Uma fábrica de chocolates iniciou sua produção com 40 mil barras de chocolates por dia e, a cada dia, deve produzir 20% a mais do que produziu no dia anterior. Considerando as informações relacionadas à produção da fábrica, assinale a alternativa CORRETA: 

O Governo Estadual, pela lei nº 2 de 10/10/1947, criou o município de Arapongas que possuía uma área total de 2007 quilômetros quadrados (http://www.arapongas.pr.gov.br/historia). O município de Arapongas foi elevado à categoria de cidade através do desmembramento do município de: 

Considere um paciente internado com diagnóstico de angina, durante a avaliação de enfermagem ele relata estar com dor torácica, náusea, dormência de membros superiores e dispneia. Neste momento, o enfermeiro deve:

Diminuir consumo de carne ajuda ao planeta?

Estudo recomenda mudanças alimentares para poder ajudar na saúde e meio ambiente

 


              Se você não é vegetariana e se questiona se de fato diminuir o consumo de carne ajuda ao planeta, a resposta é sim.

Um estudo das universidades de Oxford e Minnesota, divulgado essa semana nos Estados Unidos, confirma mais uma vez que as escolhas alimentares – desde o que se come até o quanto se come – impacta mesmo no meio ambiente e na saúde. Não é novidade, mas os sinais cada vez mais claros do aquecimento global reforçam a pesquisa.

“Verificamos que alimentos associados com maior negatividade no impacto ambiental – carne vermelha processada ou não – são consistentemente associados com os maiores riscos de saúde também. Assim sendo, fazer a transição alimentar voltada para um consumo maior de alimentos saudáveis contribuiria para melhorar a sustentabilidade ambiental”, diz o estudo.

 Durante a investigação, foi testado que 50 gramas de carne vermelha processada geram pelo menos 20 vezes mais gás de efeito estufa do que 100 gramas de vegetais.

No campo da saúde cientistas voltaram a reforçar que nove do 15 fatores mais comuns para mortalidade mundial são resultado de má alimentação. Doenças como diabetes, infartos e câncer de cólon, responsáveis por 40% das mortes em todo o mundo, também tem forte conexão com a alimentação.

No relatório foi avaliado que em uma dieta diária de 2,300 calorias, ao adotar um cardápio vegetariano, é possível reduzir em torno de 30% da emissão de gases de efeito estufa. Se fosse vegano (exclui leite e derivados) contribuiria ainda mais para a redução da emissão de carbono, com uma contribuição de até 85% da redução de emissão de gás carbono.

Porém hábitos são difíceis de mudar.

Para não ser 100% radical, já ajudaria bastante (eles dizem) adotar menu vegetariano por 2/3 das refeições, podendo ocasionalmente manter o consumo de alimentos provenientes de carne. Ao fazer esse esforço, significaria reduzir as consequências de emissão de gás carbono por causa de comida em quase 60%.

"Alimentos que têm menos impacto ambiental ou que são menos associados com doenças, como grãos refinados, laticínios, ovos e aves. Eles podem ajudar na sustentabilidade de saúde e meio ambiente se forem usados para substituir alimentos menos saudáveis ou que tenham maior impacto ambiental, como carne vermelha, processada ou não”, conclui o estudo.

 

 

Disponível em: < https://claudia.abril.com.br/saude/diminuir-consumo-de-carne-ajuda-ao-planeta/>. Acesso em: 20 jan 2020.



Porém hábitos são difíceis de mudar.” O elemento sublinhado introduz, dentro do contexto, em relação ao que foi afirmado antes, uma: 

Imagine uma situação hipotética onde uma Analista de Tecnologia da Informação foi solicitada para configurar um Servidor de Arquivos implementando técnicas RAID (Redundant Array of Inexpensive Disks). Para realizar a configuração do RAID, esta Analista pretende utilizar o Sistema Operacional GNU/Linux Debian pelo fato deste sistema operacional suportar diversos tipos de RAID via software. Durante o processo de configuração do RAID, ela optou pelo RAID do tipo 0. Qual foi a motivação desta escolha?

O que são os mercados chineses de animais silvestres?


Eles surgiram de uma necessidade, a higiene deixa a desejar e, hoje, a maioria dos chineses não os frequenta. Entenda o que envolve o comércio que culminou na propagação do coronavírus.


Por Carolina Fioratti

31 jan 2020
No texto, a palavra “Culminou” é um verbo que tem o mesmo significado que:
O modelo de camadas surgiu para reduzir a complexidade do projeto de arquitetura de redes. A ideia deste modelo é, inicialmente, dividir o projeto de redes em funções independentes e agrupá-las em camadas. Desta forma, cada nível é responsável por determinados serviços e apenas aquela camada pode oferecê-los. Em relação às camadas do modelo OSI (Open System Interconnection), analise as assertivas abaixo e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso: 

    ( )     A camada de enlace está preocupada com a comunicação dos dispositivos adjacentes. 
    ( )     A camada de transporte oferece a comunicação FIM-A-FIM entre as aplicações. 
    ( )     A camada de aplicação oferece controle de acesso ao meio. 
    ( )     A camada de rede é responsável pela rede de interconexão. 
    ( )     O protocolo IPv4 (Internet Protocol) faz parte da camada de aplicação. 
    ( )     Os protocolos HTTP e UDP fazem parte da camada de aplicação. 

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA: 

Na sala de recuperação pós anestesia (SRPA), é muito importante o acompanhamento dos pacientes para que sua recuperação ocorra e também para minimizar riscos de intercorrências. Entre os cuidados que se deve ter com o paciente na SRAP, estão:
I. Monitorar sinais vitais, além de sinais e sintomas adventício, através do monitor cardíaco.
II. Em especial após anestesia geral, monitorar saturação e frequência respiratória, pois devido ao relaxante muscular administrado, é comum o paciente perder o reflexo da respiração, o que levará na diminuição da saturação.
III. No caso de crianças, é comum que ocorra agitação e até mesmo alucinações devido ao efeito dos gases utilizados para induzir e manter a anestesia durante o ato cirúrgico, sendo assim, deve-se permanecer próximo ao leito e este estar sempre com as grades elevadas.
Está(ão) CORRETA(S):

Nova bateria deve manter carga do celular por cinco dias

A durabilidade seria tão ruim quanto a das baterias de hoje, mas, sim, elas podem ser revolucionárias.


    Sair de casa sem um carregador para o celular vai deixar de ser problema. Pesquisadores da Universidade Monash, em Melbourne (Austrália), desenvolveram uma bateria com capacidade quatro vezes maior do que as utilizadas hoje.

    Trata-se de uma bateria de Lítio-Enxofre (Li-S). Elas já existem – e por serem bem leves já foram usadas em aviões movidos a energia solar. Mas por que o seu celular não tem uma dessas, então?

    Porque elas se desintegram. Depois algumas poucas cargas e recargas elas não aguentam o tranco, começam a se romper, e a bateria morre. Isso acontece porque as partículas de enxofre lá dentro praticamente dobram de tamanho quando a bateria está carregada – isso acontece nas baterias de lítio comum também, mas aí a dilatação é de apenas 10%.

    A equipe, porém, encontrou uma solução esperta para esse problema: criaram uma estrutura interna bem intrincada, que oferece mais espaço para a expansão do enxofre. Dessa forma, ela consegue uma durabilidade equivalente à de uma bateria comum, com a vantagem de durar assombrosamente mais.

    Isso não seria interessante só para quem sai de casa sem carregador. O maior impacto seria nos carros elétricos. Os melhores de hoje têm autonomia de mais ou menos 300 km. Baterias assim elevariam tal autonomia para 1.500 km – bem mais que a de qualquer veículo com motor a combustão interna.

    Elas também ajudariam em outra frente: a das baterias que armazenam energia solar para uso doméstico, como a Powerwall, da Tesla. Ela armazena o equivalente a um dia e 17 de horas de energia. Com o lítio-enxofre de alta durabilidade, essa capacidade saltaria para uma semana.

    Os pesquisadores estão otimistas. Dizem que, além de tudo, as baterias seriam mais baratas que as de hoje – pelo fato de o enxofre ser um elemento mais abundante que os metais das baterias de lítio comum. Mas o fato é que a tecnologia ainda está engatinhando – eles esperam testar protótipos por mais alguns anos até apresentar uma bateria capaz de chegar ao mercado.

Disponível em: . Acesso em: 20 jan.


 


No 3º parágrafo do texto, o verbo desintegrar tem seu sinônimo expresso em: 

Em 31 de outubro de 2019, foi feita a desocupação da área da comunidade Ester Fernandes, na Fazenda Palheta, onde viviam 50 famílias, no município de Alvorada do Sul-PR. Assinale a alternativa que indica o movimento social responsável por essa ocupação, em janeiro de 2009:
Dado o endereço IPv4 192.168.0.0/16, informe, sucessivamente, qual o endereço do primeiro host válido, último host válido e o endereço de broadcast da rede:


Diminuir consumo de carne ajuda ao planeta?

Estudo recomenda mudanças alimentares para poder ajudar na saúde e meio ambiente

 


              Se você não é vegetariana e se questiona se de fato diminuir o consumo de carne ajuda ao planeta, a resposta é sim.

Um estudo das universidades de Oxford e Minnesota, divulgado essa semana nos Estados Unidos, confirma mais uma vez que as escolhas alimentares – desde o que se come até o quanto se come – impacta mesmo no meio ambiente e na saúde. Não é novidade, mas os sinais cada vez mais claros do aquecimento global reforçam a pesquisa.

“Verificamos que alimentos associados com maior negatividade no impacto ambiental – carne vermelha processada ou não – são consistentemente associados com os maiores riscos de saúde também. Assim sendo, fazer a transição alimentar voltada para um consumo maior de alimentos saudáveis contribuiria para melhorar a sustentabilidade ambiental”, diz o estudo.

 Durante a investigação, foi testado que 50 gramas de carne vermelha processada geram pelo menos 20 vezes mais gás de efeito estufa do que 100 gramas de vegetais.

No campo da saúde cientistas voltaram a reforçar que nove do 15 fatores mais comuns para mortalidade mundial são resultado de má alimentação. Doenças como diabetes, infartos e câncer de cólon, responsáveis por 40% das mortes em todo o mundo, também tem forte conexão com a alimentação.

No relatório foi avaliado que em uma dieta diária de 2,300 calorias, ao adotar um cardápio vegetariano, é possível reduzir em torno de 30% da emissão de gases de efeito estufa. Se fosse vegano (exclui leite e derivados) contribuiria ainda mais para a redução da emissão de carbono, com uma contribuição de até 85% da redução de emissão de gás carbono.

Porém hábitos são difíceis de mudar.

Para não ser 100% radical, já ajudaria bastante (eles dizem) adotar menu vegetariano por 2/3 das refeições, podendo ocasionalmente manter o consumo de alimentos provenientes de carne. Ao fazer esse esforço, significaria reduzir as consequências de emissão de gás carbono por causa de comida em quase 60%.

"Alimentos que têm menos impacto ambiental ou que são menos associados com doenças, como grãos refinados, laticínios, ovos e aves. Eles podem ajudar na sustentabilidade de saúde e meio ambiente se forem usados para substituir alimentos menos saudáveis ou que tenham maior impacto ambiental, como carne vermelha, processada ou não”, conclui o estudo.

 

 

Disponível em: < https://claudia.abril.com.br/saude/diminuir-consumo-de-carne-ajuda-ao-planeta/>. Acesso em: 20 jan 2020.



A palavra em destaque na questão anterior (ocasionalmente) se classifica como: 


Nova bateria deve manter carga do celular por cinco dias

A durabilidade seria tão ruim quanto a das baterias de hoje, mas, sim, elas podem ser revolucionárias.


    Sair de casa sem um carregador para o celular vai deixar de ser problema. Pesquisadores da Universidade Monash, em Melbourne (Austrália), desenvolveram uma bateria com capacidade quatro vezes maior do que as utilizadas hoje.

    Trata-se de uma bateria de Lítio-Enxofre (Li-S). Elas já existem – e por serem bem leves já foram usadas em aviões movidos a energia solar. Mas por que o seu celular não tem uma dessas, então?

    Porque elas se desintegram. Depois algumas poucas cargas e recargas elas não aguentam o tranco, começam a se romper, e a bateria morre. Isso acontece porque as partículas de enxofre lá dentro praticamente dobram de tamanho quando a bateria está carregada – isso acontece nas baterias de lítio comum também, mas aí a dilatação é de apenas 10%.

    A equipe, porém, encontrou uma solução esperta para esse problema: criaram uma estrutura interna bem intrincada, que oferece mais espaço para a expansão do enxofre. Dessa forma, ela consegue uma durabilidade equivalente à de uma bateria comum, com a vantagem de durar assombrosamente mais.

    Isso não seria interessante só para quem sai de casa sem carregador. O maior impacto seria nos carros elétricos. Os melhores de hoje têm autonomia de mais ou menos 300 km. Baterias assim elevariam tal autonomia para 1.500 km – bem mais que a de qualquer veículo com motor a combustão interna.

    Elas também ajudariam em outra frente: a das baterias que armazenam energia solar para uso doméstico, como a Powerwall, da Tesla. Ela armazena o equivalente a um dia e 17 de horas de energia. Com o lítio-enxofre de alta durabilidade, essa capacidade saltaria para uma semana.

    Os pesquisadores estão otimistas. Dizem que, além de tudo, as baterias seriam mais baratas que as de hoje – pelo fato de o enxofre ser um elemento mais abundante que os metais das baterias de lítio comum. Mas o fato é que a tecnologia ainda está engatinhando – eles esperam testar protótipos por mais alguns anos até apresentar uma bateria capaz de chegar ao mercado.

Disponível em: . Acesso em: 20 jan.


 


As novas baterias de lítio-enxofre seriam vantajosas para carros elétricos porque: 

Analise os itens a seguir sobre equações do primeiro grau e assinale a alternativa CORRETA:
I. Resolvendo a equação: 11x + 15 = 143 + 3x, obtemos como resultado o valor 18. II. Após resolver a equação: 19x + 43 = 271 + 7x, obtemos um resultado igual a 19. III. Resolvendo a equação: 37x + 51 = 426 + 12x, obtemos um valor para x igual a 15.

Analise as assertivas e assinale (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso, no que se refere aos procedimentos de prevenção e combate a incêndios:
( ) São considerados agentes extintores por abafamento a areia, a terra, os cobertores, os pós e gases especiais. ( ) Os combustíveis da classe A são todos aqueles que são sólidos e comuns, tal como a madeira, o papel, o plástico, a borracha, cuja queima deve ser combatida eficazmente com utilização de pó químico. ( ) Os combustíveis da classe B são os líquidos inflamáveis, líquidos combustíveis e gases inflamáveis, dado que todos eles queimam em superfície e não deixam resíduos provenientes de sua queima. ( ) Os combustíveis da classe C são os equipamentos que estão submetidos à energia elétrica, já que a utilização de água, nestes casos, pode resultar na condução da energia e em risco para quem combate o fogo.
Projeto propõe beliche para dar mais conforto na classe econômica de aviões

Viajar na classe econômica dos aviões está longe de ser algo confortável, especialmente em viagens mais longas. Inúmeros projetos, porém, tentam mudar essa realidade. As propostas são as mais diversas possíveis, inclusive com uma nova área no porão de carga dos aviões. 

Um novo projeto desenvolvido na Holanda pela Delft University of Technology pretende criar áreas com beliches na classe econômica para os passageiros dormirem mais confortavelmente durante as viagens. O projeto é um dos indicados ao prêmio da Crystal Cabin Award deste ano.

Apesar da indicação ao prêmio, o projeto da Delft não é dos mais bonitos. Pelas imagens divulgadas até o momento, as camas parecem mais cápsulas bem apertadas. Quem tem um pouco de claustrofobia pode ficar bastante incomodado ao entrar nesses espaços. Assentos serão reconfigurados somente após a decolagem do avião.

Durante os procedimentos de manobra, decolagem e pouso, os passageiros ficam acomodados em bancos para até três lugares. Já em voo, esse assento poderá ser reconfigurado para se transformar em um beliche de três andares. O acesso às camas mais altas é feito por uma escada lateral, mas os desenvolvedores do projeto garantem que até passageiros mais idosos conseguiriam subir.

A Delft University of Technology diz que as camas também serão bastante confortáveis. No interior da cápsula, haverá monitores de entretenimento, tomadas para carregamento de aparelhos eletrônicos, uma mesinha e um encosto inflável.

Os desenvolvedores do projeto também terão de resolver um outro problema. De acordo com as imagens divulgadas até o momento, não há espaço para os bagageiros internos. Para ter mais conforto, os passageiros não poderão mais levar bagagem de mão a bordo do avião? Até o momento, o projeto da Delft University of Technology não atraiu interesse de nenhuma companhia aérea. Com tantos outros projetos, é possível até mesmo que ele nunca saia do papel. A esperança para os passageiros é que há muita gente ao redor do mundo pensando em algo para deixar sua viagem na classe econômica mais confortável.

Disponível em: https://economia.uol.com.br/todos-a-bordo/2020/02/02/projeto-beliche-classe-economica.htm Acesso
em: 01 fev. 2020.
De acordo com o texto, o projeto desenvolvido pela Delft University of Technology:

Assinale a alternativa CORRETA no que se refere aos procedimentos de combate a incêndios:
As crianças são frequentemente acometidas por doenças respiratórias e gastrointestinais. Sendo assim, o profissional de saúde deve conseguir identificar sinais de maior gravidade dessas doenças. Para a criança com tosse ou dificuldade para respirar, é importante verificar se a frequência respiratória está intensificada, se a criança apresenta sibilos ou estridor e se apresenta tiragem subcostal. A frequência respiratória varia de acordo com a idade da criança, sendo considerada pelo Manual de Crescimento e Desenvolvimento Infantil, do Ministério da Saúde, como normal para uma criança de 6 a 8 anos uma frequência respiratória de até:
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