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Em relação à transmissibilidade da Raiva, podemos afirmar que:

Para atender as campanhas de vacinação, a previsão quantitativa dos recursos materiais imunobiológicos, além do número de doses previstas, deve considerar, EXCETO:

Analise as seguintes afirmativas sobre sistemas operacionais.

I. No Windows XP, os pontos de restauração do sistema podem ser criados tanto pelo sistema, automaticamente, quanto por solicitação do usuário.
II. O comportamento padrão do Windows é diferenciar letras maiúsculas de minúsculas na verificação de senhas, mas não há essa diferenciação para a identificação do usuário.
III. O utilitário traceroute, disponível nos sistemas operacionais Linux, funciona de forma similar ao tracert, disponível nos sistemas Windows.

Estão CORRETAS as afirmativas:
A sociedade atual não pode se manter sem as indústrias. Talvez fosse possível conter o ritmo descontrolado de seu crescimento se o homem moderno conseguisse abandonar o consumismo que o caracteriza.

Com base no trecho acima e em outros conhecimentos, analise as seguintes afirmativas.
I. O consumismo é um processo eticamente condenável.
II. O consumismo ameaça o esgotamento de recursos naturais não renováveis.
III. A cultura do consumismo é uma perigosa inimiga dos nossos ecossistemas e do equilíbrio planetário.

A análise permite concluir que estão CORRETAS
Marcuschi (2003) entende como inválidas dicotomias que polarizam fala e escrita e defende um continuum entre as duas modalidades.

Nessa perspectiva, tanto fala quanto escrita apresentam, EXCETO:

Leucocitose patológica é o aumento da contagem total de leucócitos (CTL) que ocorre como resultado de doença e normalmente é a resposta a um dano tecidual. Assinale a causa de leucocitose que NÃO está de acordo com o tipo celular:

Choque cardiogênico é uma forma severa de falência ventricular esquerda, hipoperfusão tecidual e falência de bomba cardíaca (Ratton, 2005). Pode-se afirmar que é uma patologia desencadeada geralmente por:

Constitui trabalho todo esforço humano destinado à produção de mercadorias e à execução de serviços.

Observando esse princípio, analise as seguintes afirmativas e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) A divisão do trabalho significa a distribuição das tarefas (ou serviços) entre as pessoas, atribuindo-lhes responsabilidade, ou seja, a obrigação de realizar e prestar contas do que foi feito.
( ) O homem não é diferente quanto à natureza, capacidade e habilidade. Isso implica que não é uma atitude fundamental o ato de se especializar.
( ) A divisão do trabalho permite racionalizar as tarefas e serviços de uma empresa e evita o desperdício físico e mental do trabalhador.
( ) A divisão do trabalho aumenta o rendimento do trabalhador e possibilita sua especialização no trabalho.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
Assinale a alternativa que NÃO descreve corretamente um conceito básico da administração.
 É O FIM DO MUNDO 
Andrea Estevam

Humanos percorrem 226 quilômetros em pouco mais de oito horas, utilizando somente a força do próprio corpo para nadar, pedalar e correr ao longo dessa distância. Um cara que teve as pernas amputadas quando ainda era bebê conquista, na marra, um lugar entre os melhores velocistas do mundo. Montanhistas russos se preparam para escalar o K2, a mais mortal das montanhas de mais de 8 mil metros, em pleno inverno, sob a ameaça de temperaturas que podem chegar a 50 graus negativos. Uma menina de 18 anos é campeã mundial de surf. Bikes que podem ser recarregadas na tomada são realidade. Os velhos de pensamento e alma têm razão: é o fim do mundo mesmo – pelo menos do mundo com as fronteiras físicas e mentais que conhecemos. É o fim do ser humano como animal perfeito, obra acabada. Ainda bem! Ao contrário do que nossa presunção e nosso egoísmo possam sugerir, seguimos em evolução, para sempre rascunhos de tudo o que ainda somos capazes de realizar. Que outros sonhos o ser humano pode concretizar nos próximos 2 mil anos? (Se conseguirmos, é claro, recriar a nossa civilização a tempo de não nos extinguirmos.) O mundo acaba e recomeça a cada dia, e da morte do velho nasce a vida e a transformação. Como diz aquela música do R.E.M., ―é o fim do mundo, e eu me sinto bem‖.

Go Outside – Janeiro/2012 – Ed. 80 (Texto adaptado)
O texto nos lembra exemplos humanos de
O período de incubação da Febre Chikungunya varia de 2 a 12 dias. Muitas pessoas infectadas com o vírusCHIKV não apresentarão sintomas. O quadro clínico é muito semelhante ao da dengue.

Marque a alternativa que contém os sintomas, quando presentes, da Febre Chikungunya:
Marque a alternativa CORRETA:

São atribuições do Agente de Combate a Endemias (ACE):
Marque a alternativa CORRETA.

São medidas de controle ético da população de cães e gatos adotadas em Belo Horizonte:
 É O FIM DO MUNDO 
Andrea Estevam

Humanos percorrem 226 quilômetros em pouco mais de oito horas, utilizando somente a força do próprio corpo para nadar, pedalar e correr ao longo dessa distância. Um cara que teve as pernas amputadas quando ainda era bebê conquista, na marra, um lugar entre os melhores velocistas do mundo. Montanhistas russos se preparam para escalar o K2, a mais mortal das montanhas de mais de 8 mil metros, em pleno inverno, sob a ameaça de temperaturas que podem chegar a 50 graus negativos. Uma menina de 18 anos é campeã mundial de surf. Bikes que podem ser recarregadas na tomada são realidade. Os velhos de pensamento e alma têm razão: é o fim do mundo mesmo – pelo menos do mundo com as fronteiras físicas e mentais que conhecemos. É o fim do ser humano como animal perfeito, obra acabada. Ainda bem! Ao contrário do que nossa presunção e nosso egoísmo possam sugerir, seguimos em evolução, para sempre rascunhos de tudo o que ainda somos capazes de realizar. Que outros sonhos o ser humano pode concretizar nos próximos 2 mil anos? (Se conseguirmos, é claro, recriar a nossa civilização a tempo de não nos extinguirmos.) O mundo acaba e recomeça a cada dia, e da morte do velho nasce a vida e a transformação. Como diz aquela música do R.E.M., ―é o fim do mundo, e eu me sinto bem‖.

Go Outside – Janeiro/2012 – Ed. 80 (Texto adaptado)
"[...] é o fim do mundo e eu me sinto bem"  (linhas 17-18)
No texto, a frase final, transcrita acima, comunica, principalmente, uma ideia de

Belo Horizonte é a capital de Minas Gerais e tem uma população com cerca de 2,3milhões de habitantes. Para ser bem administrada a cidade foi dividida em nove regionais. Assinale a alternativa abaixo que NÃO corresponde a localização exata do Bairro, Vila ou Favela com a sua respectiva regional:

ESCOLA IDEAL PARA ALUNOS NÃO IDEAIS

Cláudio de Moura Castro

Na segunda metade do século XIX, dom Pedro II transformou a primeira escola pública secundária do Brasil em um modelo inspirado no colégio Louis Le Grand, reputado como o melhor da França. Mantiveram-se na sua réplica brasileira as exigências acadêmicas do modelo original. O próprio dom Pedro selecionava os professores, costumava assistir a aulas e arguir os alunos. Sendo assim, o colégio que, mais adiante, ganhou o seu nome constituiu-se em um primoroso modelo para a educação das elites brasileiras. Dele descendem algumas excelentes escolas privadas.

Mais tarde do que seria desejável, o ensino brasileiro se expande, sobretudo no último meio século. Como é inevitável, passa a receber alunos de origem mais modesta e sem o ambiente educacional familiar que facilita o bom desempenho. Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista.

Os países de Primeiro Mundo perceberam isso e criaram alternativas, sobretudo no ensino médio. A melhor escola é aquela que toma alunos reais - e não imaginários - e faz com que atinjam o máximo do seu potencial. Se os alunos chegam a determinado nível escolar com pouco preparo, o pior cenário é tentar ensinar o que não conseguirão aprender. O conhecimento empaca e a frustração dispara.

Voltemos a 1917, às conferências de Whitehead em Harvard. Para ele, o que quer que seja ensinado, que o seja em profundidade. Segue daí que é preciso ensinar bem o que esteja ao alcance dos alunos, e não inundá-los com uma enxurrada de informações e conhecimentos. Ouvir falar de teorias não serve para nada. O que se aprende na escola tem de ser útil na vida real.

Se mesmo os melhores alunos das nossas melhores escolas são entulhados com mais do que conseguem digerir, e os demais, os alunos médios? Como suas escolas mimetizam as escolas de elite, a situação é grotesca. Ensina-se demais e eles aprendem de menos. Pelos números da Prova Brasil, pouco mais de 10% dos jovens que terminam o nível médio têm o conhecimento esperado em matemática! A escola está descalibrada do aluno real.

Aquela velha escola de elite deve permanecer, pois há quem possa se beneficiar dela. Mas, como fizeram os países educacionalmente maduros, respondendo a uma época de matrícula quase universal, é preciso criar escolas voltadas para o leque variado de alunos.

Nessa nova escola, os currículos e ementas precisam ser ajustados aos alunos, pois o contrário é uma quimera nociva. Na prática, devem-se podar conteúdos, sem dó nem piedade. É preciso mostrar para que serve o que está sendo aprendido. Ainda mais importante, é preciso aplicar o que foi aprendido, pois só aprendemos quando aplicamos. A escola deve confrontar seus alunos com problemas intrigantes e inspiradores. E deve apoiá-los e desafiá-los para que os enfrentem. No entanto, sem encolher a quantidade de matérias, não há tempo para mergulhar em profundidade no que quer que seja.

Atenção! Não se trata de uma escola aguada em que se exige menos e todos se esforçam menos. Sabemos que bons resultados estão associados a escolas que esperam muito de seus alunos, que acreditam neles. A diferença é que se vai exigir o que tem sentido na vida do estudante e está dentro do que realisticamente ele pode dominar. Precisamos redesenhar uma escola voltada para os nossos alunos, e não para miragens e sonhos. Quem fará essa escola? [...]

Revista Veja, 05 fev. 2014 (adaptado).
Em “Quem fará essa escola?”, o pronome demonstrativo essa foi usado para indicar
 É O FIM DO MUNDO 
Andrea Estevam

Humanos percorrem 226 quilômetros em pouco mais de oito horas, utilizando somente a força do próprio corpo para nadar, pedalar e correr ao longo dessa distância. Um cara que teve as pernas amputadas quando ainda era bebê conquista, na marra, um lugar entre os melhores velocistas do mundo. Montanhistas russos se preparam para escalar o K2, a mais mortal das montanhas de mais de 8 mil metros, em pleno inverno, sob a ameaça de temperaturas que podem chegar a 50 graus negativos. Uma menina de 18 anos é campeã mundial de surf. Bikes que podem ser recarregadas na tomada são realidade. Os velhos de pensamento e alma têm razão: é o fim do mundo mesmo – pelo menos do mundo com as fronteiras físicas e mentais que conhecemos. É o fim do ser humano como animal perfeito, obra acabada. Ainda bem! Ao contrário do que nossa presunção e nosso egoísmo possam sugerir, seguimos em evolução, para sempre rascunhos de tudo o que ainda somos capazes de realizar. Que outros sonhos o ser humano pode concretizar nos próximos 2 mil anos? (Se conseguirmos, é claro, recriar a nossa civilização a tempo de não nos extinguirmos.) O mundo acaba e recomeça a cada dia, e da morte do velho nasce a vida e a transformação. Como diz aquela música do R.E.M., ―é o fim do mundo, e eu me sinto bem‖.

Go Outside – Janeiro/2012 – Ed. 80 (Texto adaptado)
"Humanos percorrem 226 quilômetros em pouco mais de oito horas [...]" (linha 1)

A palavra sublinhada, tal como se encontra nessa frase, exerce a função de um
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