Questões de Concursos

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Considerando os padrões definidos pelo GoF (Gang of Four), assinale a opção correta.
Considerando as diferentes formas de criação de leiautes multicolunas no HTML 5, assinale a opção correta.
Considere que determinado Tribunal Regional Federal pretenda adotar algumas medidas, para atender de modo mais adequado e racional a um aumento de demanda havido nos últimos tempos. Para tanto, em conformidade com a Constituição Federal, poderá o Tribunal
Um designer de interação está desenvolvendo uma nova interface para um sistema de gerenciamento de projetos. Para garantir que a interface seja intuitiva e fácil de usar, ele precisa considerar os aspectos cognitivos que influenciam a maneira como os usuários percebem e interagem com a interface.

Ao projetar uma interface de usuário, é importante considerar a carga cognitiva dos usuários, isto é, a quantidade de
Tabelas criadas segundo o Modelo Relacional de Dados podem ter a qualidade de seus esquemas avaliada por meio de critérios conhecidos como formas normais. Com base nas chaves primárias (PKs) definidas e nas dependências funcionais (DFs) conhecidas, é possível realizar essa avaliação.
Nesse contexto, considere as seguintes tabelas, suas PKs (atributos sublinhados) e suas DFs:

Agencia (codAgencia, bairro) Cliente (CPF, nome, endereco) ContaCorrente (CPF, codAgencia, codConta, saldo, telefone)

CPF → endereco CPF → nome codAgencia → bairro codAgencia → telefone CPF, codAgencia, codConta → saldo

Admita como critérios apenas as três formas normais mais simples:

• primeira forma normal ou 1FN; • segunda forma normal ou 2FN; e • terceira forma normal ou 3FN.

Considerando-se as tabelas apresentadas e esses três critérios, verifica-se que a tabela
Pedro, técnico em informática do TRF da 4ª Região, deve comprovar os seus conhecimentos sobre o modelo OSI identificando os protocolos às respectivas camadas do modelo. Assim, um correto relacionamento identificado por Pedro é:
No contexto de desenvolvimento e manutenção de software, o CMMI (Capability Maturity Model Integration) e o MPS.BR (Melhoria de Processo do Software Brasileiro) são reconhecidos por promoverem a melhoria da qualidade e da maturidade dos processos organizacionais na área de TI. Ambos os modelos apresentam níveis de maturidade que refletem a capacidade e a eficácia dos processos de uma organização, porém o MPS.BR é mais detalhado que o CMMI ao definir os seus níveis.
Levando-se em conta as especificidades e a relação entre os níveis dos dois modelos, o nível 5 do CMMI, quanto ao seu foco principal, é alinhado ao(s)
Jorge, técnico em informática do TRF da 4ª Região, escolheu, entre um HUB e uma Switch, para interconectar os computadores da rede local do Tribunal, a Switch, pois se comparada com o HUB, possui a capacidade de
Atenção: Leia o texto “Ardil da desrazão”, de Eduardo Giannetti, para responder à questão.

Imagine uma pessoa afivelada a uma cama com eletrodos colados em suas têmporas. Ao se girar um botão situado em local distante, a corrente elétrica nos eletrodos aumenta em grau infinitesimal, de modo que o paciente não chegue a sentir. Um hambúrguer gratuito é então ofertado a quem girar o botão. Ocorre, porém, que, quando milhares de pessoas fazem isso − sem que cada uma saiba das ações das demais −, a descarga elétrica gerada é suficiente para eletrocutar a vítima. Quem é responsável pelo quê? Algo tenebroso foi feito, mas de quem é a culpa? O efeito isolado de cada giro do botão é, por definição, imperceptível − são todos “torturadores inofensivos”. Mas o efeito conjunto é ofensivo ao extremo. Até que ponto a somatória de ínfimas partículas de culpa se acumula numa gigantesca dívida moral coletiva? − O experimento mental concebido pelo filósofo britânico Derek Parfit dá o que pensar. A mudança climática em curso equivale a uma espécie de eletrocussão da biosfera. Quem a deseja? A quem interessa? O ardil da desrazão vira do avesso a “mão invisível” da economia clássica. O aquecimento global é fruto da alquimia perversa de incontáveis ações humanas, mas não resulta de nenhuma intenção humana. E quem assume − ou deveria assumir − a culpa por ele? Os 7 bilhões de habitantes da Terra pertencem a três grupos: o primeiro bilhão, no cobiçado topo da escala de consumo, responde por 50% das emissões de gases-estufa; os 3 bilhões seguintes por 45%; e os 3 bilhões na base da pirâmide (metade sem acesso a eletricidade) por 5%. Por seu modo de vida, situação geográfica e vulnerabilidade material, este último grupo − o único inocente − é o mais tragicamente afetado pelo “giro de botão” dos demais.

(GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016)
Ocorre, porém, que, quando milhares de pessoas fazem isso − sem que cada uma saiba das ações das demais −, a descarga elétrica gerada é suficiente para eletrocutar a vítima.
Considerando o contexto, o termo sublinhado acima pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido, por:
No contexto de sistemas operacionais, sobre processos é correto afirmar:
Sabendo-se que há disponíveis em uma caixa três módulos de memória 1 GB DDR3-1066 (PC3-8500), um módulo de memória 512 MB DDR3-1333 (PC3-10600) e um módulo de memória 1GB DDR3-1333 (PC3-10600) a combinação de módulos que maximiza a taxa de transferência total da memória, quando utilizado o recurso Dual Channel Integral em uma placa mãe com 4 slots DDR3 é:
Sobre a criptografia simétrica, é correto afirmar:
Sobre a orientação a objetos, é correto afirmar:
A ISO/IEC 27001 é uma norma internacional que estabelece diretrizes para um Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI).
O principal objetivo da implementação de um SGSI, segundo a ISO/IEC 27001, é
Sobre as redes de armazenamento de dados com arquitetura Storage Area Network (SAN), é correto afirmar:

Atenção: Leia o texto abaixo para responder à questão.

Com a literatura de cordel como aliada, o clichê de “mudar o mundo” não soa tão inalcançável. Os folhetos de cordel são baratos, acessíveis e extremamente fáceis de transportar e de compartilhar com outras pessoas. Melhor ainda: são ideais para a sala de aula. Entre rimas, estrofes e melodias, muitos assuntos pertinentes podem ser tratados e debatidos.

Nos últimos quatro anos, desde que comecei a publicar os meus cordéis, recebi centenas de mensagens com depoimentos de educadores que compram meus folhetos e utilizam minhas rimas para falar sobre questões raciais, de gênero, de diversidade sexual e história. Com a série Heroínas Negras na História do Brasil, séculos de esquecimento começam a ser rompidos e muita gente escuta falar, pela primeira vez, sobre as mulheres negras que foram líderes quilombolas e guerreiras na luta contra a escravidão.

Pelo cordel, nomes como Tereza de Benguela, Dandara dos Palmares, Zacimba Gaba e Mariana Crioula protagonizam discussões acaloradas sobre racismo e machismo; até mesmo uma aula de português pode ser a oportunidade perfeita para colocar essas questões em pauta.

Esse tipo de cordel com proposta social é chamado de Cordel Engajado e pode trazer política, defesa de causas e críticas sociais para a literatura de uma maneira profundamente envolvente. Afinal, a literatura de cordel é excelente para a transformação da sociedade em uma realidade onde exista mais equidade e respeito pela diversidade.

Esse respeito, aliás, pode começar pela própria valorização do cordel, algo que só deve acontecer quando todos os empecilhos preconceituosos forem tirados do caminho. Ainda há muito a se caminhar, sobretudo com o alarme do tempo piscando e gritando que um dia, infelizmente, o cordel pode virar artigo de museu.

Adaptado de: ARRAES, Jarid. “A literatura de cordel...”, Blooks. Rio de Janeiro: Ginga Edições, 2016, p. 12-13)

De acordo com o texto,
Uma memória somente de leitura (ROM) contém um padrão permanente de dados, que não pode ser mudado. Uma ROM é não volátil, ou seja, nenhuma fonte de energia é necessária para manter os valores dos bits na memória.
Identifique a alternativa que não contém um tipo de memória ROM.
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

O canarinho

Atacado de senso de responsabilidade, num momento de descrença de si mesmo, Rubem Braga liquidou entre os amigos a sua passarinhada. Às crianças aqui de casa tocaram um bicudo e um canário. O primeiro não aguentou a crise da puberdade, morrendo uns dias depois. O menino se consolou, forjando a teoria da imortalidade dos passarinhos: não morrera, afirmou-nos, com um fanatismo que impunha respeito ou piedade, apenas a sua alma voara para Pirapora, de onde viera. O garoto ficou firme com a sua fé. A menina manteve a possessão do canário, desses comuns, que mais cantam por boa vontade que por vocação. Não importa, conseguiu depressa um lugar em nossa afeição.
Era um canário ordinário, nunca lera Bilac, e parecia feliz em sua gaiola. Nós o amávamos desse amor vagaroso e distraído com que enquadramos um bichinho em nossa órbita afetiva. Creio mesmo que se ama com mais força um animal sem raça, um pássaro comum, um cachorro vira-lata, o gato popular que anda pelos telhados. Com os animais de raça, há uma afetação que envenena um pouco o sentimento; com os bichos, pelo contrário, o afeto é de uma gratuidade que nos faz bem.
Aos poucos surpreendi a mim, que nunca fui de bichos, e na infância não os tive, a programá-lo em minhas preocupações. Verificava o seu pequeno coche de alpiste, renovava-lhe a água fresca, telefonava da rua quando chovia, meio encabulado perante mim mesmo com essa minha sentimentalidade tardia, mas que havia de fazer?

(Adaptado de: CAMPOS, Paulo Mendes. Os sabiás da crônica. Antologia. Org. Augusto Massi. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 216.)
Presenteado com um canário por seu amigo Rubem Braga, o autor revela que, no âmbito familiar,
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