Considere as seguintes proposições, todas com valor lógico verdadeiro:
I. Se Maria não é bonita, então João é louco;
II. Se Ana é baiana, então Rex é pastor;
III. Se Ana não é baiana, então Maria é bonita;
IV. Se Rex é pastor, então João não é louco.
Com base no raciocínio lógico dedutivo, pode-se garantir que:
De acordo com as afirmativas abaixo identifique o que é comportamento ÉTICO e NÃO ÉTICO. Considere (1) como ético e (2) como não ético.
1. ÉTICO;
2. NÃO ÉTICO.
( ) Educação e respeito entre funcionários;
( ) Atitudes que visam criar clima desagradável com os demais funcionários;
( ) Difamação dos colegas de trabalhos;
( ) Durante o horário de trabalho, evitar conversas de assuntos pessoais.
Assinale a opção correta na ordem de cima para baixo.
Emenda Constitucional n. 29, de 13/9/2000 altera os Artigos 34,35, 156,160, 167 e 198 da Constituição Federal e acrescenta artigo ao Ato das Disposições Transitórias, para:
A dor abdominal recorrente é um problema comum em escolares. Sinais de alerta importante para algum distúrbio orgânico que demandará investigação, são:
A capacidade instalada no Brasil, levando em conta todos os tipos de usinas que produzem energia elétrica, é da ordem de 132 gigawatts (GW). Deste total menos de 0,0008% é produzida com sistemas solares fotovoltaicos (transformam diretamente a luz do Sol em energia elétrica). Só este dado nos faz refletir sobre as causas que levam nosso país a tão baixa utilização desta fonte energética tão abundante, e com características únicas.
O Brasil é um dos poucos países no mundo, que recebe uma insolação (número de horas de brilho do Sol) superior a 3000 horas por ano. E na região Nordeste conta com uma incidência média diária entre 4,5 a 6 kWh. Por si só estes números colocam o pais em destaque no que se refere ao potencial solar.
Diante desta abundância, por que persistimos em negar tão grande potencial? Por dezenas de anos, os gestores do sistema elétrico (praticamente os mesmos) insistiram na tecla de que a fonte solar é cara, portanto inviável economicamente, quando comparadas com as tradicionais.
Até a “Velhinha de Taubaté” (personagem do magistral Luis Fernando Veríssimo), que ficou conhecida nacionalmente por ser a última pessoa no Brasil que ainda acreditava no governo militar, sabe que o preço e a viabilidade de uma dada fonte energética dependem muito da implementação de políticas públicas, de incentivos, de crédito com baixos juros, de redução de impostos. Enfim, de vontade política para fazer acontecer.
O que precisa ser dito claramente para entender o porquê da baixa utilização da energia solar fotovoltaica no país é que ela não tem apoio, estímulo nem neste, nem nos governos passados. A política energética na área da geração simplesmente relega esta fonte energética. Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia, praticamente inexiste.
Uma menina de três anos após apresentar disenteria há dois dias, iniciou crise convulsiva tônico-clônica generalizada. A etiologia de gastrenterite mais associada a crises convulsivas concomitantes é:
A capacidade instalada no Brasil, levando em conta todos os tipos de usinas que produzem energia elétrica, é da ordem de 132 gigawatts (GW). Deste total menos de 0,0008% é produzida com sistemas solares fotovoltaicos (transformam diretamente a luz do Sol em energia elétrica). Só este dado nos faz refletir sobre as causas que levam nosso país a tão baixa utilização desta fonte energética tão abundante, e com características únicas.
O Brasil é um dos poucos países no mundo, que recebe uma insolação (número de horas de brilho do Sol) superior a 3000 horas por ano. E na região Nordeste conta com uma incidência média diária entre 4,5 a 6 kWh. Por si só estes números colocam o pais em destaque no que se refere ao potencial solar.
Diante desta abundância, por que persistimos em negar tão grande potencial? Por dezenas de anos, os gestores do sistema elétrico (praticamente os mesmos) insistiram na tecla de que a fonte solar é cara, portanto inviável economicamente, quando comparadas com as tradicionais.
Até a “Velhinha de Taubaté” (personagem do magistral Luis Fernando Veríssimo), que ficou conhecida nacionalmente por ser a última pessoa no Brasil que ainda acreditava no governo militar, sabe que o preço e a viabilidade de uma dada fonte energética dependem muito da implementação de políticas públicas, de incentivos, de crédito com baixos juros, de redução de impostos. Enfim, de vontade política para fazer acontecer.
O que precisa ser dito claramente para entender o porquê da baixa utilização da energia solar fotovoltaica no país é que ela não tem apoio, estímulo nem neste, nem nos governos passados. A política energética na área da geração simplesmente relega esta fonte energética. Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia, praticamente inexiste.
Menina de 03 anos de idade com quadro de erupção avermelhada na bochecha e palidez perioral, seguida de erupção maculopapular nos membros, sem febre e com bom estado geral. O diagnóstico mais provável é:
Ao falar em transmissão e recepção de informação, temos cinco elementos do processo de comunicação: emissor, receptor, mensagem, canal e ruídos.
Sendo assim, o (a) Recepcionista pode ser:
Criança de 07 anos atendida em um pronto atendimento com queixa de dor de garganta, febre há dois dias além de pequenas vesículas na boca e nas mãos e nos pés. Sobre a principal hipótese para este caso, é correto afirmar:
Menina de quatro anos apresentava desde os cinco meses de idade quadro de anemia ferropriva refratária, desnutrição, diarreia, distensão abdominal e flatulência. A criança foi amamentada com leite materno exclusivo até os cinco meses. Pai apresenta diabetes mellitus do tipo 1. O provável diagnóstico é: