Questões de Concursos

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Uma professora encaminha criança de 6 anos, cursando o primeiro ano do Ensino Fundamental, ao serviço de saúde devido a dificuldade de aprendizado e hiperatividade.
Nessa situação, o médico deve:
Uma menina de nove anos com tosse, coriza e febre consulta-se na unidade de saúde. O exame físico mostra 38 °C de temperatura axilar, taquicardia e sopro cardíaco, sem demais particularidades. A mãe traz um hemograma realizado há 2 semanas, que aponta hemoglobina de 11g/dl. Você deve, então, diferenciar um sopro inocente de um patológico.
No que se refere a essa diferenciação, é correto afirmar que:
Para um transporte inter hospitalar de pacientes neonatais de forma segura, o Ministério da Saúde indica a realização do índice de risco para o paciente (Trip) no início e ao final do transporte.
Esse escore é composto pelos seguintes parâmetros:
Um médico, residente da pediatria, atendeu uma criança que evoluiu para parada cardiorrespiratória. Ele realizou, sob supervisão, manobras de reanimação, sem sucesso. Não fez anotações da evolução e tratamento no prontuário.
A conduta do residente deve ser considerada:
Menino de 5 anos, foi trazido à emergência após um acidente doméstico com água quente, resultando em queimaduras em sua face e membros superiores. Ele está agitado, choroso e com sialorréia. Como pediatra, você precisa tomar decisões rápidas para iniciar o manejo adequado das queimaduras.
Nesse contexto, de acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a prioridade inicial no manejo do paciente é
Uma criança de 7 anos, há 3 dias, começou com tosse, coriza e dor na região da face. A temperatura axilar é de 37,9 °C. Todo o restante do exame físico não mostra particularidades, e a saturação periférica de oxigênio (SaO2) = 98%.
As evidências atuais orientam a prescrição de:
Quanto à introdução alimentar, a Sociedade Brasileira de Pediatria preconiza
João, um menino de 7 anos, é levado à consulta pelos pais devido a episódios recorrentes de manchas de fezes na roupa íntima, que ocorrem tanto durante o dia quanto à noite, há aproximadamente três meses. Segundo os pais, apesar de estar completamente treinado para o uso do banheiro, João apresenta dificuldade para evacuar, principalmente porque reclama de dor durante os movimentos intestinais. Há um histórico de constipação crônica, caracterizada por fezes duras e de diâmetro aumentado, o que tem levado o menino a reter o desejo de defecar para evitar o desconforto. No exame físico, durante a palpação abdominal, identifica-se massa bem delimitada no quadrante inferior, associada a sensibilidade aumentada na região periumbilical, sugerindo acúmulo de fezes impactadas. O exame digital do reto confirma a presença de fezes endurecidas com preservação do tônus do esfíncter anal, sem sinais de anormalidades estruturais. O exame neurológico está normal. Com base na história e nos achados do exame físico, o diagnóstico mais provável é:

Uma criança de 2 anos, portadora de síndrome de Down, sem queixas, compareceu à consulta de rotina.

De acordo com o protocolo de acompanhamento dos portadores de síndrome de Down, o médico deve:

Em relação ao teste do coraçãozinho é correto afirmar que
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o aleitamento materno seja a única fonte alimentar dos bebês até seis meses de vida, e que, após a introdução alimentar, o aleitamento possa perdurar até dois anos de idade. Esse fato é recomendado porque o leite produzido pelas glândulas mamárias dos mamíferos possui funções nutritivas e imunológicas.

Dessa forma, a substituição do leite materno, antes dos seis meses, prejudicaria o sistema imunológico
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