“Seria conveniente observar que o ceticismo, como filosofia,
não é simplesmente dúvida, mas o que se pode chamar dúvida
dogmática. O homem de ciência diz: ‘Penso que isto é assim e
assim, mas não tenho certeza’. O homem de curiosidade
intelectual diz: ‘Não sei como é, mas espero descobrir’. O filósofo
cético diz: ‘Ninguém sabe, e ninguém poderá jamais saber’”.
RUSSEL, Bertrand. História da filosofia ocidental – livro primeiro. São
Paulo: Companhia Editora Nacional, 1957.
Diante da diferenciação apresentada por Russell, caracteriza-se
como um princípio cético:
✂️ A) o dualismo mente e corpo.
✂️ B) o imperativo categórico.
✂️ C) a suspensão do juízo.
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“A cultura – feita em série, industrialmente, para o grande
número – passa a ser vista não como instrumento de livre
expressão [...], mas como produto trocável por dinheiro e que
deve ser consumido como se consome qualquer outra coisa. E
produto feito de acordo com as normas gerais em vigor: produto
padronizado, como uma espécie de kit para montar, um tipo de
pré-confecção feito para atender necessidades e gostos médios
de um público que não tem tempo de questionar o que
consome”.
COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural . São Paulo: Brasiliense,
2001.
No excerto, a crítica à indústria cultural implica, para a dinâmica
do indivíduo em sociedade, a ocorrência de:
✂️ A) incentivo à criação coletiva pela recombinação de elementos
culturais.
✂️ B) intensificação da subjetividade pela variedade de produtos
culturais.
✂️ C) alienação estética com cultura que entretém sem
transformar.
✂️ D) ampliação do debate cultural por meio da mídia de massa.
✂️ E) preservação da crítica por meio de expressões indiretas.
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Pode-se provar a existência de Deus por cinco vias. À primeira
[...] parte do movimento. Nossos sentidos atestam, com toda a
certeza, que neste mundo algumas coisas se movem. Ora, tudo o
que se move é movido por outro. [...] Assim, se o que move é
também movido, o é necessariamente por outro, e este por outro
ainda. Ora, não se pode continuar até o infinito [...]. É então
necessário chegar a um primeiro motor, não movido por nenhum
outro, e este, todos entendem: é Deus.
TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica . Vol. 1. 9. ed. São Paulo: Edições
Loyola, 2009.
Na primeira via, Tomás de Aquino explica o movimento com base
em um princípio da filosofia clássica, qual seja:
✂️ A) o nous , inteligência cósmica introduzida por Anaxágoras para
ordenar o real.
✂️ B) o ser imóvel e uno de Parmênides, em que o movimento é
apenas ilusão sensível.
✂️ C) o apeiron , princípio indeterminado de Anaximandro como
fonte de tudo o que existe.
✂️ D) a harmonia numérica dos pitagóricos, entendida como
fundamento da ordem universal.
✂️ E) a causa eficiente, proposta por Aristóteles como origem da
mudança na realidade sensível.
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