Questões de Concursos
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Nada por aqui
Texto para responder às questões de 01 a 04.
Pequenas ações mudam o mundo
Com atos simples, adotados no dia a dia, todos podem contribuir para evitar o desperdício, tirando proveito do meio ambiente de forma sustentável. Há uma semana, pessoas do mundo inteiro apagaram suas luzes voluntariamente na Hora do Planeta, um evento que contou com a participação de 125 países. Medidas como esta, de economizar energia elétrica, além de conscientizar a população sobre as questões ambientais, contribuem para a preservação do meio ambiente. Adotar práticas sustentáveis tais como dar preferência a produtos ecologicamente corretos, reciclar, evitar desperdícios, não jogar lixo nas ruas e plantar mais árvores são outras medidas sugeridas pelo professor de Direito Ambiental, membro da comissão de Meio Ambiente da OAB, o advogado e biólogo Victo Sarmento. Mais do que diminuir a conta no final do mês, economizar energia elétrica reduz o consumo de água nas usinas hidrelétricas. "Demorar menos no banho, desligar o chuveiro na hora que estiver se ensaboando, verificar se as torneiras estão bem fechadas e não lavar calçadas também são procedimentos importantes", lembrou. [...] Outra medida bastante simples é economizar e reciclar papel. Algumas empresas imprimem documentos que serão utilizados de forma temporária. Recomenda-se que todos utilizem os dois lados do papel, fazendo borrões desses documentos. Com os alimentos não é diferente. É possível reduzir a produção de lixo. "A comida que se transformaria em lixo pode ser direcionada para outras pessoas", disse. "Cascas de frutas podem funcionar como adubo para jardins, pomares e plantas ornamentais".
(Isabela Santos. Disponível em: http://www.nominuto.com. Adaptado.)
Quanto à acentuação gráfica das palavras, identifique o grupo em que a justificativa é a mesma para todos os vocábulos.
Texto para responder às questões de 01 a 07.
E se o Brasil ainda fosse uma monarquia?
Dom Luiz de Orleans e Bragança estrelaria os desfiles de Sete de Setembro, data que teria muito mais pompa, já que não haveria o Quinze de Novembro para rivalizar como dia mais importante da nação. E, sem a Proclamação da República em 1889, o governo Getúlio, a ditadura militar e a redemocratização do País, as seis constituições que tivemos em cem anos não existiriam ou seriam diferentes. Nosso rei de hoje, então, seguraria as rédeas do governo com o Poder Moderador, herança da Constituição de 1824 que o coloca acima dos três poderes. "Se um partido fosse contra o que o rei queria, ele colocava a oposição no lugar", diz Eduardo Afonso, professor de história da Unesp. A capital seria Brasília do mesmo jeito, por se tratar de um plano da monarquia. Em 1823, o patriarca da independência, José Bonifácio de Andrada e Silva, apresentou o projeto de levar a capital ao Centro-Oeste, distante de ataques de corsários no litoral. E seria nessa região que o governo teria seu maior apoio. Os produtores de soja e outros grãos seriam a base da política imperial, assim como os cafeicultores foram no século 19. "O império nunca formulou uma política econômica, só seguiu o projeto de uma colônia que sobrevive de seu reservatório", explica Estevão Martins, professor de história da UnB. Assim, agricultura, mineração e petróleo seriam ainda mais importantes para a economia do que são hoje. Nos anos 60, para combater a "ameaça comunista" dos movimentos da época, o imperador D. Pedro Henrique diminuiria o poder do Parlamento. Nessa ditadura, a MPB faria barulho com letras cheias de metáforas contra o império, driblando a censura. Essa não seria a única ameaça, já que houve um racha na linhagem real em 1908, quando D. Pedro de Alcântara renunciou ao direito dinástico ao se casar com uma reles condessa (e não uma princesa), passando a coroa ao irmão Luis Maria. A situação não ficou tensa porque, bem, já não havia um trono a disputar. Mas, se ainda fôssemos um reino, as relações familiares ficariam ruins. Os descendentes de D. Luis Maria, do chamado ramo de Vassouras, teriam de lidar com a oposição dos primos do ramo de Petrópolis. Isso ficaria claro em 2013. Durante as manifestações de junho, D. Luiz (neto de Luis Maria) recomendou a seus seguidores que não fossem às ruas, temendo "envolvimento em atos de anarquismo". Se fosse rei, a declaração o deixaria no alvo dos protestos. E o nome do liberal D. João, do ramo de Petrópolis, ganharia força. Empresário, fotógrafo e surfista, ele defende as monarquias parlamentaristas e representaria um sopro de mudança – pelo menos até que a república fosse declarada.
(Nathan Fernandes. Disponível em: http://super.abril.com.br/historia/se-brasil-ainda...5.shtml.)
As frases das seguintes alternativas foram extraídas do texto e alteradas. Assinale aquela que apresenta problema no que tange à regência e/ou uso do acento indicador de crase.
Em uma prova com 150 questões, um candidato, ao conferir o gabarito oficial, percebeu a seguinte situação entre as questões que errou e acertou:
• errou a 1ª questão e acertou as duas próximas;
• errou a 4ª questão e acertou as três próximas;
• errou a 8ª questão e acertou as quatro próximas;
• errou a 13ª questão e acertou as cinco próximas;
• errou ... e, assim, sucessivamente.
Dessa forma, o número de questões que esse candidato acertou na prova é
Para estudar 3 páginas de uma apostila, uma pessoa gasta 15 minutos. Quanto tempo essa mesma pessoa gastará para estudar um capítulo de 17 páginas?
Sabe-se que 10 mL da solução inicial com concentração igual a 2 mol/L foi transferida para um balão volumétrico de 50 mL e o volume foi completado com água destilada. Qual a concentração final da solução de HCL?