Questões de Concursos

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Quando uma pessoa descobre que possui uma doença que ameaça sua vida ou uma doença crônica que exerça impacto negativo em qualquer uma de suas dimensões, ela necessita da coadjuvância de diferentes áreas do conhecimento, que possam dar o suporte adequado para mantê-la dentro de uma linha de cuidados que garanta a atenção integral, com dignidade e facilidade de acesso aos recursos médicos e humanitários indispensáveis para sua reabilitação e conforto, com seus sintomas que causam sofrimento devidamente paliados (controlados e/ou amenizados). Considerando os Cuidados Paliativos (CPs), marque V para as afirmativas verdadeiras F para as falsas.

( ) A OMS define CPs como sendo a assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento da dor e demais sintomas físicos, psicossociais e espirituais.

( ) O St. Christopher’s Hospice foi uma instituição voltada, exclusivamente, para os cuidados de pacientes em fim de vida. Na história, representa uma vanguardista incubadora dos conceitos técnicos, filosóficos e metodológicos da aplicação dos CPs hoje conhecidos e praticados na clínica diária.

( ) Para uma adequada prática dos CPs, devem ser considerados alguns princípios, delineados nos anos 1980, quando diversas sociedades médicas se reuniram com a Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations(JCAHO) e definiram dez princípios fundamentais.

A sequência está correta em
Resposta global à varíola dos macacos caminha para repetir desigualdade da Covid-19


Sem que tenhamos ainda superado o impacto da Covid-19, enfrentamos agora uma nova emergência de saúde pública, a varíola dos macacos. Ao lado dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de mortes (11) e ocupa a segunda posição em número de casos, de acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Um fato cada vez mais evidente é que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos.
Nos últimos anos, surtos de varíola dos macacos já afetavam países da África, sendo República Democrática do Congo e Nigéria os mais impactados. Felizmente, há como preveni-la. É provável que vacinas já existentes para a varíola comum gerem uma proteção cruzada para outros vírus da mesma família. Portanto, há indícios de que podem ser eficazes para a varíola dos macacos, e testes de efetividade estão sendo realizados.
No entanto, essa era uma doença negligenciada, com deficiências na capacidade de resposta nos países onde é endêmica. Ao chegar a quase 100 países não endêmicos, ela ganhou destaque, mas os locais mais afetados seguem excluídos. Isso porque a vacina hoje considerada mais eficaz, a Jynneos, tem estoques muito baixos e preço muito alto. Para complicar, toda produção é controlada por uma única empresa.
Apesar de a empresa, a Bavarian Nordic, ser dinamarquesa, mais de 7 milhões das 10 milhões de doses fabricadas até agora pertencem aos EUA, que financiaram seu desenvolvimento. O resto foi comprado por Canadá, Austrália, Israel e países europeus. Novos lotes estão sendo produzidos, mas em quantidades limitadas.
A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) anunciou em setembro acordo para comprar 130 mil doses para 12 países da América Latina, incluindo o Brasil, que contratou 50 mil. No entanto, só 9.800 chegaram até o momento. O acesso a medicamentos também é um desafio. Das 11 mortes ocorridas no Brasil, ao menos 6 foram de pessoas com HIV/Aids, o que revela a necessidade de uma diretriz específica de tratamento rápido para casos graves nesta população. Um entrave é que o antiviral Tecovirimat, melhor opção até o momento, tem estoques reduzidos e a maior parte está de posse dos EUA.
Países africanos ainda não receberam nenhuma vacina, e há muita incerteza sobre quando isso irá acontecer. A empresa declarou capacidade produtiva entre 30 e 40 milhões de doses anuais, na melhor das hipóteses, e tem dúvidas se consegue responder à demanda.
Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da Bavarian Nordic já disse que o preço será igual para todos.
Como se não bastassem exemplos de outras pandemias, essa é mais uma demonstração do que ocorre quando uma tecnologia essencial de saúde é patenteada e colocada em situação de monopólio. Desigualdades são reforçadas, vacinas, diagnósticos e medicamentos se tornam bens de luxo e uma crise torna-se oportunidade de lucro.
Mas há saídas. Cada vez mais as tecnologias de saúde são desenvolvidas com investimentos públicos. O conhecimento gerado dessa forma não pode ser controlado de forma exclusiva por uma empresa. Deve ser aberto, permitindo diversas fontes de produção.
Além disso, investimentos planejados nas estratégias globais de resposta a pandemias precisam contemplar produtores em todas as regiões. Essa diversidade é fundamental para obter equidade no acesso a tecnologias. Regras mais efetivas de transparência para investimentos em pesquisa, formulação de preços e contratos de compra e distribuição também têm papel-chave.
Não é absurdo conceber um mundo onde nenhum país fica para trás em uma crise de saúde, onde vacinas e outras tecnologias de saúde são tratadas como bens comuns e decisões sobre como enfrentar uma pandemia são guiadas pela solidariedade, transparência e ética. Absurdo é seguir aceitando como inevitáveis as crises de acesso a medicamentos, diagnósticos e vacinas.

(Felipe de Carvalho. Em: 16/11/2022. Disponível em: https://www.msf.org.br/noticias/resposta-global-a-variola-dos-macacos-caminha-pararepetir-desigualdade-da-covid-19/.)
Um fato cada vez mais evidente é que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos.” (1º§) Em relação à concordância estabelecida no segmento destacado anteriormente, pode-se afirmar que
No Brasil, a região Amazônica é considerada área endêmica para malária no país. Dados do Ministério da Saúde (MS) apontam que em 2021 foram registrados 139.112 casos autóctones, representando uma redução de quase 3% em relação ao ano de 2020. Considerando tal doença infecciosa, analise as afirmativas a seguir.

I. Sabe-se que 99% dos casos autóctones da doença são registrados nesta região.
II. Apesar de infecciosa, não é uma doença de notificação compulsória.
III. A espécie predominante na região amazônica é a Plasmodium vivax.
IV. O uso de Mosquiteiros Impregnados com Inseticida de Longa Duração (MILD) é a única estratégia de controle químico que pode ser utilizada em áreas endêmicas.

Está correto o que se afirma apenas em
O Choosing Wisely (escolhendo com sabedoria) é uma iniciativa liderada por profissionais de saúde em todo o mundo que visa promover o diálogo entre médicos e pacientes sobre intervenções de saúde de baixo valor, evitando exames, tratamentos e procedimentos médicos desnecessários. Considerando a grande prevalência das doenças tireoidianas, e que as intervenções de baixo valor para tais doenças são frequentes na prática clínica, foi desenvolvida uma lista de recomendações ao abordar pacientes com doenças da tireoide. De acordo com as orientações do Choosing Wisely Brasil, endossadas pelo Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, recomenda-se:
A falta que ela me faz


Como bom patrão, resolvi, num momento de insensatez, dar um mês de férias à empregada. No princípio achei até bom ficar completamente sozinho dentro de casa o dia inteiro. Podia andar para lá e para cá sem encontrar ninguém varrendo o chão ou espanando os móveis, sair do banheiro apenas de chinelos, trocar de roupa com a porta aberta, falar sozinho sem passar por maluco.
Na cozinha, enquanto houvesse xícara limpa e não faltassem os ingredientes necessários, preparava eu mesmo o meu café. Aprendi a apanhar o pão que o padeiro deixava na área – tendo o cuidado de me vestir antes, não fosse a porta se fechar comigo do lado de fora, como na história do homem nu. Esticar a roupa da cama não era tarefa assim tão complicada: além do mais, não precisava também ficar uma perfeição, já que à noite voltaria a desarrumá-la. Fazia as refeições na rua, às vezes filava o jantar de algum amigo e, assim, ia me aguentando, enquanto a empregada não voltasse.
Aos poucos, porém, passei a desejar ardentemente essa volta. O apartamento, ao fim de alguns dias, ganhava um aspecto lúgubre de navio abandonado. A geladeira começou a fazer gelo por todos os lados – só não tinha água gelada, pois não me lembrara de encher as garrafas. E agora, ao tentar fazê-lo, verificava que não havia mais água dentro da talha. Não podia abrir a torneira do filtro, já que não estaria em casa na hora de fechá-la, e com isso acabaria inundando a cozinha. A um canto do quarto um monte de roupas crescia assustadoramente. A roupa suja lava-se em casa – bem, mas como? Não sabia sequer o nome da lavanderia onde, pela mão da empregada, tinham ido parar meus ternos, provavelmente para sempre.
E como batiam na porta! O movimento dela lá na cozinha, eu descobria agora, era muito maior do que o meu cá na frente: vendedores de muamba, passadores de rifa, cobradores de prestação, outras empregadas perguntando por ela. Um dia surgiu um indivíduo trazendo uma fotografia dela que, segundo me informou, merecera um “tratamento artístico”: fora colorida à mão e colocada num desses medalhões de latão que se veem no cemitério.
– Falta pagar a última prestação – disse o homem.
Paguei o que faltava, que remédio? Sem ao menos ficar sabendo o quanto o pobre já havia pago. E por pouco não entronizei o retrato na cabeceira de minha cama, como lembrança daquela sem a qual eu simplesmente não sabia viver.
Verdadeiro agravo para a minha solidão era a fina camada de poeira que cobria tudo: não podia mais nem retirar um livro da estante sem dar logo dois espirros. Os jornais continuavam chegando e já havia jornal velho para todo lado, sem que eu soubesse como pôr a funcionar o mecanismo que os fazia desaparecer. Descobri também, para meu espanto, que o apartamento não tinha lata de lixo, a toda hora eu tinha de ir lá fora, na área, para jogar na caixa coletora um pedacinho de papel ou esvaziar um cinzeiro.
Havia outros problemas difíceis de enfrentar. Um dos piores era o do pão: todas as manhãs, enquanto eu dormia, o padeiro deixava à porta um pão quilométrico, do qual eu comia apenas uma pontinha – e na cozinha já se juntava uma quantidade de pão que daria para alimentar um exército, não sabia como fazer parar. Nem só de pão vive o homem.
Eu poderia enfrentar tudo, mas estar ensaboado debaixo do chuveiro e ouvir lá na sala o telefonema esperado, sem que houvesse ninguém para atender, era demais para a minha aflição.
Até que um dia, como uma projeção do estado de sinistro abandono em que me via atirado, comecei a sentir no ar um vago mau cheiro. Intrigado, olhei as solas dos sapatos, para ver se havia pisado em alguma coisa lá na rua. Depois saí farejando o ar aqui e ali como um perdigueiro, e acabei sendo conduzido à cozinha, onde ultimamente já não ousava entrar.
No que abri a porta, o mau cheiro me atingiu como uma bofetada. Vinha do fogão, certamente. Aproximei-me, protegendo o nariz com uma das mãos, enquanto me curvava e com a outra abria o forno.
– Oh não! – recuei horrorizado.
Na panela, a carne assada, que a empregada gentilmente deixara preparada para mim antes de partir, se decompunha num asqueroso caldo putrefato, onde pequenas formas brancas se agitavam.
Mudei-me no mesmo dia para um hotel.


(SABINO, Fernando. As Melhores Crônicas de Fernando Sabino. Rio de Janeiro, Record, 1986.)
Na construção do texto, a coerência e a coesão são fundamentais para que sua compreensão não seja prejudicada. Alguns elementos são empregados de forma efetiva e explícita com tal finalidade. Nos trechos a seguir foram destacados alguns elementos cuja função anafórica contribui para a coesão textual, com EXCEÇÃO de:
A falta que ela me faz


Como bom patrão, resolvi, num momento de insensatez, dar um mês de férias à empregada. No princípio achei até bom ficar completamente sozinho dentro de casa o dia inteiro. Podia andar para lá e para cá sem encontrar ninguém varrendo o chão ou espanando os móveis, sair do banheiro apenas de chinelos, trocar de roupa com a porta aberta, falar sozinho sem passar por maluco.
Na cozinha, enquanto houvesse xícara limpa e não faltassem os ingredientes necessários, preparava eu mesmo o meu café. Aprendi a apanhar o pão que o padeiro deixava na área – tendo o cuidado de me vestir antes, não fosse a porta se fechar comigo do lado de fora, como na história do homem nu. Esticar a roupa da cama não era tarefa assim tão complicada: além do mais, não precisava também ficar uma perfeição, já que à noite voltaria a desarrumá-la. Fazia as refeições na rua, às vezes filava o jantar de algum amigo e, assim, ia me aguentando, enquanto a empregada não voltasse.
Aos poucos, porém, passei a desejar ardentemente essa volta. O apartamento, ao fim de alguns dias, ganhava um aspecto lúgubre de navio abandonado. A geladeira começou a fazer gelo por todos os lados – só não tinha água gelada, pois não me lembrara de encher as garrafas. E agora, ao tentar fazê-lo, verificava que não havia mais água dentro da talha. Não podia abrir a torneira do filtro, já que não estaria em casa na hora de fechá-la, e com isso acabaria inundando a cozinha. A um canto do quarto um monte de roupas crescia assustadoramente. A roupa suja lava-se em casa – bem, mas como? Não sabia sequer o nome da lavanderia onde, pela mão da empregada, tinham ido parar meus ternos, provavelmente para sempre.
E como batiam na porta! O movimento dela lá na cozinha, eu descobria agora, era muito maior do que o meu cá na frente: vendedores de muamba, passadores de rifa, cobradores de prestação, outras empregadas perguntando por ela. Um dia surgiu um indivíduo trazendo uma fotografia dela que, segundo me informou, merecera um “tratamento artístico”: fora colorida à mão e colocada num desses medalhões de latão que se veem no cemitério.
– Falta pagar a última prestação – disse o homem.
Paguei o que faltava, que remédio? Sem ao menos ficar sabendo o quanto o pobre já havia pago. E por pouco não entronizei o retrato na cabeceira de minha cama, como lembrança daquela sem a qual eu simplesmente não sabia viver.
Verdadeiro agravo para a minha solidão era a fina camada de poeira que cobria tudo: não podia mais nem retirar um livro da estante sem dar logo dois espirros. Os jornais continuavam chegando e já havia jornal velho para todo lado, sem que eu soubesse como pôr a funcionar o mecanismo que os fazia desaparecer. Descobri também, para meu espanto, que o apartamento não tinha lata de lixo, a toda hora eu tinha de ir lá fora, na área, para jogar na caixa coletora um pedacinho de papel ou esvaziar um cinzeiro.
Havia outros problemas difíceis de enfrentar. Um dos piores era o do pão: todas as manhãs, enquanto eu dormia, o padeiro deixava à porta um pão quilométrico, do qual eu comia apenas uma pontinha – e na cozinha já se juntava uma quantidade de pão que daria para alimentar um exército, não sabia como fazer parar. Nem só de pão vive o homem.
Eu poderia enfrentar tudo, mas estar ensaboado debaixo do chuveiro e ouvir lá na sala o telefonema esperado, sem que houvesse ninguém para atender, era demais para a minha aflição.
Até que um dia, como uma projeção do estado de sinistro abandono em que me via atirado, comecei a sentir no ar um vago mau cheiro. Intrigado, olhei as solas dos sapatos, para ver se havia pisado em alguma coisa lá na rua. Depois saí farejando o ar aqui e ali como um perdigueiro, e acabei sendo conduzido à cozinha, onde ultimamente já não ousava entrar.
No que abri a porta, o mau cheiro me atingiu como uma bofetada. Vinha do fogão, certamente. Aproximei-me, protegendo o nariz com uma das mãos, enquanto me curvava e com a outra abria o forno.
– Oh não! – recuei horrorizado.
Na panela, a carne assada, que a empregada gentilmente deixara preparada para mim antes de partir, se decompunha num asqueroso caldo putrefato, onde pequenas formas brancas se agitavam.
Mudei-me no mesmo dia para um hotel.


(SABINO, Fernando. As Melhores Crônicas de Fernando Sabino. Rio de Janeiro, Record, 1986.)
A pontuação constitui um dos recursos utilizados na coerência e coesão textuais. No excerto “Aprendi a apanhar o pão que o padeiro deixava na área – tendo o cuidado de me vestir antes, não fosse a porta se fechar comigo do lado de fora, como na história do homem nu.” (2º§), o uso do travessão tem a função de:
A American Heart Association,responsável pela publicação científica das Diretrizes para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Atendimento Cardiovascular de Emergência (ACE), é a base dos protocolos de salvamento utilizados por profissionais de saúde, empresas e hospitais nos Estados Unidos e em todo o mundo. Considerando as Diretrizes de 2020 da American Heart Association, assinale a afirmativa correta.
Para realizar a sondagem vesical de demora, são necessários os seguintes materiais:
O objetivo do treinamento e desenvolvimento de pessoas é auxiliar para que possa ser extraído o melhor do potencial de cada um, com o intuito de obter um alto padrão de qualidade na equipe, com uma maior produtividade e resultados mais eficientes.
(CHIAVENATO, 2009.)

Considerando a temática, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Treinamento de pessoas em empresas: processo de curto prazo, focado no aprimoramento de habilidades específicas para melhorar o desempenho imediato dos funcionários.

( ) Desenvolvimento de pessoas em empresas: visa o crescimento a longo prazo dos colaboradores, focando no aprimoramento de suas capacidades gerais, competências comportamentais, bem como habilidades para futuras responsabilidades.

( ) Treinamento em empresas: tem por objetivo principal desenvolver as habilidades dos funcionários a fim de aumentar a produtividade no trabalho.

( ) Desenvolvimento de pessoas: é voltado para a capacitação dos colaboradores em atividades específicas, com foco em tarefas e processos operacionais.

( ) Treinamento em empresas: pode ser medido por indicadores de desempenho, como aumento da produtividade, redução de erros e melhoria da eficiência.

A sequência está correta em
Os projetos educacionais que envolvem atividades em grupo são importantes para que as crianças e os adolescentes desenvolvam habilidades essenciais para a sua formação como estudantes e futuros cidadãos. “Tudo o que a gente aprende é sempre na relação com o outro.” Essa é a frase usada por Ana Maria de Aragão, professora do Departamento de Psicologia Educacional da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para definir a importância do trabalho em grupo nas escolas. Em contato uns com os outros, crianças e adolescentes podem se ouvir, trocar ideias e perceber novas formas de produzir conhecimento, o que é fundamental para o desenvolvimento cognitivo. “Essa troca pode fazer com que o aluno pare e pense sobre aquele objeto de conhecimento, e tenha reflexões [...].”
(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/21687/trabalho-em-grupo-entenda-a-sua-importancia-e-como-promove-lo-na-escola. Adaptado.)

Sobre o exposto e, ainda, considerando as competências e as habilidades a serem desenvolvidas pelos discentes de acordo com as atividades propostas na educação relacionadas às atividades desenvolvidas em grupo, assinale afirmativa INCORRETA.
No contexto de análises laboratoriais, a capacidade do método de fornecer resultados próximos entre si, quando a mesma amostra é submetida a medidas repetidas, nas mesmas condições analíticas, é conhecida como:
Os órgãos linfoides são tecidos organizados que contêm grandes quantidades de linfócitos em um ambiente de células não linfoides. Nestes órgãos, as interações que os linfócitos têm com as células não linfoides são importantes tanto para o seu desenvolvimento e início da resposta adaptativa quanto para a sua manutenção. Diante do exposto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Em 31 de dezembro de 2022, foram apresentados os seguintes eventos ao contador da PX Industrial S/A:

• Gastos de R$ 80.000,00 incorridos na captação de recursos oriundos de emissão de novas ações do capital social da PX Industrial S/A.

• Transferência de imóvel originalmente contabilizado por R$ 600.000,00 no Estoque (Ativo circulante) para a rubrica Investimento (Ativo não circulante). Com a reclassificação contábil, o imóvel foi registrado pelo valor justo de R$ 700.000,00 apurado na data da transferência.
• Transferência de imóvel originalmente contabilizado por R$ 700.000,00 no Imobilizado (Ativo não circulante) para a rubrica Investimento (Ativo não circulante). Com a reclassificação contábil, o imóvel foi registrado pelo valor justo de R$ 900.000,00 apurado na data da transferência.

• Relatório recebido dos consultores jurídicos, no qual são listados os passivos contingentes relacionados a processos judiciais envolvendo a PX Industrial S/A. Os Passivos contingentes foram avaliados em R$ 150.000,00.

• Gastos de R$ 50.000,00 incorridos na fase de pesquisas de um projeto de Ativo intangível (software) gerado internamente.

De acordo com o tratamento contábil previsto nas Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC), o efeito líquido no resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2022 da PX Industrial S/A com a contabilização requerida para os eventos anteriormente relacionados, desconsiderando eventuais efeitos fiscais, foi:
As lesões tendinosas são as mais frequentes dentre todas as lesões da mão e, quando tratadas de maneira inadequada, levam a incapacidades importantes envolvendo sua função. Um problema comum do pós-operatório do tendão flexor é a aderência tendinosa que compromete o deslizamento tendíneo e, por consequência, os movimentos de flexão e extensão dos dedos, impactando na função manual e na atividade de preensão. O fisioterapeuta deve estar consciente da importância de uma mobilização pós-operatória segura para promover o deslizamento do tendão e restaurar a função da mão. Ao receber um paciente após tenorrafia dos flexores dos dedos, o fisioterapeuta precisa ter acesso às informações sobre as estruturas lesadas; os procedimentos cirúrgicos; a qualidade; e, o tipo de sutura. Precisa, também, ter conhecimento prévio da anatomia e biomecânica dos tendões flexores e das estruturas vizinhas; da nutrição e cicatrização do tendão; dos mecanismos extrínsecos e intrínsecos da cicatrização; e, dos diferentes programas de reabilitação pós-operatória. Considerando os mecanismos que interferem no deslizamento tendíneo, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. Retináculo e ligamentos. 2. Bainhas sinoviais. 3. Bainhas sinoviais digitais. 4. Líquido sinovial. 5. Polias.

( ) Previnem o atrito entre os tendões e o retináculo flexor.
( ) Tem como função minimizar as forças de fricção e nutrir o tendão.
( ) Têm como função manter os tendões flexores junto aos ossos, evitando seus deslocamentos durante os movimentos de flexão e extensão.
( ) Previnem a queda dos tendões que resultaria em perda da tensão dos músculos.
( ) Promovem o deslizamento tendinoso de baixa fricção e mantêm o trajeto dos tendões.

A sequência está correta em
O Acordo de Leniência está previsto em leis específicas de combate à corrupção e às práticas lesivas ao patrimônio público em diversos países, inclusive no Brasil. No âmbito federal, dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a Administração Pública, nacional ou estrangeira. Com base no Decreto nº 11.129/2022, analise as afirmativas a seguir.

I. A proposta de celebração de Acordo de Leniência deverá ser feita de forma escrita, oportunidade em que a pessoa jurídica proponente declarará, expressamente, que foi orientada a respeito de seus direitos, garantias e deveres legais e de que o não atendimento às determinações e às solicitações durante a etapa de negociação importará a desistência da proposta.

II. A proposta deverá ser apresentada pelos representantes da pessoa jurídica, na forma de seu estatuto ou contrato social, ou por meio de procurador com poderes específicos para tal ato.

III. A proposta apresentada receberá tratamento sigiloso e o acesso ao seu conteúdo será restrito no âmbito da Controladoria-Geral da União.

IV. A proponente poderá divulgar ou compartilhar a existência da proposta ou de seu conteúdo, desde que haja prévia anuência da Controladoria-Geral da União.


Está correto o que se afirma em
O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Mulher, 43 anos, com dor articular em punhos, articulações metacarpofalangeanas, joelhos, totalizando onze articulações. Fator reumatoide positivo em baixos títulos, proteína C reativa normal, com duração de oito semanas.
Considerando os critérios diagnósticos ACR/EULAR 2010, qual é a pontuação para o diagnóstico de artrite reumatoide dessa paciente?
A principal função do colimador em um equipamento de radiologia é:
A desinfecção, etapa fundamental no processamento de materiais na Central de Material e Esterilização (CME), se destina a reduzir a quantidade de micro-organismos presentes nos materiais e não necessariamente eliminar todas as formas de vida microbiana, como os esporos bacterianos. Sobre os níveis de desinfecção, assinale a afirmativa INCORRETA.
MMP, 83 anos, sexo masculino, está internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI) com diagnóstico de infarto agudo do miocárdio. Faz uso de diversos medicamentos, dentre eles Clexane (enoxaparina) pleno por via subcutânea. Trata-se da principal complicação do uso de tal medicação:
“Tem por principal objetivo a detecção precoce de condições que favorecem a ocorrência de casos e a instalação de focos de transmissão de doenças, evitando ou reduzindo a ocorrência de formas graves e óbitos, reduzindo a prevalência de infecção, e o risco de expansão da doença individual ou coletiva.” Podemos considerar que as informações se referem à vigilância
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