Segundo o Sistema Único de Saúde (SUS) e considerando a portaria do Ministério da Saúde nº 648, de 28/03/06, a Atenção Básica requer como estratégia prioritária para sua organização:
Sobre a Portaria Federal Nº 1886/GM/1997, analise as
afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa
correta:

I. Aprovou as Normas e Diretrizes do Programa de Agentes
Comunitários de Saúde.
II. Aprovou as Normas e Diretrizes do Programa de Saúde
da Família com vistas a regulamentar a implantação e
operacionalização do referido Programa.
III. Estabelece que o Ministério da Saúde deve garantir
fontes de recursos federais para compor o financiamento
tripartite do programa.
Qual das alternativas a seguir representa um importante equipamento de proteção individual usado pelo agente comunitário de saúde? 
Para cuidar da saúde da população de um determinado território, a unidade de saúde deve estar organizada de um modo que seus trabalhadores estejam divididos em funções e assumam responsabilidades diferentes e complementares. (Ministério da Saúde, 2009). São ações comuns a todos os profissionais da equipe da Unidade de Saúde, EXCETO:
Em relação à vacinação, o agente comunitário de saúde deve orientar para procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) as crianças que:
Sobre as atribuições dos ACS no controle no controle da hanseníase, assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso
e, em seguida, marque a alternativa correta:

( ) Os ACS devem fazer no mínimo três visitas domiciliárias por mês aos portadores de hanseníase.
( ) Os ACS devem encaminhar os casos suspeitos para a unidade de saúde.
( ) Os ACS devem orientar o autocuidado.
( ) Os ACS devem registrar na ficha A os dados da pessoa com hanseníase.
Um ACS terá que cadastrar 690 pessoas de sua microárea em 15 dias. Se cadastrar sempre a mesma quantidade de pessoas por dia, após 11 dias, quantas pessoas ele já terá cadastrado?
O pescador e o gênio 

    Havia uma vez um pescador muito velho e muito pobre que vivia com sua mulher e seus três filhos. Todos os dias ele jogava sua rede no mar apenas quatro vezes e sempre conseguia colher alguns peixes para o seu sustento.
     Mas houve um dia em que ele jogou a rede por três vezes, sempre chamando o nome de Deus, e das três vezes só conseguiu retirar das águas um burro morto, um pote velho e algumas garrafas. Na quarta vez em que jogou sua rede sentiu que ela tinha ficado presa no fundo. Com dificuldade conseguiu retirar a rede e viu que ela trazia uma garrafa de boca larga, de cobre dourado, que estava fechada com chumbo e trazia o selo do grande rei Salomão.
    O pescador se alegrou, pois pensou que poderia vender a garrafa por um bom preço. Mas sentindo que ela estava muito pesada, resolveu abri-la para ver o que continha. Com sua faca forçou o chumbo, virou a garrafa para baixo e agitou para ver o que ia sair. Mas não saiu nada. O pescador colocou-a na areia e então começou a sair de dentro dela uma fumaça, que foi se avolumando até chegar às nuvens e foi tomando a forma de um gigante, que o pescador percebeu logo que era um gênio.
    Morto de medo, ele começou a tremer. E tinha razão para ter medo, porque o gênio saudou-o e disse:
    - Alegre-te, pescador, que vais morrer e podes escolher de que maneira!
    O pescador, apavorado, tentou acalmar o gênio:
    - Mas por que queres me matar, se fui eu que te tirei do fundo do mar, fui eu que te tirei de dentro desta garrafa onde estavas preso?
    - O gênio então contou ao pescador a sua história.
    Há mil e oitocentos anos, no tempo do rei Salomão, ele, o gênio, se havia revoltado contra o rei e, como castigo, havia sido preso nesta garrafa e atirado no fundo do mar.
    Durante cem anos ele havia jurado que faria rico para sempre aquele que o libertasse.
    Cem anos se passaram e o gênio permaneceu na garrafa.
    Durante mais cem anos o gênio jurou:
    - Darei a quem me libertar todos os tesouros da Terra.
    Cem anos se passaram e o gênio continuou prisioneiro da garrafa. Encolerizado, ele tornou a jurar:
    - Agora, se for libertado, matarei aquele que me soltar e deixarei que ele escolha como quer morrer.
    O pescador implorou de todas as formas que o gênio o perdoasse, pois, dizia ele:
    - Desta maneira, encontrarás quem te perdoe.
    Mas o gênio não se deixou comover.
    Aí o pescador teve uma ideia:
    - Já que eu vou morrer mesmo, quero que me respondas a uma pergunta. Como é possível que estivesses dentro da garrafa, sendo tão grande como és? Não posso acreditar nisso, a não ser que veja com meus próprios olhos.
    O gênio, desafiado, converteu-se novamente em fumaça e pouco a pouco foi entrando na garrafa. Quando o pescador viu que ele estava inteirinho lá dentro, mais do que depressa fechou a garrafa com o selo. E disse ao gênio:
    - Vou jogar-te de volta ao mar e vou construir uma casa aqui. Toda vez que alguém vier pescar vou avisá-lo para que não te liberte. Desta maneira, enquanto eu for vivo, não sairás de dentro desta garrafa.
    O gênio então lamentou-se e implorou ao pescador que o perdoasse. Mas o pescador respondeu:
    - Eu também te pedi que me perdoasse, que alguém te perdoaria. Mas assim mesmo quiseste me matar.
    O gênio jurou que não lhe faria mal e que lhe daria meios para que vivesse com fartura o resto de seus dias, se o deixasse sair. O pescador se convenceu e libertou o gênio, que lhe mostrou uma lagoa rica de grandes peixes, onde o pescador pôde pescar o resto de sua vida.

(ROCHA, Ruth. Almanaque da Ruth Rocha. 1. ed. 14 imp. São Paulo : Ática, 2008, p. 52-54.)
De acordo com o texto,
ERA UMA VEZ UM TIRANO

     Era uma vez um reino. Ou uma república. Essa é uma das coisas que não deu para saber direito. Mas não tem muita importância. O importante é saber que era uma vez um país muito alegre e divertido, em que as pessoas davam muito palpite no jeito que queriam viver, mas também não esquentavam muito a cabeça com isso. Quem mandava era escolhido por elas – não seu se era presidente ou primeiro-ministro. Esse negócio de todo mundo dar palpite às vezes ficava parecendo uma bagunça completa, por que todo mundo todos queriam falar ao mesmo tempo, cada qual gritava mais do que o outro, às vezes até discutiam e brigavam, não era ___________ ficar sempre em ordem e tranquilidade. Mas no fim acabava dando certo. Era assim: quando tinha mais gente querendo uma coisa, era essa coisa que acabava sendo feita. E quem não estava de acordo podia chorar, resmungar, reclamar, fazer bico, chiar, gritar, espernear, mas no fundo sabia que não tinha mesmo muito jeito, a não ser convencer um monte de gente para passar para o seu lado. Era assim mesmo. Mas de vez em quando toda essa onde e bate-boca pareciam uma bagunça, lá isso pareciam.
     Foi por isso que apareceu o Tirano. Ou Deposta. Ou Ditador, tem muitos nomes. Quer dizer, um homem que não perguntou ao pessoal se podia ser presidente ou primeiro-ministro, expulsou quem tinha sido escolhido pela maioria e desandou a dar ordens e mandar em todo mundo, só porque era o mais forte. NO começo, houve até quem ficasse satisfeito com ele, pensando que estava dando um jeito no tal bagunça e que agora as pessoas iam ter ordem para trabalhar em paz. Mas como ele não ouvia palpite dos outros, foi começando a fazer besteira. Primeiro, implicou com isso de cada um ter uma ideia diferente.
    – Onde já se viu? Por isso é que fica todo mundo discutindo em vez de trabalhar. É uma perda de tempo...
    E lá veio a ordem:
    – A partir de hoje, só podem ter as minhas ideias!
    É claro que teve gente que protestou:
    – Não estou de acordo... Isso é um absurdo!
    – Quem que esse cara pensa que é? Será que ele acha que tem o rei na barriga?
    Nem faltou um mais __________ sugerindo:
    – Podemos abrir a barriga dele e ver...
Não adiantou nada. Agora não tinha mais aquela velha bagunça. Quem não concordou, foi preso. Ou foi expulso do reino. Ou tratou de ir embora antes de ser expulso. Ou ficou bem quietinho, guardou suas ideias bem guardadas no canto mais fundo e escondido da cabeça, e saiu ______________, disfarçando, fazendo de conta que não tinha nada lá dentro.

Era uma Vez um Tirano – Ana Maria Machado – pp. 6-7-8 – Salamandra – 2ª edição – 1982.
O substantivo composto que faz o plural da mesma forma que bate-boca é:
A equipe mínima que compõe uma equipe do Programa Saúde da Família é:
A prática de exercícios físicos regulares é muito importante para evitar doenças crônicas quando associadas a uma dieta adequada e a não utilização de cigarros. Entre os benefícios biológicos, psicológicos e sociais proporcionados pelo desempenho de atividades físicas e prática corporal, estão, EXCETO:
A desidratação ocorre quando o corpo humano não tem água suficiente para realizar suas funções normais. Ela pode ser leve e causar sintomas como fraqueza, tontura, dor de cabeça, fadiga, podendo levar à morte. Para prevenir a desidratação durante o curso de algumas doenças podemos utilizar o soro caseiro, uma medida simples, barata e eficaz. Os ingredientes principais do soro caseiro são:
Observe as informações descritas abaixo e responda à  questão a seguir. 

 Clara é Agente Comunitária de Saúde e deve organizar palestras mensais para dois grupos de doentes crônicos: Hipertensos e Diabéticos. Na primeira semana do mês ela organizou a palestra para os Hipertensos, que durou 42 minutos, e verificou que 24 pessoas assistiram. Na semana seguinte, Clara organizou a palestra para os Diabéticos, que durou 34 minutos, e verificou que 31 pessoas assistiram. Ao verificar a lista de presença das duas palestras, Clara reparou que 7 pessoas haviam assistido às duas palestras.

Assinale a alternativa que apresenta o número de pessoas que assistiram, exclusivamente, à palestra para os Diabéticos (ou seja, não assistiram à palestra para os Hipertensos).
De acordo com o Guia do ACS do Ministério da Saúde, a tuberculose é uma doença infecciosa e contagiosa causada por uma bactéria. O termo tuberculose origina-se do fato de a doença causar lesões chamadas tubérculos. Ela atinge os pulmões, podendo também se localizar em outros órgãos. A busca ativa de portadores de tuberculose é feita por meio da identificação de sintomáticos respiratórios, que deverão ser encaminhadas à Unidade de Saúde para realização da baciloscopia. É considerado sintomático respiratório o indivíduo:
O raciocínio lógico é uma das características que se exige do Agente Comunitário de Saúde. Utilize o raciocínio lógico para as duas próximas questões.  

Antônio, Beatriz e Carla são ACS que residem e atuam em um dos seguintes bairros: Centro, Cidade Nova e Aeroporto. Quem mora no bairro do Aeroporto, tem menos de 25 anos, quem mora no Centro tem mais de 30 anos e Beatriz tem 27 anos. É correto afirmar que
Os hospedeiros são espécies que abrigam os parasitas. Em relação à classificação dos hospedeiros, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os hospedeiros definitivos abrigam os parasitas em fase de maturidade ou de atividade sexual.
( ) Os hospedeiros facultativos são os ecossistemas locais ou órgão onde determinada espécie ou população vive.
( ) Os hospedeiros intermediários abrigam parasitas na fase larvária ou assexuada.
( ) Os hospedeiros paratênicos ou de transportes: são hospedeiros intermediários que não se desenvolvem, porém permanecem viáveis até atingir um novo hospedeiro.

A sequência está correta em 
ERA UMA VEZ UM TIRANO

     Era uma vez um reino. Ou uma república. Essa é uma das coisas que não deu para saber direito. Mas não tem muita importância. O importante é saber que era uma vez um país muito alegre e divertido, em que as pessoas davam muito palpite no jeito que queriam viver, mas também não esquentavam muito a cabeça com isso. Quem mandava era escolhido por elas – não seu se era presidente ou primeiro-ministro. Esse negócio de todo mundo dar palpite às vezes ficava parecendo uma bagunça completa, por que todo mundo todos queriam falar ao mesmo tempo, cada qual gritava mais do que o outro, às vezes até discutiam e brigavam, não era ___________ ficar sempre em ordem e tranquilidade. Mas no fim acabava dando certo. Era assim: quando tinha mais gente querendo uma coisa, era essa coisa que acabava sendo feita. E quem não estava de acordo podia chorar, resmungar, reclamar, fazer bico, chiar, gritar, espernear, mas no fundo sabia que não tinha mesmo muito jeito, a não ser convencer um monte de gente para passar para o seu lado. Era assim mesmo. Mas de vez em quando toda essa onde e bate-boca pareciam uma bagunça, lá isso pareciam.
     Foi por isso que apareceu o Tirano. Ou Deposta. Ou Ditador, tem muitos nomes. Quer dizer, um homem que não perguntou ao pessoal se podia ser presidente ou primeiro-ministro, expulsou quem tinha sido escolhido pela maioria e desandou a dar ordens e mandar em todo mundo, só porque era o mais forte. NO começo, houve até quem ficasse satisfeito com ele, pensando que estava dando um jeito no tal bagunça e que agora as pessoas iam ter ordem para trabalhar em paz. Mas como ele não ouvia palpite dos outros, foi começando a fazer besteira. Primeiro, implicou com isso de cada um ter uma ideia diferente.
    – Onde já se viu? Por isso é que fica todo mundo discutindo em vez de trabalhar. É uma perda de tempo...
    E lá veio a ordem:
    – A partir de hoje, só podem ter as minhas ideias!
    É claro que teve gente que protestou:
    – Não estou de acordo... Isso é um absurdo!
    – Quem que esse cara pensa que é? Será que ele acha que tem o rei na barriga?
    Nem faltou um mais __________ sugerindo:
    – Podemos abrir a barriga dele e ver...
Não adiantou nada. Agora não tinha mais aquela velha bagunça. Quem não concordou, foi preso. Ou foi expulso do reino. Ou tratou de ir embora antes de ser expulso. Ou ficou bem quietinho, guardou suas ideias bem guardadas no canto mais fundo e escondido da cabeça, e saiu ______________, disfarçando, fazendo de conta que não tinha nada lá dentro.

Era uma Vez um Tirano – Ana Maria Machado – pp. 6-7-8 – Salamandra – 2ª edição – 1982.
Da leitura do texto podemos afirmar que:
Qual das alternativas a seguir não representa uma atribuição do Agente Comunitário de Saúde? 
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