“É qualquer língua que os grupos humanos desenvolvem de uma forma não intencional como resultado da habilidade
linguística inata possuída pela inteligência humana, sendo primordialmente usada para comunicação. Difere-se das línguas
construtivas e formais, como as computacionais, as escritas, e as utilizadas para o estudo formal da lógica, especialmente a
lógica matemática. Em termos linguísticos, esta classificação aplica-se apenas às línguas que evoluíram espontaneamente,
como a língua nativa de um indivíduo (primeira língua) e a língua de sinais, como a Libras. Sua expressão consiste de unidades
menores (palavras/sinais) com significado, que, por sua vez, são compostas por unidades menores, as quais também podem
construir significados. Algumas das características dessa língua são: gramática e sintaxe com dependências não locais;
infinidade discreta; generatividade e criatividade; capacidade de expressar ideias e abstrações.” A descrição e os dados que
compõem o texto são relativos à língua
As línguas geralmente apresentam várias possibilidades de uso
em diferentes contextos. A Libras-Língua Brasileira de Sinais
apresenta propriedades das línguas humanas. Uma delas se
chama arbitrariedade, que consiste em sinais que não têm
relação direta entre a forma e o significado.
Observando as glosas de sinais, assinale a opção que se refere à
propriedade citada.
Na modalidade visuoespacial, em função da sua natureza linguística, a realização de um sinal pode ser
motivada pelas características do dado da realidade que representa. Porém, isso não é uma regra,
podendo os sinais também ser icônicos. São exemplos de sinais icônicos: