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Desde 2011, a crise na Síria tem gerado sérias dissensões entre os membros do Conselho de Segurança da ONU, colocando em xeque a capacidade do órgão de oferecer solução para um dos mais graves conflitos do mundo. No que concerne à atuação da ONU e à posição do Brasil a respeito do conflito sírio, julgue (C ou E) os itens subsequentes. Como forma de evitar a deterioração de sua relação com as potências ocidentais — o que poderia colocar em risco o acordo em torno de seu programa nuclear —, o Irã tem buscado não se envolver diretamente no conflito sírio, apesar de já haver manifestado simpatia aos grupos rebeldes de oposição.

Julgue (C ou E) os itens seguintes a respeito da descolonização, uma das características da ordem internacional surgida após a Segunda Guerra Mundial.

A Holanda concedeu a independência política às suas colônias na América (Suriname) e na Ásia (Indonésia) em 1954, mas manteve privilégios comerciais mediante a assinatura de tratados comerciais com os novos países.

Há algo que não se pode dizer do século XX: que foi um
tempo de brumas, silêncios e mistérios. Tudo nele foi a céu aberto,
agressivamente iluminado, escancarado e estridente. E, no entanto,
ele é ainda um enigma - um claro en igma, parafraseando
Drummond -, e dele não podemos fazer o necrológio completo. E
porque findou como uma curva inesperada da história, em um
astucioso desencontro do que achávamos ser o futuro, turvou nossa
memória e nosso olhar. E tornou-se pedra e esfinge, com um brilho
que ainda cega e desafia.

O século XX foi, sem dúvida, um século das utopias.
O seu andamento coincidiu com a máxima expansão das categorias
fundamentais do mundo moderno - sujeito e trabalho -, eixos que
presidiram a atualização e exasperaram os limites do liberalismo e do
socialismo, as duas grandes utopias da modernidade. E talvez por isso
exiba uma característica única e contraditória: parece ter sido o mais
preparado e explicado pelos séculos anteriores e,simultaneamente,
o que mais distanciou a humanidade de seu passado, mesmo o mais
próximo, decretando o caráter obsoleto de formas de vida e
sociabilidade consolidadas durante milênios.

O século XX sancionou o Estado-nação como a forma, por
excelência, de organização das sociedades em peregrinação para o
futuro e em busca de transparência. Os Estados nacionais ergueramse
como personagens privilegiadas de uma história humana cada vez
mais cosmopolita, para lembrar Kant, modificando de forma radical
a paisagem do mundo. Com eles, o direito assumiu progressivamente
a condição de um idioma universal, reagindo sobre o passado e
destruindo velhas estruturas hierárquicas fundadas em privilégios e na
tradição.

Mas o século XX não é apenas um tempo de esperanças.
É também o século do medo e das tragédias injustificáveis. A dura
realidade dos interesses provoca dois grandes conflitos mundiais, um
tenso período de guerra fria e uma interminável série deguerras
localizadas. Um século de violência dos que oprimem e dos que se
revoltam.

Rubem Barboza Filho. Século XX: uma introdução (em forma
de prefácio). Apud: Alberto Aggio e Milton Lahuerta (Org.).
Pensar o século XX. São Paulo: Unesp, 2003, p. 15-9 (com
a d a p t a ç õ e s ) .

Considerando o texto acima, julgue os itens seguintes, rel ativos
ao cenário histórico do mundo contemporâneo.

Uma " curva inesperada da história", como diz o texto ao se referir à forma pela qual o século XX chegou ao fim, pode ser identificada na desintegração da Uni ão das Repúblicas Socialistas Sov i ét i cas (URSS) e no desmonte do d enominado sociali s mo real do Les t e eu ro p eu , sacramentando a morte de um sistema bipolar de poder mundial que vigorou, com maior ou menor intensidade, desde o pós-Segunda Guerra.

Não podemos comparar o mundo do final do breve
século XX ao mundo de seu início, em termos de
contabilidade histórica de mais e menos. Tratava-se de um
mundo qualitativamente diferente em pelo menos três
aspectos.

Primeiro, ele tinha deixado de ser eurocêntrico.
Trouxera o declínio e a queda da Europa, ainda centro
inquestionado de poder, riqueza, intelecto e civilização
ocidental quando o século começou. A segunda
transformação foi mais significativa. Entre 1914 e o início
da década de 1990, o globo foi muito mais uma unidade
operacional única, como não era e não poderia ter sido em
1914. Na verdade, para muitos propósitos, notadamente em
questões econômicas, o globo é agora unidade operacional
básica, e unidades mais velhas como as economias
nacionais, definidas pelas políticas de Estados territoriais,
estão reduzidas a complicações das atividades
transnacionais. A terceira transformação, em certos
aspectos a mais perturbadora, é a desintegraçãode velhos
padrões de relacionamento social humano, e com ela, aliás,
a quebra dos elos entre as gerações, quer dizer, entre
passado e presente.

Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 23-4 (com adaptações).

A partir da análise contida no texto acima, julgue os itens
seguintes, relativos ao processo histórico do mundo
contemporâneo.

O mundo que o século XX deixa para o XXI é, em linhas gerais, uma aldeia global, possível também pela acelerada revolução das comunicações e dos transportes. Nessa perspectiva, a globalização em marcha na atualidade corresponde a uma ruptura histórica com o capitalismo que a precedeu, tamanhas e fundas as diferenças entre o modelo econômico gestado pela Revolução Industrial e o praticado, em escala planetária, nos dias de hoje.

Texto
    O contexto de emergência do Brasil independente e da (L.01)
correlata ideia de uma nacionalidade brasileira, no decorrer do
século 19, é recheado de polêmicas e debates públicos levados a
cabo por intelectuais, gramáticos, filólogos, escritores, juristas, (L.04)
jornalistas e médicos. Tais debates retratam a maneira como as
políticas linguísticas foram mobilizadas no percurso histórico
de construção do Brasil e da brasilidade, revelando chaves (L.07)
epistemológicas de definição e enquadramento das línguas.
Exemplificando, nesse contexto: reforça-se a diferenciação
entre fala e escrita; intensificam-se os estudos lexicais e (L.10)
gramaticais; constroem-se narrativas sobre a história do
português no Brasil; defende-se a documentação da língua em
uso; debate-se o estatuto do português do Brasil – variedade, (L.13)
modalidade, dialeto ou língua; debate-se a designação da língua
falada no Brasil; categorizam-se elementos linguísticos sob os
rótulos de neologismos, estrangeirismos, brasileirismos, (L.16)
jargões; discute-se a possível origem crioula do português do
Brasil; polemiza-se sobre a autenticidade da língua do Brasil;
discute-se a língua literária brasileira; entre outros aspectos. (L.19)
    Trata-se, sobretudo, de um debate político em torno da
língua. A criação da Academia Brasileira de Letras,
evidentemente, não ficaria alheia a esse processo que inscreveu (L.22)
na língua questões relevantes para a formação de um
imaginário brasileiro. Nesse contexto, a arte literária
desempenhou um papel importante, seja na definição de um (L.25)
padrão escrito, seja na problematização dos limites linguísticos
normativos.
    Ressalta-se que os discursos em torno da questão da (L.28)
língua nacional fazem pouca ou nenhuma menção às
influências das línguas africanas. A título de ilustração, João
Ribeiro (1889) definiu o “elemento linguístico negro” como (L.31)
modificações feitas na linguagem brasileira em decorrência das
influências das línguas africanas faladas pelos escravizados,
defendendo que corresponderiam a modificações profundas, (L.34)
pois afetariam o sistema gramatical, especialmente no que tange
ao “elemento popular”. Nessa época, João Ribeiro sinalizou
para a escassa bibliografia sobre o tema, com exceção dos (L.37)
trabalhos de Macedo Soares. Décadas depois, Gilberto Freire
(1961) identificou, em anúncios de jornais do século XIX, o uso
de termos de origem africana que seriam mais próximos da (L.40)
“expressão nacional do que toda a nossa literatura do mesmo
período”.
    No contexto de construção de um imaginário nacional, (L.43)
podemos mencionar as políticas linguísticas modernistas e da
Era Vargas, que estavam vinculadas a políticas culturais e
educacionais, todas envolvidas com a criação dos sentidos de (L.46)
nacionalismo e brasilidade (Velloso, 1987). Esse período
agrupou uma série de discursos sobre as línguas que
mobilizavam uma chave interpretativa que girava em torno das (L.49)
ideias de miscigenação, cultura popular, oralidade e
regionalismos (Severo, 2016). Em termos de cultura popular e
línguas africanas, Mario de Andrade (1928), Câmara Cascudo (L.52)
(1944), Renato Mendonça (1923), Nina Rodrigues (1932) e
Jacques Raymundo (1933), por exemplo, vincularam a
sonoridade africana – seja pela tradição oral, seja pela herança (L.55)
musical – à formação de uma ideia de “cultura popular”. A
oralidade se tornou um lugar central de inscrição de sentidos
nacionalistas no período modernista e na Era Vargas, momento (L.58)
de difusão de uma cultura popular através do rádio. Data de
1937, por exemplo, a criação do I Congresso da Língua
Nacional Cantada, organizado por Mario de Andrade quando (L.61)
coordenava o Departamento de Cultura de São Paulo. Tratou-se
de uma política linguística explícita que buscou incidir sobre a
pronúncia, o ritmo e a prosódia aquilo que deveria ser definido (L.64)
como língua-padrão cantada e falada. Evidentemente, sabemos
que as regulações nem sempre têm um papel efetivo na prática,
o que se percebe na inexistência de outras políticas linguísticas (L.67)
explícitas e governamentais envolvendo as práticas orais
brasileiras. (L.69)
SEVERO, Cristine Gorski. Uma visão panorâmica das políticas linguísticas no Brasil: construindo diálogos. Revista Brasileira. Fase IX, janeiro-fevereiro-março 2018, ano I n. 94. Disponível em: http://www.academia.org.br/. Acesso em: 15 ago. 2019, com adaptações.
Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.
A palavra “chave” (linha 49) foi empregada em sentido conotativo.

A crise deflagrada nos Estados Unidos da América no último trimestre
de 1929 afetou as políticas econômicas implementadas e o desempenho
da economia brasileira. Acerca desse tema, julgue (C ou E) os itens
seguintes.

Durante o período de recessão mundial, as atividades voltadas para o mercado interno brasileiro não cresceram, dada a inexistência de capacidade ociosa para o aumento da produção, entre outras condições desfavoráveis.

No bojo dos investimentos, não se pode esquecer que Mercedes-Benz e Volkswagen construíram no Brasil as fábricas mais
modernas do mundo. Justamente por causa dessa massa de investimentos, se Frankfurt não vai ao Brasil, o Brasil tem que ir a
Frankfurt. Para compensar a grande ociosidade das fábricas brasileiras, exportar é mais do que uma ordem - transformou-se em
"religião". A meca dos investimentos das montadoras, e não só das alemãs, agora é a China.

Renato Acciarto. Brasil perde para China preferência das montadoras. In: Gazeta Mercantil. 11/9/2003, p. A1 (com adaptações).

O texto acima expressa importantes processos em curso no mundo. Considerando esse texto, julgue os itens a seguir.

No processo de globalização econômica, que suplanta fronteiras e culturas, é irrelevante o papel do Estado, prescindindo-se também de ações conciliatórias entre os governos.

Nas décadas de 1950 e de 1960, registraram-se sucessivos anos de prosperidade material e crescimento econômico. Acerca desse período, conhecido como a Era de Ouro do pós-Segunda Guerra Mundial, julgue (C ou E) o item a seguir. A politização da questão ambiental, por meio da fundação e do fortalecimento de partidos “verdes” na Europa, é contemporânea da primeira crise do petróleo, decorrente da elevação em cerca de 400% dos preços dessa commodity.
Considerando as dimensões econômica, social e política da América portuguesa, julgue (C ou E) o item a seguir. A escassez de meios, nas forças armadas regulares de Portugal, para guarnecer suas possessões no ultramar motivou as elites coloniais a organizarem meios de defesa próprios, geralmente sem instrução militar formal. Exemplos disso são a construção, com mão de obra indígena, de um enorme galeão a mando de Salvador Correia de Sá e Benevides para a própria empresa de reconquista de Angola, e a expulsão, pelas ordenanças da cidade do Rio de Janeiro, dos invasores franceses liderados por Jean-François Duclerc.
No que tange ao contexto da chamada Revolução de 1930 e ao início da Era Vargas, julgue (C ou E) o item a seguir. O fim da Primeira República consolidou uma aliança duradoura entre os grupos que se articularam pela deposição de Washington Luís. A conciliação dos grupos oligárquicos e dos “tenentes” garantiu o sucesso do governo Vargas.

Acerca do processo legislativo e dos direitos e garantias fundamentais, conforme previstos na CF, julgue (C ou E) os itens que se seguem.

Embora esteja previsto na CF que os tratados aprovados em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por dois terços dos votos dos respectivos membros, equivalham às emendas constitucionais, não há, na atualidade, registro de ato ou convenção internacional que tenham sido aprovados de acordo com esse trâmite.

Em um mundo globalizado, o estudo da teoria do comércio
internacional é imprescindível à compreensão dos fenômenos
econômicos. A esse respeito, julgue os itens que se seguem.

De acordo com a hipótese da paridade do poder de compra, a longo prazo, a taxa de câmbio entre duas moedas nacionais quaisquer deve refletir o diferencial de inflação existente entre essas duas economias.

O Império brasileiro realizara uma engenhosa
combinação de elementos importados. Na organização política,
inspirava-se no constitucionalismo inglês, via Benjamin
Constant. Bem ou mal, a monarquia brasileira ensaiou um
governo de gabinete com partidos nacionais, eleições, imprensa
livre. Em matéria administrativa, a inspiração veio de Portugal
e da França, pois eram estes dois países os que mais se
aproximavam da política centralizante do Império. O direito
administrativo francês era particularmente atraente para o viés
estatista dos políticos imperiais. Por fim, até mesmo certas
fórmulas anglo-americanas, como a justiça de paz, o júri, e uma
limitada descentralização provincial, serviam de referência
quando o peso centralizante provocava reações mais fortes.
Tratava-se, antes de tudo, de garantir a sobrevivência da
unidade política do País, de organizar um governo que
mantivesse a união das províncias e a ordem social.

José Murilo de Carvalho. Pontos ebordados escritos de história e
política.
Belo Horizonte: UFMG, 1998, p. 90-1 (com adaptações).

Acerca da história do Brasil monárquico, julgue os itens
seguintes, tendo o texto acima como referência inicial.

O texto deixa transparecer que, sob o ponto de vista institucional, o modelo de Estado instaurado no Brasil após a Independência foi autárquico, fruto da experiência histórica que remontava ao início da colonização.

No bojo dos investimentos, não se pode esquecer que Mercedes-Benz e Volkswagen construíram no Brasil as fábricas mais
modernas do mundo. Justamente por causa dessa massa de investimentos, se Frankfurt não vai ao Brasil, o Brasil tem que ir a
Frankfurt. Para compensar a grande ociosidade das fábricas brasileiras, exportar é mais do que uma ordem - transformou-se em
"religião". A meca dos investimentos das montadoras, e não só das alemãs, agora é a China.

Renato Acciarto. Brasil perde para China preferência das montadoras. In: Gazeta Mercantil. 11/9/2003, p. A1 (com adaptações).

O texto acima expressa importantes processos em curso no mundo. Considerando esse texto, julgue os itens a seguir.

No desenvolvimento econômico contemporâneo, identificam-se formas de protecionismo e a formação de blocos econômicos regionais, como o MERCOSUL, o qual é relevante para a ampliação de mercados e melhora da competitividade do Brasil.

Em relação às mudanças climáticas, julgue C ou E.

Por iniciativa brasileira, os países amazônicos, no que se refere à agenda de mudanças climáticas, adotaram a mesma posição, qual seja a de defender a necessidade de conservação da cobertura vegetal como compensação pelo aumento das emissões de CO2 causado pela industrialização urbana nesses países.

Julgue (C ou E) os itens seguintes, considerando as posições
assumidas pelo Governo brasileiro em relação ao desarmamento
e à não-proliferação de armas.

A preocupação e o interesse com o desenvolvimento tecnológico autônomo levaram o Brasil a manter-se, entre os anos sessenta e oitenta do século XX, à parte dos principais regimes de não-proliferação e de controle de tecnologias sensíveis, posição esta revista a partir dos anos noventa do século XX, em razão de imperativos políticos e econômicos ditados pela necessidade, de parte do Brasil, de redefinir as bases de sua inserção internacional e de garantir acesso a insumos essenciais ao seu desenvolvimento econômico e científico-tecnológico.

Acerca do processo histórico que desencadeou a I Guerra Mundial, julgue (C ou E) os itens a seguir.

Na França, o governo do presidente Poincaré, acossado por reivindicações nacionalistas, encontrou na guerra uma alternativa para desviar as atenções dos problemas internos.

Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história dotrabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

A leitura atenta do texto permite concluir que a mineração do século XVIII, embora tenha estimulado o processo de interiorização da colônia, não foi capaz de promover o aparecimento de outras atividades econômicas e nem mesmo o de uma sociedade menos ruralizada do que a existente no Nordeste açucareiro.

Com relação às características do Estado brasileiro e à organização dos poderes, conforme disposto na CF, julgue (C ou E) os itens a seguir.

Dada a inexistência, no ordenamento jurídico nacional, do denominado direito de secessão, qualquer tentativa de um estado-membro de exercer esse direito constitui ofensa à integridade nacional, o que dá ensejo à decretação de intervenção federal.

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