No gerenciamento de Bibliotecas e Centros de Informação, o relatório é um instrumento que ajudará o bibliotecário no cumprimento de suas funções de administração e planejamento. O relatório deve conter as seguintes partes: sumário, a introdução, os dados e análise dos dados, conclusão e:
Julgue os itens seguintes, relacionados a bibliografia, princípios e padrões de tratamento da informação.
A norma ISO 2709 é utilizada para o registro de dados bibliográficos, isto é, refere-se ao conteúdo, ao tamanho, à estrutura e ao leiaute físico contidos nos registros, atribuindo significados específicos aos designadores de conteúdo para permitir a comunicação e o intercâmbio de registros bibliográficos.
A norma ISO 2709 é utilizada para o registro de dados bibliográficos, isto é, refere-se ao conteúdo, ao tamanho, à estrutura e ao leiaute físico contidos nos registros, atribuindo significados específicos aos designadores de conteúdo para permitir a comunicação e o intercâmbio de registros bibliográficos.
FGV•
A função principal do "Serviço de Alerta" é:
As bibliotecas públicas caracterizam-se por: destinar-se a toda coletividade; possuir todo tipo de material e:
No BrOffice Writer, se um usuário quiser utilizar o recurso que permite percorrer o texto de forma mais fácil, para poder encontrar rapidamente elementos como títulos, tabelas ou imagens no documento, deve acessar a função do(a):
Um dos objetivos do planejamento nas bibliotecas especializadas é fornecer aos bibliotecários e suas equipes uma ferramenta que os direcionem nas tomadas de decisão, de modo a auxiliá-los a atuar de forma proativa, antecipando as mudanças que ocorrem na busca das informações. Com relação a esse assunto, julgue o item subsequente.
O planejamento bibliotecário, quando incorporado à prática profissional, pode produzir a melhoria da qualidade dos serviços e produtos, contudo o grau de incerteza e os riscos não garantem a realização dos objetivos.
O planejamento bibliotecário, quando incorporado à prática profissional, pode produzir a melhoria da qualidade dos serviços e produtos, contudo o grau de incerteza e os riscos não garantem a realização dos objetivos.
A Bahia, apesar de ainda ocupar posição desprivilegiada no ranking do IDH brasileiro, tem apresentado crescimento nos seus indicadores, como
Texto 2
Na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo em Bauru, no interior paulista, uma equipe de especialistas atacou o principal problema de saúde bucal no Brasil com o xilitol, substância antimicrobiana e remineralizadora. Encontrado em frutas e também produzido industrialmente a partir de sabugo de milho, ele já é utilizado como substituto do açúcar em chicletes desenvolvidos para inibir a cárie. O problema é que, para conseguir a proteção, você precisaria mascar cinco unidades ao dia, durante 15 minutos cada. Convenhamos: haja disciplina! A saída criativa desses pesquisadores finalistas do Prêmio SAÚDE foi, então, inserir o xilitol em um verniz a ser aplicado nos dentes. Dessa forma, ele fica por tempo suficiente na boca para protegê-la de bactérias. Nos testes realizados, o verniz com concentração de 20% de xilitol ainda foi capaz de promover a remineralização de camadas profundas do esmalte dentário. Um enorme ganho conquistado com uma tática simples e inovadora.
Fonte: ¹www.premiosaúde.com.br - acesso em 06/01/2015
Autores: Marília Afonso Rabelo Buzalaf, Cristiane de Almeida Baldini Cardoso, Aline Rogéria Freire de Castilho, Ana Carolina Magalhães, Agnes de Fátima Faustino Pereira, Thiago Cruvinel da Silva, Magali de Lourdes Caldana, José Roberto de Magalhães Bastos.
Na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo em Bauru, no interior paulista, uma equipe de especialistas atacou o principal problema de saúde bucal no Brasil com o xilitol, substância antimicrobiana e remineralizadora. Encontrado em frutas e também produzido industrialmente a partir de sabugo de milho, ele já é utilizado como substituto do açúcar em chicletes desenvolvidos para inibir a cárie. O problema é que, para conseguir a proteção, você precisaria mascar cinco unidades ao dia, durante 15 minutos cada. Convenhamos: haja disciplina! A saída criativa desses pesquisadores finalistas do Prêmio SAÚDE foi, então, inserir o xilitol em um verniz a ser aplicado nos dentes. Dessa forma, ele fica por tempo suficiente na boca para protegê-la de bactérias. Nos testes realizados, o verniz com concentração de 20% de xilitol ainda foi capaz de promover a remineralização de camadas profundas do esmalte dentário. Um enorme ganho conquistado com uma tática simples e inovadora.
Fonte: ¹www.premiosaúde.com.br - acesso em 06/01/2015
Autores: Marília Afonso Rabelo Buzalaf, Cristiane de Almeida Baldini Cardoso, Aline Rogéria Freire de Castilho, Ana Carolina Magalhães, Agnes de Fátima Faustino Pereira, Thiago Cruvinel da Silva, Magali de Lourdes Caldana, José Roberto de Magalhães Bastos.
“Um enorme ganho conquistado com uma tática simples e inovadora”. As palavras em destaque, na frase, podem ser substituídas, respectivamente, sem alteração de sentido na frase:
São os meios de comunicação, em especial a televisão, que divulgam, em escala mundial, informações (fragmentadas) hoje tomadas como conhecimento, construindo, desse modo, o mundo que conhecemos. Trata-se, na verdade, de processo metonímico – a parte escolhida para ser divulgada, para ser conhecida, vale pelo todo. É como se “o mundo todo” fosse constituído apenas por aqueles fatos/notícias que chegam até nós.
Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade.
O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes.
Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”.
Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê.
O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade.
A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade.
É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...]
BACCEGA. Maria Aparecida. In: A TV aos 50 – Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade.
O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes.
Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”.
Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê.
O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade.
A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade.
É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...]
BACCEGA. Maria Aparecida. In: A TV aos 50 – Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Com a argumentação que desenvolve ao longo do texto, pretende a autora persuadir o leitor a concluir que:
TEXTO 2 - O perfil da família brasileira mudou. Em maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a união estável entre pessoas do mesmo sexo, possibilitando que casais homossexuais - agora reconhecidos como entidade familiar - passem a ter direitos. Segundo o Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos 190 milhões de brasileiros, 60.002 (0,03%) são pessoas do mesmo sexo que vivem juntas - um contingente sem dúvida muito pequeno. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada em 2009, revela que, dos 62 milhões de arranjos familiares brasileiros, os principais grupos são: o modelo clássico de família com casal heterossexual e filhos, com 47% do total; famílias lideradas por um só cônjuge (as mães, em 88% dos casos), com 19%; e casais sem filhos, com 17%. As mutações da família indicam que, independentemente dos modelos, toda forma de amar vale a pena (Planeta, setembro de 2011).
A primeira frase do texto 2 – O perfil da família brasileira mudou – é seguida, no desenvolvimento textual, de:
UFGO•
É uma tecnologia adotada para identificar as interações e o comportamento de usuários no processo de busca e localização de uma informação específica no catálogo bibliográfico on-line. Essa tecnologia é chamada de
Dentre outras partes do documento no Padrão Ofício estão:
I. identificação do signatário;
II. assinatura do autor da comunicação;
III. tipo e número do expediente, seguidos da sigla do órgão que o expede;
IV. local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita.
Estão corretas as alternativas
I. identificação do signatário;
II. assinatura do autor da comunicação;
III. tipo e número do expediente, seguidos da sigla do órgão que o expede;
IV. local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita.
Estão corretas as alternativas
Considere os três componentes principais de um registro bibliográfico, segundo o formato MARC 21, indicados na primeira coluna, e os conceitos, estruturas ou funções desses componentes, arrolados na segunda. I. líder II. diretório III. campo variável ( ) compreende uma série de entradas que contém a etiqueta, o comprimento do campo e a posição inicial de cada campo, dentro do registro. ( ) composto por elementos de dados que fornecem informações básicas sobre o item, possui tamanho fixo de 24 caracteres. ( ) forma como os dados de um registro MARC são introduzidos, apresentando-se de dois modos, estruturalmente, diferentes: de controle e de dados. ( ) armazena informações necessárias ao processamento do registro e é o primeiro campo de um registro MARC. Assinale a alternativa que indica corretamente a numeração a ser colocada na segunda coluna.
Quando desejar obter artigos completos em periódicos científicos nacionais de diversas áreas, disponível no portal da CAPES/MEC, um bibliotecário deverá consultar a base de dados:
Ao elaborar uma política de desenvolvimento de coleções, recomenda-se a criação de uma equipe/comissão de seleção na biblioteca, a qual possibilite a representatividade da sua comunidade de usuários, contribuindo para a expansão do acervo. Isso deve se dar de forma
A indexação por extração e por atribuição ocorrem na seguinte etapa:
São os meios de comunicação, em especial a televisão, que divulgam, em escala mundial, informações (fragmentadas) hoje tomadas como conhecimento, construindo, desse modo, o mundo que conhecemos. Trata-se, na verdade, de processo metonímico – a parte escolhida para ser divulgada, para ser conhecida, vale pelo todo. É como se “o mundo todo” fosse constituído apenas por aqueles fatos/notícias que chegam até nós.
Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade.
O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes.
Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”.
Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê.
O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade.
A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade.
É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...]
BACCEGA. Maria Aparecida. In: A TV aos 50 – Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade.
O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes.
Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”.
Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê.
O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade.
A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade.
É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...]
BACCEGA. Maria Aparecida. In: A TV aos 50 – Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Ao longo da argumentação, a autora entende como ideologicamente afins os termos relacionados na seguinte alternativa:
Programa do Governo Federal, cuja responsabilidade, no âmbito do Ministério da Cultura, é atribuída à Biblioteca Nacional e que tem, dentre os seus objetivos centrais, coordenar os esforços governamentais e da sociedade civil no sentido de integrar, otimizar e complementar ações públicas e privadas na área de bibliotecas públicas e leitura é o
Entre as vantagens existentes numa rede de referência virtual, aquela que permite dividir de modo mais eficiente o trabalho entre bibliotecas e serviços de informação é um tipo de vantagem:
De acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2), determine a entrada correta para o Fundo Editorial, da Associação Comercial do Amazonas.