Inês Barbosa de Oliveira afirma que pensar alternativas curriculares como uma...

Inês Barbosa de Oliveira afirma que pensar alternativas curriculares como uma possibilidade de contribuição para a emancipação social traz em si dois pressupostos. Um deles refere-se à definição de...


Inês Barbosa de Oliveira afirma que pensar alternativas curriculares como uma possibilidade de contribuição para a emancipação social traz em si dois pressupostos. Um deles refere-se à definição de currículo. Para a autora, adepta de uma visão pós-estruturalista, o currículo deve ser compreendido como criação:

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  • Matheus Fernandes
    Matheus Fernandes
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: c)

    Neste trecho, a autora Inês Barbosa de Oliveira defende que o currículo deve ser compreendido como uma criação cotidiana daqueles que fazem as escolas e como prática que envolve todos os saberes e processos interativos do trabalho pedagógico realizado por alunos e professores.

    Essa visão pós-estruturalista valoriza a construção do currículo de forma coletiva, considerando a participação ativa de todos os envolvidos no processo educativo, tanto alunos quanto professores. Dessa forma, o currículo não é algo estático e imposto de cima para baixo, mas sim uma construção dinâmica que reflete as interações e saberes presentes no ambiente escolar.
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