado para se referir a “alimentos in natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal” (linhas 1 e 2).
Uma fábrica de tintas deve fabricar latas com capacidade de 3 L. Na tampa e no fundo,que têm a mesma área e forma, é usada uma chapa que custa R$ 100,00 por m2 e, na superfície lateral, é usada uma chapa de R$ 120,00 por m2 .
Considerando essa situação hipotética e que ? é igual a 3, julgue o item.
O custo da lata cilíndrica é diretamente proporcional a seu raio.
A Lei n.° 8.234/1991 regulamenta a profissão de nutricionista e determina outras providências. Em relação a essa Lei, julgue o item.
É obrigatória a participação de nutricionistas em equipes multidisciplinares criadas por entidades públicas e facultativa em entidades particulares.
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
Sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos do texto, a forma verbal “contêm” (linha 6) pode ser flexionada no singular — contém —, caso em que passa a retomar o termo “maioria” (linha 5).
1            A Alimentação Cardioprotetora Brasileira, também chamada de Dica Br, foi elaborada com base em alimentos
        tipicamente brasileiros, para proteger a saúde do coração, em sintonia com as recomendações do Guia Alimentar para a
        População Brasileira — lançado em 2006 e periodicamente atualizado —, incluindo, em suas orientações, apenas alimentos in
4      natura, minimamente processados e processados. Entretanto, indivíduos com algum risco cardiovascular devem receber
        orientações específicas no manejo da alimentação, principalmente quanto ao consumo de alimentos processados.
              As orientações da Dica Br podem ser seguidas por qualquer pessoa, mas são indicadas especialmente para indivíduos
7      com sobrepeso ou obesidade, pressão alta, diabetes, colesterol alto, triglicérides alto, histórico de infarto e cirurgia do coração
        (pontes safena ou mamária), histórico de derrame cerebral (AVC).
              Como a Dica Br foi embasada na alimentação do brasileiro, ela é simbolizada pela bandeira do Brasil e dividida em grupos
10    alimentares nas cores verde, amarela e azul. A bandeira do Brasil tem sua maior área representada pela cor verde, seguida pela
        amarela e pela azul. Assim, o consumo dos grupos alimentares deve seguir a mesma lógica das cores da bandeira.
              Os alimentos são divididos de acordo com o grau de processamento, porém a base da alimentação deve ser composta
13    por alimentos in natura ou minimamente processados, que são, respectivamente, aqueles obtidos diretamente de plantas ou
         de animais e que não sofreram qualquer alteração após deixar a natureza, ou que sofreram alterações mínimas, como processos
         de limpeza, remoção de partes não comestíveis ou indesejáveis, fracionamento, moagem, secagem, fermentação,
16    pasteurização, refrigeração, congelamento e processos similares que não envolvam agregação de sal, açúcar, óleos, gorduras
         ou outras substâncias ao alimento original. São exemplos desses dois tipos frutas, verduras, legumes, leite, iogurte natural,
         feijões, lentilhas, grão de bico e outras leguminosas, cereais, raízes, tubérculos, ovos, carnes resfriadas ou congeladas, farinhas,
19    macarrão, castanhas, nozes e outras oleaginosas sem sal ou açúcar, frutas secas, sucos integrais, chá, café e água potável.
              Além desses, há produtos considerados ricos em óleos, gorduras, açúcar e sal, extraídos de alimentos in natura a partir
        de técnicas de processamento, que são utilizados para temperar e cozinhar alimentos e para criar preparações culinárias.
22    Exemplos incluem óleos de soja, de milho, de girassol, de canola ou outro, azeite de oliva, banha de porco, gordura de coco,
        açúcar mascavo, demerara ou refinado e sal de cozinha refinado ou grosso.
              Os alimentos processados são aqueles fabricados essencialmente com adição de sal ou açúcar (ou outra substância
25    culinária, como óleo ou vinagre) a um alimento in natura ou minimamente processado, utilizando?se de técnicas de
        processamento simples, de que são exemplos queijos, enlatados, extrato ou concentrado de tomate, frutas em calda ou
        cristalizadas, carne seca, atum e sardinha enlatados e pães fabricados com farinha de trigo, leveduras, água e sal.
Ministério da Saúde. Hospital do Coração. Alimentação cardioprotetora. Brasília: Editora MS, ago./2018, p. 1?4. Internet: <http://bvsms.saude.gov.br> (com adaptações).
No que concerne aos aspectos linguístico?estruturais do texto, julgue o item. O elemento “Entretanto” (linha 4) introduz oração com sentido adversativo
Uma boa administração de materiais pode trazer uma boa economia para uma organização. Acerca desse tema, julgue o item. Suponha?se que determinado item em estoque tenha demanda média de 120 unidades mensais. Nesse caso, considerando?se um percentual de 20% sobre a demanda média e um tempo de reposição de 2 meses, o estoque de segurança deverá ter 60 unidades. 
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
Do texto se deduz que as razões sociais e ambientais refletem a busca pela qualidade e pelo valor nutricional da alimentação de origem vegetal e, também, a preferência pelo consumo desses alimentos em detrimento de alimentos de origem animal, estimulada pela consciência ecológica.
Acerca dos conceitos de hardware, do editor de texto Microsoft Word 2013 e do sistema operacional Windows 8, julgue o item. No Windows 8, um programa pode ser removido do computador a partir de um bloco, ou seja, com um clique do botão direito do mouse no bloco, a seleção da opção Desinstalar e os demais procedimentos, é possível remover um programa. 
Os Conselhos Regionais de Nutricionistas, instituídos nos termos da Lei n.º 6.583/1978, regulamentada pelo Decreto n.º 84.444/1980, têm, entre suas finalidades, a de orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de nutricionista. No que concerne às normas relativas aos Conselhos Regionais de Nutricionistas e ao Conselho Federal de Nutricionistas, julgue o item. Entre as finalidades gerais dos Conselhos Regionais de Nutricionistas, está a de atuar como órgão julgador originário em processos administrativos e disciplinares relacionados com a orientação, a disciplina e a fiscalização do exercício e das atividades profissionais nas áreas de alimentação e nutrição.
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
Fica mantida a correção gramatical, ainda que possa haver alteração de sentidos do texto, caso se suprima o termo “características” (linha 7), além da vírgula que o antecede.
Com base nos dispositivos legais que regulamentam a profissão de nutricionista em território nacional, julgue o item. A responsabilidade técnica assumida pelo nutricionista em relação à pessoa jurídica ou às suas unidades será extinta quando o profissional for suspenso, proibido do exercício profissional ou tiver sua inscrição cancelada. 
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
O texto tem caráter eminentemente narrativo e apresenta explicações referentes a variados pratos típicos de muitas regiões do globo terrestre.
À luz da Resolução CFN n.° 576/2016, julgue o item.
O nutricionista não poderá assumir a responsabilidade técnica em jurisdição onde tenha inscrição secundária, mesmo que em cidade limítrofe.
1            A Alimentação Cardioprotetora Brasileira, também chamada de Dica Br, foi elaborada com base em alimentos
        tipicamente brasileiros, para proteger a saúde do coração, em sintonia com as recomendações do Guia Alimentar para a
        População Brasileira — lançado em 2006 e periodicamente atualizado —, incluindo, em suas orientações, apenas alimentos in
4      natura, minimamente processados e processados. Entretanto, indivíduos com algum risco cardiovascular devem receber
        orientações específicas no manejo da alimentação, principalmente quanto ao consumo de alimentos processados.
              As orientações da Dica Br podem ser seguidas por qualquer pessoa, mas são indicadas especialmente para indivíduos
7      com sobrepeso ou obesidade, pressão alta, diabetes, colesterol alto, triglicérides alto, histórico de infarto e cirurgia do coração
        (pontes safena ou mamária), histórico de derrame cerebral (AVC).
              Como a Dica Br foi embasada na alimentação do brasileiro, ela é simbolizada pela bandeira do Brasil e dividida em grupos
10    alimentares nas cores verde, amarela e azul. A bandeira do Brasil tem sua maior área representada pela cor verde, seguida pela
        amarela e pela azul. Assim, o consumo dos grupos alimentares deve seguir a mesma lógica das cores da bandeira.
              Os alimentos são divididos de acordo com o grau de processamento, porém a base da alimentação deve ser composta
13    por alimentos in natura ou minimamente processados, que são, respectivamente, aqueles obtidos diretamente de plantas ou
         de animais e que não sofreram qualquer alteração após deixar a natureza, ou que sofreram alterações mínimas, como processos
         de limpeza, remoção de partes não comestíveis ou indesejáveis, fracionamento, moagem, secagem, fermentação,
16    pasteurização, refrigeração, congelamento e processos similares que não envolvam agregação de sal, açúcar, óleos, gorduras
         ou outras substâncias ao alimento original. São exemplos desses dois tipos frutas, verduras, legumes, leite, iogurte natural,
         feijões, lentilhas, grão de bico e outras leguminosas, cereais, raízes, tubérculos, ovos, carnes resfriadas ou congeladas, farinhas,
19    macarrão, castanhas, nozes e outras oleaginosas sem sal ou açúcar, frutas secas, sucos integrais, chá, café e água potável.
              Além desses, há produtos considerados ricos em óleos, gorduras, açúcar e sal, extraídos de alimentos in natura a partir
        de técnicas de processamento, que são utilizados para temperar e cozinhar alimentos e para criar preparações culinárias.
22    Exemplos incluem óleos de soja, de milho, de girassol, de canola ou outro, azeite de oliva, banha de porco, gordura de coco,
        açúcar mascavo, demerara ou refinado e sal de cozinha refinado ou grosso.
              Os alimentos processados são aqueles fabricados essencialmente com adição de sal ou açúcar (ou outra substância
25    culinária, como óleo ou vinagre) a um alimento in natura ou minimamente processado, utilizando?se de técnicas de
        processamento simples, de que são exemplos queijos, enlatados, extrato ou concentrado de tomate, frutas em calda ou
        cristalizadas, carne seca, atum e sardinha enlatados e pães fabricados com farinha de trigo, leveduras, água e sal.
Ministério da Saúde. Hospital do Coração. Alimentação cardioprotetora. Brasília: Editora MS, ago./2018, p. 1?4. Internet: <http://bvsms.saude.gov.br> (com adaptações).
No que concerne aos aspectos linguístico?estruturais do texto, julgue o item. A mesma regra explica a acentuação gráfica dos vocábulos “açúcar”, “substância”, “óleo” e “técnicas”, presentes no último parágrafo do texto. 
O mundo dos negócios vai bem além das questões econômicas. Sendo assim, julgue o item a respeito da ética e da responsabilidade social. As decisões dos gestores sobre as questões éticas levam em consideração a intensidade ética, que é a quantidade de pessoas envolvidas na questão. 
Uma boa administração de materiais pode trazer uma boa economia para uma organização. Acerca desse tema, julgue o item. Uma importante variável a ser considerada no sistema de reposição contínua de estoques é o ponto de encomenda ou de pedido, que representa o tempo necessário para que um item seja reposto no estoque.
Página 6