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No que diz respeito ao trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação, está correto afirmar:

Ao se vistoriar um automóvel, é necessário priorizar alguns sistemas ou componentes visando liberar o veículo para o uso em condições de segurança. A esse respeito, julgue os itens que se seguem.

Ao verificar a necessidade de completar o reservatório do fluido de freio, é essencial conhecer o DOT (Departamento de Transporte dos Estados Unidos) do fabricante do óleo ainda existente no reservatório, para que seja utilizado um fluido com a mesma característica.

O Tribunal planeja comemorar a inauguração de sua nova sede com uma grande festa, com a presença de autoridades públicas, juízes, familiares e convidados. No planejamento da segurança deve-se, prioritariamente,

Julgue os itens a seguir, relativos à ética no serviço público

O servidor público deve apresentar comportamentos e atitudes direcionados para a preservação da honra e da tradição dos serviços públicos, tanto no exercício de seu cargo ou função quanto fora dele.

Atenção: Para responder às questões de números 45 e 46
preencha a(s) lacuna(s), pela ordem, de acordo com
os artigos do Código Brasileiro de Trânsito - CTB.

No caso de transferência de domicílio ou de residência no mesmo Município, o proprietário comunicará o novo endereço num prazo de ...... dias e aguardará o novo licenciamento para alterar o Certificado de Licenciamento Anual.

É comum às empresas públicas e sociedades de economia mista, que atuam no domínio econômico,

Os veículos, quanto à categoria, podem ser classificados em

Um motorista envolveu-se em um acidente de trânsito à noite com chuva em uma rodovia cujo limite de velocidade permitido é de 100 Km/h. Não houve vítimas, mas é necessário sinalizar o local para que não ocorram outros acidentes. Sabendo-se que a sinalização deve começar antes do local do acidente ser visível, a distância em que ela deve ser colocada é de

Em busca de segurança

Quando dizemos que alguém está muito seguro de si,
estamos nos referindo à sua invejável estabilidade psicológica,
ou ao seu equilíbrio emocional, ou à convicção que tem acerca
de suas ideias. Ao comprar um carro, somos aconselhados
(quando não compelidos) a fazer um seguro. E nunca faltará
quem nos lembre que é preciso dirigir com segurança. Travar as
portas e manter os vidros fechados também ajuda a nos sentir
mais seguros.
Todas essas acepções de segurança estão na ordem do
dia, numa época em que os cidadãos se sentem mais e mais
ameaçados. Em outros tempos, a questão da segurança pouco
surgia em discursos de candidatos políticos, e não era tomada
como uma das prioridades na pauta dos desafios nacionais, ao
lado da educação e da saúde. Mas desde que as mais variadas
formas de violência urbana passaram a se multiplicar, adqui-
rindo proporções jamais vistas, o direito à segurança foi para o
centro das preocupações dos governantes.
O grande dilema que costuma acompanhar as medidas
que visam a garantir um patamar mínimo de segurança para os
indivíduos está em que essa busca de garantia implica algumas
restrições à liberdade individual: portas eletrônicas e câmeras
diuturnamente vigilantes, por exemplo, representam um tipo de
controle que muitos julgam abusivo, por ferir a privacidade do
cidadão. O contra-argumento não tarda: “há pior invasão de
privacidade que um assalto ou sequestro?" O fato é que as
normas de segurança estão cada vez mais rigorosas, e há cada
vez menos pessoas que se insurgem contra elas. Somos obri-
gados a reconhecer que os indiscutíveis avanços da ciência e
da tecnologia não estão sendo acompanhados de correspon-
dente aperfeiçoamento do convívio social. Sentir-se seguro con-
tinua sendo um direito de todos, mas é sintomático que hoje
esse sentimento já esteja identificado como uma das metas da
administração pública em todos os seus níveis.


(Tarcísio do Amaral, inédito)

O sentido de um segmento do texto não será alterado ao se substituir o elemento sublinhado pelo elemento em negrito, indicado entre parênteses:

Mário está hoje encarregado de controlar o fluxo de entrada e saída de pessoas no Tribunal. Perto do horário de almoço, uma pessoa se apresenta dizendo que perdeu seu crachá mas precisa entrar urgentemente, pois já está atrasado para participar de uma reunião com o setor de compras. Mário não consegue confirmar a reunião. Frente a esta situação, Mário

A prisão preventiva

A segurança de dignitário tem como um de seus principais enfoques a proteção do segurado e, para atingir tal objetivo, deve-se

I. evitar, tanto quanto possível, confrontos desne- cessários e situações de perigo.

II. prevenir e atuar nas situações de crise, provocando acidentes quando qualquer tipo de ameaça puder comprometer a integridade física do protegido.

III. atuar em emergências médicas, aplicando técnicas de salvamento, delegando a terceiros a organização e isolamento completo do local de atendimento.

IV. selecionar, previamente, itinerários para desloca- mentos com o dignitário.

É INCORRETO o que consta em

Do ponto de vista da prevenção de vírus, ao receber uma mensagem eletrônica (e-mail) de origem desconhecida com um arquivo anexo executável,

Saudade de Waterloo

É famosa – ou não tão famosa, pois não me lembro do
autor – a história da mulher que se queixava de um dia particu-
larmente agitado nas redondezas da sua casa e do que o movi-
mento constante de cavaleiros e carroças fizera à sua roupa es-
tendida para secar, sem saber que estava falando da batalha de
Waterloo*, que mudaria a história da Europa. Contam que fa-
mílias inteiras da sociedade de Washington pegaram suas ces-
tas para piquenique e foram, de carruagem, assistir à primeira
batalha da Guerra Civil americana, em Richmond, e não tiveram
baixas. A Primeira Grande Guerra, ou a primeira guerra moder-
na, mutilou uma geração inteira, mas uma geração de homens
em uniforme de combate. Mulheres e crianças foram poupadas.
Só 5 por cento das mortes na Primeira Guerra foram de civis.
Na Segunda Guerra Mundial, a proporção foi de 65 por cento.
Os estragos colaterais da Segunda Guerra se deveram
ao crescimento simultâneo de duas técnicas mortais, a do bom-
bardeio aéreo e a da guerra psicológica. Bombardear popula-
ções civis foi adotado como uma “legítima” tática militar, para
atingir o moral do inimigo. Os alemães é que começaram, com
seus ataques aéreos sobre Londres, que tinha importância
simbólica como coração da Inglaterra, mas nenhuma importân-
cia estratégica. Mas ingleses e americanos também se dedi-
caram com entusiasmo ao bombardeio indiscriminado, como o
que provocou a tempestade de fogo que arrasou a cidade de
Dresden**, por nenhuma razão defensável salvo a do terror. E
os “estragos colaterais” chegaram à sua apoteose tétrica, claro,
em Hiroshima e Nagasaki***.


* Batalha de Waterloo = Histórica batalha em 1815, entre as forças
britânicas e as de Napoleão Bonaparte, da qual os franceses saíram
derrotados.

** Dresden = Cidade da Alemanha, capital do estado da Saxônia.

*** Hiroshima e Nagasaki = Cidades japonesas dizimadas por bombas
atômicas em1945.

(Luis Fernando Veríssimo. O mundo é bárbaro. Rio de Ja-
neiro: Objetiva, 2008, p. 123-124)


A expressão do título – Saudade de Waterloo – deve-se ao fato de o autor desenvolver a ideia de que as

A resolução 278, de 28 de maio de 2008,

As medidas de segurança nas áreas e instalações podem ser caracterizadas pelo emprego de recursos humanos ou equipamentos. Quanto à finalidade, podem ainda ser divididas em preventivas ou reativas, assim, é correto afirmar:

Ao ver uma pessoa estranha se aproximar rapidamente de um juiz, com um objeto na mão, os seguranças devem

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