Um sujeito surdo, vivendo em uma zona rural, isolado da comunidade surda e sem acesso à língua de sinais, à fala ou à escrita, organiza sua vida por meio da observação de padrões em sua rotina, como os dias de colher frutas, ir à igreja ou a chegada do caminhão de lixo. A partir dessas observações, ele cria sinais próprios para representar seu cotidiano, utilizando o "olhar" como principal ferramenta de interação com o mundo. Diante dessa situação, como forma de promover o desenvolvimento comunicacional e a inclusão desse sujeito no contexto educacional e cultural mais amplo, faz-se necessário