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Em uma determinada cidade, sabe?se que quando chove em um dia, a probabilidade de chover no dia seguinte é de 60%. Nessa mesma cidade, quando chove em um dia, a probabilidade de o trânsito engarrafar é de 70% e, quando não chove a probabilidade de o trânsito engarrafar é de 40%.

Hoje choveu nessa cidade.

A probabilidade de o trânsito não engarrafar amanhã nessa cidade é de

?Ora, por que não podam a árvore? Porque é preciso uma autorização formal da prefeitura,...?; nesse segmento do texto há uma diferente e correta grafia do vocábulo sublinhado. Assinale a frase a seguir em que esse mesmo vocábulo é grafado de forma incorreta.

A partir da década de setenta surgiu um amplo movimento de desestatização originado das políticas públicas empreendidas pelos Estados Unidos e pela Grã?Bretanha. Na década de noventa esse movimento aportou ao Brasil, o que também gerou o afastamento do Estado de diversas atividades, alienando empresas e extinguindo tantas outras, causando, muitas vezes, comoção social.

Dentre os serviços que não são passíveis de privatização, pela sua natureza indelegável, encontra?se o pertinente

As multas de trânsito são classificadas em gravíssimas, graves, médias e leves e, ao cometê?las, os motoristas perdem, respectivamente, 7, 5, 4 e 3 pontos. Um motorista cometeu cinco infrações de trânsito e as cinco multas correspondentes somaram um total de 19 pontos. Sobre as cinco multas recebidas por esse motorista, tem?se que

Em um estacionamento há 100 veículos dos quais 20 veículos são de cor preta e 30 veículos são da marca M. Desses 30 veículos da marca M, 6 são de cor preta. Assinale a alternativa que indica o número de veículos nesse estacionamento que não são de cor preta nem são da marca M.

Sabe-se que: ?Se X não acontece e Y acontece então Z acontece.?   Suponha que Z não acontece. Logo:

Não é a chuva (fragmento)

Tem saído nos jornais: chuvas deixam São Paulo no caos. É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e metrô, quer estejam em casa ou no trabalho. Três fatores criam a confusão: semáforos desligados; alagamentos nas ruas; falta de energia. Então, tudo culpa da chuva, certo? Errado. Semáforos, por exemplo. Eles poderiam ter a fiação enterrada ou a fonte de energia e os sistemas de controle automático protegidos por caixas blindadas. Isso não é nenhuma maravilha da tecnologia, algo revolucionário. Existe em qualquer cidade organizada. E tanto é acessível que já há projetos para a instalação desses equipamentos em São Paulo. Se não avança, é culpa dos administradores ? não da chuva. Quanto aos alagamentos, ocorrem por falta de algum serviço ou obra, esta já prevista. Podem reparar. Sempre aparece alguma autoridade municipal ou estadual dizendo que a enchente aqui será resolvida com um piscinão, ali com a canalização de um córrego, em outra rua com a simples limpeza dos bueiros, e assim vai. De novo, sabe?se o que é preciso fazer, mas não se faz. Também não é culpa da chuva. A falta de energia é outro estrago. Caem postes, desabam árvores, fiações são destruídas, transformadores pifam. Um amigo conta a situação na sua rua: os galhos de uma árvore cresceram muito e encostaram no transformador; quando chove com vento, os galhos vão batendo no transformador, já molhado, até desligá?lo. Sempre acontece isso. Ora, por que não podam a árvore? Porque é preciso uma autorização formal da prefeitura, o que significa uma solicitação formal, um trâmite formal, a visita pessoal de um fiscal. Não sai antes da próxima chuva. Podem reparar: em toda queda de árvore, sempre aparece um morador para dizer que aquilo era esperado, que já havia sido solicitada a poda ou a retirada. De novo, não tem nada a ver com a chuva.

(Carlos Alberto Sardenberg. O Globo, 28/02/2013)

?Quanto aos alagamentos, ocorrem por falta de algum serviço ou obra, esta já prevista?. O emprego do pronome demonstrativo sublinhado se justifica porque

“A Lei n. 8.666/93 estabelece as normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Ou seja: aplica?se a toda a Administração Pública, seja nas compras, obras, contratação de serviços e alienações.”

Assinale a alternativa que indica a modalidade obrigatória para a contratação de obras e serviços de engenharia, com valor acima de R$ 1.500.000,00.

Sabe?se que: “Se X não acontece e Y acontece então Z acontece.”

Suponha que Z não acontece.

Logo:

No posicionamento da sinalização vertical na lateral de uma rodovia, deve-se garantir uma deflexão horizontal em relação à direção ortogonal ao trajeto dos veículos que se aproximam de, aproximadamente,

Um motorista percorreu o trajeto de sua casa ao seu local de trabalho com uma velocidade média de 60 km/h. Percorrendo o mesmo trajeto com uma velocidade média de 80 km/h haveria uma redução no tempo gasto de

Em uma determinada cidade, sabe?se que quando chove em um dia, a probabilidade de chover no dia seguinte é de 60%. Nessa mesma cidade, quando chove em um dia, a probabilidade de o trânsito engarrafar é de 70% e, quando não chove a probabilidade de o trânsito engarrafar é de 40%. Hoje choveu nessa cidade. A probabilidade de o trânsito não engarrafar amanhã nessa cidade é de

Uma sentença logicamente equivalente a “

Se faz sol e eu acordo cedo, então eu vou à praia”

é:

A negação da sentença ?Se chove então o trânsito fica congestionado? é:

Em 1 km de uma rodovia composta por duas faixas em uma direção, foram observados 10 veículos por faixa. Sabendo que cada carro percorre 10 m a cada 0,5 s, o número de veículos nessa rodovia, em 10 minutos, será de

Não é a chuva (fragmento)

Tem saído nos jornais: chuvas deixam São Paulo no caos. É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e metrô, quer estejam em casa ou no trabalho. Três fatores criam a confusão: semáforos desligados; alagamentos nas ruas; falta de energia. Então, tudo culpa da chuva, certo? Errado. Semáforos, por exemplo. Eles poderiam ter a fiação enterrada ou a fonte de energia e os sistemas de controle automático protegidos por caixas blindadas. Isso não é nenhuma maravilha da tecnologia, algo revolucionário. Existe em qualquer cidade organizada. E tanto é acessível que já há projetos para a instalação desses equipamentos em São Paulo. Se não avança, é culpa dos administradores ? não da chuva. Quanto aos alagamentos, ocorrem por falta de algum serviço ou obra, esta já prevista. Podem reparar. Sempre aparece alguma autoridade municipal ou estadual dizendo que a enchente aqui será resolvida com um piscinão, ali com a canalização de um córrego, em outra rua com a simples limpeza dos bueiros, e assim vai. De novo, sabe?se o que é preciso fazer, mas não se faz. Também não é culpa da chuva. A falta de energia é outro estrago. Caem postes, desabam árvores, fiações são destruídas, transformadores pifam. Um amigo conta a situação na sua rua: os galhos de uma árvore cresceram muito e encostaram no transformador; quando chove com vento, os galhos vão batendo no transformador, já molhado, até desligá?lo. Sempre acontece isso. Ora, por que não podam a árvore? Porque é preciso uma autorização formal da prefeitura, o que significa uma solicitação formal, um trâmite formal, a visita pessoal de um fiscal. Não sai antes da próxima chuva. Podem reparar: em toda queda de árvore, sempre aparece um morador para dizer que aquilo era esperado, que já havia sido solicitada a poda ou a retirada. De novo, não tem nada a ver com a chuva.

(Carlos Alberto Sardenberg. O Globo, 28/02/2013)

 ?É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e metrô, quer estejam em casa ou no trabalho?. Os conectivos sublinhados constroem uma estrutura que não se repete em:

Não é a chuva (fragmento)

Tem saído nos jornais: chuvas deixam São Paulo no caos. É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e metrô, quer estejam em casa ou no trabalho. Três fatores criam a confusão: semáforos desligados; alagamentos nas ruas; falta de energia. Então, tudo culpa da chuva, certo? Errado. Semáforos, por exemplo. Eles poderiam ter a fiação enterrada ou a fonte de energia e os sistemas de controle automático protegidos por caixas blindadas. Isso não é nenhuma maravilha da tecnologia, algo revolucionário. Existe em qualquer cidade organizada. E tanto é acessível que já há projetos para a instalação desses equipamentos em São Paulo. Se não avança, é culpa dos administradores ? não da chuva. Quanto aos alagamentos, ocorrem por falta de algum serviço ou obra, esta já prevista. Podem reparar. Sempre aparece alguma autoridade municipal ou estadual dizendo que a enchente aqui será resolvida com um piscinão, ali com a canalização de um córrego, em outra rua com a simples limpeza dos bueiros, e assim vai. De novo, sabe?se o que é preciso fazer, mas não se faz. Também não é culpa da chuva. A falta de energia é outro estrago. Caem postes, desabam árvores, fiações são destruídas, transformadores pifam. Um amigo conta a situação na sua rua: os galhos de uma árvore cresceram muito e encostaram no transformador; quando chove com vento, os galhos vão batendo no transformador, já molhado, até desligá?lo. Sempre acontece isso. Ora, por que não podam a árvore? Porque é preciso uma autorização formal da prefeitura, o que significa uma solicitação formal, um trâmite formal, a visita pessoal de um fiscal. Não sai antes da próxima chuva. Podem reparar: em toda queda de árvore, sempre aparece um morador para dizer que aquilo era esperado, que já havia sido solicitada a poda ou a retirada. De novo, não tem nada a ver com a chuva.

(Carlos Alberto Sardenberg. O Globo, 28/02/2013)

A frase inicial do texto ?Tem saído nos jornais? mostra uma forma verbal que indica:

O número de maneiras distintas de se dispor em fila as letras da palavra DETRAN, de modo que a fila comece e termine por vogais é

Não é a chuva (fragmento)

Tem saído nos jornais: chuvas deixam São Paulo no caos. É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e metrô, quer estejam em casa ou no trabalho. Três fatores criam a confusão: semáforos desligados; alagamentos nas ruas; falta de energia. Então, tudo culpa da chuva, certo? Errado. Semáforos, por exemplo. Eles poderiam ter a fiação enterrada ou a fonte de energia e os sistemas de controle automático protegidos por caixas blindadas. Isso não é nenhuma maravilha da tecnologia, algo revolucionário. Existe em qualquer cidade organizada. E tanto é acessível que já há projetos para a instalação desses equipamentos em São Paulo. Se não avança, é culpa dos administradores ? não da chuva. Quanto aos alagamentos, ocorrem por falta de algum serviço ou obra, esta já prevista. Podem reparar. Sempre aparece alguma autoridade municipal ou estadual dizendo que a enchente aqui será resolvida com um piscinão, ali com a canalização de um córrego, em outra rua com a simples limpeza dos bueiros, e assim vai. De novo, sabe?se o que é preciso fazer, mas não se faz. Também não é culpa da chuva. A falta de energia é outro estrago. Caem postes, desabam árvores, fiações são destruídas, transformadores pifam. Um amigo conta a situação na sua rua: os galhos de uma árvore cresceram muito e encostaram no transformador; quando chove com vento, os galhos vão batendo no transformador, já molhado, até desligá?lo. Sempre acontece isso. Ora, por que não podam a árvore? Porque é preciso uma autorização formal da prefeitura, o que significa uma solicitação formal, um trâmite formal, a visita pessoal de um fiscal. Não sai antes da próxima chuva. Podem reparar: em toda queda de árvore, sempre aparece um morador para dizer que aquilo era esperado, que já havia sido solicitada a poda ou a retirada. De novo, não tem nada a ver com a chuva.

(Carlos Alberto Sardenberg. O Globo, 28/02/2013)

?É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer

estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e

metrô, quer estejam em casa ou no trabalho".

O segmento sublinhado indica que os problemas dos habitantes

da cidade de São Paulo

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