Paciente de 68 anos, tabagista e hipertenso, é levado por
familiares ao serviço de emergência. Informam que ele
apresentou quadro de cefaleia e confusão mental súbitos,
seguido de perda de consciência. No momento do atendimento,
apresentava pressão arterial = 220 x 120 mmHg, abertura ocular
e postura em decorticação e emitia sons incompreensíveis ao
estímulo doloroso. Apresentava também pupilas anisocóricas e
midríase paralítica à direita.
A pontuação da escala de coma de Glasgow do paciente nesse
momento é:
No refeitório do Tribunal de Contas o caminhar de um indivíduo
chama de imediato a sua atenção. Trata-se de um senhor que
caminha como um bloco, enrijecido, sem o movimento próprio
dos braços. Os passos são pequeninos e rápidos; a cabeça
permanece inclinada para a frente. Você tem a impressão de que
o homem vai tombar para a frente.
Em relação ao caso apresentado, assinale a opção que indica a
condição associa-se a esta marcha.
Pacientes submetidos à posição prona em UTI no caso de
Síndromes do Desconforto Respiratório do Adulto moderadas a
graves (relação PaO2/FiO2 < 150) apresentam menor mortalidade
que os pacientes mantidos em posição supina.
Assinale a opção que indica o parâmetro que, após a prona,
avaliado individualmente em cada paciente, indica menor
letalidade com essa conduta.
Sobre as condutas que reduzem a mortalidade nos paciente com
Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto (SDRA), analise
as afirmativas a seguir.
I. Ventilação mecânica protetora, com volumes correntes de
até 6mL/kg e pressão de plateau até 30cmH2O, para os
pacientes com esse diagnóstico e que são intubados.
II. Óxido nítrico inalatório para os pacientes com SDRA grave,
com relação PaO2/FiO2 < 100.
III. Recrutamento alveolar para os pacientes com SDRA grave,
com relação PaO2/FiO2 < 100.
Está correto o que se afirma em
Uma mulher de 56 anos, com história prévia de DPOC, deu
entrada na emergência com febre, dispneia progressiva e tosse
produtiva. Fazia uso regular de broncodilatadores,
aproximadamente 4 vezes ao dia. Na última semana, ela refere
piora da tolerância ao exercício, evoluindo para dispneia em
repouso apesar do uso frequente da medicação. No exame físico,
ela apresentava-se taquipneica, mas alerta e responsiva. A
temperatura axilar era 38C, FC=110 bpm, f- 28 ipm, pressão
arterial 110 x 70mmHg. Havia uso de musculatura acessória,
porém a paciente conseguia completar pequenas sentenças. A
ausculta respiratória mostrava diminuição do murmúrio vesicular
bilateralmente e um padrão de respiração com expiração
prolongada era percebida. A radiografia de tórax revelava
hiperinsuflação. Gasometria arterial com O2 a 2L/min por catéter
nasal: pH = 7.30, pO2 = 58 mmHg, pCO2 = 60 mmHg, HCO3- 21
mmHg e SatO2= 88%.
Além de monitorização intensiva na UTI, a conduta mais
apropriada para a paciente nesse momento é: