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Em benefício da clareza, aconselha-se correção de estrutura na qual ocorra frase fragmentada, inadequação observada em:

Numere os períodos abaixo de modo a se tornarem um texto coeso e coerente:

( ) Muitas vezes sai até mais barato terceirizar do que montar um serviço próprio. Mas, aí, aparecem os puristas das mais diversas tribos, a dizer que o SUS não pode se contaminar utilizando os serviços da rede privada.

( ) O Sistema Único de Saúde (SUS), responsável pela integralidade das ações de saúde no serviço público, é igual à nossa Carta Magna de 1988, no papel é perfeito.

( ) Os representantes dessas entidades deveriam ter atendimento exclusivo pelo SUS, pois,sentindo na pele as dificuldades poderiam até ajudar a resolvê-las.

( ) Como o SUS não dispões de uma estrutura para suprir o atendimento à população, utiliza-se da rede privada para complementar, o que é perfeitamente lícito e constitucional.

Assinale a sequência que faz dos períodos um texto coeso e coerente:


Com base no Manual de Comunicação Escrita Oficial da Prefeitura Municipal de Curitiba, numere a coluna da direita, relacionando os tipos de documento com as respectivas definições.


1. Declaração.

2. Certidão.

3. Despacho.

4. Decreto.

5. Atestado.


( ) Ato administrativo da competência dos chefes do Executivo (presidente da República, governadores, prefeito), utilizado para determinar o cumprimento de uma resolução.

( ) Decisão ou nota de autoridade pública em petições, requerimentos, etc., deferindo ou indeferindo caso submetido à sua apreciação.

( ) Documento que pode ser utilizado por qualquer pessoa, física ou jurídica, pública ou privada, para afirmar a existência ou inexistência de fatos, o conhecimento ou desconhecimento de algo.

( ) Documento pelo qual se afirma a veracidade de um fato ou a existência de uma obrigação. É emitido por pessoa que exerce cargo ou função e que, com sua autoridade, se responsabiliza pelo que está afirmando.

( ) Documento fornecido por autoridade competente a partir de solicitação ou requisição formal do interessado. Destina-se a comprovar a existência ou inexistência de fatos, dados ou atos que se encontram registrados ou arquivados em poder do expedidor.


Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Com base no Manual de Comunicação e Escrita Oficial da Prefeitura Municipal de Curitiba, considere as seguintes afirmativas com relação à assinatura de documentos:


1. Não deve constar linha no local da assinatura.

2. Não se deve antepor título ao signatário (por exemplo, Dra. Fulana ou Cel. Sicrano), devendo ser usado apenas o nome do signatário.

3. Quando duas pessoas assinam um documento, a superior assina à esquerda e a responsável pelo documento assina à direita. No caso de assinaturas dispostas verticalmente, a de cargo superior assina antes.


Assinale a alternativa correta.

Sobre o regime constitucional dos servidores públicos, assinale a alternativa INCORRETA.

Analise as afirmativas referentes à redação de comunicações oficiais. (ofício e memorando):

I - A finalidade básica da redação oficial (ofício e memorando) é que a comunicação seja impessoal e com máxima clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se faz da língua.

II - A redação oficial (um ofício ou memorando) deve ser marcado por expressões de circulação restrita das unidades administrativas internas.

III - O assunto que se comunica por meio de um memorando é sempre relativo as atribuições do órgão que comunica, o destinatário faz parte do mesmo órgão, podendo estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente.

Quais afirmativas estão corretas?

Havia na imprensa uma massa de analfabetos. Saíam as coisas mais incríveis. Lembro-me de que alguém, num crime passional,
terminou assim a matéria: - “E nem um goivinho ornava a cova dela”. Dirão vocês que esse fecho de ouro é puramente folclórico. Não sei
se talvez. Mas saía coisa parecida. E o Pompeu trouxe para cá o que se fazia nos Estados Unidos - o copy desk.
Começava a nova imprensa. Primeiro, foi só o Diário Carioca; pouco depois, os outros, por imitação, o acompanharam. Rapidamente, os
nossos jornais foram atacados de uma doença grave: - a objetividade. Daí para o “idiota da objetividade” seria um passo. Certa vez,
encontrei-me com o Moacir Werneck de Castro. Gosto muito dele e o saudei com a mais larga e cálida efusão. E o Moacir, com seu perfil de
Lord Byron, disse para mim, risonhamente: - “Eu sou um idiota da objetividade”.
Também Roberto Campos, mais tarde, em discurso, diria: - “Eu sou um idiota da objetividade”. Na verdade, tanto Roberto como Moacir
são dois líricos. Eis o que eu queria dizer: - o idiota da objetividade inunda as mesas de redação e seu autor foi, mais uma vez, Pompeu de
Sousa. Aliás, devo dizer que o copy desk e o idiota da objetividade são gêmeos e um explica o outro.
(RODRIGUES, Nelson. “Os idiotas da subjetividade”. A cabra vadia, São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 50-51)
Em Eis o que eu queria dizer (2° parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por
         O futuro é dos pirralhos

      A tendência para negligenciar a capacidade intelectual e de mobilização dos mais jovens marcou a História desde os primórdios da Humanidade até aos anos 1950.

      Provavelmente por isso, ou na sequência do fim dessa realidade que durante séculos serviu de travão ao arrojo e ao risco, o Mundo avançou tanto nos últimos 30 anos como nos dois mil anteriores. Perante o que me parece uma evidência, surpreende-me que tanta gente se preocupe mais em achincalhar do que em compreender novas tendências, preocupações e projetos de um futuro diferente para melhor.

      A onda de reprovação que envolveu Greta Thunberg nos últimos meses insere-se neste quadro de negação, de complexo de avestruz que, de forma mais aberta ou dissimulada, vai marcando muitos discursos, da Imprensa à política.

      Depois de Donald Trump, a imitação barata brasileira, Jair Bolsonaro, chamou “pirralha” à jovem ativista sueca, classificação que, admito, deve merecer aprovação junto de um conclave de líderes mundiais populistas cujo enquadramento ideológico, a existir, representa um recuo de cem anos.

      O estilo de Greta Thunberg não me seduz. Mas isso não me impede de perceber que representa, provavelmente, milhões de jovens por esse mundo fora, e que, sem filtros, como quase todos os adolescentes, atira para a discussão verdades que mais ninguém consegue dizer a uma classe política estagnada e egoísta cujo filão programático se esgota nas bíblias da alta finança. Tivessem os políticos a capacidade mobilizadora da adolescente sueca, e um dos grandes problemas da democracia não seria, seguramente, a escassa participação das populações nos atos eleitorais.

(Disponível em: https://www.jn.pt/opiniao/vitor-santos/o-futuro-e-dos-pirralhos-11608999.html)

O último período do texto constrói-se em torno de uma relação de:
Considerados a impessoalidade, a concisão e o uso da norma-padrão da língua, que concorrem para a clareza do texto oficial, o trecho de documento que está totalmente adequado é:
Sobre os princípios da moralidade e da publicidade na administração pública, assinale a afirmativa INCORRETA.
Atenção: As questões de números 66 a 80 referem-se a Atualidades.

Escritor, filósofo e semiólogo morreu em fevereiro aos 84 anos. Entre suas obras mais conhecidas estão os romances O nome da rosa, O Pêndulo de Foucault e O Cemitério de Praga, além dos ensaios A Estrutura Ausente e História da Beleza. Ao todo, publicou mais de 30 ensaios e sete romances. É de seu último livro Número Zero o texto a seguir:

Não são as notícias que fazem o jornal, mas o jornal é que faz as notícias, e saber juntar quatro notícias diferentes significa propor ao leitor uma quinta notícia.

Trata-se de

Analise as afirmativas sobre as semelhanças que há entre o memorando e o ofício, segundo o Manual de Redação Oficial:

I - Na forma e estrutura o destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa.

II - No tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede.

III - Na conclusão, em que é reafirmada ou simplesmente representa a posição recomendada sobre o assunto.

IV - Na forma de diagramação é obrigado a constar a partir da segunda página o número da página.

Quais afirmativas estão corretas?


O texto a seguir apresenta o trecho de uma entrevista dada por Nuno Crato, matemático e Ministro da Educação de Portugal e autor do livro O “Eduquês” em Discurso Direto: uma Crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista.

(Entrevista disponível em: https://www.alfaebeto.org.br/blog/ministro-da-educacao-de-portugal-concede-entrevista-a-revista-veja/)


Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.

1. O senhor provocou debate acirrado entre educadores do mundo todo ao afirmar que a escola moderna é vítima do “eduquês”. Por que o assunto causou tanto barulho?

2. Quais boas práticas exatamente essa ala de educadores rejeita?

3. Quais são esses pilares?


( ) Muitos batem na tecla de que prova faz mal. Acham que ela submete o aluno a um alto grau de stress, sem necessidade. Vão aí na contramão do que afirmam os grandes pesquisadores. [...] Também a disciplina é um ponto em que a condescendência e a leitura enviesada de velhas teorias ofuscam a razão.

( ) Um mestre tem o dever de transmitir a seus alunos os conteúdos nos quais se graduou. E, sim, precisa ter objetivos bem claros e definidos sobre o que vai ensinar. É ingênuo achar que o estudante vai descobrir tudo por si mesmo e ao seu ritmo, quando julgar interessante.

( ) Minha crítica bate de frente com uma linha muito celebrada nas escolas de hoje. É uma corrente que dá ênfase excessiva às atitudes e à formação cívica do aluno e deixa em segundo plano o conhecimento propriamente dito. Pergunto: como investir em formação cívica se o estudante não consegue nem ler o jornal?


Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Sobre o tratamento que a Constituição da República Federativa do Brasil dá ao tema estabilidade do servidor público, assinale a alternativa INCORRETA.
         O futuro é dos pirralhos

      A tendência para negligenciar a capacidade intelectual e de mobilização dos mais jovens marcou a História desde os primórdios da Humanidade até aos anos 1950.

      Provavelmente por isso, ou na sequência do fim dessa realidade que durante séculos serviu de travão ao arrojo e ao risco, o Mundo avançou tanto nos últimos 30 anos como nos dois mil anteriores. Perante o que me parece uma evidência, surpreende-me que tanta gente se preocupe mais em achincalhar do que em compreender novas tendências, preocupações e projetos de um futuro diferente para melhor.

      A onda de reprovação que envolveu Greta Thunberg nos últimos meses insere-se neste quadro de negação, de complexo de avestruz que, de forma mais aberta ou dissimulada, vai marcando muitos discursos, da Imprensa à política.

      Depois de Donald Trump, a imitação barata brasileira, Jair Bolsonaro, chamou “pirralha” à jovem ativista sueca, classificação que, admito, deve merecer aprovação junto de um conclave de líderes mundiais populistas cujo enquadramento ideológico, a existir, representa um recuo de cem anos.

      O estilo de Greta Thunberg não me seduz. Mas isso não me impede de perceber que representa, provavelmente, milhões de jovens por esse mundo fora, e que, sem filtros, como quase todos os adolescentes, atira para a discussão verdades que mais ninguém consegue dizer a uma classe política estagnada e egoísta cujo filão programático se esgota nas bíblias da alta finança. Tivessem os políticos a capacidade mobilizadora da adolescente sueca, e um dos grandes problemas da democracia não seria, seguramente, a escassa participação das populações nos atos eleitorais.

(Disponível em: https://www.jn.pt/opiniao/vitor-santos/o-futuro-e-dos-pirralhos-11608999.html)

Assinale a alternativa em que o trecho retirado do texto apresenta ambiguidade.
A respeito das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) conforme o Regimento Interno da Câmara Municipal de Curitiba, assinale a alternativa correta.
A versão 6.3.1 do LibreOffice Writer é referência para a questão.
O recurso do Writer que impede a quebra de linha entre duas palavras é chamado de Inserir:

A proibição constitucional de acumular estende-se a empregos e funções e abrange:

I. Autarquias.

II. Fundações.

III. Empresas públicas.

IV. Sociedades de economia mista e suas subsidiárias.

V. Sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo poder público.

Complementam corretamente o enunciado apenas as afirmativas

Havia na imprensa uma massa de analfabetos. Saíam as coisas mais incríveis. Lembro-me de que alguém, num crime passional,
terminou assim a matéria: - “E nem um goivinho ornava a cova dela”. Dirão vocês que esse fecho de ouro é puramente folclórico. Não sei
se talvez. Mas saía coisa parecida. E o Pompeu trouxe para cá o que se fazia nos Estados Unidos - o copy desk.
Começava a nova imprensa. Primeiro, foi só o Diário Carioca; pouco depois, os outros, por imitação, o acompanharam. Rapidamente, os
nossos jornais foram atacados de uma doença grave: - a objetividade. Daí para o “idiota da objetividade” seria um passo. Certa vez,
encontrei-me com o Moacir Werneck de Castro. Gosto muito dele e o saudei com a mais larga e cálida efusão. E o Moacir, com seu perfil de
Lord Byron, disse para mim, risonhamente: - “Eu sou um idiota da objetividade”.
Também Roberto Campos, mais tarde, em discurso, diria: - “Eu sou um idiota da objetividade”. Na verdade, tanto Roberto como Moacir
são dois líricos. Eis o que eu queria dizer: - o idiota da objetividade inunda as mesas de redação e seu autor foi, mais uma vez, Pompeu de
Sousa. Aliás, devo dizer que o copy desk e o idiota da objetividade são gêmeos e um explica o outro.
(RODRIGUES, Nelson. “Os idiotas da subjetividade”. A cabra vadia, São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 50-51)
A expressão “idiota da objetividade” alude ironicamente a
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