Por meio da modalidade gestual-visual-espacial em que a LIBRAS é produzida e compreendida pelos surdos, frequentemente, as pessoas podem erroneamente pensar que todos os sinais são uma representação "visual" do referente que representam no ar. O nome dado a essas formas linguísticas que tentam imitar as características visuais do referente real é:
O papel do intérprete educacional em sala de aula é pauta de muitos objetos de estudo e discussões. Quanto ao perfil deste profissional, a afirmação adequada e correta é a de que o intérprete:
Durante muito tempo, a preocupação que permeava os educadores de surdos centrava-se na prática de ensino majoritária, de modalidade oral. Devido ao avanço das pesquisas linguísticas e à verificação de que, mesmo expostos a anos de estudos no ambiente escolar, os alunos não obtinham êxito quanto ao domínio da língua, em sua modalidade oral, surge uma nova proposta educacional bilíngue.

A educação bilíngue de surdos deve inserir em seu currículo:
Diferente do atendimento ao surdo, o atendimento ao surdo-cego exige do tradutor-intérprete não apenas o domínio das diferentes formas de comunicação possíveis, mas também:
Em vários países, existem tradutores e intérpretes de língua de sinais. No Brasil, a história da construção desse profissional ocorreu com base em atividades voluntárias que foram sendo valorizadas enquanto atividades laborais na medida em que os surdos foram ampliando suas conquistas, no exercício de cidadania. Como pioneirismo, pode-se citar a presença de intérpretes de língua de sinais em trabalhos religiosos iniciados por volta dos anos 80. O primeiro intercâmbio entre alguns intérpretes do Brasil e a avaliação sobre a ética do profissional intérprete foram realizados:
A lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, também conhecida como a lei de LIBRAS, estabelece em seu artigo 4º, parágrafo único, que a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – não pode substituir a forma escrita da língua portuguesa. No entanto, alguns pesquisadores da área têm promovido iniciativas para registrar, por escrito, os sinais utilizados no espaço. Esse esforço de escrita da língua de sinais é conhecido como:
Ao longo da história, as línguas passam por mudanças e, normalmente, enriquecem seu conjunto de palavras, à medida que respondem à necessidade de nomear novos conceitos provenientes do avanço das ciências, resultantes das mudanças sociais e da influência de outras línguas. Essas adaptações lexicais ao longo do tempo buscam atender à evolução de qualquer sistema linguístico. A perspectiva que aborda essa forma de variação é a:
Conforme o processo de aquisição da linguagem, por volta dos dois anos de idade, a criança surda inicia suas primeiras combinações em língua de sinais. Pode-se considerar que:
O Professor guia-intérprete é aquele que:
A presença da iconicidade é uma característica inerente e fundamental à Língua de Sinais, e isso ocorre porque:
As tomadas de palavras representam uma maneira de atualizar o vocabulário. Isso envolve uma palavra nova não devido à criação original, mas devido à sua adoção. A palavra emprestada pode ou não passar por modificações materiais, semânticas e expressivas durante sua transição para outra língua. Os marcadores gráficos de pontuação (como vírgula, ponto de interrogação etc.) são geralmente reproduzidos no ar, a partir de um ponto fixo no espaço neutro, usando o dedo indicador da mão não dominante. Estudos linguísticos nas línguas de sinais indicam que esse tipo de tomada de palavra pode ser classificado como empréstimo linguístico:
Uma das mais expressivas lutas da comunidade surda no que diz respeito ao seu reconhecimento linguístico e cultural tem como proposta principal acabar com:
A morfologia nas línguas de sinais inclui recursos gramaticais para examinar várias facetas linguísticas. A ideia de aspecto verbal, por exemplo, aborda dados simultâneos, o que contrasta com a tendência predominante de linearidade nas línguas orais. Para isso, é fundamental empregar distinções nas características dinâmicas. Tais distinções estão no:
A respeito da estrutura linguística da LIBRAS, o termo utilizado para descrever o conceito que estabelece que, quando as mãos não têm a mesma configuração e, enquanto a mão ativa executa o movimento, a mão passiva desempenha a função de apoio, tem-se a condição de:
De acordo com Pereira e Freitas-Reis (2023), a inclusão de um estudante surdo pode ocorrer por meio de: