Uma organização exclusivamente religiosa sediada em Vitória (ES)
pretende requerer a imunidade dos IPTUs de imóveis de sua
propriedade que funcionam como seus templos no território do
mesmo município. Ao se dirigir ao setor da Secretaria Municipal de
Fazenda responsável pelo IPTU, foi-lhe informado que, ademais da
documentação comprobatória da propriedade e uso dos imóveis,
a organização religiosa deveria apresentar.
I. comprovante de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa
Jurídica – CNPJ.
II. cópia autenticada do instrumento de constituição atualizado.
III. cópia do Balanço Geral da matriz e Demonstração da Conta de
Resultados.
IV. declaração da Receita Federal do Brasil, da agência do Banco
Central do Brasil ou de órgão competente da Administração
Federal, certificando a ausência de remessa de recursos para o
exterior.
À luz do texto da Lei Municipal nº 7.888/2010 (Lei do processo
administrativo-tributário), o Fisco poderia exigir de tal organização
religiosa os documentos previstos em
Matheus, integrante da Guarda Municipal de Vitória, descobriu,
por intermédio de amigos de profissão, que a legislação que versa
sobre o regulamento disciplinar da instituição classifica o
comportamento dos servidores em excelente, bom, insuficiente e
mau. Desta forma, o referido agente público resolveu estudar a
norma legal, para entender qual é o critério classificatório
empregado.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei Municipal nº 6.035/2003 (Institui o Regulamento Disciplinar dos Servidores do
Quadro de Pessoal da Guarda Civil Municipal de Vitória), é correto
afirmar que o comportamento do servidor da Guarda Civil
Municipal de Vitória será considerado
A Lei nº 13.022/2014, ao consagrar o Estatuto Geral das Guardas
Municipais, estabelece que incumbe às guardas municipais,
instituições de caráter civil, uniformizadas e armadas conforme
previsto em lei, a função de proteção municipal preventiva,
ressalvadas as competências da União, dos Estados e do Distrito
Federal.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei nº 13.022/2014
(Estatuto Geral das Guardas Municipais), é incorreto afirmar que
José, de 63 anos, possui renda familiar mensal de 4 salários
mínimos, sendo proprietário de único imóvel urbano, situado no
Município de Vitória (ES), embora viva em outro imóvel do qual é
locatário. Pretende requerer ao Fisco Municipal a redução de 75%
sobre o valor do IPTU e da Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos
(TCRS) e está disposto a pagar ambos os tributos, relativos a todo
o exercício, em até três parcelas, na forma e prazos dispostos em
Regulamento.
À luz do texto da Lei Municipal nº 4.476/1997, assinale a
alternativa correta.
A Lei do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISS) do
Município de Vitória – ES (Lei Municipal nº 6.075/2003) prevê a
possibilidade do lançamento do ISS, por determinação da
autoridade competente, a partir de uma base de cálculo estimada. Acerca dessa modalidade de lançamento por estimativa e à luz do
texto da referida lei, assinale a alternativa correta.
A Lei Municipal nº 9.851/2022 (Institui o Plano de Cargo, Carreira
e Subsídio da Guarda Civil Municipal de Vitória) prevê que a
progressão horizontal por merecimento será oportunizada
anualmente para todos os servidores em exercício que
preencherem os requisitos previstos, com interstício mínimo de
quatro anos, entre cada progressão por merecimento. Demais
disso, a legislação estabelece que a referida progressão somente
se dará de acordo com a previsão orçamentária de cada ano, com
a observância das limitações legais.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei Municipal nº 9.851/2022 (Institui o Plano de Cargo, Carreira e Subsídio da
Guarda Civil Municipal de Vitória), é correto afirmar que, em caso
de empate, será contemplado, para fins de progressão horizontal
por merecimento, o servidor que, sucessivamente
João, agente público no âmbito do Município de Vitória,
desobedeceu a ordem legal emanada do seu superior hierárquico,
dando ensejo à deflagração de uma investigação, na esfera
administrativa, para apurar a conduta perpetrada.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei Municipal nº 2.994/1982 (Institui o Regime Jurídico dos Funcionários Públicos
de Vitória – Estatuto dos Funcionários Públicos), é correto afirmar
que a desobediência às ordens superiores, válidas, constitui
infração disciplinar punida com
Julia e Maria são servidoras estáveis do Município de Vitória que
praticaram infrações funcionais no exercício de suas atribuições.
Julia aliciou subordinados com objetivos de natureza políticopartidária, enquanto Maria deixou de comunicar ao chefe
imediato entrada no Poder Judiciário de ação contra a
Administração Municipal.
Diante dessa situação hipotética, à luz do disposto no Estatuto dos
Servidores Públicos do Município de Vitória (Lei nº 2.994/1982) é
correto afirmar que, após o devido processo, será aplicável às
aludidas servidoras, respectivamente, as penalidades de