O nome patrística decorre do trabalho dos padres da Igreja que, desde o século II de nossa era, elaboraram o pensamento
cristão. Assinale a alternativa que apresenta, de forma CORRETA, um representante dessa filosofia.
Sobre a distinção entre conhecimento do senso comum e conhecimento científico, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso)
as afirmações abaixo e, em seguida, marque a alternativa correta.
( ) A ciência é uma forma de conhecimento para a qual os saberes do senso comum são completamente inúteis.
( ) O conhecimento do senso comum é um saber empírico, pois se baseia na experiência cotidiana das sociedades onde é produzido.
( ) A ciência é uma forma de saber que se caracteriza, principalmente, pela determinação do objeto de estudo e pelo emprego de método rigoroso no processo de construção do conhecimento.
( ) Ciência e senso comum não se diferenciam, pois ambas se constituem em conhecimentos fundamentados na experimentação com rigor metodológico.
( ) A ciência é uma forma de conhecimento para a qual os saberes do senso comum são completamente inúteis.
( ) O conhecimento do senso comum é um saber empírico, pois se baseia na experiência cotidiana das sociedades onde é produzido.
( ) A ciência é uma forma de saber que se caracteriza, principalmente, pela determinação do objeto de estudo e pelo emprego de método rigoroso no processo de construção do conhecimento.
( ) Ciência e senso comum não se diferenciam, pois ambas se constituem em conhecimentos fundamentados na experimentação com rigor metodológico.
Podemos caracterizar a mitologia como resultante dos primeiros esforços do ser humano no Ocidente para dar explicações
para as coisas e atribuir sentido à realidade. Com base nesta compreensão, é correto afirmar:
Leia o texto a seguir.
Aristóteles substitui o idealismo de Platão pelo empirismo. A teoria ética aristotélica busca seu ideal não em uma ideia universal e inatingível do bem, do belo e verdadeiro, mas numa concepção de felicidade, alcançada pela ação, reflexão e experiência, consubstanciada no conceito de justiça.
(FREITAG, B. Itinerários de Antígona. A questão da moralidade. 4.ed. Campinas: Papirus, 2005. p.30.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o conceito de justiça em Aristóteles, assinale a alternativa correta.
Aristóteles substitui o idealismo de Platão pelo empirismo. A teoria ética aristotélica busca seu ideal não em uma ideia universal e inatingível do bem, do belo e verdadeiro, mas numa concepção de felicidade, alcançada pela ação, reflexão e experiência, consubstanciada no conceito de justiça.
(FREITAG, B. Itinerários de Antígona. A questão da moralidade. 4.ed. Campinas: Papirus, 2005. p.30.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o conceito de justiça em Aristóteles, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
A célebre distinção de Aristóteles entre “virtudes morais” e “virtudes intelectuais” pode ser considerada o capítulo final da longa querela que opôs os Sofistas e Sócrates em torno da ensinabilidade da virtude.
(LIMA VAZ, H. C. Escritos de Filosofia Política II. Ética e Cultura. 3.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2000. p.16-17.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a distinção apresentada na ética aristotélica, considere as afirmativas a seguir.
I. A virtude moral é adquirida pelo hábito, na prática usual dos costumes e valores comumente partilhados. II. A virtude moral é conquistada na medida em que a ação humana imita os exemplos dados pelos deuses. III. A virtude intelectual é oriunda do exercício da razão que concede ao homem autonomia privada em seu agir. IV. A virtude intelectual é fruto do aprendizado e do processo formativo, sendo desenvolvida cognitivamente.
Assinale a alternativa correta.
A célebre distinção de Aristóteles entre “virtudes morais” e “virtudes intelectuais” pode ser considerada o capítulo final da longa querela que opôs os Sofistas e Sócrates em torno da ensinabilidade da virtude.
(LIMA VAZ, H. C. Escritos de Filosofia Política II. Ética e Cultura. 3.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2000. p.16-17.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a distinção apresentada na ética aristotélica, considere as afirmativas a seguir.
I. A virtude moral é adquirida pelo hábito, na prática usual dos costumes e valores comumente partilhados. II. A virtude moral é conquistada na medida em que a ação humana imita os exemplos dados pelos deuses. III. A virtude intelectual é oriunda do exercício da razão que concede ao homem autonomia privada em seu agir. IV. A virtude intelectual é fruto do aprendizado e do processo formativo, sendo desenvolvida cognitivamente.
Assinale a alternativa correta.
Para Jean Paul Sartre, filósofo existencialista contemporâneo, a liberdade não é uma escolha, pois o ser humano está
“condenado a ser livre”. Assinale a alternativa mais adequada para fundamentar a concepção sartreana de liberdade.
Leia o texto a seguir.
Com efeito, relativamente à natureza, a experiência dá-nos a regra e é a fonte da verdade; no que toca a leis morais, a experiência é (infelizmente!) a madre da aparência e é altamente reprovável extrair as leis acerca do que devo fazer daquilo que se faz ou querer reduzi-las ao que é feito.
(Adaptado de: KANT, I. Crítica da Razão Pura. Trad. de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. 3.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994. p.312.)
Com base na leitura do texto e nos conhecimentos sobre o comparativo entre conhecimento e ação em Kant, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) A verdade e a moral se confundem, visto que ambas buscam a realização da justiça natural. ( ) O contexto do dever-ser se realiza pautado pela disposição natural de como as coisas são. ( ) O conhecimento deve ser alcançado a partir da experiência, e a ação moral a ela não se limita. ( ) Demonstra haver uma dicotomia entre razão teórica (conhecimento) e razão prática (ação). ( ) A objetividade da moral se alcança em parâmetros racionais distante da necessidade natural.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Com efeito, relativamente à natureza, a experiência dá-nos a regra e é a fonte da verdade; no que toca a leis morais, a experiência é (infelizmente!) a madre da aparência e é altamente reprovável extrair as leis acerca do que devo fazer daquilo que se faz ou querer reduzi-las ao que é feito.
(Adaptado de: KANT, I. Crítica da Razão Pura. Trad. de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. 3.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994. p.312.)
Com base na leitura do texto e nos conhecimentos sobre o comparativo entre conhecimento e ação em Kant, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) A verdade e a moral se confundem, visto que ambas buscam a realização da justiça natural. ( ) O contexto do dever-ser se realiza pautado pela disposição natural de como as coisas são. ( ) O conhecimento deve ser alcançado a partir da experiência, e a ação moral a ela não se limita. ( ) Demonstra haver uma dicotomia entre razão teórica (conhecimento) e razão prática (ação). ( ) A objetividade da moral se alcança em parâmetros racionais distante da necessidade natural.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
“Não é possível aprender qualquer filosofia; [...]só é possível aprender a filosofar, ou seja, exercitar o talento da razão,
fazendo-a seguir os seus princípios universais em certas tentativas filosóficas já existentes, mas sempre reservando à
razão o direito de investigar aqueles princípios até mesmo em suas fontes confirmando-os ou rejeitando-os.” (KANT,
Immanuel. Crítica da razão pura. São Paulo: Abril Cultural, 1980, p. 407). Sobre o processo do filosofar, considere as
afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
Dentre as alternativas abaixo, assinale a que melhor servir para explicar “por que” a filosofia grega divide-se em présocrática, socrática e pós-socrática.
Em Filosofia Política, Thomas Hobbes pode ser considerado defensor:
Leia o texto a seguir.
A universalidade dos pensamentos, como a desenvolve a lógica discursiva, a dominação na esfera do conceito, eleva-se fundamentada na dominação do real. É a substituição da herança mágica, isto é, das antigas representações difusas, pela unidade conceitual que exprime a nova forma de vida, organizada com base no comando e determinada pelos homens livres.
(ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento: fragmentos filosóficos. Trad. de Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985. p.28.)
Nesse texto, é destacado um importante feito registrado no passado ocidental relativo à
A universalidade dos pensamentos, como a desenvolve a lógica discursiva, a dominação na esfera do conceito, eleva-se fundamentada na dominação do real. É a substituição da herança mágica, isto é, das antigas representações difusas, pela unidade conceitual que exprime a nova forma de vida, organizada com base no comando e determinada pelos homens livres.
(ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento: fragmentos filosóficos. Trad. de Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985. p.28.)
Nesse texto, é destacado um importante feito registrado no passado ocidental relativo à
Leia o texto a seguir.
O conceito de modernização refere-se a um feixe de processos cumulativos que se reforçam mutuamente: a formação de capital e a mobilização de recursos, o desenvolvimento das forças produtivas e o aumento da produtividade do trabalho, o estabelecimento de poderes políticos centralizados e a formação de identidades nacionais, a expansão de direitos de participação política, de formas urbanas de vida e de formação escolar formal, a secularização de valores e normas.
(HABERMAS, J. O Discurso Filosófico da Modernidade. Trad. de Ana Maria Bernardo et al. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998. p.14.)
Sobre o conceito de secularização na constituição da modernização, considere as afirmativas a seguir.
I. Alude-se à presença da orientação religiosa nos desígnios desconhecidos que o homem passa a trilhar. II. Infere-se a preservação dos direitos subjetivos à luz dos direitos eternos firmados pela religião. III. Refere-se ao deslocamento dos preceitos normativos religiosos para a subjetividade das pessoas. IV. Trata-se da autonomia que as esferas sociais passaram a ocupar diante dos ditames impostos pela religião.
Assinale a alternativa correta.
O conceito de modernização refere-se a um feixe de processos cumulativos que se reforçam mutuamente: a formação de capital e a mobilização de recursos, o desenvolvimento das forças produtivas e o aumento da produtividade do trabalho, o estabelecimento de poderes políticos centralizados e a formação de identidades nacionais, a expansão de direitos de participação política, de formas urbanas de vida e de formação escolar formal, a secularização de valores e normas.
(HABERMAS, J. O Discurso Filosófico da Modernidade. Trad. de Ana Maria Bernardo et al. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998. p.14.)
Sobre o conceito de secularização na constituição da modernização, considere as afirmativas a seguir.
I. Alude-se à presença da orientação religiosa nos desígnios desconhecidos que o homem passa a trilhar. II. Infere-se a preservação dos direitos subjetivos à luz dos direitos eternos firmados pela religião. III. Refere-se ao deslocamento dos preceitos normativos religiosos para a subjetividade das pessoas. IV. Trata-se da autonomia que as esferas sociais passaram a ocupar diante dos ditames impostos pela religião.
Assinale a alternativa correta.
Do ponto de vista das reflexões filosóficas contemporâneas sobre o que foi a chamada Idade Média, é correto afirmar:
Considere V (verdadeiro) ou F (falso) nas sentenças abaixo.
( ) A moral pode ser entendida como um conjunto de regras que orientam o comportamento dos indivíduos em sociedade. ( ) Ética é a parte da filosofia que se ocupa da discussão sobre os fundamentos da moral. ( ) A moral tem um caráter histórico na medida em que quando nascemos já nos deparamos com um conjunto de valores que nos são externos e que precisamos internalizar para bem viver em sociedade. ( ) Os valores morais, assim como as leis, são inquestionáveis e devem ser observados por todos os cidadãos de um determinado grupo social. ( ) Atos amorais e atos imorais são a mesma coisa, pois representam a ação daquelas pessoas que, mesmo conhecendo os valores morais, decidem, livre e voluntariamente, contrariá-los.
Marque a alternativa correta.
( ) A moral pode ser entendida como um conjunto de regras que orientam o comportamento dos indivíduos em sociedade. ( ) Ética é a parte da filosofia que se ocupa da discussão sobre os fundamentos da moral. ( ) A moral tem um caráter histórico na medida em que quando nascemos já nos deparamos com um conjunto de valores que nos são externos e que precisamos internalizar para bem viver em sociedade. ( ) Os valores morais, assim como as leis, são inquestionáveis e devem ser observados por todos os cidadãos de um determinado grupo social. ( ) Atos amorais e atos imorais são a mesma coisa, pois representam a ação daquelas pessoas que, mesmo conhecendo os valores morais, decidem, livre e voluntariamente, contrariá-los.
Marque a alternativa correta.
O conhecimento filosófico surgiu a partir da capacidade do ser humano de refletir, principalmente sobre questões subjetivas,
imateriais e suprassensíveis, como os conceitos e ideias. Mesmo sendo racional, o conhecimento filosófico dispensa a necessidade
da verificação científica, visto que os seus objetos de estudo não apresentam um caráter material. A principal preocupação do
conhecimento filosófico é questionar e encontrar respostas racionais para determinadas questões, mas não necessariamente
comprovar algo.
Nesse sentido, pode-se afirmar que este modelo de conhecimento descrito no texto pode ser caracterizado como
Nesse sentido, pode-se afirmar que este modelo de conhecimento descrito no texto pode ser caracterizado como
Leia o texto a seguir.
A ruptura da relação harmoniosa entre o homem e a natureza é uma marca característica da filosofia moderna. Essa separação foi provocada pela convergência de múltiplos fatores de transformação e de inovação dos quais os mais importantes se situam na esfera da filosofia e da ciência e das descobertas de novas terras.
(LANDIM, M. L. P. F. A relação homem-natureza em Tomás de Aquino e na Modernidade. In. STEIN, E. (org.) A cidade dos homens e a cidade de Deus. Porto Alegre: EST Edições, 2007. p.80.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a modernidade, considere as afirmativas a seguir.
I. Apresenta a natureza como objeto passível de manipulação. II. Consolida a primazia da epistemologia. III. Estrutura-se com base no antropocentrismo. IV. Orienta-se pela caráter preservacionista da natureza.
Assinale a alternativa correta.
A ruptura da relação harmoniosa entre o homem e a natureza é uma marca característica da filosofia moderna. Essa separação foi provocada pela convergência de múltiplos fatores de transformação e de inovação dos quais os mais importantes se situam na esfera da filosofia e da ciência e das descobertas de novas terras.
(LANDIM, M. L. P. F. A relação homem-natureza em Tomás de Aquino e na Modernidade. In. STEIN, E. (org.) A cidade dos homens e a cidade de Deus. Porto Alegre: EST Edições, 2007. p.80.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a modernidade, considere as afirmativas a seguir.
I. Apresenta a natureza como objeto passível de manipulação. II. Consolida a primazia da epistemologia. III. Estrutura-se com base no antropocentrismo. IV. Orienta-se pela caráter preservacionista da natureza.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
Os argumentos expostos por Descartes no intuito de fundamentar sua filosofia têm como ponto basilar a noção do cogito, ergo sum: a partir de um ato de consciência (a dúvida), instaura-se um processo que vai culminar com a certeza não apenas do eu, como também da possibilidade de, a partir dele, deduzir o mundo.
(HANSEN, G. L. Modernidade, Utopia e Trabalho. Londrina: Edições CEFIL, 1999. p.52.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a construção do cogito, conforme elaborado na filosofia cartesiana, considere as afirmativas a seguir.
I. O cogito é uma autoevidência originária revelada pela própria razão. II. O cogito é o ponto de partida da dúvida enquanto recurso metodológico. III. O cogito assegura o fundamento para a certeza do mundo exterior independente de Deus. IV. O cogito é a superação do ceticismo e da demonstração de certeza irrefutável.
Assinale a alternativa correta.
Os argumentos expostos por Descartes no intuito de fundamentar sua filosofia têm como ponto basilar a noção do cogito, ergo sum: a partir de um ato de consciência (a dúvida), instaura-se um processo que vai culminar com a certeza não apenas do eu, como também da possibilidade de, a partir dele, deduzir o mundo.
(HANSEN, G. L. Modernidade, Utopia e Trabalho. Londrina: Edições CEFIL, 1999. p.52.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a construção do cogito, conforme elaborado na filosofia cartesiana, considere as afirmativas a seguir.
I. O cogito é uma autoevidência originária revelada pela própria razão. II. O cogito é o ponto de partida da dúvida enquanto recurso metodológico. III. O cogito assegura o fundamento para a certeza do mundo exterior independente de Deus. IV. O cogito é a superação do ceticismo e da demonstração de certeza irrefutável.
Assinale a alternativa correta.
Segundo Leonardo Boff, “Fundamentalismo representa a atitude
daquele que confere caráter absoluto ao seu ponto de vista.
Sendo assim, imediatamente surge grave consequência: quem
se sente portador de uma verdade absoluta não pode tolerar
outra verdade, e seu destino é a intolerância. E a intolerância
gera o desprezo do outro, e o desprezo, a agressividade,
e a agressividade, a guerra contra o erro a ser combatido e
exterminado”.
Um dos fatores que mais geram discussões e conflito, seja
entre as pessoas, seja entre as nações, é saber quem está com
a razão em determinados assuntos. E isso está relacionado
intimamente a como uns se posicionam perante os outros e a
nós mesmos.
Em relação ao conceito de verdade, pode-se afirmar:
Em relação ao conceito de verdade, pode-se afirmar:
É comum se afirmar que Sócrates era um filósofo dado ao diálogo e que se encontrar com ele para debater era sempre
uma atividade de risco. Isso porque a forma dialogal preferida desse pensador consistia em colocar em prática a sua
Maiêutica, cuja primeira parte era a Ironia. Essa Ironia Socrática deve ser interpretada como
“A filosofia encontra-se escrita neste grande livro que continuamente se abre perante nossos olhos (isto é, o Universo),
que não se pode compreender antes de entender a língua e conhecer os caracteres com os quais está escrito. [...]”
(GALILEI, Galileu. O ensaiador. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 119). O Italiano Galileu Galilei foi responsável pelo advento
da concepção moderna de ciência. A ele atribui-se: