Sejam as afirmações:
I. Se o valor lógico de uma proposição p é falso e o valor lógico de uma proposição q é verdadeiro, então o valor lógico da conjunção entre p e q é verdadeiro.
II. Se todo X é Y, então todo Y é X.
III. Se uma proposição p implica numa proposição q, então a proposição q implica na proposição p.
Pode–se afirmar que são verdadeiras:
Questões de Concursos
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UFPR•
A verificação da ocorrência de Escherichia coli nas amostras de água e lodo é fundamental para avaliação das condições sanitárias desses meios e a limitação dos seus usos. Assinale a alternativa correta sobre a análise desse microrganismo.
Em relação ao transporte pelas membranas celulares, pode-se afirmar que:
I. A água se move por fluxo de massa, difusão e osmose.
II. O movimento da água se dá do menor potencial hídrico para o maior.
III. O dióxido de carbono e o oxigênio se movem para dentro e para fora da célula por difusão.
IV. A difusão envolve o movimento independente das moléculas ao longo do gradiente de concentração.
Quais estão corretas?
Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.
O recente interesse na regulamentação da
astrologia como profissão oferece a oportunidade de
refletir sobre questões que vão desde as raízes
históricas da ciência até a percepção, infelizmente
muito popular, de seu dogmatismo. Preocupa?me, e
imagino que a muitos dos colegas cientistas, a
rotulação do cientista como um sujeito inflexível,
bitolado, que só sabe pensar dentro dos preceitos da
ciência. Ela vem justamente do desconhecimento
sobre como funciona a ciência. Talvez esteja aqui a
raiz de tanta confusão e desentendimento.
Longe dos cientistas achar que a ciência é o
único modo de conhecer o mundo e as pessoas, ou
que a ciência está sempre certa. Muito ao contrário,
seria absurdo não dar lugar às artes, aos mitos e às
religiões como instrumentos complementares de
conhecimento, expressões de como o mundo é visto
por pessoas e culturas muito diversas entre si.
Um mundo sem esse tipo de conhecimento
não científico seria um mundo menor e, na minha
opinião, insuportável. O que existe é uma distinção
entre as várias formas de conhecimento, distinção
baseada no método pertinente a cada uma delas. A
confusão começa quando uma tenta entrar no
território da outra, e os métodos passam a ser usados
fora de seus contextos.
Portanto, é (ou deveria ser) inútil criticar a
astrologia por ela não ser ciência, pois ela não é. Ela é
uma outra forma de conhecimento. [...]
Essa caracterização da astrologia como não
ciência não é devida ao dogmatismo dos cientistas. É
importante lembrar que, para a ciência progredir,
dúvida e erro são fundamentais. Teorias não nascem
prontas, mas são refinadas com o passar do tempo, a
partir da comparação constante com dados. Erros
são consertados, e, aos poucos, chega?se a um
resultado aceito pela comunidade científica.
A ciência pode ser apresentada como um
modelo de democracia: não existe o dono da
verdade, ao menos a longo prazo. (Modismos, claro,
existem sempre.) Todos podem ter uma opinião, que
será sujeita ao escrutínio dos colegas e provada ou
não. E isso tudo ocorre independentemente de raça,
religião ou ideologia. Portanto, se cientistas vão
contra alguma coisa, eles não vão como donos da
verdade, mas com o mesmo ceticismo que
caracteriza a sua atitude com relação aos próprios
colegas. Por outro lado, eles devem ir dispostos a
mudar de opinião, caso as provas sejam irrefutáveis.
Será necessário definir a astrologia? Afinal,
qualquer definição necessariamente limita. Se
popularidade é medida de importância, existem muito
mais astrólogos do que astrônomos. Isso porque a
astrologia lida com questões de relevância imediata
na vida de cada um, tendo um papel emocional que a
astronomia jamais poderia (ou deveriA) suprir.
A astrologia está conosco há 4.000 anos e
não irá embora. E nem acho que deveria. Ela faz
parte da história das ideias, foi fundamental no
desenvolvimento da astronomia e é testemunha da
necessidade coletiva de conhecer melhor a nós
mesmos e os que nos cercam. De minha parte, acho
que viver com a dúvida pode ser muito mais difícil,
mas é muito mais gratificante. Se erramos por não
saber, ao menos aprendemos com os nossos erros e,
com isso, crescemos como indivíduos. Afinal, nós
somos produtos de nossas escolhas, inspiradas ou
não pelos astros.
A instrução de reescrita que, uma vez seguida, compromete o padrão culto da língua observado em: ?Portanto, é (ou deveria ser) inútil criticar a astrologia por ela não ser ciência, pois ela não é.? (§ 4) encontra?se na alternativa:
UFPR•
A escolha do método estatístico mais adequado demanda, entre outras coisas, conhecimento do tipo e da natureza dos dados. Com relação a isso, assinale a alternativa correta.
Atenção: Para responder às questões de números 11 a 15,
considere o texto abaixo.
O conceito de desenvolvimento sustentável evoluiu ao
longo do tempo e incorporou, para além do capital natural, também
aspectos de desenvolvimento humano. Desta forma é
possível distinguir três dimensões do Desenvolvimento Sustentável
(AYUSO e FULLANA, 2002):
? Sustentabilidade ambiental: deve garantir que o desenvolvimento
seja compatível com a manutenção dos processos
ecológicos essenciais, da diversidade biológica e dos
recursos naturais;
? Sustentabilidade econômica: deve garantir que o desenvolvimento
seja economicamente eficiente, beneficie todos
os agentes de uma região afetada e os recursos sejam geridos
de maneira que se conservem para as gerações futuras;
? Sustentabilidade social e cultural: deve garantir que o
desenvolvimento sustentável aumente o controle dos indivíduos
sobre suas vidas, seja compatível com a cultura e os valores das
pessoas, e mantenha e reforce a identidade das comunidades.
Atualmente, também se associa o Desenvolvimento
Sustentável ou Sustentabilidade à responsabilidade social. Responsabilidade
social é a forma ética e responsável pela qual a
Empresa desenvolve todas as suas ações, políticas, práticas e
atitudes, tanto com a comunidade quanto com o seu corpo funcional.
Enfim, com o ambiente interno e externo à Organização
e com todos os agentes interessados no processo.
Assim, as definições de Educação Ambiental são abrangentes
e refletem a história do pensamento e visões sobre
educação, meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
É importante que a inserção da perspectiva da sustentabilidade
na cultura empresarial, por meio das ações e projetos
de Educação Ambiental, esteja alinhada a esses conceitos.
(Adaptado de: Guia de Educação Ambiental. Programa de Educação
Ambiental ? PEA Sabesp, p. 23-4. http://site.sabesp.com.br/site/interna/
Default.aspx?secaoId=176)
Conclui-se corretamente do texto que
NAS QUESTÕES NUMERADAS DE 16 A 40, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE RESPONDE CORRETAMENTE AO ENUNCIADO.
Estudos ambientais são relativamente recentes e suas contribuições na tomada de decisões políticas assumiram um papel de destaque apenas nas últimas décadas. Devido a isso e à grande variedade de ambientes, organismos e perturbações, é impossível sugerir uma seqüência única de técnicas de coleta e análise aplicada universalmente nos diferentes estudos ambientais. Entretanto, como em qualquer outro tipo de investigação técnico-científica, existem alguns princípios básicos para o desenvolvimento de desenhos amostrais e métodos de análises, que podem ser considerados em qualquer tipo de estudo ambiental. Suas principais etapas são:
I- análise dos dados/teste de hipótese.
II- apresentação dos resultados e conclusões.
III- levantamento do problema/formulação de hipóteses.
IV- coleta dos dados/delineamento amostral.
V- interpretação.
A seqüência em que elas devem ocorrer é:
Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.
O recente interesse na regulamentação da
astrologia como profissão oferece a oportunidade de
refletir sobre questões que vão desde as raízes
históricas da ciência até a percepção, infelizmente
muito popular, de seu dogmatismo. Preocupa?me, e
imagino que a muitos dos colegas cientistas, a
rotulação do cientista como um sujeito inflexível,
bitolado, que só sabe pensar dentro dos preceitos da
ciência. Ela vem justamente do desconhecimento
sobre como funciona a ciência. Talvez esteja aqui a
raiz de tanta confusão e desentendimento.
Longe dos cientistas achar que a ciência é o
único modo de conhecer o mundo e as pessoas, ou
que a ciência está sempre certa. Muito ao contrário,
seria absurdo não dar lugar às artes, aos mitos e às
religiões como instrumentos complementares de
conhecimento, expressões de como o mundo é visto
por pessoas e culturas muito diversas entre si.
Um mundo sem esse tipo de conhecimento
não científico seria um mundo menor e, na minha
opinião, insuportável. O que existe é uma distinção
entre as várias formas de conhecimento, distinção
baseada no método pertinente a cada uma delas. A
confusão começa quando uma tenta entrar no
território da outra, e os métodos passam a ser usados
fora de seus contextos.
Portanto, é (ou deveria ser) inútil criticar a
astrologia por ela não ser ciência, pois ela não é. Ela é
uma outra forma de conhecimento. [...]
Essa caracterização da astrologia como não
ciência não é devida ao dogmatismo dos cientistas. É
importante lembrar que, para a ciência progredir,
dúvida e erro são fundamentais. Teorias não nascem
prontas, mas são refinadas com o passar do tempo, a
partir da comparação constante com dados. Erros
são consertados, e, aos poucos, chega?se a um
resultado aceito pela comunidade científica.
A ciência pode ser apresentada como um
modelo de democracia: não existe o dono da
verdade, ao menos a longo prazo. (Modismos, claro,
existem sempre.) Todos podem ter uma opinião, que
será sujeita ao escrutínio dos colegas e provada ou
não. E isso tudo ocorre independentemente de raça,
religião ou ideologia. Portanto, se cientistas vão
contra alguma coisa, eles não vão como donos da
verdade, mas com o mesmo ceticismo que
caracteriza a sua atitude com relação aos próprios
colegas. Por outro lado, eles devem ir dispostos a
mudar de opinião, caso as provas sejam irrefutáveis.
Será necessário definir a astrologia? Afinal,
qualquer definição necessariamente limita. Se
popularidade é medida de importância, existem muito
mais astrólogos do que astrônomos. Isso porque a
astrologia lida com questões de relevância imediata
na vida de cada um, tendo um papel emocional que a
astronomia jamais poderia (ou deveriA) suprir.
A astrologia está conosco há 4.000 anos e
não irá embora. E nem acho que deveria. Ela faz
parte da história das ideias, foi fundamental no
desenvolvimento da astronomia e é testemunha da
necessidade coletiva de conhecer melhor a nós
mesmos e os que nos cercam. De minha parte, acho
que viver com a dúvida pode ser muito mais difícil,
mas é muito mais gratificante. Se erramos por não
saber, ao menos aprendemos com os nossos erros e,
com isso, crescemos como indivíduos. Afinal, nós
somos produtos de nossas escolhas, inspiradas ou
não pelos astros.
A proposição cujo conteúdo o autor quer que se interprete, não como certo ou possível, mas como obrigatório encontra?se na alternativa:
Em relação à cadeia alimentar, é incorreto afimar:
Considerando os aspectos da vegetação do cerrado e da conservação dos recursos naturais, julgue os itens a seguir.
Os incêndios em intervalos muito curtos nos ambientes savânicos do Cerrado favorecem a camada lenhosa contribuindo assim para que Cerrados mais densos sucedam a vegetação mais deserta.
Em várias regiões do mundo podem ocorrer eventos graves de proliferação de microorganismos, denominados "marés vermelhas". Com relação a esses eventos, assinale a alternativa correta.
Sobre o Araneísmo, é correto afirmar, EXCETO:
A síndrome de Goodpasture foi descrita pela primeira vez em 1910 por Ernest Goodspasture, que foi homenageado por Stanton e Tange ao nomearem esta síndrome em 1958. O tabaco e as drogas são eventos indutores desta doença através do acúmulo de toxinas. Trata-se de um distúrbio auto-imune, ou seja: