A composição é o processo de formação de sinais a partir da junção de dois ou mais
itens lexicais da língua de sinais. Segundo Quadros e Karnopp (2004), “com a utilização
de estruturas sintáticas para fins lexicais, os processos de composição permitem a
nomeação ou caracterização de seres pela junção de dois elementos semânticos, de
existência independente no léxico, em apenas um elemento lexical.” Diante disso, é
possível reconhecer o processo de composição na formação dos sinais:
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A Lei de Acessibilidade, Lei nº 10.098/2000, estabelece normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e
espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios
de transporte e de comunicação. Acerca dessa lei, analise as afirmativas abaixo.
I A comunicação é entendida como forma de interação dos cidadãos que abrange, entre outras opções, as línguas, as quais, segundo essa legislação, compreendem a visualização de textos, o Braille, o sistema de sinalização ou de comunicação tátil, os caracteres ampliados, os dispositivos multimídia, assim como a linguagem simples, escrita e oral.
II A tecnologia assistiva ou ajuda técnica se refere a produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência, embora não sejam contemplados aqueles com mobilidade reduzida.
III Os locais de espetáculos, conferências, aulas e outros de natureza similar deverão dispor de espaços reservados para pessoas que utilizam cadeira de rodas, e de lugares específicos para pessoas com deficiência auditiva e visual, inclusive acompanhante, de acordo com a ABNT, de modo a facilitar-lhes as condições de acesso, circulação e comunicação.
IV Os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens adotarão plano de medidas técnicas com o objetivo de permitir o uso da linguagem de sinais ou outra subtitulação, para garantir o direito de acesso à informação às pessoas portadoras de deficiência auditiva, na forma e no prazo previstos em regulamento.
Em relação ao que dispõe a Lei de Acessibilidade, estão corretas as afirmativas
I A comunicação é entendida como forma de interação dos cidadãos que abrange, entre outras opções, as línguas, as quais, segundo essa legislação, compreendem a visualização de textos, o Braille, o sistema de sinalização ou de comunicação tátil, os caracteres ampliados, os dispositivos multimídia, assim como a linguagem simples, escrita e oral.
II A tecnologia assistiva ou ajuda técnica se refere a produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência, embora não sejam contemplados aqueles com mobilidade reduzida.
III Os locais de espetáculos, conferências, aulas e outros de natureza similar deverão dispor de espaços reservados para pessoas que utilizam cadeira de rodas, e de lugares específicos para pessoas com deficiência auditiva e visual, inclusive acompanhante, de acordo com a ABNT, de modo a facilitar-lhes as condições de acesso, circulação e comunicação.
IV Os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens adotarão plano de medidas técnicas com o objetivo de permitir o uso da linguagem de sinais ou outra subtitulação, para garantir o direito de acesso à informação às pessoas portadoras de deficiência auditiva, na forma e no prazo previstos em regulamento.
Em relação ao que dispõe a Lei de Acessibilidade, estão corretas as afirmativas
Segundo Quadro e Karnopp (2004), a sintaxe espacial da Língua Brasileira de Sinais
(Libras) distribui os constituintes (sinais) de uma maneira específica no espaço,
utilizando relações espaciais para desempenhar diferentes papéis gramaticais como, por
exemplo, a identificação de referentes no discurso. Uma das possibilidades da sintaxe
espacial da LIBRAS, com sua respectiva descrição, diz respeito à realização do sinal
As crianças surdas têm tido acesso à Língua Brasileira de Sinais (Libras) tardiamente,
pois as escolas ainda não oportunizam o encontro adulto surdo-criança surda. Assim,
geralmente, esse contato acontece já na fase da adolescência. Por isso, faz-se
necessário considerar que
Sobre a aquisição da Libras como segunda língua, faz-se importante que o aprendiz,
além do conhecimento lexical, entenda as outras partes do funcionamento da língua para
poder incorporar as palavras em seu discurso. Assim, para que o aluno ouvinte se
comunique e tenha bom desempenho na língua-alvo, Libras, é necessário
De acordo com o Decreto nº 5.626/05, as instituições federais de ensino devem,
obrigatoriamente, assegurar às pessoas surdas acesso à comunicação, à informação e à
educação nos processos seletivos, nas atividades e nos conteúdos curriculares
desenvolvidos em todos os níveis, etapas e modalidades de educação. Dessa forma,
para garantir o atendimento educacional especializado, as instituições federais de ensino
devem
Cabe ao Poder Público incentivar a oferta de aparelhos de televisão equipados com
recursos tecnológicos que permitam sua utilização de modo a garantir o direito de acesso
à informação às pessoas portadoras de deficiência auditiva ou visual. Sobre essa
temática, analise os itens abaixo.
I Subtitulação por meio de legenda oculta.
II Janela com intérprete de Libras.
III Descrição e narração em voz de cenas e imagens.
IV Estabelecimento de portais e sítios de grande porte.
V Implementação do Serviço de Telefônico Fixo.
São recursos e/ou sistemas de reprodução de mensagens veiculadas em formato acessível os itens
I Subtitulação por meio de legenda oculta.
II Janela com intérprete de Libras.
III Descrição e narração em voz de cenas e imagens.
IV Estabelecimento de portais e sítios de grande porte.
V Implementação do Serviço de Telefônico Fixo.
São recursos e/ou sistemas de reprodução de mensagens veiculadas em formato acessível os itens
O Decreto nº 5.296/04, em seu capítulo II, dispõe que os órgãos da administração
pública direta, indireta e fundacional, as empresas prestadoras de serviços públicos e as
instituições financeiras deverão dispensar atendimento prioritário às pessoas portadoras
de deficiência ou com mobilidade reduzida. No que diz respeito a esse tratamento,
estabelece-se que
O Decreto nº 5.626/2005 foi um marco na inclusão de pessoas surdas no Brasil,
promovendo o respeito à diversidade linguística e cultural dessa comunidade. De acordo
com esse decreto, o Ministério da Educação, dentre outras medidas, deve promover
programas específicos para a criação de cursos de educação
Um professor entra em sala de aula e entrega um texto em português para os alunos com
uma sequência de atividades voltadas para leitura e interpretação. Um aluno surdo
pergunta: “O que é para ser feito?”. E o professor responde: “Ler e responder.” O aluno
nota que é um texto longo, sem informações visuais (ilustrações) ou quaisquer
pistas/orientações sobre o objetivo da atividade. Tal situação demonstra que
O movimento Surdo brasileiro ganhou mais força e solidez entre as décadas de 80 e 90
quando conseguiram agregar a comunidade surda de diferentes partes do país em prol da
campanha nacional pela oficialização da Língua Brasileira de Sinais. Tal reconhecimento
legal da Libras aconteceu com a publicação da Lei nº 10.436/02, que ficou conhecida
como a Lei de Libras. Nesse contexto, analise os preceitos abaixo.
I Fica estabelecida a responsabilidade do poder público em geral e de empresas concessionárias de serviços públicos em garantir formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais.
II É reconhecida a Língua Brasileira de Sinais (Libras) enquanto forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora compartilha da mesma estrutura gramatical da língua portuguesa.
III Está preconizada a possibilidade da Língua Brasileira de Sinais (Libras) substituir a modalidade escrita da língua portuguesa, visto que é uma língua constituída por um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos da comunidade surda.
IV Fica instituído o papel das instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos de assistência à saúde em assegurar o atendimento e tratamento adequado aos portadores de deficiência auditiva.
São preceitos que norteiam a Lei nº 10.436/02
I Fica estabelecida a responsabilidade do poder público em geral e de empresas concessionárias de serviços públicos em garantir formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais.
II É reconhecida a Língua Brasileira de Sinais (Libras) enquanto forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora compartilha da mesma estrutura gramatical da língua portuguesa.
III Está preconizada a possibilidade da Língua Brasileira de Sinais (Libras) substituir a modalidade escrita da língua portuguesa, visto que é uma língua constituída por um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos da comunidade surda.
IV Fica instituído o papel das instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos de assistência à saúde em assegurar o atendimento e tratamento adequado aos portadores de deficiência auditiva.
São preceitos que norteiam a Lei nº 10.436/02
De acordo com Quadros e Karnopp (2004), os verbos em Libras podem ser com
concordância e sem concordância, apresentando diferenças na liberdade de ordenação
dos constituintes, na presença de argumentos nulos e na posição da negação. Com base
nessas informações, é correto afirmar que
A datilologia é um aspecto que faz parte da instrução de Libras para ouvintes, sendo uma
atividade intensamente utilizada, principalmente, nas primeiras aulas de Libras e/ou em
contatos dos aprendizes ouvintes com surdos. Nesse esteio, o ensino da datilologia
Um casal de surdos teve um filho surdo e, após o diagnóstico, percebeu que, mesmo
com os estímulos visuais, o bebê balbuciava de forma semelhante a uma criança
ouvinte. Levando em consideração a situação relatada e os processos de aquisição da
Libras no período pré-linguístico, sabe-se que
Os classificadores desempenham um papel essencial nas línguas de sinais, contribuindo
para a organização e estruturação das mensagens. Esses morfemas apresentam
diferentes funções dependendo do contexto comunicativo. Com base nesse conceito, é
possível descrever a função dos classificadores como
No nível da sintaxe, as construções com tópico representam uma forma distinta de
organizar o discurso, em que o tópico retoma o assunto que será desenvolvido. Por
exemplo: FRUTAS, EU GOSTO DE BANANA. Nesse exemplo, o elemento que representa
o tópico é:
De acordo com Stumpf (2005), as crianças surdas que se comunicam por meio de sinais
precisam representar sua fala visuo-espacial pela escrita. Esse processo permite que
utilizem sua língua natural como base para compreender e internalizar o funcionamento
da escrita, promovendo um maior desenvolvimento cognitivo. A partir dessa transferência
de significados da língua de sinais para a escrita, as crianças ampliam sua percepção
linguística, reconhecendo sua língua como parte de um sistema mais amplo e
desenvolvendo consciência das operações linguísticas. Nesse esteio, considera-se a
escrita de sinais enquanto
A expressão facial gramatical, no nível morfológico, desempenha um papel fundamental
na Língua de Sinais, por meio das marcações não manuais relacionadas ao grau e com
escopo sobre o sinal produzido. Nesse contexto, os adjetivos
Na Língua Brasileira de Sinais (Libras), os sinais são constituídos pela combinação de
diferentes elementos, como o movimento das mãos, o formato delas e o lugar onde
ocorrem. Esses elementos podem envolver partes do corpo, como a testa ou o tórax, ou
um espaço em frente ao corpo, conhecido como espaço neutro. Desse modo, o conjunto
dessas combinações é denominado de
Pesquisas mostram que a criança ouvinte, quando vai para a escola, já conhece o
significado das palavras. Assim, quando ela aprende a ler, sabe o que as palavras
significam, pois o português escrito apresenta características da fala, como se fosse um
retrato. No entanto, a criança surda não tem essas pistas oral-auditivas. Assim, ela tem
dificuldades na relação entre as palavras e as ações e/ou as palavras e o(s) objeto(s),
por exemplo. No contexto da educação bilíngue de surdos, além da Libras (L1) é possível
pensar, ainda, na escrita de sinais (L1), posto que
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