Em algumas linguagens, o símbolo de operador "+" pode significar coisas distintas quando aplicados a operandos de tipos diferentes. Se os operandos de "+" forem do tipo inteiro, a operação chamada é a adição de inteiros; se forem do tipo ponto flutuante, a operação chamada é a adição de ponto flutuante; e se forem do tipo set, a operação chamada é a união de conjunto. O compilador pode determinar qual operação executar com base nos tipos de operandos fornecidos. Esta descrição é relativa à que conceito do paradigma de Orientação a Objeto?
Acredita-se que a profundidade com a qual as pessoas podem pensar é influenciada pelo poder e expressividade da linguagem que elas usam para comunicar seus pensamentos. Assim sendo, que aspecto, segundo Sebesta (2011), deve-se ter em mente para subsidiar o processo de escolha da linguagem de programação adequada para atender a problemas específicos?
A ambiência do trabalho determina, em grande parte, a qualidade e a quantidade de trabalho produzido. Considerando os fatores que devem ser considerados na ambiência do trabalho em uma Unidade de Alimentação e Nutrição, assinale a opção correta.
Uma aplicação foi remunerada, no regime de juros compostos, a uma taxa de juros real de 20% ao ano. A taxa de juros nominal dessa aplicação, considerando uma taxa de inflação de 10% ao ano para o período, será de
Segundo Szwarcifiter e Markenzon (2010), um aspecto fundamental no estudo das árvores de busca é, naturalmente, o custo de acesso a uma chave desejada.
Sendo assim, assinale a opção que apresenta o tipo de árvore cuja organização visa a minimizar o número de comparações efetuadas no pior caso para uma busca com chaves de probabilidades de ocorrência idênticas.
A demencia constitui uma Síndrome na qual estão comprometidas funções intelectuais como a memória, a linguagem, a capacidade do conhecimento, do reconhecimento e da personali dade. No caso do idoso, a forma mais comum de demência é:
Doctor works to save youth from violence before they reach his ER
As an emergency physician at Kings County Hospital Center [in Brooklyn], Dr. Rob Gore has faced many traumatic situations that he"d rather forget. But some moments stick with him. "Probably the worst thing that I"ve ever had to do is tell a 15-year-old"s mother that her son was killed," Gore said. "If I can"t keep somebody alive, I"ve failed." [...]
"Conflict"s not avoidable. But violent conflict is," Gore said. "Seeing a lot of the traumas that take place at work, or in the neighborhood, you realize, "I don"t want this to happen anymore. What do we do about it?"
For Gore, one answer is the “Kings Against Violence Initiative" - known as KAVI - which he started in 2009. Today, the nonprofit has anti-violence programs in the hospital, schools and broader community, serving more than 250 young people.
Victims of violence are more likely to be reinjured, so the first place Gore wanted to work was in the hospital, with an intervention program in which "hospital responders" assist victims of violence and their family - a model pioneered at other hospitals. The idea is that reaching out right after someone has been injured reduces the likelihood of violent retaliation and provides a chance for the victim to address some of the circumstances that may have led to their injury.
Gore started this program at his hospital with a handful of volunteers from KAVI. Today, the effort is a partnership between KAVI and a few other nonprofits, with teams on call 24/7.
Yet Gore wanted to prevent people from being violently injured in the first place. So, in 2011, he and his group began working with a handful of at-risk students at a nearby high school. By the end of the year, more than 50 students were involved. Today, KAVI holds weekly workshops for male and female students in three schools, teaching mediation and conflict resolution. The group also provides free mental health counseling for students who need one-on-one support.
"Violence is everywhere they turn - home, school, neighborhood, police," Gore said. "You want to make sure they can learn how to process, deal with it and overcome it."
While Gore still regularly attends workshops, most are now led by peer facilitators - recent graduates and college students, some of whom are former KAVI members - who serve as mentors to the students. School administrators say the program has been a success: lowering violence, raising grades and sending many graduates on to college.
"This is really about the community in which we live" he said. "This is my home. And I"m going to do whatever is possible to make sure people can actually thrive."
As mulheres grávidas têm risco acrescido de síndrome tromboembólica, devido às alterações fisiológicas associadas com a gestação. Em relação à síndrome tromboembólica, segundo Rezende, assinale a opção INCORRETA.
Considere uma uma contendo cinco bolas brancas, duas pretas e três verdes. Suponha que três bolas sejam retiradas da uma, de forma aleatória e sem reposição. Em valores aproximados, qual é a probabilidade de que as três bolas retiradas tenham a mesma cor?
A avaliação sistemática da qualidade da assistência de enfermagem, verificada através das anotações de enfermagem no prontuário dos pacientes e/ou das próprias condições deste, denomina-se:
Correlacione as etapas do Ciclo de Implementação da Metodologia para Abordagem de Processos às suas respectivas atividades e assinale a opção que apresenta a seqüência correta.
ETAPAS
I - Identificação de Processos
II - Mapeamento de Processos
III- Modelagem de Processos
IV -Implementação de Processos
V - Avaliação de Processos
VI - Melhoria de Processos
ATIVIDADES
( ) Definição de registros,
( ) Estabelecimento de metas para os indicadores do processo,
( ) Confirmação das atividades realizadas no ambiente„
( ) Preparação dos recursos e infraestrutura necessária à execução do processo,
( ) Elaboração do Diagrama de Contexto.
Fundamentado no catecismo da Igreja Católica n° 658, o Cristo "primogênito dentre os mortos" (C11,18) é o princípio da ressurreição, de justificação da alma e vivificação do:
Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “"não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.
É correto afirmar que em “ "Corrigir’ risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia.”(§5°) a oração destacada exerce função sintática de:
Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “"não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.