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A crosta ou litosfera é a camada sólida da Terra, composta de vários tipos de rochas com espessura variável entre 5 e 70 km. As maiores espessuras da litosfera encontram-se sobre as(os) grandes:

Leia o texto. 

O cerrado é um dos principais ecossistemas do país. Mas no norte do estado, essa riqueza natural se transforma em carvão ilegal. Em dez anos, o consumo do produto em Minas aumentou 60%, segundo o Instituto Estadual de Florestas. No mesmo período, a quantidade de carvão clandestino usado em Minas cresceu 40 vezes. 

O Sindicato da Indústria do Ferro no Estado de Minas Gerais informou que orienta todas as empresas do setor, que utilizam o carvão vegetal, a respeitar as leis ambientais e que o assunto é constantemente discutido nas reuniões. 

(http://globominas.globo.com/GloboMinas/Noticias/BomDiaMinas/0,,MUL782155-9077,00.html)

Com base no conteúdo da noticia, o professor de Geografia pode abordar, com os alunos do Ensino Médio,

A globalização consiste no processo de intensificação de trocas econômicas, de intercâmbio cultural e de avanços tecnológicos e informacionais sem precedentes na história da humanidade. Julgue os itens seguintes, acerca de globalização.

A globalização constitui um processo excludente, devido à intensificação da diferença entre povos de diferentes níveis de desenvolvimento econômico.

Texto I 

Os animais e a linguagem dos homens 

Essa mania que tem o homem de distribuir pela escala zoológica medidas de valor e índices de comportamento que, na escala humana, sim, é que podem ser aferidos com justeza! 

Por que chamamos de zebra a uma pessoa estúpida, que não tem as qualidades da zebra? Esta sabe muito bem defender-se dos perigos pela vista, pelo olfato e pela velocidade, sem esquecer a graça mimética de suas listas, úteis para a dissimulação entre folhas. Se ela não é dócil às ordens do treinador, se não aprende o que este quer ensinar-lhe, tem suas razões. É um ensino que não lhe convém e que a humilha em sua espontaneidade. Repele a escravidão, que torna lamentáveis os mais belos e inteligentes animais de circo, tão supe- riores a seus donos.

Gosto muito de La Fontaine*, não nego; a graça de seus versos vende as fábulas, que são entretanto uma injúria revoltante à natureza dos animais, acusados de todos os defeitos humanos. O moralista procura corrigir falhas características de nossa espécie, atribuindo-as a bichos que, não sabendo ler, escrever ou falar as línguas literárias, não têm como defender-se, repelindo falsas imputações. O peru, o burro, a toupeira, a cobra, o ouriço e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana, teriam muito que retrucar, se lhes fosse concedida a palavra num sistema verdadeiramente representativo, ainda por ser inventado.

Sem aprofundar a matéria, inclino-me a crer que o nosso conhecimento dos animais é bem menos preciso do que o conhecimento que eles têm de nós. Não é à toa que nos temem e procuram sempre manter distância ou mesmo botar sebo nas canelas (ou asas ou barbatanas ou ...) quando o bicho-homem se aproxima. Muitas vezes nosso desejo de comunicação e até de repartir carinho lhes cheira muito mal. A memória milenar adverte-lhes que com gente não se brinca. Homens e mulheres que sentem piedade pelos animais, e até amor, constituem uma santa minoria, e eles salvarão a Terra. Mas será que os outros, a volumosa maioria, os caçadores, os torturadores, os mercadores de vidas, vão deixar? 

La Fontaine - fabulista francês do século XVII. 

(Carlos Drummond de Andrade. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987, pp. 139-141, crônica transcrita com adaptações)
...e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana... (3o parágrafo) 

A afirmativa acima aponta para
Texto I 

Os animais e a linguagem dos homens 

Essa mania que tem o homem de distribuir pela escala zoológica medidas de valor e índices de comportamento que, na escala humana, sim, é que podem ser aferidos com justeza! 

Por que chamamos de zebra a uma pessoa estúpida, que não tem as qualidades da zebra? Esta sabe muito bem defender-se dos perigos pela vista, pelo olfato e pela velocidade, sem esquecer a graça mimética de suas listas, úteis para a dissimulação entre folhas. Se ela não é dócil às ordens do treinador, se não aprende o que este quer ensinar-lhe, tem suas razões. É um ensino que não lhe convém e que a humilha em sua espontaneidade. Repele a escravidão, que torna lamentáveis os mais belos e inteligentes animais de circo, tão supe- riores a seus donos.

Gosto muito de La Fontaine*, não nego; a graça de seus versos vende as fábulas, que são entretanto uma injúria revoltante à natureza dos animais, acusados de todos os defeitos humanos. O moralista procura corrigir falhas características de nossa espécie, atribuindo-as a bichos que, não sabendo ler, escrever ou falar as línguas literárias, não têm como defender-se, repelindo falsas imputações. O peru, o burro, a toupeira, a cobra, o ouriço e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana, teriam muito que retrucar, se lhes fosse concedida a palavra num sistema verdadeiramente representativo, ainda por ser inventado.

Sem aprofundar a matéria, inclino-me a crer que o nosso conhecimento dos animais é bem menos preciso do que o conhecimento que eles têm de nós. Não é à toa que nos temem e procuram sempre manter distância ou mesmo botar sebo nas canelas (ou asas ou barbatanas ou ...) quando o bicho-homem se aproxima. Muitas vezes nosso desejo de comunicação e até de repartir carinho lhes cheira muito mal. A memória milenar adverte-lhes que com gente não se brinca. Homens e mulheres que sentem piedade pelos animais, e até amor, constituem uma santa minoria, e eles salvarão a Terra. Mas será que os outros, a volumosa maioria, os caçadores, os torturadores, os mercadores de vidas, vão deixar? 

La Fontaine - fabulista francês do século XVII. 

(Carlos Drummond de Andrade. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987, pp. 139-141, crônica transcrita com adaptações)
Considere o que está sendo afirmado com base em cada um dos segmentos abaixo. Está correto o que consta em:

Analise as afirmativas a seguir:


I. Falar com tom de voz elevado diante de algum desentendimento é um fator que pode ser prejudicial ao bom atendimento e à comunicação com os usuários dos serviços em uma instituição pública.

II. O professor de uma instituição pública de ensino, ao realizar o atendimento de um cidadão ou mesmo dos pais de um aluno, deve priorizar a necessidade desse usuário dos serviços, prestando as informações necessárias, quando possível.


Marque a alternativa CORRETA:

Com relação à hidrografia brasileira, assinale a alternativa correta.

Observe as tabelas abaixo, em seguida marque a afirmativa CORRETA.

Tabela 01: Os países mais desenvolvidos do mundo em 2019 PAÍS IDH Noruega 0,954 Suíça 0,946 Irlanda 0,942 Alemanha 0,939 Hong Kong 0,939 Fonte: http://hdr.undp.org/en/2019-report


Tabela 02: Os países menos desenvolvidos do mundo em 2019
PAÍS IDH Níger 0,377 República Centro-Africana 0,381 Chade 0,401 Sudão do Sul 0,413 Burundi 0,423 Fonte: http://hdr.undp.org/en/2019-report
“Os países desenvolvidos ou do “primeiro mundo”, teriam passado por uma redução persistente da participação do emprego industrial no emprego total a partir da década de 1970. A América Latina teria passado pelo mesmo processo na década de 1990, o que coincide com o período de implantação das políticas liberalizantes associadas ao “consenso de Washington.” (OREIRO; FEIJÓ, 2010).
A CORRETA análise do texto e o cenário das últimas décadas no Brasil, revelam uma preocupação crescente entre a classe política, o setor industrial, os economistas e o público em geral, a respeito de um possível processo de:
Texto I 

Os animais e a linguagem dos homens 

Essa mania que tem o homem de distribuir pela escala zoológica medidas de valor e índices de comportamento que, na escala humana, sim, é que podem ser aferidos com justeza! 

Por que chamamos de zebra a uma pessoa estúpida, que não tem as qualidades da zebra? Esta sabe muito bem defender-se dos perigos pela vista, pelo olfato e pela velocidade, sem esquecer a graça mimética de suas listas, úteis para a dissimulação entre folhas. Se ela não é dócil às ordens do treinador, se não aprende o que este quer ensinar-lhe, tem suas razões. É um ensino que não lhe convém e que a humilha em sua espontaneidade. Repele a escravidão, que torna lamentáveis os mais belos e inteligentes animais de circo, tão supe- riores a seus donos.

Gosto muito de La Fontaine*, não nego; a graça de seus versos vende as fábulas, que são entretanto uma injúria revoltante à natureza dos animais, acusados de todos os defeitos humanos. O moralista procura corrigir falhas características de nossa espécie, atribuindo-as a bichos que, não sabendo ler, escrever ou falar as línguas literárias, não têm como defender-se, repelindo falsas imputações. O peru, o burro, a toupeira, a cobra, o ouriço e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana, teriam muito que retrucar, se lhes fosse concedida a palavra num sistema verdadeiramente representativo, ainda por ser inventado.

Sem aprofundar a matéria, inclino-me a crer que o nosso conhecimento dos animais é bem menos preciso do que o conhecimento que eles têm de nós. Não é à toa que nos temem e procuram sempre manter distância ou mesmo botar sebo nas canelas (ou asas ou barbatanas ou ...) quando o bicho-homem se aproxima. Muitas vezes nosso desejo de comunicação e até de repartir carinho lhes cheira muito mal. A memória milenar adverte-lhes que com gente não se brinca. Homens e mulheres que sentem piedade pelos animais, e até amor, constituem uma santa minoria, e eles salvarão a Terra. Mas será que os outros, a volumosa maioria, os caçadores, os torturadores, os mercadores de vidas, vão deixar? 

La Fontaine - fabulista francês do século XVII. 

(Carlos Drummond de Andrade. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987, pp. 139-141, crônica transcrita com adaptações)
Se ela não é dócil às ordens do treinador, se não aprende o que este quer ensinar-lhe, tem suas razões. É um ensino que não lhe convém e que a humilha em sua espontaneidade. Repele a escravidão, que torna lamentáveis os mais belos e inteligentes animais de circo, tão superiores a seus donos.(parágrafo)

É correto perceber o segmento transcrito acima como
Dona Quitéria oferece chá da tarde em sua lanchonete. Ela serve: 

- cinco variedades de chás; 
- três sabores de pãezinhos; 
- quatro qualidades de geleias;

Os clientes podem optar por um tipo de chá, um sabor de pão e uma geleia. Mariana toma lanche todos os dias no estabelecimento de Dona Quitéria. O número de vezes que Mariana pode tomar lanche sem repetir sua opção é
No dia 30 de junho de 2020, o estado de Santa Catarina vivenciou a passagem de um ciclone extratropical que causou a morte de nove pessoas e deixou um rastro de destruição. O estado reúne características geográficas que favorecem este tipo de fenômeno climático, são elas:
Assinale a frase em que à ou às está mal empregado.

Estudos realizados em várias regiões do mundo comprovaram que a existência de diferentes tipos de solos é controlada por cinco fatores principais: relevo, tempo, clima, organismos e material de origem. Quais deles são considerados como fatores ativos?

As Nações Unidas calculam que 68% da população mundial será urbana e irá concentrar-se majoritariamente na Índia, China e Nigéria. Até 2050, dois terços da população mundial viverão nas cidades. Algumas cidades, a exemplo de Tóquio, Mumbai e São Paulo, possuem mais de 10 milhões de habitantes, por isso são consideradas:
Os oceanos são imensas massas de água salgada que abrangem grande parte da superfície terrestre. A enorme quantidade de água contida neles não permanece parada, pelo contrário, elas se movimentam o tempo todo. Dentre os principais movimentos podemos citar:
Foram entregues a um grupo de alunos de uma escola duas cartas topográficas em projeção azimutal, para uma aula relacionado ao espaço urbano e socioambiental de um determinado estado brasileiro. Assinale a escala do mapa que apresenta condições de fornecer uma maior riqueza de detalhes.
Texto I 

Os animais e a linguagem dos homens 

Essa mania que tem o homem de distribuir pela escala zoológica medidas de valor e índices de comportamento que, na escala humana, sim, é que podem ser aferidos com justeza! 

Por que chamamos de zebra a uma pessoa estúpida, que não tem as qualidades da zebra? Esta sabe muito bem defender-se dos perigos pela vista, pelo olfato e pela velocidade, sem esquecer a graça mimética de suas listas, úteis para a dissimulação entre folhas. Se ela não é dócil às ordens do treinador, se não aprende o que este quer ensinar-lhe, tem suas razões. É um ensino que não lhe convém e que a humilha em sua espontaneidade. Repele a escravidão, que torna lamentáveis os mais belos e inteligentes animais de circo, tão supe- riores a seus donos.

Gosto muito de La Fontaine*, não nego; a graça de seus versos vende as fábulas, que são entretanto uma injúria revoltante à natureza dos animais, acusados de todos os defeitos humanos. O moralista procura corrigir falhas características de nossa espécie, atribuindo-as a bichos que, não sabendo ler, escrever ou falar as línguas literárias, não têm como defender-se, repelindo falsas imputações. O peru, o burro, a toupeira, a cobra, o ouriço e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana, teriam muito que retrucar, se lhes fosse concedida a palavra num sistema verdadeiramente representativo, ainda por ser inventado.

Sem aprofundar a matéria, inclino-me a crer que o nosso conhecimento dos animais é bem menos preciso do que o conhecimento que eles têm de nós. Não é à toa que nos temem e procuram sempre manter distância ou mesmo botar sebo nas canelas (ou asas ou barbatanas ou ...) quando o bicho-homem se aproxima. Muitas vezes nosso desejo de comunicação e até de repartir carinho lhes cheira muito mal. A memória milenar adverte-lhes que com gente não se brinca. Homens e mulheres que sentem piedade pelos animais, e até amor, constituem uma santa minoria, e eles salvarão a Terra. Mas será que os outros, a volumosa maioria, os caçadores, os torturadores, os mercadores de vidas, vão deixar? 

La Fontaine - fabulista francês do século XVII. 

(Carlos Drummond de Andrade. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987, pp. 139-141, crônica transcrita com adaptações)
Identifica-se corretamente no texto
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