O Artigo 5º da Legislação define algumas finalidades da CISCOPAR. Dentre várias, é INCORRETO afirmar:
O papel do colaborador é justamente participar do “time” e se relacionar com os outros na empresa. Ele precisa saber como, afinal, mantém uma relação de convivência diária com seus colegas de trabalho. Um bom relacionamento interno é um fator estratégico para seu sucesso profissional e para o sucesso da empresa como um todo”.

Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª no que se refere a pecados capitais na comunicação, no ambiente de trabalho.

1. Apatia
2. Insegurança
3. Impaciência
4. Incoerência
5. Prolixidade
6. Ignorância
7. Arrogância

( ) Pouca clareza e nenhuma empatia tornam a comunicação quase que uma obrigação em vez de ser uma ação prazerosa e envolvente.
( ) Discrepância, falta de lógica, inconsequência.
( ) Ser excessivamente longo, cansativo e entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação.
( ) Caracteriza a falta de humildade.
( ) Falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado tema, ou mesmo, acreditar em algo falso, não tendo discernimento.
( ) Reflete o desconhecimento das características do público-alvo.
( ) Falta de informação, de conhecimento sobre uma situação ou um tema. Pouco ou nenhum conteúdo evidenciam a ausência de assertividade.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
Texto I
Médico só pode piscar os olhos e, ainda assim, dá aulas na UFJF (Universidade Federal de Juiz de fora).

O médico e professor Vanderlei Corradini Lima, 53 anos, é portador da , com sintomas Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) diagnosticados em 2010. Mesmo tendo que conviver com as extremas limitações físicas impostas pela enfermidade, ele reencontrou a felicidade de continuar na profissão ao ser convidado para ministrar aulas na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), localizada na cidade de Juiz de Fora a 278 km de Belo Horizonte.
Nos últimos meses, pessoas famosas passaram a encarar o como maneira de atrair atenção para a "desafio do balde de gelo" enfermidade. Há também o mote de o desafiado fazer uma doação em dinheiro a uma instituição que trata pacientes com a ELA. "A doença me tirou muita coisa, não falo, não ando, não como, não saio de cima de uma cama, mas não tirou minha capacidade de servir e enfim ser feliz", descreveu Lima ao UOL em entrevista concedida por e-mail. Ele afirmou ter conseguido trabalhar até julho de 2011. Atualmente, ele vive com a mulher e dois filhos na cidade de São Sebastião do Paraíso, cidade no sul de Minas Gerais e distante 400 km da capital mineira.
Há três semestres, o profissional atua como professor convidado, no curso de medicina da universidade, e no qual interage a distância com alunos do 2º período na disciplina Fisiologia Médica, que aborda tópicos de neurofisiologia.
Ele dispõe de computador munido de um programa e um leitor infravermelho que captam os movimentos dos globos oculares, que não foram afetados pela doença. Por meio de um mouse e um teclado virtual ele consegue interagir com a máquina e utilizá-la normalmente. "Há uma página específica no site da universidade com uma plataforma virtual de ensino a distância. Cada semana um novo caso clínico é discutido entre professores, monitores e alunos", disse referindo-se à plataforma utilizada para ensino a distância (Moodle). Segundo ele, o retorno dado pelos alunos foi considerado positivo.
"Meu intuito sempre foi de agregar à disciplina uma visão prática e humanista, gerando um ensino mais próximo da realidade que irão enfrentar. O retorno positivo foi confirmado pela participação dos alunos. Especificamente em relação ao caso clínico da ELA podemos aproveitar ao máximo, já que eles tinham a visão de um paciente e um médico na discussão", disse.
(...)
Recentemente, ele escreveu um livro, no qual aborda a doença, e se prepara para a confecção de outro. "Na verdade, o que deu origem ao livro EU E ELAS, foram as várias conversas pelas redes sociais, onde percebi que esperavam de mim um médico de almas. Assim pude servir e ser útil, minha verdadeira vocação, escrevendo crônicas", avaliou. O título faz referência a sua experiência com a medicina, a música e a doença. O próximo livro, segundo ele, terá o título de "O Médico de Pijamas e suas Estórias".

Disponível em:> http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/09/11/medico-com-doenca-do-desafio-balde-de-gelo-ele-so-pode-piscar-os-olhos-e-ainda-assim-da-aulas-na fjf.htm11/09/201408h00 >Atualizada 11/09/201415h22.<. Data da consulta: 11/09/2011. (Com adaptações).
Na sentença, retirada do texto, “ ELE REENCONTROU A FELICIDADE DE CONTINUAR NA PROFISSÃO AO SER CONVIDADOPARA MINISTRAR AULAS." as palavras sublinhadas são, na sequência,:
Para um bom desempenho das tarefas e de forma organizada, é importante desenvolver um diagnóstico dos problemas, os quais sempre partem da observação dos diretores, gerentes e supervisores. Em relação a uma melhor produção dos funcionários, dentro de um melhor desempenho, é CORRETO observar que

Julgue os itens seguintes, relacionados a conhecimentos de Matemática.

Em um escritório, ao se somar os comprimentos dos lápis e das canetas obteve-se o total de 6 m. Nessa situação, sabendo que os comprimentos de uma caneta e de um lápis são iguais, respectivamente, a 15 cm e 18 cm, e que existem 15 unidades a mais de lápis que de canetas, é correto afirmar que existem menos de 27 lápis nesse escritório.

Saldo da Copa

Não só de bola viveu o Mundial do Brasil. Gente, cores, festa, risos, lágrimas compuseram o cenário. Palavras também. Ao lado da redonda, a língua foi grande vedete. Olhos e ouvidos mantiveram-se atentos a grafias e pronúncias. Houve carinhos e pancadas – como os deixados pela Seleção verde-amarela. As carícias ganharam de goleada. Mas sete faltas doeram como os chutes alemães.

Texto extraído do Diário de Pernambuco. 13 de julho de 2014.
Em qual das passagens abaixo, está registrada uma comparação realizada pelo autor do texto?
Texto I
Médico só pode piscar os olhos e, ainda assim, dá aulas na UFJF (Universidade Federal de Juiz de fora).

O médico e professor Vanderlei Corradini Lima, 53 anos, é portador da , com sintomas Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) diagnosticados em 2010. Mesmo tendo que conviver com as extremas limitações físicas impostas pela enfermidade, ele reencontrou a felicidade de continuar na profissão ao ser convidado para ministrar aulas na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), localizada na cidade de Juiz de Fora a 278 km de Belo Horizonte.
Nos últimos meses, pessoas famosas passaram a encarar o como maneira de atrair atenção para a "desafio do balde de gelo" enfermidade. Há também o mote de o desafiado fazer uma doação em dinheiro a uma instituição que trata pacientes com a ELA. "A doença me tirou muita coisa, não falo, não ando, não como, não saio de cima de uma cama, mas não tirou minha capacidade de servir e enfim ser feliz", descreveu Lima ao UOL em entrevista concedida por e-mail. Ele afirmou ter conseguido trabalhar até julho de 2011. Atualmente, ele vive com a mulher e dois filhos na cidade de São Sebastião do Paraíso, cidade no sul de Minas Gerais e distante 400 km da capital mineira.
Há três semestres, o profissional atua como professor convidado, no curso de medicina da universidade, e no qual interage a distância com alunos do 2º período na disciplina Fisiologia Médica, que aborda tópicos de neurofisiologia.
Ele dispõe de computador munido de um programa e um leitor infravermelho que captam os movimentos dos globos oculares, que não foram afetados pela doença. Por meio de um mouse e um teclado virtual ele consegue interagir com a máquina e utilizá-la normalmente. "Há uma página específica no site da universidade com uma plataforma virtual de ensino a distância. Cada semana um novo caso clínico é discutido entre professores, monitores e alunos", disse referindo-se à plataforma utilizada para ensino a distância (Moodle). Segundo ele, o retorno dado pelos alunos foi considerado positivo.
"Meu intuito sempre foi de agregar à disciplina uma visão prática e humanista, gerando um ensino mais próximo da realidade que irão enfrentar. O retorno positivo foi confirmado pela participação dos alunos. Especificamente em relação ao caso clínico da ELA podemos aproveitar ao máximo, já que eles tinham a visão de um paciente e um médico na discussão", disse.
(...)
Recentemente, ele escreveu um livro, no qual aborda a doença, e se prepara para a confecção de outro. "Na verdade, o que deu origem ao livro EU E ELAS, foram as várias conversas pelas redes sociais, onde percebi que esperavam de mim um médico de almas. Assim pude servir e ser útil, minha verdadeira vocação, escrevendo crônicas", avaliou. O título faz referência a sua experiência com a medicina, a música e a doença. O próximo livro, segundo ele, terá o título de "O Médico de Pijamas e suas Estórias".

Disponível em:> http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/09/11/medico-com-doenca-do-desafio-balde-de-gelo-ele-so-pode-piscar-os-olhos-e-ainda-assim-da-aulas-na fjf.htm11/09/201408h00 >Atualizada 11/09/201415h22.<. Data da consulta: 11/09/2011. (Com adaptações).
Além de médico Vanderlei Corradini é também:
Texto I
Médico só pode piscar os olhos e, ainda assim, dá aulas na UFJF (Universidade Federal de Juiz de fora).

O médico e professor Vanderlei Corradini Lima, 53 anos, é portador da , com sintomas Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) diagnosticados em 2010. Mesmo tendo que conviver com as extremas limitações físicas impostas pela enfermidade, ele reencontrou a felicidade de continuar na profissão ao ser convidado para ministrar aulas na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), localizada na cidade de Juiz de Fora a 278 km de Belo Horizonte.
Nos últimos meses, pessoas famosas passaram a encarar o como maneira de atrair atenção para a "desafio do balde de gelo" enfermidade. Há também o mote de o desafiado fazer uma doação em dinheiro a uma instituição que trata pacientes com a ELA. "A doença me tirou muita coisa, não falo, não ando, não como, não saio de cima de uma cama, mas não tirou minha capacidade de servir e enfim ser feliz", descreveu Lima ao UOL em entrevista concedida por e-mail. Ele afirmou ter conseguido trabalhar até julho de 2011. Atualmente, ele vive com a mulher e dois filhos na cidade de São Sebastião do Paraíso, cidade no sul de Minas Gerais e distante 400 km da capital mineira.
Há três semestres, o profissional atua como professor convidado, no curso de medicina da universidade, e no qual interage a distância com alunos do 2º período na disciplina Fisiologia Médica, que aborda tópicos de neurofisiologia.
Ele dispõe de computador munido de um programa e um leitor infravermelho que captam os movimentos dos globos oculares, que não foram afetados pela doença. Por meio de um mouse e um teclado virtual ele consegue interagir com a máquina e utilizá-la normalmente. "Há uma página específica no site da universidade com uma plataforma virtual de ensino a distância. Cada semana um novo caso clínico é discutido entre professores, monitores e alunos", disse referindo-se à plataforma utilizada para ensino a distância (Moodle). Segundo ele, o retorno dado pelos alunos foi considerado positivo.
"Meu intuito sempre foi de agregar à disciplina uma visão prática e humanista, gerando um ensino mais próximo da realidade que irão enfrentar. O retorno positivo foi confirmado pela participação dos alunos. Especificamente em relação ao caso clínico da ELA podemos aproveitar ao máximo, já que eles tinham a visão de um paciente e um médico na discussão", disse.
(...)
Recentemente, ele escreveu um livro, no qual aborda a doença, e se prepara para a confecção de outro. "Na verdade, o que deu origem ao livro EU E ELAS, foram as várias conversas pelas redes sociais, onde percebi que esperavam de mim um médico de almas. Assim pude servir e ser útil, minha verdadeira vocação, escrevendo crônicas", avaliou. O título faz referência a sua experiência com a medicina, a música e a doença. O próximo livro, segundo ele, terá o título de "O Médico de Pijamas e suas Estórias".

Disponível em:> http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/09/11/medico-com-doenca-do-desafio-balde-de-gelo-ele-so-pode-piscar-os-olhos-e-ainda-assim-da-aulas-na fjf.htm11/09/201408h00 >Atualizada 11/09/201415h22.<. Data da consulta: 11/09/2011. (Com adaptações).
No fragmento a seguir, retirado do texto, “ELE AFIRMOU TER CONSEGUIDO TRABALHAR. ATUALMENTE, ELE VIVE COM A MULHER E DOIS FILHOS NA CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO, CIDADE NO SUL DE MINAS GERAIS E DISTANTE 400 KM DA CAPITAL MINEIRA" temos:
Texto I
Médico só pode piscar os olhos e, ainda assim, dá aulas na UFJF (Universidade Federal de Juiz de fora).

O médico e professor Vanderlei Corradini Lima, 53 anos, é portador da , com sintomas Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) diagnosticados em 2010. Mesmo tendo que conviver com as extremas limitações físicas impostas pela enfermidade, ele reencontrou a felicidade de continuar na profissão ao ser convidado para ministrar aulas na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), localizada na cidade de Juiz de Fora a 278 km de Belo Horizonte.
Nos últimos meses, pessoas famosas passaram a encarar o como maneira de atrair atenção para a "desafio do balde de gelo" enfermidade. Há também o mote de o desafiado fazer uma doação em dinheiro a uma instituição que trata pacientes com a ELA. "A doença me tirou muita coisa, não falo, não ando, não como, não saio de cima de uma cama, mas não tirou minha capacidade de servir e enfim ser feliz", descreveu Lima ao UOL em entrevista concedida por e-mail. Ele afirmou ter conseguido trabalhar até julho de 2011. Atualmente, ele vive com a mulher e dois filhos na cidade de São Sebastião do Paraíso, cidade no sul de Minas Gerais e distante 400 km da capital mineira.
Há três semestres, o profissional atua como professor convidado, no curso de medicina da universidade, e no qual interage a distância com alunos do 2º período na disciplina Fisiologia Médica, que aborda tópicos de neurofisiologia.
Ele dispõe de computador munido de um programa e um leitor infravermelho que captam os movimentos dos globos oculares, que não foram afetados pela doença. Por meio de um mouse e um teclado virtual ele consegue interagir com a máquina e utilizá-la normalmente. "Há uma página específica no site da universidade com uma plataforma virtual de ensino a distância. Cada semana um novo caso clínico é discutido entre professores, monitores e alunos", disse referindo-se à plataforma utilizada para ensino a distância (Moodle). Segundo ele, o retorno dado pelos alunos foi considerado positivo.
"Meu intuito sempre foi de agregar à disciplina uma visão prática e humanista, gerando um ensino mais próximo da realidade que irão enfrentar. O retorno positivo foi confirmado pela participação dos alunos. Especificamente em relação ao caso clínico da ELA podemos aproveitar ao máximo, já que eles tinham a visão de um paciente e um médico na discussão", disse.
(...)
Recentemente, ele escreveu um livro, no qual aborda a doença, e se prepara para a confecção de outro. "Na verdade, o que deu origem ao livro EU E ELAS, foram as várias conversas pelas redes sociais, onde percebi que esperavam de mim um médico de almas. Assim pude servir e ser útil, minha verdadeira vocação, escrevendo crônicas", avaliou. O título faz referência a sua experiência com a medicina, a música e a doença. O próximo livro, segundo ele, terá o título de "O Médico de Pijamas e suas Estórias".

Disponível em:> http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/09/11/medico-com-doenca-do-desafio-balde-de-gelo-ele-so-pode-piscar-os-olhos-e-ainda-assim-da-aulas-na fjf.htm11/09/201408h00 >Atualizada 11/09/201415h22.<. Data da consulta: 11/09/2011. (Com adaptações).
Sobre a vida do médico pode-se afirmar que ele:
Saldo da Copa

Não só de bola viveu o Mundial do Brasil. Gente, cores, festa, risos, lágrimas compuseram o cenário. Palavras também. Ao lado da redonda, a língua foi grande vedete. Olhos e ouvidos mantiveram-se atentos a grafias e pronúncias. Houve carinhos e pancadas – como os deixados pela Seleção verde-amarela. As carícias ganharam de goleada. Mas sete faltas doeram como os chutes alemães.

Texto extraído do Diário de Pernambuco. 13 de julho de 2014.
A expressão “Ao lado da redonda” significa estar

A respeito da prestação de primeiros socorros, julgue os itens a seguir.

Na ocorrência de lesões nos olhos, deve-se lavá-los com água corrente abundante, evitando-se pressioná-los ou esfregá-los; em seguida deve-se procurar um oftalmologista.

Quando tratamos do assunto plantas, sabe-se que existe um horário ideal para realizarmos a rega das mesmas, em função de vários fatores, inclusive por quesitos como evaporação. Em se tratando de aplicação de inseticidas e fungicidas, tal como na aplicação da rega, são sugeridos melhores horários para que sejam feitas essas aplicações. Marque a alternativa com horários ideais para aplicações de fungicidas e inseticidas nas plantas.
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