O manejo nutricional em oncologia deve ser
compreendido na confluência entre hipermetabolismo
tumoral, resistência anabólica, inflamação crônica e
impacto terapêutico das dietas. Autores como Fearon et
al. (2012) e Arends et al. (ESPEN, 2021) argumentam
que a intervenção dietética não pode ser interpretada
isoladamente de processos metabólicos adaptativos. À
luz dessas evidências, qual proposição expressa de
forma mais consistente a lógica da nutrição clínica em
pacientes oncológicos?