Um dos diversos conceitos discutidos por Monlevade
(2012) é o de “educação permanente”. De acordo com o
autor, a educação permanente
Considerando o disposto na Lei Complementar nº 1.374,
de 30 de março de 2022, no que tange ao ingresso no
cargo de Professor de Ensino Fundamental e Médio, é
correto afirmar que
Sônia estava estudando para a prova de Agente de Organização Escolar e ao ler a obra Gestão democrática com
participação popular, de Gadotti, aprendeu que a gestão
democrática não deve ser entendida apenas como prática participativa, mas também como uma prática
Os socos, pontapés e empurrões são considerados
práticas de agressão ___________ que caracterizam o
bullying.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto, conforme Camargo (2009).
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto, conforme Camargo (2009).
De acordo com o art. 244 da Constituição Estadual, o
ensino religioso nas escolas estaduais
Conforme o art. 17 do Decreto nº 52.054, de 14 de agosto
de 2007, o servidor-estudante autorizado a ausentar-se
do expediente por até uma hora diária fica obrigado a
comprovar o comparecimento às aulas, mediante apresentação de documento hábil para
No tocante à educação, o Estatuto da Igualdade Racial
dispõe que
Assinale a alternativa que está em conformidade com a
Constituição do Estado de São Paulo no tocante à educação.
É correto afirmarmos, de acordo com o art. 239 da Constituição Estadual, que o Sistema de Ensino de São Paulo
Nos moldes do que estabelece a Lei nº 13.146/2015
(Estatuto da Pessoa com Deficiência), é correto afirmar
que a avaliação da deficiência, quando necessária, será
biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e
interdisciplinar e considerará, entre outros aspectos,
Nos termos do que estabelece a Lei Complementar
nº 1.374/2022, os processos de evolução por desempenho na carreira serão realizados pela Secretaria da Educação na periodicidade de
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Humilhação social: um problema político em Psicologia
A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.
(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
Considere o trecho a seguir:
• “No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer.” (2º parágrafo)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma reescrita do trecho em conformidade com a norma-padrão e com as relações de sentido originais.
• “No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer.” (2º parágrafo)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma reescrita do trecho em conformidade com a norma-padrão e com as relações de sentido originais.
Uma escola particular, de um pequeno município do Estado de São Paulo, necessitava de mais duas salas de
aula para atender a demanda de seu alunado. Seu dono
procurou a direção da escola estadual mais próxima,
propondo-se a pagar aluguel e disponibilizar docentes e
funcionários de limpeza para usar as duas salas que necessitava. Em uma situação como essa, de acordo com
o art. 246 da Constituição Estadual, de 05 de outubro de
1989, o uso do espaço solicitado deverá ser
Segundo o que dispõe a Lei nº 13.146/2015, quando alguém se apresenta em um local de prestação de um serviço público portando um cordão de fita com desenhos
de girassóis,
Dentre os deveres do funcionário, inclusos no art. 241
do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado,
encontra-se o de
Considerando o disposto no texto da Constituição do
Estado de São Paulo, assinale a alternativa correta a respeito das universidades públicas estaduais.