Os alcaloides são substâncias com potentes atividades farmacológicas e estão presentes em várias plantas de interesse na área de toxicologia, devido aos efeitos de dependência que provocam, como a morfina, a heroína e a cocaína. Para a extração de alcaloides o procedimento geral mais utilizado é:
Notícia de Jornal (Fernando Sabino) Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, 30 anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante 72 horas, para finalmente morrer de fome. Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos e comentários, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome. Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome. O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Anatômico sem ser identificado. Nada se sabe dele,senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária,um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão. Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome. E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome,pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens.Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome. E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, Estado da Guanabara, um homem morreu de fome. (Disponível em http://www.fotolog.com.br/spokesman_/70276847/: Acesso em 10/09/14)
A partir da leitura da crônica de Fernando Sabino, é possível afirmar que:
Nos humanos, a fenilcetonúria é causada por um alelo recessivo. Um casal normal teve um filho com fenilcetonúria. Se esse casal tiver mais dois filhos, a probabilidade de que ambos tenham fenilcetonúria, será de:
A estrutura de bicamada lipídica das membranas celulares que se formam espontaneamente deve-se essencialmente à interação que existe entre moléculas anfipáticas como os fosfolipídios.
Assinale a nativa que apresenta a característica estrutural dos fosfolipídios que está associada à propriedade anfipática.
Nos desastres aéreos, muitas vezes os corpos ficam carbonizados e frequentemente ocorrem mutilações resultando na mistura de restos das vítimas. Nesses casos, para identificá- las, recorre-se à tipagem do DNA mitocondrial. A análise do DNA mitocondrial é recomendada porque este é mais resistente à degradação do que o DNA nuclear, além de que as células têm muitas cópias deste. Para se estabelecer a identidade, os resultados obtidos são comparados ao DNA mitocondrial dos familiares das vítimas. Assinale a alternativa que indica o familiar que não poderia ser selecionado para comparação.
Texto I
Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
temos, como brasileiros, de achar um foco para
nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
(...)
Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
vida ao espevitado e contraditório personagem
Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
“E não seria esta alegria – além da mestiçagem
alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
desgarramento classista – uma das características
distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
lhe impõem?”
Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
Aliás, será que somos isso mesmo? (...)
SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
O período “Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
temos, como brasileiros, de achar um foco para nossa
imagem.’’(l.1-3), no Texto I, caracteriza-se pela idéia de:
A maioria das enzimas são proteínas que dependem da integridade de sua conformação nativa para seu desempenho catalítico, possuem um extraordinário poder catalítico e alto grau de especificidade para seus substratos. De acordo com a cinética enzimática, pode-se afirmar que:
Texto I
Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
temos, como brasileiros, de achar um foco para
nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
(...)
Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
vida ao espevitado e contraditório personagem
Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
“E não seria esta alegria – além da mestiçagem
alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
desgarramento classista – uma das características
distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
lhe impõem?”
Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
Aliás, será que somos isso mesmo? (...)
SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
Na passagem do Texto I “... deu vida ao espevitado e contraditório
personagem ...” (l. 6-7), a palavra em destaque pode
ser substituída, sem alteração de sentido, por:
(
De acordo com o modelo Fleuriet, de dinâmica financeira das empresas, o efeito tesoura ocorre quando uma empresa apresenta por vários exercícios seguidos um crescimento do(a) :
Onde,
CCL= Capital Circulante Líquido NIG= Necessidade de Investimento em Giro SD = Saldo do Disponível
O grau de alavancagem financeira (GAF) representa a capacidade que os recursos de terceiros apresentam de elevar os resultados líquidos dos proprietários do capital. Nesse sentido, determinada empresa apresentava os seguintes índices entre o ano X1 e o ano X3, GAF: X1=1; X2= 1,1, e X3= 1,2.
Assim, analisando os índices de alavancagem financeira compreendida entre esses anos, pode- se afirmar que:
As principais moléculas que compõem as bases do arsenal terapêutico mundial de medicamentos há décadas são de origem ou inspiração natural. Vários fitofármacos, de natureza alcaloídica, são encontrados no mercado com atividades farmacológicas marcantes. Dentre os fitofármacos relacionados abaixo, é incorreto afirmar que:
O Decreto-lei n.º 218/75 veicula o Estatuto dos Policiais
Civis do Estado do Rio de Janeiro. Tendo em conta o disposto
no referido diploma, aprecie as seguintes proposições:
I - De acordo com o estatuto, empenhar-se em atividades
que prejudiquem o fiel desempenho da função policial
constitui transgressão disciplinar, classificada como
“ média”.
II - Na aplicação de penalidade serão levados em conta
a repercussão do fato e os danos decorrentes da
transgressão ao serviço público.
III - Serão consideradas circunstâncias agravantes,
sopesadas na aplicação de penalidade, o fato de a
transgressão ter sido praticada com premeditação ou
com abuso de autoridade hierárquica ou funcional,
ou ainda quando for verificada má conduta funcional.
IV - Constitui transgressão disciplinar classificada como
“média” dar informações inexatas, alterá-las ou
desfigurá-las.
V - Constitui transgressão disciplinar classificada como
“ média” portar-se de modo inconveniente em lugar
público ou acessível ao público.