Questões de Concursos
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As questões de nº 33 a 41 estão baseadas na Constituição da República.
Os princípios abaixo, aplicáveis à ordem econômica, tiveram sua formulação corrompida, na comparação com o texto constitucional, EXCETO:
Instrução: As questões 07 e 08 tomam como referência o texto a seguir. Leia-o
antes de respondê-las.
O futuro do pretérito também é usado pelos meios de comunicação para introduzir
um argumento sem responsabilizar-se por ele. [...] É como se os fatos se
narrassem a si mesmos, sem interferência do locutor. O jornalista não se
compromete, não assume a responsabilidade do fato noticiado: quem o afirma é
alguém, alguma fonte autorizada, enfim, outra voz introduzida no discurso (não
sou eu que o digo, ouvi dizer, alguém falou).
(Disponível em: . Acesso em: 18 out. 2010.)
Em todas as alternativas, emprega-se recurso com a mesma função assumida pelo futuro do pretérito, tal como descrito no texto, EXCETO:
O FIT Festival Internacional de Teatro Palco e Rua, que em 2010 alcançou sua décima edição, é uma realização de sucesso da cidade:
Você recebeu um chamado técnico de que um dos computadores desktop da empresa não está mais ligando. Ao verificar, vê-se que o micro não dá mais nenhum sinal de vida: não acende nenhuma luz, não faz nenhum barulho na inicialização e nada aparece no monitor. Você verificou as conexões de energia e elas estão todas ligadas corretamente, com a voltagem adequada. Ao questionar o funcionário, ele reporta que estava sentindo um cheiro de queimado antes do computador parar de funcionar de vez.
Com base nos dados recolhidos, qual é o provável problema do computador?
Instrução: As questões de 1 a 4 referem-se ao texto a seguir. Leia-o antes de
responder a elas.
Existe um diagnóstico sobre a interface entre
energia, meio ambiente e sociedade?
Claudio J. D. Sales
1 A construção de uma usina para geração de energia elétrica, seja ela
hidrelétrica, seja termelétrica, interfere, sim, na vida das pessoas que vivem nas
regiões de influência dos rios e de outros ecossistemas. A realidade precisa ser
encarada: apesar da necessidade de gerar energia para abastecer o País, a
chegada desses empreendimentos provoca o deslocamento compulsório de
famílias. E isso não tem preço.
2 O desafio de formuladores de políticas públicas e de empreendedores é
acabar com a frase uma minoria precisa se sacrificar para beneficiar a maioria.
Muito fácil dizer isso quando se está do lado da maioria.
3 É urgente um debate objetivo e despolitizado sobre como tem evoluído o
respeito às populações noentorno dos empreendimentos de geração de
eletricidade. Afinal, quais são os mecanismos legais e os programas que têm sido
implantados para amenizar o inevitável sentimento de perda das comunidades,
que precisam rever seus costumes e valores em prazos muito curtos?
4 A história da eletricidade no Brasil tem 125 anos. Começa em 1883, com a
pequena usina hidrelétrica de Ribeirão do Inferno, com 0,5 MW de potência, no
município mineiro de Diamantina. Na ocasião, foram indenizados apenas os
proprietários de terras inundadas pela barragem. Foi assim por 100 anos.
5 Em 1983, com uma enchente extraordinária do rio Paraná, a CESP
(Centrais Elétricas de São Paulo) reassentou as primeiras famílias não
proprietárias de terra: posseiros, meeiros e arrendatários. A agenda do setor
passa, então, a incorporar um olhar mais amplo sobre modos de vida, de produção
e de geração de renda.
6 Nosso País requer, todos os anos, cerca de 3.000 MW médios adicionais
para atenderao crescimento de sua economia. A construção de novas usinas traz
consigo coisas boas. As mais visíveis são novos postos de trabalho e o aumento
de arrecadação de impostos para municípios, estados e a União, que podem usar
esses recursos para saúde, educação e segurança.
7 É fácil visualizar os benefícios para a maioria. Mas e a minoria? O que
acontece com as comunidades locais, em termos concretos, no curto e no longo
prazo? A vida dessas pessoas melhora ou piora?
8 Estima-se que foram remanejadas 200 mil famílias devido à construção de
usinas. E desde 1983, quando foram remanejadas as primeiras famílias, a preocupação com os impactos sociais dos empreendimentos cresceu. Essa
evolução foi provocada ora pelo poder público, ora pelos empreendedores,
estatais ou privados.
9 A voz da população tem sido formalmente ouvida. O Conselho Nacional de
Meio Ambiente (Conama) estabeleceu, na década de 80, a necessidade de
submeter os estudos de impacto ambiental aaudiências públicas. Também com o
objetivo de dar transparência ao processo foi criado o Foro de Negociação onde,
sob coordenação do Ibama, lideranças locais, Ministério Público, governo federal e
empreendedores buscam soluções de consenso para o remanejamento da
população.
10 Mas só um novo pedaço de chão não resolve o problema das famílias.
Além de terra e orientação técnica, era preciso acesso a crédito rural para o
desenvolvimento adequado da atividade agrícola. Com baixas taxas de juros e
seguro contra perda da safra, a partir de 1998 as famílias que moram em
reassentamentos passam a ter acesso aos recursos do Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que permitiu o aumento da
produção e da renda familiar.
11 A evolução continua. Em 2006, uma iniciativa pioneira no Sul do País
coloca à disposição da região da usina um Fundo de Desenvolvimento Rural. Com
o apoio de técnicos do Sebrae, recursos dos empreendedores financiamprojetos
para agregar valor aos produtos agrícolas, aumentando a renda das famílias da
região dos empreendimentos. É um belo projeto, que prevê que as amortizações
dos financiamentos retornem ao próprio fundo para financiar novos projetos,
criando um ciclo autossustentado que viabiliza a permanência desses produtores
no campo, em atividades que fazem parte da realidade local.
12 Embora haja relevantes avanços, é fundamental aprimorar e fortalecer os
mecanismos legais e de comunicação com as comunidades. Ouvir as pessoas e
seus anseios, tratando-as como indivíduos e não como estatísticas, diminui a
ansiedade e os temores que as mudanças trazem.
13 O mais importante no processo de realocação das famílias é o respeito
aos valores individuais e coletivos para que seja possível a construção de um
diálogo aberto e direto, sem intermediários, entre comunidades e
empreendedores. Esse é o caminho para demolir as fronteiras entre maiorias e
minorias e para quetodos passem a enxergar esses empreendimentos como
oportunidades de transformação e inclusão social.
(Adaptado de: . Acesso em 20 out. 2010.)
Em todas as alternativas, as reformulações propostas para o trecho transcrito entre parênteses implicam erro ou mudança de sentido, EXCETO:
Ao configurar o roteador de uma empresa, foi pedido à equipe de TI que o redirecionamento de portas fosse corretamente implementado para liberar o acesso de fora para dentro aos serviços RDP (Remote Desktop) e ao servidor HTTP/HTTPS. Todos esses serviços estarão acessíveis em uma mesma máquina da rede interna, no caso o servidor SRV01 que possui o endereço IP 192.168.33.1.
Foi requisitado explicitamente que não se utilizasse do recurso de zona desmilitarizada do roteador e sim apenas do port forwarding.
Sabendo das necessidades da empresa ,assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o que deverá ser feito no roteador.
Os amigos - Ananias, Henrique, Pedro e Tobias - têm, respectivamente, as seguintes profissões: advogado, dentista, médico e professor. Numa comparação realizada obteve-se que:
- Henrique é maior que Pedro.
- Tobias é maior que Ananias.
- Pedro é maior Tobias.
Conclui-se, então, que:

It is _____ that children who have a lot of sugar turn ________.
Segundo resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) publicada em 21/10/2010 no Diário Oficial:
A Consolidação das Leis Trabalhistas (Dec. Lei nº 5.452/43) estabelece vedações nos seguintes termos, EXCETO:
Considere as seguintes proposições e valores lógicos que lhes foram atribuídos.
p: Minas Gerais é banhado por mar. (verdade)
q: Minas Gerais fica na região sudeste. (verdade)
A alternativa a seguir que apresenta proposição composta com valor lógico falso é:
Instrução: As questões de 1 a 4 referem-se ao texto a seguir. Leia-o antes de
responder a elas.
Existe um diagnóstico sobre a interface entre
energia, meio ambiente e sociedade?
Claudio J. D. Sales
1 A construção de uma usina para geração de energia elétrica, seja ela
hidrelétrica, seja termelétrica, interfere, sim, na vida das pessoas que vivem nas
regiões de influência dos rios e de outros ecossistemas. A realidade precisa ser
encarada: apesar da necessidade de gerar energia para abastecer o País, a
chegada desses empreendimentos provoca o deslocamento compulsório de
famílias. E isso não tem preço.
2 O desafio de formuladores de políticas públicas e de empreendedores é
acabar com a frase uma minoria precisa se sacrificar para beneficiar a maioria.
Muito fácil dizer isso quando se está do lado da maioria.
3 É urgente um debate objetivo e despolitizado sobre como tem evoluído o
respeito às populações noentorno dos empreendimentos de geração de
eletricidade. Afinal, quais são os mecanismos legais e os programas que têm sido
implantados para amenizar o inevitável sentimento de perda das comunidades,
que precisam rever seus costumes e valores em prazos muito curtos?
4 A história da eletricidade no Brasil tem 125 anos. Começa em 1883, com a
pequena usina hidrelétrica de Ribeirão do Inferno, com 0,5 MW de potência, no
município mineiro de Diamantina. Na ocasião, foram indenizados apenas os
proprietários de terras inundadas pela barragem. Foi assim por 100 anos.
5 Em 1983, com uma enchente extraordinária do rio Paraná, a CESP
(Centrais Elétricas de São Paulo) reassentou as primeiras famílias não
proprietárias de terra: posseiros, meeiros e arrendatários. A agenda do setor
passa, então, a incorporar um olhar mais amplo sobre modos de vida, de produção
e de geração de renda.
6 Nosso País requer, todos os anos, cerca de 3.000 MW médios adicionais
para atenderao crescimento de sua economia. A construção de novas usinas traz
consigo coisas boas. As mais visíveis são novos postos de trabalho e o aumento
de arrecadação de impostos para municípios, estados e a União, que podem usar
esses recursos para saúde, educação e segurança.
7 É fácil visualizar os benefícios para a maioria. Mas e a minoria? O que
acontece com as comunidades locais, em termos concretos, no curto e no longo
prazo? A vida dessas pessoas melhora ou piora?
8 Estima-se que foram remanejadas 200 mil famílias devido à construção de
usinas. E desde 1983, quando foram remanejadas as primeiras famílias, a preocupação com os impactos sociais dos empreendimentos cresceu. Essa
evolução foi provocada ora pelo poder público, ora pelos empreendedores,
estatais ou privados.
9 A voz da população tem sido formalmente ouvida. O Conselho Nacional de
Meio Ambiente (Conama) estabeleceu, na década de 80, a necessidade de
submeter os estudos de impacto ambiental aaudiências públicas. Também com o
objetivo de dar transparência ao processo foi criado o Foro de Negociação onde,
sob coordenação do Ibama, lideranças locais, Ministério Público, governo federal e
empreendedores buscam soluções de consenso para o remanejamento da
população.
10 Mas só um novo pedaço de chão não resolve o problema das famílias.
Além de terra e orientação técnica, era preciso acesso a crédito rural para o
desenvolvimento adequado da atividade agrícola. Com baixas taxas de juros e
seguro contra perda da safra, a partir de 1998 as famílias que moram em
reassentamentos passam a ter acesso aos recursos do Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que permitiu o aumento da
produção e da renda familiar.
11 A evolução continua. Em 2006, uma iniciativa pioneira no Sul do País
coloca à disposição da região da usina um Fundo de Desenvolvimento Rural. Com
o apoio de técnicos do Sebrae, recursos dos empreendedores financiamprojetos
para agregar valor aos produtos agrícolas, aumentando a renda das famílias da
região dos empreendimentos. É um belo projeto, que prevê que as amortizações
dos financiamentos retornem ao próprio fundo para financiar novos projetos,
criando um ciclo autossustentado que viabiliza a permanência desses produtores
no campo, em atividades que fazem parte da realidade local.
12 Embora haja relevantes avanços, é fundamental aprimorar e fortalecer os
mecanismos legais e de comunicação com as comunidades. Ouvir as pessoas e
seus anseios, tratando-as como indivíduos e não como estatísticas, diminui a
ansiedade e os temores que as mudanças trazem.
13 O mais importante no processo de realocação das famílias é o respeito
aos valores individuais e coletivos para que seja possível a construção de um
diálogo aberto e direto, sem intermediários, entre comunidades e
empreendedores. Esse é o caminho para demolir as fronteiras entre maiorias e
minorias e para quetodos passem a enxergar esses empreendimentos como
oportunidades de transformação e inclusão social.
(Adaptado de: . Acesso em 20 out. 2010.)
I O autor se mostra otimista com relação às medidas tomadas nos últimos anos para garantir melhores condições de vida às populações que habitam o entorno de hidrelétricas.
II O texto defende o ponto de vista de que o interesse da coletividade não pode se sobrepor ao dos indivíduos.
III O sentimento de perda a que se refere o autor (3º §), diz respeito aos prejuízos materiais decorrentes do abandono de terras a que se vêem forçados os moradores de áreas vizinhas a hidrelétricas.
Dentre as afirmativas acima, são INCORRETAS:
Uma livraria, objetivando aumentar suas vendas iniciou a prática de uma política de descontos para pagamentos à vista: ao adquirir um livro, o cliente terá um desconto de 10 % no preço de capa desse livro. No caso da compra de 2 livros, o segundo terá um desconto de 15% sobre o seu preço de capa, além do desconto do primeiro livro, e, na compra de um terceiro livro, será aplicado um desconto de 20%, também sobre o preço de capa desse terceiro livro, mantendose os descontos no primeiro e no segundo livros. Ana Paula, aproveitando essa promoção, adquiriu 3 livros, cujos valores de capa eram: R$ 65,00; R$ 90,00 e R$ 120,00. Ela solicitou que fosse aplicado o maior desconto no livro mais caro, o desconto de 15% no livro de valor médio e o menor desconto no livro de menor valor.
Nessa situação, ela teve uma economia de
Uma empresa possui atualmente, em sua rede interna, um endereço de rede de Classe C, com a máscara CIDR de /24. Tem portanto uma única rede: 192.168.0.0/24. Devido ao grande aumento no número de departamentos, e muitos destes possuindo poucos computadores, decidiram segmentar a rede em várias sub-redes (VLANs). Considerando-se o recurso de subnet zero, deseja-se dividir inicialmente a rede original em sub-redes de 64 endereços IP. Logo após essa divisão, precisa-se dividir mais duas sub-redes resultantes: uma em VLSMs de 32 endereços IP e outra em VLSMs de 16 endereços IP.
Quantas sub-redes haverá no total após todas as divisões em VLSMs?
As questões de nº 33 a 41 estão baseadas na Constituição da República.
Assinale a alternativa INCORRETA, no que concerne à organização político- administrativa brasileira:
Com base na Constituição Federal, em relação à competência da Justiça do Trabalho, analise as alternativas abaixo:
I. A lei criará varas da Justiça do Trabalho, podendo, nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição, atribuí-la aos juízes de direito, com recurso para o respectivo Tribunal de Justiça.
II. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar as ações de indenização por dano moral ou patrimonial, decorrentes da relação de trabalho; bem como as ações oriundas da relação de trabalho, excluídos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
III. Em caso de greve em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito.
É CORRETO apenas o que se afirma em
Observe as afirmativas abaixo sobre segurança de dados na Internet:
I. A Internet tem permitido atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz de se defender.
II. A Internet é inundada por e-mails alarmantes ou falsos, também conhecidos como lendas urbanas, que simulam notificações de órgãos governamentais ou empresas idôneas, e têm por objetivo causar falsos alardes ou propagar vírus, causando embaraços ao usuário.
III. Destinatários de e-mail tentam se passar por uma pessoa ou entidade confiável, como com o objetivo de obter dados pessoais ou informações privilegiadas do usuário.
As afirmativas I, II e III descrevem, respectivamente, conceitos de:

The main function of this text is to