Questões de Concursos

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Em relação à detecção precoce do câncer, julgue o próximo item, conforme o posicionamento do Instituto Nacional de Câncer.

Recomenda-se rastreamento mamográfico a cada dois anos em mulheres de 50 a 69 anos de idade.

Sobre a biópsia do linfonodo sentinela na gestação, assinale a conduta aceita e segura:

Paciente do sexo feminino, de 43 anos de idade, tem o diagnóstico de carcinoma ductal in situ na mama direita realizado a partir de material obtido por mamotomia. É realizada cirurgia, quadrantectomia, com pesquisa de linfonodo sentinela, sem intercorrências. O exame anatomopatológico da peça revela, além do carcinoma ductal in situ, a presença de carcinoma invasor de tipo não especial de mama direita, de 1,2 cm, com margens livres, tanto do componente invasor quanto do componente in situ. Linfonodo sentinela negativo. Imuno-histoquímica da área com carcinoma invasor: receptor de estrogênio negativo, receptor de progesterona negativo, HER2 escore zero.

Nesse caso, a conduta indicada é

Para orientar terapias neoadjuvantes/adjuvantes no câncer de mama operável, os fatores prognósticos e preditivos essenciais incluem:
Paciente de 60 anos de idade, sexo feminino, sem comorbidades, há duas semanas realizou cirurgia para câncer de mama: quadrantectomia com pesquisa de linfonodo sentinela. Anátomo patológico: carcinoma invasor tipo não especial de mama direita de 1,1 cm, G1H, G1N, receptor de estrogênio positivo 90%, receptor de progesterona positivo 90%, HER2 escore zero, KI67 positivo 10%. Ausência de invasão angiolinfática ou perineural, margens livres. Linfonodo sentinela negativo (0/2). Ausência de metástases a distância em exames de imagem.

Nesse caso, a conduta indicada é
Em paciente clinicamente N0 candidata à quimioterapia neoadjuvante, a estratégia axilar que pode evitar esvaziamento de rotina quando negativa é:
Sobre micrometástases axilares no câncer de mama, a afirmação correta é:
Assinale a alternativa correta sobre o uso da ressonância magnética no rastreamento de mulheres com alto risco para câncer de mama:
Na avaliação pós-tratamento conservador da mama, o método de imagem com alta sensibilidade para distinguir recidiva de fibrose e a faixa temporal típica de recidiva local:
Em carcinoma ductal in situ (CDIS) candidato à mastectomia, a conduta quanto ao linfonodo sentinela é:
Uma mulher de 53 anos, ao realizar mamografia de rotina, apresenta um conjunto de microcalcificações pleomórficas agrupadas no quadrante superior externo da mama direita, medindo 1,5 cm (BI-RADS 4). Não há outras lesões ou alterações na mamografia. Ao exame físico, verificam-se mamas de médio volume, sem alterações à inspeção, parênquima mamário homogêneo sem nódulos palpáveis, axilas livres e descarga ductal ausente. Em seu histórico familiar, sua mãe e tia materna tiveram diagnóstico de câncer de mama aos 61 anos e 58 anos, respectivamente. É, então, realizada a mamotomia da lesão com a colocação de clipe metálico. O diagnóstico histopatológico identifica hiperplasia ductal atípica, com presença de focos de necrose celular, mas com margens livres na peça.
A melhor conduta a ser traçada nesse caso é:

Paciente do sexo feminino, 60 anos de idade, com histórico de reposição hormonal desde a menopausa manifestada aos 50 anos, procurou serviço ambulatorial de ginecologia com queixa de inchaço doloroso em toda a mama esquerda, há cerca de 15 dias. O exame físico confirmou o aumento volumétrico da mama E, dolorosa à palpação, mas sem inversão do mamilo, sem nodulação palpável à compressão da mama, e ausência de secreção serosa ou sanguinolenta pelo mamilo à expressão. Tecido cutâneo mamário sem pregueamento visível. Mamografia digital realizada no pós atendimento imediato revelou pequeno nódulo denso, com cerca de um centímetro, no quadrante superior externo esquerdo, de contornos espiculados e mal delineados.


A hipótese diagnóstica mais provável é que se trate de

Mulher, 60 anos, branca, vai consultá-lo após ter observado aumento do volume do pescoço. Ao examiná-la você verifica um linfonodo cervical direito fixo, indolor, com diâmetro em torno de 3cm. Exames da cabeça e pescoço sem anormalidades. A possível origem da neoplasia primária seria:
Uma paciente cisgênero de 62 anos procura assistência com queixa de nódulo de mama esquerda palpado durante o banho há 20 dias e vermelhidão na mama esquerda.
Ao exame físico: mamas médias, hiperemia e edema de pele de mama esquerda (pele em casca de laranja) ocupando três dos quatro quadrantes da mama esquerda; nódulo palpável em quadrante superolateral de mama esquerda, pétreo, aderido a planos superficiais e profundos de 5 cm; linfonodos axilares à direita não palpáveis. Na axila esquerda, palpavam-se dois linfonodos firmes, endurecidos, tendendo à fusão. Fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodomegalias. Uma mamografia realizada 2 dias antes da consulta apresentava, em mama esquerda, nódulo mal delimitado de 5 cm, em quadrante superolateral de mama esquerda, além de edema difuso de pele de mama esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A ultrassonografia de mamas e axilas realizada 1 dia antes da consulta evidencia nódulo irregular, com margens espiculadas, heterogêneo, em quadrante superolateral de mama esquerda, de 4,5 cm, e dois linfonodos globosos com perda de hilo em axila esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A biópsia da nodulação da mama esquerda com agulha grossa (com inserção de clip de titânio) foi positiva para malignidade: carcinoma invasivo da mama tipo não especial, grau histológico 3. A biópsia por agulha grossa de um linfonodo axilar foi positiva para metástase de carcinoma mamário. A imunohistoquímica evidenciou:

• receptores de estrogênio: negativo; • receptores de progesterona: negativo; • HER2/Neu: negativo; • Ki-67: 75%.

A paciente foi então encaminhada para tratamento clínico medicamentoso (oncológico) neoadjuvante. Ao final da neoadjuvância, houve resposta clínica e radiológica completas (mamografia e ultrassonografia de mamas e axilas).

Após a neoadjuvância em mama e axila esquerdas, a conduta cirúrgica frente ao caso deve ser:
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