Questões de Concursos

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Ao realizar a troca da roupa de cama de um paciente acamado, o auxiliar de enfermagem deve seguir uma sequência cuidadosa de etapas para garantir conforto, segurança e evitar a contaminação do ambiente.

Assinale a alternativa que apresenta uma prática essencial e alinhada aos princípios de ergonomia e controle de infecção durante esse procedimento.
Paciente adulto, submetido à gastrectomia parcial; após alta da unidade de recuperação pós-anestésica, foi admitido na unidade de clínica cirúrgica. Ao prestar os cuidados de enfermagem no período pós-operatório imediato, o auxiliar de enfermagem (AE) deve estar atento e comunicar imediatamente ao enfermeiro a presença de sinais e sintomas sugestivos de hemorragia e choque, tais como:
Considerando a necessidade de vacinação de cães, assinale a alternativa que apresenta apenas vacinas obrigatórias para essa espécie em cidades no Estado de São Paulo.
Um banco propôs a um cliente que deve R$ 1,2 milhão que pagasse a dívida em 4 parcelas, sendo uma primeira parcela imediatamente, com valor igual a 2/5 da dívida, e as demais em 30, 60 e 90 dias. Na segunda parcela, o cliente pagaria R$ 550 mil mais um acréscimo igual a 1/50 desta parcela, acréscimo este que não seria considerado para fins de abatimento da dívida. Após o pagamento das duas primeiras parcelas, o valor ainda devido seria dividido igualmente nas duas últimas parcelas e, em cada uma delas, haveria um acréscimo de 1/25 sobre seus respectivos valores, acréscimos estes que não seriam considerados para fins de abatimento da dívida. Desconsiderando-se a inflação ou qualquer outra correção monetária nos valores, os acréscimos propostos pelo banco totalizariam
De acordo com o artigo 97, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), as características dos veículos, suas especificações básicas, configuração e condições essenciais para registro, licenciamento e circulação, em função de suas aplicações, serão estabelecidas
Durante a rotina de esterilização, o auxiliar de enfermagem João realiza o teste biológico em uma autoclave na unidade de saúde. Após o ciclo de esterilização e a incubação de 6 horas, ele observa uma alteração de cor na ampola de indicador biológico.

Qual deve ser a próxima ação de João para garantir a segurança e eficácia do processo de esterilização?
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A tragédia das crianças sem saneamento


A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.

Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.

O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.

Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)
Um contingente expressivo de crianças de zero a seis anos, no Brasil, _____________ sem esgoto tratado e creches, devido _____________ falta de saneamento na região em que vivem, e estarão sujeitas ______________ uma herança nefasta. Em um período de 35 anos de atuação profissional, _____________ que mais de R$ 126 mil é a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Para o desempenho clínico esperado dos cimentos odontológicos, a sua correta técnica de espatulação deve ser seguida conforme as indicações do fabricante.

Qual cimento deve ser espatulado incorporando-se inicialmente as menores porções do pó ao líquido, utilizando-se a maior área possível da placa até a homogeneização da mistura?
Leia o texto para responder à questão.


A tragédia das crianças sem saneamento


A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.

Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.

O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.

Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)
A expressão entre colchetes corresponde ao sentido da expressão destacada em:
A sequência a seguir foi criada com um padrão lógico:

29, 28, 27, 26, 38, 37, 36, 35, 34, 46, 45, 44, 43, 42, 54, 53, 52, 51, 50, 62, ...

Seja A o 41o elemento dessa sequência e B o 53o . O valor numérico da expressão B – A é igual a
Joana é uma paciente atendida pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de sua cidade. Recentemente, Joana apresentou agravamento em seu quadro de saúde mental e, após algumas faltas seguidas em suas consultas, a equipe do CAPS agendou uma visita domiciliar para ela. Durante a visita, realizada por dois membros da equipe de saúde mental, incluindo um auxiliar de enfermagem, foram observadas condições precárias de moradia e falta de organização no uso de suas medicações.

Diante desse contexto, qual das seguintes ações é a mais adequada para o auxiliar de enfermagem realizar durante essa visita?
Dowbor (2007) relata um caso da Secretaria de Educação do Município de Vicência, em Pernambuco, que implantou o projeto “Escolas rurais”, com a perspectiva de melhoria da qualidade do ensino e, consequentemente, melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais. O projeto é destacado, pois se coaduna com o entendimento de Dowbor (2007) de que a escola deve ser
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A tragédia das crianças sem saneamento


A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.

Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.

O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.

Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)
Na reescrita do trecho – ... a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil... (2o parágrafo) –, a preposição destacada será substituída por “de” se o verbo “contar” for substituído por:
A biossegurança no atendimento odontológico é preservada por adoção de precauções-padrão com o objetivo de minimizar os riscos envolvidos nessa atividade.

Assinale a alternativa que apresenta um exemplo dessas medidas.
Dentre as técnicas de contenção física de equinos, pode-se citar o uso do cachimbo ou pito, e mão ou pé de amigo. Com relação a essas técnicas, é correto afirmar:
Ao realizar a tosa de um animal com pelagem longa, como cães da raça Shih-Tzu ou Yorkshire Terrier, é fundamental adotar práticas que garantam não apenas a estética, mas também a saúde e o bem-estar do animal. A prática mais eficaz para evitar danos à pele do animal durante o processo de tosa é
No capítulo 6 da obra Projeto político-pedagógico da escolauma construção possível, Mario Marques (In: Veiga, 1996) afirma, corretamente, que
De acordo com a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), o movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação
De acordo com o estabelecido pelo Código de Ética dos profissionais de enfermagem, o auxiliar de enfermagem tem o direito de
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A tragédia das crianças sem saneamento


A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.

Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.

O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.

Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)
O objetivo do editorial é analisar o
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