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Darwin: o super-herói

Em seu brilhante trabalho de mitologia comparativa, Joseph Campbell (1904-1987) verificou que os heróis de todas as
culturas e religiões humanas compartilham um arco de vida similar, que ele chamou de "monomito". No livro O herói de mil faces,
ele descreve que, no processo de se transformar de humano em herói, o personagem universalmente passa por três estágios
previsíveis: separação - iniciação - retorno.
O arco de vida de Darwin acidentalmente seguiu de maneira fiel o script monomítico de Campbell. Separação: o jovem
destinado a se tornar pároco na Inglaterra vitoriana e ter uma vida monótona abandona seu país para uma aventura de volta ao
mundo no navio Beagle. Iniciação: na viagem de cinco anos (dos quais ele passou 2/3 do tempo em terra), Darwin vence várias
agruras, como constante enjoo no mar, perde a fé religiosa, descobre sua vocação de naturalista e coleta uma fantástica coleção
de espécimes biológicos. Retorno: Darwincompleta sua aventura no isolamento de sua mansão campestre e emerge como autor
da Origem das espécies, um livro contendo ideias que deram novo sentido à biologia e modificaram radicalmente a visão que a
humanidade tem de si própria e de seu lugar no universo. Certamente uma trajetória mitológica perfeita - não é de se surpreender
que Darwin tenha se tornado um super-herói.
Muita gente pensa erroneamente que evolução por seleção natural é algo hipotético, em que uma pessoa pode acreditar
ou não. Pelo contrário, a evolução darwiniana hoje é uma verdade científica. Poucas teorias científicas conseguiram amealhar
tanta evidência a seu favor. Em alguns casos, podemos observar a evolução darwiniana ocorrendo bem em frente dos nossos
olhos! Vejamos um exemplo.
Um dos maiores flagelos atuais da humanidade, a pandemia de Aids, paradoxalmente nos dá uma oportunidade única:
ver a evolução por seleção natural ocorrendo em tempo real. Isso acontece porque o vírus HIV replica-se comenorme rapidez e
também porque a enzima responsável, a transcriptase reversa, é predisposta a erros. Em consequência, o HIV está
constantemente sofrendo mutações, gerando no paciente um enxame de variantes virais sujeitas às forças da seleção natural.
Quando um medicamento anti-HIV entra na corrente sanguínea, a seleção natural favorece as variantes resistentes do
vírus, que então sobrevivem, se multiplicam e passam a predominar em pouco tempo. Este processo darwiniano é basicamente o
mesmo que ocorreu nas centenas de milhões de anos da evolução da vida na Terra, só que agora é medido em dias e horas. Não
há desenho nem direcionalidade, apenas as forças combinadas do acaso e da necessidade gerando cepas cada vez mais
resistentes.
Uma estratégia para tentar driblar esse processo de seleção é o uso concomitante de vários fármacos antirretrovirais com
alvos diferentes, a chamada terapia tríplice. Assim, para sobreviver, o vírus precisaria ter múltiplas resistências simultaneamente,o
que é muito improvável. Infelizmente a variabilidade genética é tamanha que tal multirresistência ocorre em alguns casos. Dessa
maneira, para doentes com Aids, a evolução por seleção natural é uma inimiga! Entretanto, recentemente foi descoberto que ela
pode ser manipulada a favor do paciente. Isso, como sói acontecer, foi descoberto acidentalmente.
Em 1997 a médica alemã Veronica Miller, da Universidade Goethe, em Frankfurt, estava tratando um paciente
simultaneamente com vários medicamentos anti-HIV quando observou que não só havia resistência do vírus a todos eles, como
também o paciente já estava apresentando sinais de toxicidade medicamentosa. Na falta de alternativas, ela decidiu suspender
todos os medicamentos até que os sintomas tóxicos desaparecessem. Após três meses sem tratamento o paciente foi
reexaminado e, para surpresa de todos, a resistência viral havia desaparecido! Em outras palavras, em 90 dias a população do
HIV havia evoluído de um estado de resistência atodos os fármacos a um estado de suscetibilidade a todos eles. O que havia
ocorrido?
Logo se constatou a razão. Na presença dos medicamentos, as cepas resistentes predominavam, mas algumas cópias do
vírus infectante original não resistente (o chamado tipo selvagem) sobreviviam nos linfócitos. Quando os medicamentos foram
suspensos, a vantagem seletiva das cepas resistentes desapareceu e o tipo selvagem, melhor adaptado a esse ambiente sem
fármacos, começou a se replicar com enorme velocidade e logo substituiu as mutantes resistentes. A partir dessa constatação,
nasceu o chamado "tratamento de interrupções estruturadas" da Aids, uma nova arma na guerra contra a doença, alicerçado
ortodoxamente em princípios darwinianos!

(PENA, Sérgio Danilo. Ciência Hoje on line - 12 jan. 2007 - adaptado.)

Que argumento(s) fundamenta(m) o ponto de vista do autor de que Darwin é um super-herói?

1. A similaridade entre seus dados biográficos e os estágios da metamorfose homem/herói mítico estudada por Campbell.

2. Os superpoderes adquiridos por Darwin a partir da formulação da teoria da evolução por seleção natural.

3. A contribuição do biólogo para o desenvolvimento de terapias inovadoras para a Aids.

4. A importância para a biologia e para a humanidade da obra Origem das espécies.

5. A perda da fé durante a volta ao mundo no navio Beagle.

Estão corretos os argumentos:

O ISSN é o identificador aceito internacionalmente para individualizar:

Sobre segurança de redes de computadores, considere as seguintes afirmativas:

1. Rede de perímetro é uma rede posicionada entre uma rede protegida (rede interna) e uma rede externa, para proporcionar um nível adicional de segurança a seus sistemas internos e usuários.

2. Firewall é um componente ou um conjunto de componentes que permitem restringir acesso entre uma rede protegida e a Internet, ou entre conjuntos de redes.

3 Bastian Host é uma armadilha destinada a atrair intrusos que tentam invadir um sistema, consistindo na configuração de um computador de modo a deixá-lo vulnerável a invasões.

4 DMZ ou Demilitarized é uma máquina de acesso externo, normalmente com poucos serviços de rede configurados, que permite acesso remoto via conexão segura, por exemplo "SSH".

Assinale a alternativa correta.

Comércio internacional e meio ambiente são temas muito importantes da agenda mundial. Sobre esses temas, assinale a alternativa INCORRETA.

O texto a seguir é referência para as questões 73 a 76.

Ayurveda, ¿otro camino?

Jorge Luis Serra (médico argentino, se formó en pediatría en la Universidad de Buenos Aires. Actualmente es especialista en medicina ayurvédic(A).

Ayurveda es la medicina tradicional de la India, que demanda cinco años y medio de estudio en las universidades de ese país. En el idioma sánscrito, ayur significa vida, y veda, conocimiento. Literalmente, es la ciencia de la vida. Para entenderlo: no está concebido sólo como un sistema médico sino como un sistema de vida para promocionar la salud. Y aunque esto no lo sepan muchos en nuestro país, fue reconocida por la Organización Mundial de la Salud como un sistema médico tradicional. Para su diagnóstico y aplicación, pone mucho énfasis en cómo es la persona, cómo interactúa con la naturaleza y con los otros. A partir de ese conocimiento se puede hacer un plan de equilibrio con los flujos de la vida para que la persona se mantenga más sana durante más tiempo. Para un diagnóstico ayurvédico se tienen en cuenta no sólo las muestras de laboratorio y el diagnóstico por imágenes, sino también cómo habla la persona, cómo piensa, las características de su piel, si es friolenta o calurosa. Es bueno aclarar que esta medicina no propone curaciones mágicas y que los profesionales que la aplican con honestidad atravesaron un largo camino de formación. En la India hay 350 mil médicos ayurvédicos que han estudiado en la facultad. Allá tienen, además, un equivalente a nuestro Conicet, con 2 mil profesionales investigando en 20 centros regionales con convenios en universidades.
(Texto adaptado. VIVA, la revista de Clarín, 02 jan. 2006.)

Según el texto, es correcto afirmar:

Para contestar a las preguntas 77, 78, 79 y 80 utilice los dos textos a continuación.

No veo qué ganamos las mujeres

Milagros del Corral es exdirectora de la Biblioteca Nacional

Ha tardado mucho pero, al fin, la Real Academia de la Lengua ha emitido su opinión a propósito del supuesto carácter sexista del español a través del informe rigurosamente fundamentado de Ignacio Bosque. No puedo sino estar de acuerdo con la crítica responsable de la RAE. Y ello a pesar de que soy mujer y una profesional que, desde muy joven, ha trabajado en entornos mayoritariamente masculinos. Soy también consciente de que la mujer todavía está lejos de alcanzar la equiparación social y profesional que le corresponde y, en consecuencia, soy una firme partidaria de la defensa de mis derechos, que son los derechos de media humanidad. Digo, pues, no a la discriminación.
Sin embargo, esta reciente costumbre de pervertir nuestra maravillosa lengua castellana me parece un puro sinsentido. Nunca me he sentido excluida de forma gramatical alguna, singular o plural, ni creo que los hombres se sientan discriminados al ser aludidos, en singular y en plural, como artistas, periodistas, trapecistas, etcétera. Sin duda aquí se ha producido un error, aunque haya sido con la mejor intención. Aquí se ha confundido sexo con género, biología con gramática.
El activismo feminista, de la mano de una serie de instituciones que quieren ser políticamente correctas, quieren hacernos creer con sus guías de uso de lenguaje no sexista que la visibilidad de las mujeres pasa por desnaturalizar nuestro idioma con fórmulas rebuscadas, cuando no claramente atentatorias contra la morfología gramatical o sintáctica, sin miedo alguno a recargar el discurso hasta límites estéticamente insoportables: niños y niñas, andaluces y andaluzas, jueces y juezas, miembros y miembras? Eso cuando no nos atropellan con amig@s, utilización supuestamente genial del símbolo de una medida de líquidos y, más recientemente, del dominio de las direcciones de correo electrónico.
Amén del innecesario estropicio lingüístico, no creo que recomendaciones de esta naturaleza sirvan de nada a nuestra mayor visibilidad. Ni mucho menos que lleguen muy lejos. De momento, solo las aplican de forma acrítica algunos políticos de posmodernidad mal entendida. Y, desde luego, no han logrado calar en el habla popular. Y no han calado porque el pueblo es sabio e inconscientemente siente que las expresiones recomendadas rayan en lo ridículo y no convienen a la economía de la comunicación, pecado grave en la era de Twitter y el microrrelato. Quiero creer que se trata de una moda pasajera.

Pero, ¿dónde estaba la RAE?

Inés Alberdi es catedrática de Sociología de la Universidad Complutense

¿Cómo puede sorprenderse el profesor Bosque de que para preparar una Guía de uso no sexista del lenguaje no se consulte con la Academia de la Lengua? Lo que sorprende es que no haya sido esta institución la que se haya ocupado de darnos sugerencias para hacer un uso del lenguaje que no oculte a las mujeres.
¿Por qué la RAE no ha dicho nada hasta ahora de cómo el lenguaje español hace invisibles a las mujeres? ¿Dónde están sus análisis y sus recomendaciones para dar un uso más de acuerdo con la igualdad de género? La Academia es, como dice el profesor Bosque, la institución que debe vigilar por el buen uso de la lengua, pero esto no le ha parecido un problema o no le ha interesado.
Bienvenida sea la Academia de la Lengua a este debate en el que tendría que haber estado hace años. No necesariamente para decirnos lo que hay que hacer sino para sumar su conocimiento y su experiencia al de tantas otras personas e instituciones que conocen aspectos que también habrá que tener en cuenta.
En sus argumentos contra las guías se refiere casi exclusivamente a una de las cuestiones que estas señalan, la necesidad de hacer manifiesta la presencia femenina en cualquier colectivo al que nos estemos refiriendo, niñas y niños, padres y madres, cuestión que la lengua española oscurece a través del uso del genérico masculino. Este es quizás el aspecto más difícil de revisar si queremos que el español no olvide a las mujeres, pero hay muchos otros. La propuesta que hacen algunas guías, de reiterar constantemente el masculino y el femenino de todo, no le gusta y lo ridiculiza. A mí tampoco, pero no me burlo porque el tema me parece muy serio. Creo que hay formas posibles de evitar esa reiteración. Por ejemplo, hablar del género humano en vez del hombre cuando se habla de la evolución. No se trata tanto de señalar con el dedo a los que abusen del genérico masculino, como tratar de enseñar a todos a hablar con mayor rigor y respeto a la igualdad de género. La lengua es hija de la historia y por ello no debe sorprendernos que la española sea tan sexista. Pues bien, les diría, como digo a mis estudiantes, que procuren reflexionar sobre cómo escriben y traten de no olvidar a las mujeres al hacerlo.

(Textos adaptados de www.elpais.es - http://cultura.elpais.com/cultura/2012/03/05/actualidad/1330979981_863178.html)

En la relación entre la situación de la mujer en la sociedad y la lengua:

Tendo por base as disposições da Lei 8.112, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) São requisitos básicos para investidura em cargo público, entre outros, a nacionalidade brasileira, o gozo dos direitos políticos e idade mínima de 18 anos.

( ) São formas de provimento de cargo público: nomeação, promoção, readaptação, reversão, aproveitamento, reintegração e recondução.

( ) É de 30 dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse.

( ) É de 30 dias o prazo para o ato da posse, contados da publicação do ato de provimento.

( ) O prazo para que o servidor entre em exercício poderá ser prorrogado, a pedido do servidor, por período não superior a 180 dias.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

O texto a seguir é referência para as questões 73 a 75.

LA FIN DU CALVAIRE DE STÉPHANE TAPONIER ET HERVÉ GHESQUIÈRE: OTAGES EN AFGHANISTAN DEPUIS FIN 2009.

Un lien avec le retrait des troupes ou Ben Laden?
Hasard ou pas, la libération des otages suit de près l?annonce, la semaine dernière, du retrait partiel des troupes françaises en Afghanistan. «Loin de moi l?idée de dénigrer tel ou tel effort du gouvernement, mais il y a un contexte international qui a facilité cette libération, avec notamment l?annonce du retrait des troupes françaises d?Afghanistan», a déclaré Ségolène Royal. Au Ministère des Affaires Etrangères, on se refuse en tous les cas à faire le lien entre les deux événements. «Honnêtement, je n?en sais rien, répond le porte-parole du Quai d?Orsay, Bernard Valéro. Ce que je sais, c?est qu?il s?agit de l?aboutissement d?un long travail». «Le temps des Afghans n?est pas le nôtre, précise-t-il, sous-entendant que le dénouement de l?affaire serait à chercher en amont de l?annonce du retrait des troupes. Hervé Morin, ancien ministre de la Défense, balaie également toute possibilité de lien entre les deux actus. «Je n?y crois pas un seul instant (...). En revanche, qu?il y ait pu avoir un lien entre la mort de Oussama Ben Laden et la libération des otages, ce n?est pas impossible». Gérard Longuet, l?actuel ministre de la Défense, avait déjà estimé que le décès du chef d?Al-Qaida pourrait jouer «positivement». Avant d?être recadré par le premier ministre. A.S.

(20 minutes, no 2078, 30 juin 2011, p. 6 )

Signalez l?option qui présente le point de vue de l?auteur du texte sur le sujet en question.

Em se tratando de UML, um relacionamento estrutural que descreve um conjunto de ligações, em que as ligações são conexões entre objetos, refere-se a:

Ao calcular índices de preços de certo conjunto de bens, o economista nota que o resultado do Índice de Laspeyres é maior que o Índice de Paasche. Isso ocorre porque:

O texto a seguir é referência para as questões 73 a 77.

MIS A JOUR LE 26 DECEMBRE 2008

_______________________________________________________________

Le chanteur français Charles Aznavour a enthousiasmé le public lors du lancement officiel lundi soir à Rio de Janeiro de l?année de la France au Brésil, plusieurs centaines de manifestations qui refléteront la créativité et la diversité françaises. Ce lancement a eu lieu à l?occasion de la visite au Brésil, lundi et mardi, de Nicolas Sarkozy.
Le président français, avec son épouse, la chanteuse Carla Bruni, et son homologue brésilien Luiz Inacio Lula da Silva, ont assisté au concert.
Plein de vitalité, Aznavour a interprété quatre chansons très applaudies. Il a dansé à plusieurs reprises et a terminé sur la Bohème, reprise en choeur par le public franco–brésilien.
Avant lui, c?est le chanteur–compositeur brésilien Gilberto Gil qui avait ouvert la soirée en chantant deux de ces compositions dont «Touche pas à mon pote», une chanson qu?il avait composée il y a plusieurs années dans le cadre de la campagne de lutte contre le racisme: «SOS Racisme», de Harlem Désir.
Ancien ministre de la Culture, Gil a aidé à mettre sur pied l?Année de la France au Brésil. Il a souligné que «Touche pas à mon pote» parlait de l?immigration, un thème sensible au Brésil alors que de nombreux Brésiliens sont parfois refoulés aux frontières de l?Europe, notamment en Espagne.
Le plateau a été complété par Arthur H côté français et Lenine côté brésilien qui ont composé et interprété la chanson de l?Année de la France au Brésil: «Paris, c?est comme un pari... les avions se croisent sur l?océan, Rio, Rio, Rio, le soleil se perd dans la baie».
«Nous voulons montrer une France moderne, diverse et ouverte et pas seulement un pays d?histoire», a déclaré la Commissaire générale de l?année, Anne Louyot.
«Cela ne doit pas être un événement éphémère mais doit ouvrir sur l?avenir» en vue d?un partenariat multiple entre les deux pays, a–t–elle souligné en écho au partenariat stratégique.
700 projets Du 21 avril au 15 novembre 2009, grands spectacles populaires, expositions, théâtre, concerts, danse, cirque, foires du livres, colloques scientifiques se succéderont: ce sont au total 700 projets les plus divers qui ont été labellisés «França.br2009», titre officiel de cette manifestation.
La véritable ouverture de l?année aura lieu le 21 avril, à Rio, avec un spectacle pyrotechnique imaginé par le Groupe F, dont les feux d?artifice ont déjà illuminé les cérémonies de Jeux Olympiques ou de grands événements.
C?est également un concert qui mettra un point final à l?Année, le 15 novembre à Sao Paulo. La capitale économique du Brésil accueillera aussi en septembre une exposition sur Matisse.
En juin, la Sao Paulo Fashion Week, principal événement de mode au Brésil, sera placée sous le signe de la «Passion française», et invitera de jeunes créateurs français.



Observation:
Harlem Désir – ancien militant français devenu député européen et membre dirigeant du Parti socialiste.

Selon le texte, il est correct d?affirmer:

A respeito das partes de um vegetal superior, é correto afirmar:

O texto a seguir é referência para as questões 76 a 80.

L?HISTOIRE
CHERCHEUR D?OR À NEW YORK

Pour trouver de l?or, il y a les rivières de Guyane, les mines sud-africaines et... les caniveaux de New York. Avec pour outil sa pince et son couteau, Raffi Stepanian inspecte la boue des égouts aux pieds des buildings dans l?espoir d?y trouver quelques morceaux d?or, de diamant ou de rubis. L?homme de 43 ans n?a pas choisi sa zone de recherche par hasard. Il a posé ses valises dans le Midtwon?s Diamond District, le quartier des diamantaires, où les fournisseurs de bijoux laissent échapper par mégarde quelques poussières de pierres précieuses et de bijoux. Et cette chasse au trésor s?avère payante. Raffi Stepanian prétend gagner plus de 150 euros chaque jour grâce à ses ventes. Et en grand seigneur, cet ancien des travaux publics n?hésite pas à révéler son filon. «Je ne suis pas égoïste (...), je voudrais que d?autres personnes en profitent aussi», a-t-il récemment déclaré à la chaîne de télévision CBS New York. Qui aurait pu imaginer que la Grosse Pomme cachait une mine d?or?
(Direct Matin, no 914, 1er Juillet 2011, p. 6 )

Dans l?extrait «les fournisseurs de bijoux laissent échapper par mégarde quelques poussières de pierres précieuses et de bijoux», le mot souligné a le même sens que:

A primeira representação de Os dois ou o inglês maquinista aconteceu no Rio de Janeiro, capital do império, em 1845. Sobre essa comédia, considere as seguintes afirmativas:

1. O negociante de escravos, o especulador inglês, o combatente da revolta no sul do país, a viúva preocupada em casar bem a filha são exemplos de personagens que retratam tipos característicos da sociedade da época, construídos por Martins Pena com grande densidade e aprofundamento psicológico.

2. Os diálogos vivos e cômicos são resultado de um cuidadoso trabalho no uso de linguagem coloquial, de falas simultâneas e entrecortadas, do xingamento em língua estrangeira (goddam), da exploração do som do francês (cou) em português e da fala caricata do inglês, que não conjuga os verbos e não faz distinção de gênero.

3. Contemporâneo das primeiras publicações do romantismo brasileiro (O moço loiro, Joaquim Manuel de Macedo, 1845; Primeiros Cantos, Gonçalves Dias, 1846), Martins Pena imprime a marca do estilo da época na sua peça, visível na idealização do amor e da pureza nos namoros da personagem Cecília.

4. Embora a proibição do comércio negreiro seja um contexto fundamental, os escravos não têm fala na peça. A realidade dos negros, no entanto, transparece de forma clara quando um meia-cara é entregue em um cesto como presente e no momento em que as chicotadas na escrava são tratadas como um fato tão natural que não chega a interromper a conversa com as visitas.

5. A comédia de costumes de Martins Pena retoma alguns temas recorrentes na poesia satírica de Gregório de Mattos funcionários corruptos, leis burladas como normalidade, dinheiro como móvel da sociedade aproximando a sociedade pós-independência do século XIX da sociedade colonial do século XVII.

Assinale a alternativa correta.

O romance A última Quimera, de Ana Miranda, publicado em 1995, elege como personagem principal o poeta Augusto dos Anjos (1884-1914), inscrevendo-se na linha de ficcionalização da história literária, modalidade bastante frequentada na passagem do século XX para o XXI. A propósito dessa obra, assinale a alternativa correta.

O texto a seguir é referência para as questões 06 a 08.
Filosofia nas histórias dos super­heróis
Os quadrinhos de super­heróis constituem uma daquelas originais formas de arte americana, da mesma maneira que o jazz,o blues,o muscle cars1 e as rosquinhas Krispy Kreme, que se espalharam pelo mundo e causaram um impacto marcante em várias culturas. Até o observador mais casual sabe que essas histórias são cheias de ação, aventura, suspense e um incrível trabalho de arte. Mas pouquíssimas pessoas percebem que elas também merecem séria atenção intelectual, por suas fascinantes apresentações de temas e ideias com profundidade filosófica. É verdade. Não estamos brincando.
As melhores histórias em quadrinhos de super­heróis, além de divertirem, introduzem e abordam de forma vívida algumas das questões mais interessantes e importantes enfrentadas por todo ser humano – questões referentes à ética, à responsabilidade pessoal e social, à justiça, ao crime e ao castigo, à mente e às emoções humanas, à identidade pessoal, à alma, à noção de destino, ao destino de nossa vida, ao que pensamos da ciência e da natureza, ao papel da fé na aspereza deste mundo, à importância da amizade, ao significado do amor, à natureza de uma família, às virtudes clássicas como coragem e muitos outros temas importantes. Já estava na hora de pelo menos as melhores histórias em quadrinhos serem reconhecidas também pelo intrigante modo como levantam e debatem essas prementes questões humanas.
Tipo de automóveis que se originaram em Detroit (EUA na década de 1960, famosos pela aparência agressiva e grande potência, o que deu a eles a denominação de "carros musculosos", os GTO.
(Super­heróis e a filosofia: verdade, justiça e o caminho socrático. Coletânea Matt Morris e Tom Morris, coord. William Irwin. SP: Madras, 2009.)

A ideia principal do texto é:

O texto a seguir é referência para as questões 73 a 77.

MIS A JOUR LE 26 DECEMBRE 2008

_______________________________________________________________

Le chanteur français Charles Aznavour a enthousiasmé le public lors du lancement officiel lundi soir à Rio de Janeiro de l?année de la France au Brésil, plusieurs centaines de manifestations qui refléteront la créativité et la diversité françaises. Ce lancement a eu lieu à l?occasion de la visite au Brésil, lundi et mardi, de Nicolas Sarkozy.
Le président français, avec son épouse, la chanteuse Carla Bruni, et son homologue brésilien Luiz Inacio Lula da Silva, ont assisté au concert.
Plein de vitalité, Aznavour a interprété quatre chansons très applaudies. Il a dansé à plusieurs reprises et a terminé sur la Bohème, reprise en choeur par le public franco–brésilien.
Avant lui, c?est le chanteur–compositeur brésilien Gilberto Gil qui avait ouvert la soirée en chantant deux de ces compositions dont «Touche pas à mon pote», une chanson qu?il avait composée il y a plusieurs années dans le cadre de la campagne de lutte contre le racisme: «SOS Racisme», de Harlem Désir.
Ancien ministre de la Culture, Gil a aidé à mettre sur pied l?Année de la France au Brésil. Il a souligné que «Touche pas à mon pote» parlait de l?immigration, un thème sensible au Brésil alors que de nombreux Brésiliens sont parfois refoulés aux frontières de l?Europe, notamment en Espagne.
Le plateau a été complété par Arthur H côté français et Lenine côté brésilien qui ont composé et interprété la chanson de l?Année de la France au Brésil: «Paris, c?est comme un pari... les avions se croisent sur l?océan, Rio, Rio, Rio, le soleil se perd dans la baie».
«Nous voulons montrer une France moderne, diverse et ouverte et pas seulement un pays d?histoire», a déclaré la Commissaire générale de l?année, Anne Louyot.
«Cela ne doit pas être un événement éphémère mais doit ouvrir sur l?avenir» en vue d?un partenariat multiple entre les deux pays, a–t–elle souligné en écho au partenariat stratégique.
700 projets Du 21 avril au 15 novembre 2009, grands spectacles populaires, expositions, théâtre, concerts, danse, cirque, foires du livres, colloques scientifiques se succéderont: ce sont au total 700 projets les plus divers qui ont été labellisés «França.br2009», titre officiel de cette manifestation.
La véritable ouverture de l?année aura lieu le 21 avril, à Rio, avec un spectacle pyrotechnique imaginé par le Groupe F, dont les feux d?artifice ont déjà illuminé les cérémonies de Jeux Olympiques ou de grands événements.
C?est également un concert qui mettra un point final à l?Année, le 15 novembre à Sao Paulo. La capitale économique du Brésil accueillera aussi en septembre une exposition sur Matisse.
En juin, la Sao Paulo Fashion Week, principal événement de mode au Brésil, sera placée sous le signe de la «Passion française», et invitera de jeunes créateurs français.



Observation:
Harlem Désir – ancien militant français devenu député européen et membre dirigeant du Parti socialiste.

74 – Cochez l?option qui présente le titre du texte ci–dessus:

O texto a seguir é referência para as questões 01 a 05.
Darwin: o super­herói

Em seu brilhante trabalho de mitologia comparativa, Joseph Campbell (1904­1987) verificou que os heróis de todas as culturas e religiões humanas compartilham um arco de vida similar, que ele chamou de "monomito". No livro O herói de mil faces, ele descreve que, no processo de se transformar de humano em herói, o personagem universalmente passa por três estágios previsíveis: separação – iniciação – retorno.
O arco de vida de Darwin acidentalmente seguiu de maneira fiel o script monomítico de Campbell. Separação: o jovem destinado a se tornar pároco na Inglaterra vitoriana e ter uma vida monótona abandona seu país para uma aventura de volta ao mundo no navio Beagle. Iniciação: na viagem de cinco anos (dos quais ele passou 2/3 do tempo em terra), Darwin vence várias agruras, como constante enjoo no mar, perde a fé religiosa, descobre sua vocação de naturalista e coleta uma fantástica coleção de espécimes biológicos. Retorno: Darwin completa sua aventura no isolamento de sua mansão campestre e emerge como autor da Origem das espécies, um livro contendo ideias que deram novo sentido à biologia e modificaram radicalmente a visão que a humanidade tem de si própria e de seu lugar no universo. Certamente uma trajetória mitológica perfeita – não é de se surpreender que Darwin tenha se tornado um super­herói.
Muita gente pensa erroneamente que evolução por seleção natural é algo hipotético, em que uma pessoa pode acreditar ou não. Pelo contrário, a evolução darwiniana hoje é uma verdade científica. Poucas teorias científicas conseguiram amealhar tanta evidência a seu favor. Em alguns casos, podemos observar a evolução darwiniana ocorrendo bem em frente dos nossos olhos! Vejamos um exemplo.
Um dos maiores flagelos atuais da humanidade, a pandemia de Aids, paradoxalmente nos dá uma oportunidade única: ver a evolução por seleção natural ocorrendo em tempo real. Isso acontece porque o vírus HIV replica­se com enorme rapidez e também porque a enzima responsável, a transcriptase reversa, é predisposta a erros. Em consequência, o HIV está constantemente sofrendo mutações, gerando no paciente um enxame de variantes virais sujeitas às forças da seleção natural. Quando um medicamento anti­HIV entra na corrente sanguínea, a seleção natural favorece as variantes resistentes do vírus, que então sobrevivem, se multiplicam e passam a predominar em pouco tempo. Este processo darwiniano é basicamente o mesmo que ocorreu nas centenas de milhões de anos da evolução da vida na Terra, só que agora é medido em dias e horas. Não há desenho nem direcionalidade, apenas as forças combinadas do acaso e da necessidade gerando cepas cada vez mais resistentes.
Uma estratégia para tentar driblar esse processo de seleção é o uso concomitante de vários fármacos antirretrovirais com alvos diferentes, a chamada terapia tríplice. Assim, para sobreviver, o vírus precisaria ter múltiplas resistências simultaneamente, o que é muito improvável. Infelizmente a variabilidade genética é tamanha que tal multirresistência ocorre em alguns casos. Dessa maneira, para doentes com Aids, a evolução por seleção natural é uma inimiga! Entretanto, recentemente foi descoberto que ela pode ser manipulada a favor do paciente. Isso, como sói acontecer, foi descoberto acidentalmente.
Em 1997 a médica alemã Veronica Miller, da Universidade Goethe, em Frankfurt, estava tratando um paciente simultaneamente com vários medicamentos anti­HIV quando observou que não só havia resistência do vírus a todos eles, como também o paciente já estava apresentando sinais de toxicidade medicamentosa. Na falta de alternativas, ela decidiu suspender todos os medicamentos até que os sintomas tóxicos desaparecessem. Após três meses sem tratamento o paciente foi reexaminado e, para surpresa de todos, a resistência viral havia desaparecido! Em outras palavras, em 90 dias a população do HIV havia evoluído de um estado de resistência a todos os fármacos a um estado de suscetibilidade a todos eles. O que havia ocorrido?
Logo se constatou a razão. Na presença dos medicamentos, as cepas resistentes predominavam, mas algumas cópias do vírus infectante original não resistente (o chamado tipo selvagem) sobreviviam nos linfócitos. Quando os medicamentos foram suspensos, a vantagem seletiva das cepas resistentes desapareceu e o tipo selvagem, melhor adaptado a esse ambiente sem fármacos, começou a se replicar com enorme velocidade e logo substituiu as mutantes resistentes. A partir dessa constatação, nasceu o chamado "tratamento de interrupções estruturadas" da Aids, uma nova arma na guerra contra a doença, alicerçado ortodoxamente em princípios darwinianos!
> (PENA, Sérgio Danilo. Ciência Hoje on line – 12 jan. 2007 – adaptado.)

No livro O herói de mil faces, Campbell descreve que, no processo de se transformar de humano em herói, o personagem universalmente passa por três estágios previsíveis: separação – iniciação – retorno. Assinale a alternativa que reescreve a frase acima sem alterar o sentido.

A psicologia institucional tornou-se um dos vértices teóricos que embasam a atuação do psicólogo em contexto de organizações. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa correta.

É uma ferramenta que auxilia o bibliotecário a alcançar eficácia e eficiência organizacionais e a desenvolver estratégias para melhorar a eficácia e a eficiência do acervo e dos serviços e produtos. Essa afirmativa refere-se a:

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