Um dos temas mais controversos em Macroeconomia é a
determinação das taxas de variação do PIB real e do nível
de emprego.
No trecho seguinte, Keynes sintetiza sua teoria de determinação do nível de emprego e dos ciclos econômicos
nas economias capitalistas.
Não é, portanto, a desutilidade marginal do trabalho,
expressa em termos de salários reais, que determina
o volume de emprego, exceto no caso em que a oferta
de mão de obra disponível a certo salário real fixe um
nível máximo de emprego. A propensão a consumir e o
nível do novo investimento é que determinam, conjuntamente, o nível de emprego, e é este que, certamente,
determina o nível de salários reais, e não o inverso.
KEYNES, J. M. Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda.
São Paulo: Nova Cultural, 1996 [1936], capítulo 3. Adaptado.
No trecho citado, Keynes argumenta que o nível de emprego nas economias capitalistas depende, fundamentalmente, da(o)
Despite the tricky and life-threatening relationship between Paleolithic humans and the megafauna that comprised so much of their environment, twentieth-century scholars tended to claim cave art as evidence of an unalloyed triumph for our species. It was a “great spiritual symbol,” of a time when “man had just emerged from a purely zoological existence, when instead of being dominated by animals, he began to dominate them.” But the child-like and highly stylized stick figures found in caves do not radiate triumph. By the standards of our own time, they are excessively self-effacing and, compared to the animals portrayed around them, pathetically weak.
While twentieth-century archeologists tended to solemnize prehistoric art as “magico-religious” or “shamanic,” today’s more secular viewers sometimes detect a vein of sheer silliness. India’s Mesolithic rock art portrays few human stick figures; those that are portrayed have been described by modern viewers as “comical,” “animalized” and “grotesque.” As Judith Thurman wrote about the artists, “despite their penchant for naturalism, rarely did they choose to depict human beings, and then did so with a crudeness that smacks of mockery.”
But who are they mocking, other than themselves and, by extension, their distant descendants, ourselves? Of course, our reactions to Paleolithic art may bear no connection to the intentions or feelings of the artists. Yet there are reasons to believe that Paleolithic people had a sense of humor not all that dissimilar from our own.
Barbara Ehrenreich. The Humanoid Stain. Later on. Internet: (adapted).
Based on text I, judge whether the following statements are right (C) or wrong (E).
The text suggests that 20th-century scholars had an erroneous
perspective on how cave art should be viewed.
Uma empresa S.A. denominada X construiu uma nova usina de
combustível renovável, que entrou em operação em 1º de janeiro
de 2024. O custo total para construir a usina foi de
R$ 1.500 milhões. A vida útil estimada da planta é de 20 anos. O
valor contábil inicial da usina incluía um valor presente de
R$ 100 milhões para desmantelamento, que foi determinado
utilizando-se uma taxa de desconto de 10% a.a. Em 31 de
dezembro de 2024, a empresa X remensurou a provisão de
desmantelamento a valor presente para R$ 130 milhões.
Considerando as informações apresentadas e um lançamento
anual, a empresa registrou as seguintes contabilizações em 31 de
dezembro de 2024:
Uma Unidade Orçamentária (UO), na sua atuação no processo
orçamentário, compreendeu a consolidação e formalização de
sua proposta orçamentária da despesa por:
No livro “Desenvolvimento e Estagnação: o Debate entre
Desenvolvimentistas e Liberais Neoclássicos”, o economista André Nassif compara as formas distintas através
das quais se manifesta o fenômeno da chamada “doença
holandesa”.
A chamada doença holandesa (Dutch disease), como
sugere a expressão, acometeu a Holanda nos anos
1960, quando foram descobertas consideráveis reservas de gás natural. Com mercados relativamente
desregulados, o aumento da rentabilidade esperada
acabou provocando forte realocação dos recursos produtivos da economia para o setor de recursos naturais
não renováveis, reduzindo os investimentos na indústria manufatureira do país. Em 1977, a revista The Economist cunhou a expressão “doença holandesa” em
alusão ao fenômeno […]. De acordo com a concepção
novo-desenvolvimentista, a doença holandesa na periferia latino-americana e em diversos outros países em
desenvolvimento, ao invés de replicar a forma clássica
que afetou a Holanda, assume a forma concebida originalmente por Gabriel Palma. Nesse novo conceito de
doença holandesa, o aumento da participação do setor
de commodities na estrutura produtiva e na cesta exportadora resulta do conjunto de reformas econômicas
liberalizantes (liberalização comercial, abertura ao fluxo
internacional de capitais de curto prazo etc.), adotadas
sob a forma de tratamento de choque, haja vista a intensidade e rapidez com que foram implementadas a
partir da década de 1990.
NASSIF, A. Desenvolvimento e Estagnação: o Debate entre Desenvolvimentistas e Liberais Neoclássicos. São Paulo: Contracorrente, 2023. p. 219; 283-284. Adaptado.
Para os países fortemente dependentes das exportações
de produtos primários e outras commodities, como o Brasil, nos períodos de boom de preços desses produtos nos
mercados globais, a doença holandesa acarreta
Os planos de benefícios previdenciários de entidades fechadas oferecem segurança financeira aos servidores,
por meio de diversas modalidades e patrocínios. Conhecer as regras é fundamental para garantir a compreensão
e eficácia do plano, assegurando estabilidade e confiança
para uma aposentadoria financeiramente segura.
Nesse sentido, o plano de previdência complementar dos
servidores do executivo tem como regra que
Nos mercados regulados, após a implantação da contabilidade regulatória, as devidas particularidades dos sistemas regulatório e societário podem fazer notar diferenças
na conciliação de alguns tipos de contas.
Excetuando-se as possíveis distinções e peculiaridades
de cada um desses mercados, tratando-os de forma geral, essa conciliação entre ambos os sistemas deve apontar para
This book wants to show the newcomer the lie of the land without confusing him with details. In writing it I thought first and foremost of readers in their teens. But I have never believed that books for young people should differ from books for adults except for the fact that they must reckon with the most exacting class of critics, critics who are quick to detect and resent any trace of pretentious jargon or bogus sentiment. I know from experience that these are the vices which may render people suspicious of all writings. I have striven to use plain language even at the risk of sounding casual or unprofessional. I hope that no reader will attribute my decision to get along with a minimum of the art historian’s conventional terms to any desire on my part of ‘talking down’ to him. Apart from this decision, I have tried to follow a number of more specific self-imposed rules, such as limiting myself to real works of art and cutting out anything which might merely be interesting as a specimen of taste or fashion. This decision entailed a considerable sacrifice of literary effects. Praise is so much duller than criticism, and the inclusion of some amusing monstrosities might have offered some light relief. Thus, while I do not claim that all the works illustrated represent the highest standard of perfection, I did make an effort not to include anything which I considered to be without a peculiar merit of its own.
A second rule also demanded a little self-denial. I vowed to resist any temptation to be original in my selection, lest the well-known masterpieces be crowded out by my own personal favourites. This book, after all, is not intended merely as an anthology of beautiful things; it is meant for those who look for bearings in a new field, and for them the familiar appearance of apparently ‘hackneyed’ examples may serve as welcome landmarks.
One more rule I have followed. When in doubt I have always preferred to discuss a work which I had seen in the original rather than one I knew only from photographs. I should have liked to make this an absolute rule, but I did not want the reader to be penalized by the accidents of travel restrictions which sometimes dog the life of the art-lover.
E. H. Gombrich. The Story of Art. Phaidon, New York – London: 1995, p. 7-8 (adapted).
Based on text II, judge whether the following statements are right (C) or wrong (E).
The excerpt “lest the well-known masterpieces be crowded
out by my own personal favourites” (second sentence of the
second paragraph) could be, maintaining the coherence and
correctness of the original, correctly replaced with to avoid
leaving the well-known masterpieces out to fill the book
with my own personal favourites.
Ranking da educação: Brasil está nas
últimas posições no Pisa 2022
Entre 2018 e 2022, o Brasil apresentou um desempenho estável no Pisa (sigla em inglês para Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), prova aplicada em 81 países para avaliar o desempenho de alunos
de 15 anos. Embora tenha ficado estável em relação a
2018, sem grandes perdas, o Brasil tem dados preocupantes: está bem abaixo da média da OCDE.
Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/12/05/
ranking-da-educacao-brasil-esta-nas-ultimas-posicoes-no-pisa-2022-veja-notas-de-81-paises-[...]. Acesso em: 22 fev. 2024.
Adaptado.
O Pisa é um instrumento de avaliação internacional que
oferece informações sobre