Sobre computação em nuvem, é correto afirmar:
Manter o computador seguro diminui as chances de ele ser indevidamente utilizado para atividades maliciosas, como disseminação de spam, propagação de códigos maliciosos e participação em ataques realizados via internet. Conforme o cert.br, para manter o computador pessoal seguro, não se deve
Quatro amigos, Ari, Rui, Ivo e Eva, resolvem ir juntos ao
cinema. Durante a entrada, em função do aglomerado de
pessoas na fila, um dos amigos entrou sem pagar.
O responsável pela conferência dos ingressos percebeu
o ocorrido, mas, sem saber qual deles havia entrado sem
pagar, chamou os quatro e perguntou: “Qual de vocês
entrou sem pagar?”.
Os quatros amigos deram as seguintes respostas para
o conferente:
Ari: “Eu paguei ingresso.”
Rui: “Ivo não pagou ingresso.”
Ivo: “Eva pagou ingresso!”
Eva: “Ari está dizendo a verdade!”.
Se somente o amigo que não pagou ingresso está
mentindo, esse amigo é
Com relação aos bens patrimoniais, do registro e do
controle, analise as afirmativas seguintes, assinalando
com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A contagem física das existências em estoque,
conhecida nos controles contábeis como
“inventário”, é uma verificação fundamental nas
instituições. Dessa verificação podem surgir
divergências entre o resultado da contagem e o
saldo inscrito dos controles de entradas e saídas
do almoxarifado.
( ) Edifícios, móveis, máquinas, equipamentos,
instalações e veículos são bens patrimoniais
fundamentais para as atividades operacionais
da empresa, e ao final de cada ano fiscal
o departamento de patrimônio envia aos
departamentos uma lista de bens permanentes
para informarem no registro o local exato em
que o bem está disponibilizado, confirmando sua
existência.
( ) Entre os procedimentos de inventário, os
responsáveis (auditores e seus assistentes)
vão separar as fichas de inventário por setores
da empresa e distribuí-las entre os contadores
convocados para a tarefa. Essas fichas são
extraídas do sistema e são relativas aos itens
constantes nas listas de inventário.
( ) Ao término do inventário, quando as contagens
já foram efetuadas, os auditores seniores ou
auditores externos escolhem alguns itens para
acompanhar uma nova contagem. Normalmente,
são escolhidos alguns dos itens que foram
rejeitados nas contagens realizadas durante o
inventário.
Assinale a sequência correta:

Analise a seguinte fórmula do Microsoft Excel.
 =ARRED(A2;3) Qual é o retorno dessa fórmula?
Porque não.
Era uma vez uma mulher que não queria ter filhos nem
se explicar sobre isso
Mayara Fortin nunca quis ser mãe. Ano passado,
a arquiteta paulista decidiu fazer um “experimento
social”: foi conferir como é o processo para conseguir
a laqueadura, a cirurgia que liga as tubas uterinas,
impedindo a gravidez. No Brasil, o procedimento pode
ser feito pelo SUS: segundo a Lei 9.263, mulheres a partir
de 25 anos (ou já mães de dois filhos) podem pedir pela
cirurgia – mas não sem dar uma série de explicações,
como descobriu Mayara.
Primeiro, ela preencheu uma ficha; depois, assistiu a uma
palestra sobre métodos contraceptivos; na sequência,
escreveu uma carta e, por fim, passou por um tipo de
entrevista com a enfermeira do posto de saúde. “É quase
um interrogatório. O atendimento foi simpático, mas
um tanto absurdo”, lembra à Tpm. A documentação foi
passada a uma comissão, que demora até seis meses
para responder. No fim, ela recebeu uma negativa.
“Tentei argumentar: tenho 30 anos, casa própria, carro
e viajo pelo mundo. E esta é a única decisão que não
tenho ‘maturidade’ para tomar?”
Além dos entraves, de quebra vigora uma cláusula pra lá
de controversa: independentemente da idade, mulheres
casadas precisam de autorização do cônjuge para
realizar a cirurgia. Mayara descobriu que, na prática,
a lei não é seguida à risca.
Sem justificativas
A discussão é necessária: um número crescente de
brasileiras vêm optando pela não maternidade. Segundo
o IBGE, em 2004, elas representavam 10% da população
feminina do país; em 2014, eram 14%, apesar da série de
pressões e expectativas da família, dos amigos ou dos
padrões, do inabalável tique-taque do relógio biológico e
pela ideia de feminilidade “plena” umbilicalmente ligada
à maternidade.
“A simples afirmação ‘não quero ter filhos’ é
frequentemente seguida pela pergunta: ‘Mas por que
não?!’ É como se a mulher fosse obrigada a se justificar,
a jogar a prioridade para uma pós-graduação, um projeto,
um trabalho”, diz a psicóloga gaúcha Daiana Quadros
Fidelis, que estudou não maternidade e maternidade
tardia – segundo o estudo Estatísticas do Registro Civil
de 2015, realizado pelo IBGE, o número de mulheres
que se tornaram mães entre 30 e 39 anos aumentou
de 22,5% (2005) para 30,8% (2015), enquanto na faixa
entre 15 e 19 anos caiu de 20,3% para 17%, no mesmo
período.
Daiana recebe em seu consultório relatos de mulheres
que se sentem culpadas por não palpitar o tal instinto
materno no ventre. “Elas cresceram ouvindo que mulher
‘nasce’ com esse desejo. Por não se verem nesse
papel ou não se sentirem sensibilizadas, muitas delas
alimentam sentimentos de culpa, como se lhes faltasse
algo. Mas o que falta não é necessariamente um filho, e
sim a ideia de que ela deveria desejar um filho”, analisa.
Para Daiana, discussões recentes têm contribuído para
quebrar esse estigma e “para mostrar que as mulheres
que não querem ter filhos não estão sozinhas e não há
motivo para culpa”.
Esse estigma tem raízes milenares. “Ao longo da
história, a figura da mulher mãe foi muito forte. Nos
últimos 5 mil anos, a mulher foi considerada responsável
pela futura mão de obra – eram necessários braços para
a lavoura, então, elas tinham 15 filhos”, analisa Regina
Navarro Lins, psicanalista e autora de Novas formas de
amar (2017). “Mas, na década de 60, depois do advento
da pílula anticoncepcional e do movimento feminista,
as mulheres passaram a poder decidir se queriam ter
filhos ou não, quando, onde e com quem. Foi uma
grande ruptura na história.” Na década de 80, lembra
a psicanalista, a filósofa francesa Élisabeth Badinter
escreveu um livro sobre o mito do amor materno, Um
amor conquistado, mostrando que o desejo de ser mãe
não é inerente à mulher. “Ela foi duramente criticada,
pois muitos queriam continuar acreditando que toda
mulher é uma mãe potencial.”
[...]
Disponível em:
vez-uma-mulher-que-nao-queria-ter-filhos-nem-seexplicar-
sobre-isso>. Acesso em: 2 jul. 2019.
Assinale a alternativa em que a ideia central do texto está corretamente expressa. 
Sobre os gráficos administrativos, relacione a COLUNA II
com a COLUNA I, associando os gráficos administrativos
às respectivas descrições.
COLUNA I
1. Cronograma
2. Organograma
3. Fluxograma
4. Diagrama de Pareto
COLUNA II
( ) É a representação gráfica da estrutura da
empresa. Cada empresa tem seu próprio desenho
nesse recurso. É um gráfico no qual é possível
visualizar a organização social complexa da
empresa, geralmente na forma de sua estrutura
hierárquica.
( ) É uma técnica de exposição gráfica que permite
a descrição clara e precisa do fluxo de operações
de um processo, possibilitando sua análise
e redesenho, com o uso de símbolos com
significados definidos.
( ) É um instrumento de planejamento e controle
semelhante a um diagrama. Apresenta de modo
definido e detalhado as atividades previstas que
serão executadas durante um período estimado.
( ) É uma técnica que permite selecionar prioridades
quando se enfrenta grande número de problemas
ou quando é preciso localizar as causas mais
importantes dentre um grande número de
causas. Essa ferramenta tem por atributo apontar
que o maior número de ocorrências deriva de um
número reduzido de causas, sendo estes mais
relevantes.
Assinale a sequência correta.
Com relação aos procedimentos adotados para a racionalização das atividades do setor de compras e de seus responsáveis, as compras devem ser separadas em classificações distintas. 
Essas compras não devem ser separadas em
Analise a afirmativa a seguir. 
Corresponde à soma do estoque mínimo com o lote de compra no dia do seu recebimento e determina o tamanho do espaço que o item irá ocupar no armazém ou almoxarifado no ato do seu recebimento. Essa afirmativa descreve o conceito de
Entendendo que a integração intermunicipal é a solução
mais adequada para o exercício de competências
municipais no âmbito da regulação e fiscalização
dos serviços públicos de saneamento básico, vários
municípios do estado de Minas Gerais constituíram um
consórcio público, denominado Agência Reguladora
Intermunicipal de Saneamento Básico – ARISB-MG.
Sobre o referido consórcio, analise as seguintes
afirmativas.
I. Trata-se de associação pública com personalidade
de direito público.
II. Possui a natureza jurídica de fundação pública.
III. Integra a administração pública de todos os entes
da Federação associados.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
“Aladdin é tudo o que se podia esperar do novo projeto de
remakes da Disney. Até há alguns anos, a Disney evitava
fazer novas versões de seus clássicos animados. Quando
a intenção era arrecadar em cima de uma propriedade
já conhecida, a estratégia era a de criar sequências ou
prequelas, como Alice no País das Maravilhas (Alice
in Wonderland, 2010) e Malévola (Maleficient, 2014).
No entanto, depois do sucesso comercial e de crítica
primeiro com Cinderella (2015) e de forma incisiva com
O Livro da Selva (The Jungle Book, 2016), ficou claro
que era possível aproveitar ainda mais a nostalgia que já
sustenta parques animados, livros, cadernos, mochilas e
qualquer coisa que o rato mais rico do mundo é capaz de
conjurar com seu chapéu de feiticeiro.”
Disponível em: <https://falange.net/critica-aladdin-2019/>.
Acesso em: 6 jul. 2019 (Adaptação).
O texto anterior introduz uma resenha sobre o novo filme da Disney, Aladdin, e as duas ideias que ele veicula são unidas por uma conjunção. Assinale a alternativa em que essa conjunção está corretamente identificada e definida
Porque não.
Era uma vez uma mulher que não queria ter filhos nem
se explicar sobre isso
Mayara Fortin nunca quis ser mãe. Ano passado,
a arquiteta paulista decidiu fazer um “experimento
social”: foi conferir como é o processo para conseguir
a laqueadura, a cirurgia que liga as tubas uterinas,
impedindo a gravidez. No Brasil, o procedimento pode
ser feito pelo SUS: segundo a Lei 9.263, mulheres a partir
de 25 anos (ou já mães de dois filhos) podem pedir pela
cirurgia – mas não sem dar uma série de explicações,
como descobriu Mayara.
Primeiro, ela preencheu uma ficha; depois, assistiu a uma
palestra sobre métodos contraceptivos; na sequência,
escreveu uma carta e, por fim, passou por um tipo de
entrevista com a enfermeira do posto de saúde. “É quase
um interrogatório. O atendimento foi simpático, mas
um tanto absurdo”, lembra à Tpm. A documentação foi
passada a uma comissão, que demora até seis meses
para responder. No fim, ela recebeu uma negativa.
“Tentei argumentar: tenho 30 anos, casa própria, carro
e viajo pelo mundo. E esta é a única decisão que não
tenho ‘maturidade’ para tomar?”
Além dos entraves, de quebra vigora uma cláusula pra lá
de controversa: independentemente da idade, mulheres
casadas precisam de autorização do cônjuge para
realizar a cirurgia. Mayara descobriu que, na prática,
a lei não é seguida à risca.
Sem justificativas
A discussão é necessária: um número crescente de
brasileiras vêm optando pela não maternidade. Segundo
o IBGE, em 2004, elas representavam 10% da população
feminina do país; em 2014, eram 14%, apesar da série de
pressões e expectativas da família, dos amigos ou dos
padrões, do inabalável tique-taque do relógio biológico e
pela ideia de feminilidade “plena” umbilicalmente ligada
à maternidade.
“A simples afirmação ‘não quero ter filhos’ é
frequentemente seguida pela pergunta: ‘Mas por que
não?!’ É como se a mulher fosse obrigada a se justificar,
a jogar a prioridade para uma pós-graduação, um projeto,
um trabalho”, diz a psicóloga gaúcha Daiana Quadros
Fidelis, que estudou não maternidade e maternidade
tardia – segundo o estudo Estatísticas do Registro Civil
de 2015, realizado pelo IBGE, o número de mulheres
que se tornaram mães entre 30 e 39 anos aumentou
de 22,5% (2005) para 30,8% (2015), enquanto na faixa
entre 15 e 19 anos caiu de 20,3% para 17%, no mesmo
período.
Daiana recebe em seu consultório relatos de mulheres
que se sentem culpadas por não palpitar o tal instinto
materno no ventre. “Elas cresceram ouvindo que mulher
‘nasce’ com esse desejo. Por não se verem nesse
papel ou não se sentirem sensibilizadas, muitas delas
alimentam sentimentos de culpa, como se lhes faltasse
algo. Mas o que falta não é necessariamente um filho, e
sim a ideia de que ela deveria desejar um filho”, analisa.
Para Daiana, discussões recentes têm contribuído para
quebrar esse estigma e “para mostrar que as mulheres
que não querem ter filhos não estão sozinhas e não há
motivo para culpa”.
Esse estigma tem raízes milenares. “Ao longo da
história, a figura da mulher mãe foi muito forte. Nos
últimos 5 mil anos, a mulher foi considerada responsável
pela futura mão de obra – eram necessários braços para
a lavoura, então, elas tinham 15 filhos”, analisa Regina
Navarro Lins, psicanalista e autora de Novas formas de
amar (2017). “Mas, na década de 60, depois do advento
da pílula anticoncepcional e do movimento feminista,
as mulheres passaram a poder decidir se queriam ter
filhos ou não, quando, onde e com quem. Foi uma
grande ruptura na história.” Na década de 80, lembra
a psicanalista, a filósofa francesa Élisabeth Badinter
escreveu um livro sobre o mito do amor materno, Um
amor conquistado, mostrando que o desejo de ser mãe
não é inerente à mulher. “Ela foi duramente criticada,
pois muitos queriam continuar acreditando que toda
mulher é uma mãe potencial.”
[...]
Disponível em: <https://revistatrip.uol.com.br/tpm/erauma-
vez-uma-mulher-que-nao-queria-ter-filhos-nem-seexplicar-
sobre-isso>. Acesso em: 2 jul. 2019.
Leia o subtítulo do texto, transcrito a seguir.
“Era uma vez uma mulher que não queria ter filhos nem
se explicar sobre isso”
A respeito desse trecho, analise as seguintes afirmativas.
I. O subtítulo faz referência ao estilo de escrita dos
contos de fadas para introduzir o assunto que
será tratado.
II. Há uma relação semântica implícita entre esse
subtítulo e o título do texto, “Porque não.”.
III. O subtítulo confirma que o texto em questão é a
narrativa de uma personagem que não deseja ter
filhos.
Está correto o que se afirma em
maliciosos (malwares).
I. Vírus é um programa de computador malicioso
que pode se propagar automaticamente pela
rede em que o computador está conectado.
II. Spyware é um programa projetado para
monitorar as atividades de um sistema e enviar
as informações coletadas para terceiros.
III. Cavalo de troia é um programa que, além
de executar as funções para as quais foi
aparentemente projetado, também executa
outras funções, normalmente maliciosas, e sem
o conhecimento do usuário.
Conforme o cert.br, estão corretas as afirmativas
Analise a afirmativa a seguir. 
Ao solicitar a exibição do ____________ no Microsoft PowerPoint para office 365, o ____________ aparecerá abaixo do slide atual em modos de exibição normal e estrutura de tópicos. 
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas anteriores.
João observou que três das torneiras de sua casa pingam continuamente, em diferentes frequências. A torneira da pia da cozinha pinga uma gota de quatro em quatro segundos; a torneira do tanque do lavatório pinga uma gota de quinze em quinze segundos; e a torneira da pia do banheiro pinga uma gota de vinte em vinte segundos. Em um determinado dia, João acordou às 0h20min e percebeu que, nesse exato momento, as três torneiras pingaram uma gota d’água juntas. 
Após esse momento em que as três torneiras pingaram juntas, qual foi o horário do dia em que as três torneiras pingaram juntas novamente pela 100ª vez? 
Com relação aos documentos para comunicação nas empresas, assinale a alternativa incorreta. 
Analise a afirmativa a seguir.
Para se gerar _____________, é necessário ter o
documento principal, a fonte de dados e o documento
mesclado.
Assinale a alternativa que completa corretamente a
afirmativa anterior.
Analise o trecho a seguir.
“Eu quero que risque o meu nome da sua agenda
Esqueça o meu telefone, não me ligue mais
Porque já estou cansado de ser o remédio
Pra curar o seu tédio, quando seus amores não lhe satisfaz”
Telefone Mudo – João Batista De Oliveira / Manoel Pereira.
O trecho em questão apresenta um desvio da normapadrão
da língua portuguesa, corretamente identificado
em
“Aladdin é tudo o que se podia esperar do novo projeto de
remakes da Disney. Até há alguns anos, a Disney evitava
fazer novas versões de seus clássicos animados. Quando
a intenção era arrecadar em cima de uma propriedade
já conhecida, a estratégia era a de criar sequências ou
prequelas, como Alice no País das Maravilhas (Alice
in Wonderland, 2010) e Malévola (Maleficient, 2014).
No entanto, depois do sucesso comercial e de crítica
primeiro com Cinderella (2015) e de forma incisiva com
O Livro da Selva (The Jungle Book, 2016), ficou claro
que era possível aproveitar ainda mais a nostalgia que já
sustenta parques animados, livros, cadernos, mochilas e
qualquer coisa que o rato mais rico do mundo é capaz de
conjurar com seu chapéu de feiticeiro.”
Disponível em: .
Acesso em: 6 jul. 2019 (Adaptação).
No trecho “[...] qualquer coisa que o rato mais rico do mundo é capaz de conjurar com seu chapéu de feiticeiro.”, a expressão destacada substitui o nome do principal personagem da Disney: o camundongo Mickey. Essa substituição configura uma figura de linguagem, corretamente identificada como
Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, a vírgula não pode ser utilizada entre o sujeito e o predicado da oração. 
Nesse sentido, assinale a alternativa em que isto ocorre.
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