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A emergência do paciente deve ser a rotina do dentista. O tratamento dos traumatismos dento alveolares em crianças é angustiante tanto para a criança quanto para seu responsável e, frequentemente, difícil para o dentista. Analise os itens.


I - Concussão: o impacto pode resultar em uma hemorragia e edema no interior do ligamento periodontal, fazendo com que o dente se torne sensível a percussão e mastigação. Não apresentam movimentação, contudo, é comum sangramento do sulco gengival.

II - Luxação lateral: impacto horizontal que pode forçar a coroa e o ápice em direções opostas. Os movimentos resultam em uma contusão ou fratura das paredes alveolares, criando assim um complexo de compreensão e zonas de ruptura no ligamento periodontal, polpa e osso.

III - Extrusão: o impacto agudo força o dente para fora de seu alvéolo dentário, permanece com bastante mobilidade enquanto as fibras do ligamento periodontal evitam a avulsão total.


IV - Subluxação: provoca a ruptura de algumas fibras do ligamento periodontal e afrouxamento do dente, sem deslocamento. Ocorre frequentemente um ligeiro sangramento no sulco gengival.

Estão CORRETOS apenas os itens:

O preparo cavitário é um tratamento biomecânico da cárie e de outras lesões do tecido duro. A forma do contorno deve ser respeitada para um sucesso da restauração. Sobre os princípios da forma de contorno, é incorreto afirmar que:
Considere as afirmações abaixo relacionadas à Porphyromonas gingivalis:

I. Porphyromonas gingivalis é uma bactéria anaeróbia.
II. A Porphyromonas gingivalis tem capacidade de evadir o sistema imunológico do hospedeiro e promover a destruição tecidual.
III. A presença de Porphyromonas gingivalis na cavidade oral é suficiente por si só para o desenvolvimento de cárie dentária.

Assinale a alternativa correta.
Dentre os estudos estáticos que contemplam a observação da mandíbula como alavanca, realizam-se estudos das relações maxilomandibulares tanto de maneira estática quanto de maneira dinâmica. Nos estudos estáticos, as posições mandibulares são referências adotadas pelo complexo neuromuscular. São posições mandibulares:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'


O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.


O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobresatisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado.

A crescente burocratização do ensino superior, "com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas", reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.

Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:

Sobre microbiologia, avalie as afirmações abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS.

1.(__) O Streptococcus mutans é um dos principais microrganismos associados ao desenvolvimento da cárie dentária.
2.(__) A imunidade inata é altamente específica para cada tipo de patógeno.
3.(__) Os protozoários são comumente responsáveis por infecções periodontais.

A sequência CORRETA é:
A radiografia interproximal avalia a imagem de coroas, porção cervical das raízes e cristas ósseas alveolares dos dentes superiores e inferiores em cada aquisição. São indicações da radiografia interproximal, EXCETO
Para garantir uma amostra adequada e representativa de uma lesão oral durante uma biópsia incisional, recomenda-se a seguinte técnica:
Um paciente de 40 anos apresenta dor mandibular crônica, estalido articular durante a mastigação e limitação de abertura bucal. A história clínica sugere episódios de bruxismo noturno frequente. Qual é o diagnóstico mais provável, e qual seria a melhor conduta inicial para o manejo desse caso?
Um paciente de 9 anos apresenta má oclusão com mordida aberta anterior e hábitos orais de sucção digital e respiração bucal. O exame clínico revela postura de língua atípica. Qual é a conduta terapêutica mais apropriada neste caso?
Paciente T.A.L. apresenta lesão cariosa profunda em elemento 23, a qual se apresenta com cavitação em esmalte e, por consequência, acometimento de dentina em profundidade, com a evidenciação de abundante quantidade de dentina desmineralizada e quadro doloroso associado. Foi realizada uma radiografia periapical, a qual evidencia a presença de discreta ponte dentinária, em espessura, para permitir o procedimento restaurador clínico. Ao realizar a limpeza cavitacionária, com remoção de abundante dentina desmineralizada, evidenciou-se área de sombreamento avermelhado, sobre a face profunda da dentina, porém sem comunicação pulpar. Pretende-se realizar a restauração do referido dente, em dois acessos clínicos, sem a remoção do material inserido no primeiro momento. Qual (is) o (s) material (is) que pode(m) ser utilizado(s), durante a proteção do complexo dentino-pulpar, como agente(s) forrador(es), e o(s) que servirá(ão) de base cavitária de preenchimento para a segunda etapa restauradora do presente caso?

I- Hidróxido de cálcio (Pasta/Pó). II- Cimento de óxido de zinco e eugenol. III- Cimento de ionômero de vidro. IV- Agregado de trióxido de mineral. V- Verniz cavitário.

É CORRETO o que se afirma em:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'


O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.


O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobresatisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado.

O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional.

Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.

Do ponto de vista da coerência e coesão textual entre os trechos mencionados, é correto afirmar que:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'


O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.


O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobresatisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado.

O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.

Em relação ao sentido empregado na expressão "pilhas crescentes de tarefas administrativas", é correto afirmar que se trata de linguagem:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'


O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.


O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobresatisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado.

Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

Maria, 45 anos, apresentou queixa de dor e sangramento na gengiva durante a consulta odontológica. Após o exame clínico, o dentista diagnosticou periodontite. Qual característica está associada a essa condição?
Paciente I.O.S., 42 anos, masculino, hipertenso, com histórico familiar de hipertensão paterna e Diabetes Mellitus materna, procurou o centro de especialidades odontológicas do município onde reside queixando-se de dor contínua e latejante na hemi-mandíbula esquerda. Ao realizar o exame físico, evidencia-se lesão cariosa, com mancha amarronzada, sem brilho, em superfície coronária do dente 36, com destruição em nível de esmalte e dentina, profundamente, com remoção de dentina amolecida e consequente exposição das aberturas dos condutos radiculares. Qual a droga anestésica de padrão de escolha para a realização do procedimento, considerando a farmacocinética e a farmacodinâmica da droga anestésica?

Assinalar a alternativa que corresponde ao único anestésico local de uso odontológico pertencente ao grupo éster e pouco absorvido pelo sistema cardiovascular:

As técnicas radiográficas extrabucais consistem em radiografias cujo filme é posicionado fora da cavidade bucal. São indicadas como exames complementares a radiografias intrabucais, avaliação do complexo craniofacial, pacientes com limitação da abertura de boca, náuseas, politraumatizados, delimitação de grandes áreas patológicas, calcificações em tecidos moles, mensurações antropométricas, entre outros. São técnicas radiográficas extrabucais na Odontologia:
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