Relacione a coluna B de acordo com a coluna A e assinale a alternativa correta. Com relação às atitudes do servidor que podem influenciar no atendimento ao público:
COLUNA A
1. Apatia.
2. Desdém.
3. Frieza.
COLUNA B
( ) Tratamento distante, sem envolvimento.
( ) Demonstração de indiferença.
( ) Atendente dirige-se ao usuário com tom de superioridade.
A composição de uma prova para um concurso era: 20 questões de matemática e 20 questões de língua portuguesa. Um candidato acertou 3/4 da prova de matemática e 4/5 da prova de língua portuguesa.
A razão entre o número de questões que ele errou e o total de questões é:
Na questão abaixo , assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto, considerando a norma culta da língua.
Se eu fosse meu irmão, visitaria nossos avós com mais frequência, pois, durante muito tempo, foram eles as pessoas __________ nós mais __________ financeiramente.
Existem fortes evidências a sugerir que as preferências de meninos e meninas por brinquedos específicos para cada gênero envolvem mais do que preconceitos, estereótipos e a irresponsabilidade social de fabricantes. Ao que tudo indica, existe uma base biológica para as distintas predileções.
Para começar, brincadeiras típicas de machos e fêmeas não são uma exclusividade humana. Em 2010, o primatologista Richard Wrangham, de Harvard, ganhou manchetes ao publicar um estudo descrevendo como fêmeas jovens de chimpanzés brincavam com pedaços de pau como se fossem bonecas. Elas chegavam a construir ninhos na floresta para acomodar os gravetos à noite. Machos da mesma idade por vezes topavam brincar de casinha com elas, mas o uso preferencial que davam aos galhos era o de armas simuladas.
Aparentemente, os níveis de exposição do feto a hormônios respondem ao menos em parte pela predisposição. Em 2009, Bonnie Auyeung e colaboradores mostraram que meninas que estiveram expostas a mais testosterona durante a gravidez tendiam na infância a engajar-se mais em brincadeiras típicas de garotos. No caso de animais não humanos, cientistas foram capazes de mudar o comportamento de jovens manipulando os hormônios fetais.
Estudos com mamíferos revelam que fêmeas preferem cores mais quentes como vermelho e rosa. Em machos não há uma predileção clara. No caso de humanos, esse padrão aparece mesmo quando lidamos com culturas bem distintas, como norte-americanos e chineses.
A biologia talvez não explique todas as diferenças, mas revela que não somos uma tábula rasa de gênero.
“Em 1534, a Coroa portuguesa resolveu lançar mão de um sistema de colonização já desenvolvido nas ilhas dos Açores e da Madeira, denominado capitanias hereditárias, visando atrair investimentos privados”. Marque a alternativa que apresenta as capitanias que tiveram desempenho satisfatório com o cultivo da cana-de-açúcar.
Renan Calheiros (PMDB-AL) assumiu interinamente a presidência da República nesta sexta-feira (24). Ele chegou para despachos no Palácio do Planalto por volta das 16h. Teve uma breve reunião com a ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, e Helena Chagas, da Comunicação Social, e mais tarde deve receber o governador de Alagoas, Teotônio Vilela.
(http://g1.globo.com)
Tal fato aconteceu porque tanto a presidenta, o vice-presidente e o presidente da Câmara dos Deputados estavam no exterior e o terceiro, na lista sucessória, ser o presidente
Leia a notícia sobre a Medida Provisória sobre os Portos.
A Medida Provisória n.º 592/2012, conhecida como MP dos Portos, foi aprovada no dia 16 de maio na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, após uma longa batalha política.
(http://vestibular.uol.com.br/Acesso em 24.05.2013)
O governo tem entre os seus objetivos principais com a MP em questão
O presidente dos EUA, Barack Obama, visitou neste domingo a notória prisão de Robben Island, onde o líder da luta contra o apartheid na África do Sul, (...), ficou 18 dos 27 anos em que permaneceu preso.
O líder antiapartheid e ex-presidente sul-africano (...) continua hospitalizado em um centro médico de Pretória. Segundo as últimas informações, ele permanece estável, mas em condições críticas.
Leia o texto abaixo para responder às questões abaixo.
Personalidade versus conhecimento
Durante o processo seletivo, companhias dão mais valor à avaliação pessoal dos candidatos do que a competências na área de atuação
14 de maio de 2012 - Márcia Rodrigues, de O Estado de S. Paulo
O aquecimento econômico, que vem gerando uma verdadeira caçada de profissionais qualificados, não impede as empresas de dar prioridade à avaliação do perfil psicológico dos candidatos, antes mesmo de pesar a experiência técnica durante os processos seletivos. É o que aponta pesquisa da Catho Online com 46.067 entrevistados entre candidatos e profissionais da área de recursos humanos.
De acordo com o levantamento, 52,1% das empresas pesquisadas aplicam algum tipo de teste no processo seletivo. Destas, 71,7% valorizam a avaliação da personalidade, aptidão e as competências dos candidatos em testes psicológicos ou de análise de comportamento durante a seleção. O conhecimento técnico também é analisado no currículo, em entrevistas ou em testes situacionais - quando a empresa simula um conflito do dia a dia da função para ver se o candidato consegue solucioná-lo - , mas somente depois da aprovação do perfil comportamental.
"Normalmente, as pessoas são contratadas por suas habilidades técnicas e são demitidas por problemas de comportamento. Por isso, é natural que as companhias deem prioridade a este tipo de avaliação. Afinal, é muito mais fácil oferecer um curso técnico para aprimorar os conhecimentos do profissional na área e, assim, suprir a sua deficiência, do que "moldar" a personalidade de alguém", comenta diretor de educação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Luiz Edmundo Rosa.
A gerente de recursos humanos da rede hoteleira Grupo Salinas, Eliana Castro, concorda com Rosa. Para ela, em muitos casos é importante avaliar se a personalidade do candidato se encaixa com a dos demais funcionários da equipe para não prejudicar o clima amistoso no ambiente de trabalho.
"Há candidatos que nós desencorajamos o chefe do setor a contratar, porque sua personalidade destoa dos demais da equipe. Claro que não eliminamos o candidato logo de cara, mas é algo que conta ponto", diz Eliana.
Recém-contratadas pelo grupo hoteleiro de Alagoas, Natalia Pinto Rabelo, de 22 anos, e Karina Sencades, de 32 anos, passaram por vários testes antes de obterem a efetivação. Por ser psicóloga, Karina, que assumiu o cargo de consultora de recursos humanos em março, não passou por testes psicológicos, já que não se aplica este tipo de exame em profissionais da área. "Mas passei por entrevistas, provas situacionais e de competência, que também ressaltam características que possibilitam ao recrutador traçar meu perfil psicológico", conta Karina.
Natália, contratada este mês como assistente de vendas, fez testes de personalidade, passou por três entrevistas e ainda pela prova situacional. "De todos os testes, o mais difícil foi a simulação de um problema corriqueiro da função. "Tirei de letra" as entrevistas e o teste psicológico."
(www.estadao.com.br)
Sobre a forma verbal "impede", também destacada no primeiro parágrafo, analise as afirmações.
I. Está no modo Imperativo.
II. Tem como sujeito "O aquecimento econômico", cujo núcleo é "aquecimento".
III. Está no pretérito perfeito.
IV. Concorda com a segunda pessoa do singular.
A ética profissional a ser seguida por profissionais de qualquer área diz respeito à conduta honesta do profissional no exercício da sua profissão. Sobre o tema, marque a alternativa correta.
A tecnologia é fundamental para a satisfação dos clientes das empresas, pois permite maior eficiência e redução de tempo no atendimento às necessidades dos mesmos. Para o perfeito funcionamento dos equipamentos faz-se necessário:
A morte da baronesa e ex-premiê britânica, em abril de 2013, provocou a reação de políticos em várias partes do mundo. A primeira e única mulher a ocupar o cargo de primeira-ministra na Grã-Bretanha permaneceu onze anos no poder.
Existem fortes evidências a sugerir que as preferências de meninos e meninas por brinquedos específicos para cada gênero envolvem mais do que preconceitos, estereótipos e a irresponsabilidade social de fabricantes. Ao que tudo indica, existe uma base biológica para as distintas predileções.
Para começar, brincadeiras típicas de machos e fêmeas não são uma exclusividade humana. Em 2010, o primatologista Richard Wrangham, de Harvard, ganhou manchetes ao publicar um estudo descrevendo como fêmeas jovens de chimpanzés brincavam com pedaços de pau como se fossem bonecas. Elas chegavam a construir ninhos na floresta para acomodar os gravetos à noite. Machos da mesma idade por vezes topavam brincar de casinha com elas, mas o uso preferencial que davam aos galhos era o de armas simuladas.
Aparentemente, os níveis de exposição do feto a hormônios respondem ao menos em parte pela predisposição. Em 2009, Bonnie Auyeung e colaboradores mostraram que meninas que estiveram expostas a mais testosterona durante a gravidez tendiam na infância a engajar-se mais em brincadeiras típicas de garotos. No caso de animais não humanos, cientistas foram capazes de mudar o comportamento de jovens manipulando os hormônios fetais.
Estudos com mamíferos revelam que fêmeas preferem cores mais quentes como vermelho e rosa. Em machos não há uma predileção clara. No caso de humanos, esse padrão aparece mesmo quando lidamos com culturas bem distintas, como norte-americanos e chineses.
A biologia talvez não explique todas as diferenças, mas revela que não somos uma tábula rasa de gênero.
No trecho – Ao que tudo indica, existe uma base biológica para as distintas predileções. –, a palavra em destaque pode ser substituída, sem alteração do sentido do texto, por: