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Paciente de 48 anos, sem comorbidades e com exame clínico das mamas sem anormalidades, realiza mamografia para rastreio. Na mamografia é encontrada uma grande área de distorção arquitetural. O laudo conclui com a classificação BIRADS 4.

Dentre as condutas abaixo, a mais adequada para esse caso é:

Uma mulher cisgênero de 58 anos apresentou quadro de carcinoma de mama direita localmente avançado. Após tratamento neoadjuvante, foi submetida a mastectomia radical modificada a Madden à direita. Ao estudo histopatológico da peça cirúrgica, verificaram-se: carcinoma residual de 2 cm em quadrante superolateral de mama direita e 4 linfonodos positivos de 25 ressecados. Três meses depois, em consulta de retorno, o mastologista percebe, ao exame físico, que a escápula à direita se encontrava mais longe da linha média em relação à escápula esquerda, em especial quando o membro superior direito era elevado para frente.
Frente ao quadro clínico acima exposto e histórico cirúrgico da paciente, houve lesão do seguinte nervo:
Paciente feminina, 58 anos de idade, apresentou nódulo no quadrante superior externo de mama esquerda. Na avaliação morfológica, o patologista conseguiu definir que se tratava de um tumor filoides maligno.
Assinale a opção que mostra o que é observado nesses tumores malignos.
A ginecomastia costumar estar associada a:
Em relação à ultrassonografia mamária em mulheres pode-se afirmar que
Uma mulher de 53 anos, ao realizar mamografia de rotina, apresenta um conjunto de microcalcificações pleomórficas agrupadas no quadrante superior externo da mama direita, medindo 1,5 cm (BI-RADS 4). Não há outras lesões ou alterações na mamografia. Ao exame físico, verificam-se mamas de médio volume, sem alterações à inspeção, parênquima mamário homogêneo sem nódulos palpáveis, axilas livres e descarga ductal ausente. Em seu histórico familiar, sua mãe e tia materna tiveram diagnóstico de câncer de mama aos 61 anos e 58 anos, respectivamente. É, então, realizada a mamotomia da lesão com a colocação de clipe metálico. O diagnóstico histopatológico identifica hiperplasia ductal atípica, com presença de focos de necrose celular, mas com margens livres na peça.
A melhor conduta a ser traçada nesse caso é:

Paciente do sexo feminino, 60 anos de idade, com histórico de reposição hormonal desde a menopausa manifestada aos 50 anos, procurou serviço ambulatorial de ginecologia com queixa de inchaço doloroso em toda a mama esquerda, há cerca de 15 dias. O exame físico confirmou o aumento volumétrico da mama E, dolorosa à palpação, mas sem inversão do mamilo, sem nodulação palpável à compressão da mama, e ausência de secreção serosa ou sanguinolenta pelo mamilo à expressão. Tecido cutâneo mamário sem pregueamento visível. Mamografia digital realizada no pós atendimento imediato revelou pequeno nódulo denso, com cerca de um centímetro, no quadrante superior externo esquerdo, de contornos espiculados e mal delineados.


A hipótese diagnóstica mais provável é que se trate de

Mulher, 60 anos, branca, vai consultá-lo após ter observado aumento do volume do pescoço. Ao examiná-la você verifica um linfonodo cervical direito fixo, indolor, com diâmetro em torno de 3cm. Exames da cabeça e pescoço sem anormalidades. A possível origem da neoplasia primária seria:
Uma paciente cisgênero de 62 anos procura assistência com queixa de nódulo de mama esquerda palpado durante o banho há 20 dias e vermelhidão na mama esquerda.
Ao exame físico: mamas médias, hiperemia e edema de pele de mama esquerda (pele em casca de laranja) ocupando três dos quatro quadrantes da mama esquerda; nódulo palpável em quadrante superolateral de mama esquerda, pétreo, aderido a planos superficiais e profundos de 5 cm; linfonodos axilares à direita não palpáveis. Na axila esquerda, palpavam-se dois linfonodos firmes, endurecidos, tendendo à fusão. Fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodomegalias. Uma mamografia realizada 2 dias antes da consulta apresentava, em mama esquerda, nódulo mal delimitado de 5 cm, em quadrante superolateral de mama esquerda, além de edema difuso de pele de mama esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A ultrassonografia de mamas e axilas realizada 1 dia antes da consulta evidencia nódulo irregular, com margens espiculadas, heterogêneo, em quadrante superolateral de mama esquerda, de 4,5 cm, e dois linfonodos globosos com perda de hilo em axila esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A biópsia da nodulação da mama esquerda com agulha grossa (com inserção de clip de titânio) foi positiva para malignidade: carcinoma invasivo da mama tipo não especial, grau histológico 3. A biópsia por agulha grossa de um linfonodo axilar foi positiva para metástase de carcinoma mamário. A imunohistoquímica evidenciou:

• receptores de estrogênio: negativo; • receptores de progesterona: negativo; • HER2/Neu: negativo; • Ki-67: 75%.

A paciente foi então encaminhada para tratamento clínico medicamentoso (oncológico) neoadjuvante. Ao final da neoadjuvância, houve resposta clínica e radiológica completas (mamografia e ultrassonografia de mamas e axilas).

Após a neoadjuvância em mama e axila esquerdas, a conduta cirúrgica frente ao caso deve ser:
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