Ana, servidora pública no âmbito do estado de Goiás, em conluio
com João, requereu o pagamento de determinado benefício
estatutário ao qual sabidamente não tinha direito. Apesar da
injuridicidade, João o deferiu poucos dias depois, tendo se
iniciado, incontinente, o recebimento mensal do benefício por
Ana. Seis anos depois, os mecanismos de controle interno
detectaram o ilícito praticado.
À luz dessa narrativa, é correto afirmar que, nos termos da Lei
Estadual nº 13.800/2001,
✂️ A) apesar do tempo decorrido, a decisão pode ser anulada.
✂️ B) deve ser revogada a decisão que concedeu o benefício a Ana.
✂️ C) a decisão não pode ser modificada, pois a Administração
Pública decaiu da possibilidade de modificá-la.
✂️ D) como Ana recebe o benefício mensalmente, a cada mês se
reinicia o prazo prescricional de cinco anos para a anulação da
decisão.
✂️ E) como o benefício foi integrado à esfera jurídica de Ana,
operou-se o direito adquirido, logo, a decisão não pode ser
modificada.
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