A redação oficial deve apresentar atributos que lhe permitam atender à sua finalidade básica, que é comunicar com objetividade e máxima clareza. Portanto, a redação oficial deve caracterizar-se por: clareza, precisão, objetividade, concisão, coesão, coerência, impessoalidade, formalidade, padronização e uso da norma padrão da língua portuguesa. Para que se redija um texto oficial, devemos observar algumas recomendações, sugestões ou dicas. Escolha abaixo a alternativa que não apresenta uma recomendação aceitável na redação oficial:
Em uma planilha do Microsoft Excel/2010 (Pt-Br), ao elaborar uma tabela, o atalho Ctrl + N executa o comando de:
De uma dívida Emanuel já pagou a quantia de R$ 1.143,00. Sabendo que a dívida era de R$ 2.540,00 qual foi a porcentagem que Emanuel pagou?
Os conjuntos A, B, C de números inteiros, tais que A apresenta 10 elementos, B apresenta 5 elementos, C apresenta 7 elementos, sendo que A ? B U C apresenta 17 elementos. Então, o número máximo de elementos que o conjunto D = (A ? B) U (B ? C) pode ter é igual a:
O Regimento Interno da Câmara Municipal de Divino/MG, em seu Art. 101, classifica as reuniões em:
I - ____________, as que precedem a instalação dos trabalhos da Câmara, em cada legislatura. II - ____________, as que se realizam durante qualquer Sessão Legislativa, nos dias úteis, proibida a realização de mais de uma por dia. III - ____________, as que se realizam em dia ou horário diferentes dos fixados para as ordinárias. IV - ____________, as convocadas para um determinado objetivo.
Marque a alternativa que corresponde ao correto preenchimento das lacunas respectivamente:
I - ____________, as que precedem a instalação dos trabalhos da Câmara, em cada legislatura. II - ____________, as que se realizam durante qualquer Sessão Legislativa, nos dias úteis, proibida a realização de mais de uma por dia. III - ____________, as que se realizam em dia ou horário diferentes dos fixados para as ordinárias. IV - ____________, as convocadas para um determinado objetivo.
Marque a alternativa que corresponde ao correto preenchimento das lacunas respectivamente:
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Delírios de Honestidade.
Outro dia eu estava pensando em como seria o mundo se ___ pessoas fossem realmente honestas. Inclusive no mais prosaico cotidiano. Eu me imagino entrando em uma dessas churrascarias de luxo. Sento-me ___ mesa e peço um filé bem passado ao garçom. Ele me alerta:
Não aconselho. O filé hoje está uma sola de sapato.
Peço o quê?
Peça licença e vá para outro lugar. Olhe bem o cardápio. Pelo preço de um bife o senhor compra mais de um quilo no açougue. Quer jogar seu dinheiro fora?
Vou para outro e escolho: salmão. O garçom:
Se o senhor quiser, eu trago. Mas salmão, salmão, não é. É surubim, alimentado de forma
___ ficar com a carne rosada. Ainda quer?
Nesse caso fico com escargots.
Lesmas, quer dizer? Por que não vai catar no jardim?
Ou então entro numa butique de griffe. Experimento um jeans, que está apertadinho na barriga. O vendedor aproxima-se:
Ficou bom? Ah, não ficou, não, está apertado e não tenho um número maior.
Acho que dá... ando pensando em fazer regime.
Pois compre depois de obter algum resultado. Se bem que não sei, não... essa barriga parece coisa consolidada.
Eu quero o jeans. Quero e pronto!
Não vou deixar que cometa essa loucura. Aliás, falando francamente, o que o senhor viu nesse jeans, que nem cai bem nas suas adiposidades? Só pode ser a etiqueta. Meu amigo, ainda acredita em griffe?
Corro ___ casa de chocolates e peço um dietético. A mocinha no balcão:
Confia nessa história de dietético? Ou só quer calar ___ sua consciência?
E se eu quiser confiar, estou proibido?
Pois saiba que engorda. Menos que o chocolate comum, mas engorda. E o senhor não me parece em condição de fazer concessões a doces. Não vou contribuir para o seu auto-engano, jamais poria esse chocolate nas suas mãos. Vá ___ feira e peça um jiló.
Resolvo trocar de carro. Passeio pela concessionária, escolho:
Este vermelho, que tal?
O motor funde mais dia, menos dia alerta o vendedor. Parece tão bonitinho...
Desculpe, mas você acha que a lataria anda sozinha? Já alertei o dono da loja, este carro está péssimo. Fique com aquele.
Mas é velho e horroroso!
Pode ser, mas anda. Está decidido, leve aquele. E não discuta! O embate com a honestidade absoluta também poderia ser uma galeria de arte. Gostei daquele aponto o quadro à marchande.
Está precisando de pano de chão?
Não... é que... bem, posso não entender de arte, mas achei bonito.
Sinceramente, o senhor não entende mesmo. Isso aqui é um horror. Não vale a tinta que gastou. Está exposto porque o dono da galeria insistiu. Leve aquele, é valorização na certa.
Aquele? É muito sombrio... eu queria alguma coisa alegre e ...
Não insista. Sombrio ou não, vou embrulhar. Faça o cheque, é melhor pra você.
E numa loja de móveis? Mostro as cadeiras que me interessam. O decorador:
É amigo de algum ortopedista?
Está precisando de um? Posso indicar...
Você é quem vai precisar. Essas cadeiras vão desmontar na terceira vez em que alguém se sentar. Fratura na certa.
Caras assim e desmontam? Eu devia chamar o Procon.
Se quiser, eu chamo para o senhor!
Pior seria alguma vaidosa querendo fazer plástica. O cirurgião examina:
Hum... hum...
Meu nariz vai ficar bom, doutor?
Se a senhora se contenta em trocar uma picareta por um parafuso, fica! Agora, se ambiciona uma melhora significativa, o melhor é morrer e reencarnar de novo. Pode ser tenha mais sorte.
A paciente sai chorando. Eu, que vivo me irritando com vendedores, chego a uma conclusão: quero comprar o jeans que me oprime a barriga, o chocolate que não emagrece e o quadro colorido. Deliciar-me com as pequenas fantasias. Feitas as contas, delírios de honestidade podem transformar-se em pesadelos cruéis. Os pequenos enganos abrem as comportas dos pequenos sonhos e adoçam o dia-a-dia.
Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. São Paulo, Ática, 1989.
Analise o trecho a seguir e assinale a alternativa incorreta:
Corro à casa de chocolates e peço um dietético. A mocinha no balcão: [...]
Pois saiba que engorda. Menos que o chocolate comum, mas engorda. E o senhor não me parece em condição de fazer concessões a doces.
Analise as frases abaixo: Hoje, acordei de _________ humor. O jantar deveria estar pronto _________ duas horas. Saia daí, _________ vai molhar. João e Sophia possuem um gosto musical _________.
A alternativa que preenche corretamente as lacunas é:
A alternativa que preenche corretamente as lacunas é:
Um determinado veículo, cujo consumo é, em média, 9 km por litro, entrou na reserva de seu tanque de combustível. Se a capacidade do tanque reserva é 8 litros, pode-se dizer que o veículo ainda poderá percorrer, antes de chegar em algum posto de abastecimento, a distância de:
Leia o período: A menina não se aborrecerá, a menos que alguém entre em seu quarto.. Como pode ser classificada a oração destacada?
Para sublinhar apenas as palavras, mas não os espaços, no Microsoft Word/2010 (Pt-Br), usamos o atalho:
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Delírios de Honestidade.
Outro dia eu estava pensando em como seria o mundo se ___ pessoas fossem realmente honestas. Inclusive no mais prosaico cotidiano. Eu me imagino entrando em uma dessas churrascarias de luxo. Sento-me ___ mesa e peço um filé bem passado ao garçom. Ele me alerta:
Não aconselho. O filé hoje está uma sola de sapato.
Peço o quê?
Peça licença e vá para outro lugar. Olhe bem o cardápio. Pelo preço de um bife o senhor compra mais de um quilo no açougue. Quer jogar seu dinheiro fora?
Vou para outro e escolho: salmão. O garçom:
Se o senhor quiser, eu trago. Mas salmão, salmão, não é. É surubim, alimentado de forma
___ ficar com a carne rosada. Ainda quer?
Nesse caso fico com escargots.
Lesmas, quer dizer? Por que não vai catar no jardim?
Ou então entro numa butique de griffe. Experimento um jeans, que está apertadinho na barriga. O vendedor aproxima-se:
Ficou bom? Ah, não ficou, não, está apertado e não tenho um número maior.
Acho que dá... ando pensando em fazer regime.
Pois compre depois de obter algum resultado. Se bem que não sei, não... essa barriga parece coisa consolidada.
Eu quero o jeans. Quero e pronto!
Não vou deixar que cometa essa loucura. Aliás, falando francamente, o que o senhor viu nesse jeans, que nem cai bem nas suas adiposidades? Só pode ser a etiqueta. Meu amigo, ainda acredita em griffe?
Corro ___ casa de chocolates e peço um dietético. A mocinha no balcão:
Confia nessa história de dietético? Ou só quer calar ___ sua consciência?
E se eu quiser confiar, estou proibido?
Pois saiba que engorda. Menos que o chocolate comum, mas engorda. E o senhor não me parece em condição de fazer concessões a doces. Não vou contribuir para o seu auto-engano, jamais poria esse chocolate nas suas mãos. Vá ___ feira e peça um jiló.
Resolvo trocar de carro. Passeio pela concessionária, escolho:
Este vermelho, que tal?
O motor funde mais dia, menos dia alerta o vendedor. Parece tão bonitinho...
Desculpe, mas você acha que a lataria anda sozinha? Já alertei o dono da loja, este carro está péssimo. Fique com aquele.
Mas é velho e horroroso!
Pode ser, mas anda. Está decidido, leve aquele. E não discuta! O embate com a honestidade absoluta também poderia ser uma galeria de arte. Gostei daquele aponto o quadro à marchande.
Está precisando de pano de chão?
Não... é que... bem, posso não entender de arte, mas achei bonito.
Sinceramente, o senhor não entende mesmo. Isso aqui é um horror. Não vale a tinta que gastou. Está exposto porque o dono da galeria insistiu. Leve aquele, é valorização na certa.
Aquele? É muito sombrio... eu queria alguma coisa alegre e ...
Não insista. Sombrio ou não, vou embrulhar. Faça o cheque, é melhor pra você.
E numa loja de móveis? Mostro as cadeiras que me interessam. O decorador:
É amigo de algum ortopedista?
Está precisando de um? Posso indicar...
Você é quem vai precisar. Essas cadeiras vão desmontar na terceira vez em que alguém se sentar. Fratura na certa.
Caras assim e desmontam? Eu devia chamar o Procon.
Se quiser, eu chamo para o senhor!
Pior seria alguma vaidosa querendo fazer plástica. O cirurgião examina:
Hum... hum...
Meu nariz vai ficar bom, doutor?
Se a senhora se contenta em trocar uma picareta por um parafuso, fica! Agora, se ambiciona uma melhora significativa, o melhor é morrer e reencarnar de novo. Pode ser tenha mais sorte.
A paciente sai chorando. Eu, que vivo me irritando com vendedores, chego a uma conclusão: quero comprar o jeans que me oprime a barriga, o chocolate que não emagrece e o quadro colorido. Deliciar-me com as pequenas fantasias. Feitas as contas, delírios de honestidade podem transformar-se em pesadelos cruéis. Os pequenos enganos abrem as comportas dos pequenos sonhos e adoçam o dia-a-dia.
Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. São Paulo, Ática, 1989.
Marque a alternativa na qual a correlação entre ética e moral está invertida e, portanto, incorreta.
Dado o polinômio P(x) = 4x³ - 3x² - x?, pode-se dizer que P(x) é um polinômio do:
Ao manipular uma tabela ou planilha no Microsoft Excel/2010 (Pt-Br), se o usuário desejar verificar a ortografia da planilha atual, deve pressionar a tecla de atalho:
De acordo com Art. 10 da Lei Complementar Nº 95, de 26 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre a elaboração, a redação, a alteração e a consolidação das leis, os textos legais serão articulados com observância a alguns princípios. Um desses princípios se refere ao desdobramento dos artigos. Escolha a alternativa correta:
Escolha dentre as alternativas, aquela que não condiz com a Lei Complementar nº 95, de 1998 e suas alterações, referente às consolidações da legislação.
Ao elaborar uma planilha no Microsoft Excel/2010 (Pt-Br), a aba em que estão alocadas as funções de inserção de objetos com SmartArt, figuras, caixas de textos e destaques para inserção de gráficos variados é denominada como:
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Delírios de Honestidade.
Outro dia eu estava pensando em como seria o mundo se ___ pessoas fossem realmente honestas. Inclusive no mais prosaico cotidiano. Eu me imagino entrando em uma dessas churrascarias de luxo. Sento-me ___ mesa e peço um filé bem passado ao garçom. Ele me alerta:
Não aconselho. O filé hoje está uma sola de sapato.
Peço o quê?
Peça licença e vá para outro lugar. Olhe bem o cardápio. Pelo preço de um bife o senhor compra mais de um quilo no açougue. Quer jogar seu dinheiro fora?
Vou para outro e escolho: salmão. O garçom:
Se o senhor quiser, eu trago. Mas salmão, salmão, não é. É surubim, alimentado de forma
___ ficar com a carne rosada. Ainda quer?
Nesse caso fico com escargots.
Lesmas, quer dizer? Por que não vai catar no jardim?
Ou então entro numa butique de griffe. Experimento um jeans, que está apertadinho na barriga. O vendedor aproxima-se:
Ficou bom? Ah, não ficou, não, está apertado e não tenho um número maior.
Acho que dá... ando pensando em fazer regime.
Pois compre depois de obter algum resultado. Se bem que não sei, não... essa barriga parece coisa consolidada.
Eu quero o jeans. Quero e pronto!
Não vou deixar que cometa essa loucura. Aliás, falando francamente, o que o senhor viu nesse jeans, que nem cai bem nas suas adiposidades? Só pode ser a etiqueta. Meu amigo, ainda acredita em griffe?
Corro ___ casa de chocolates e peço um dietético. A mocinha no balcão:
Confia nessa história de dietético? Ou só quer calar ___ sua consciência?
E se eu quiser confiar, estou proibido?
Pois saiba que engorda. Menos que o chocolate comum, mas engorda. E o senhor não me parece em condição de fazer concessões a doces. Não vou contribuir para o seu auto-engano, jamais poria esse chocolate nas suas mãos. Vá ___ feira e peça um jiló.
Resolvo trocar de carro. Passeio pela concessionária, escolho:
Este vermelho, que tal?
O motor funde mais dia, menos dia alerta o vendedor. Parece tão bonitinho...
Desculpe, mas você acha que a lataria anda sozinha? Já alertei o dono da loja, este carro está péssimo. Fique com aquele.
Mas é velho e horroroso!
Pode ser, mas anda. Está decidido, leve aquele. E não discuta! O embate com a honestidade absoluta também poderia ser uma galeria de arte. Gostei daquele aponto o quadro à marchande.
Está precisando de pano de chão?
Não... é que... bem, posso não entender de arte, mas achei bonito.
Sinceramente, o senhor não entende mesmo. Isso aqui é um horror. Não vale a tinta que gastou. Está exposto porque o dono da galeria insistiu. Leve aquele, é valorização na certa.
Aquele? É muito sombrio... eu queria alguma coisa alegre e ...
Não insista. Sombrio ou não, vou embrulhar. Faça o cheque, é melhor pra você.
E numa loja de móveis? Mostro as cadeiras que me interessam. O decorador:
É amigo de algum ortopedista?
Está precisando de um? Posso indicar...
Você é quem vai precisar. Essas cadeiras vão desmontar na terceira vez em que alguém se sentar. Fratura na certa.
Caras assim e desmontam? Eu devia chamar o Procon.
Se quiser, eu chamo para o senhor!
Pior seria alguma vaidosa querendo fazer plástica. O cirurgião examina:
Hum... hum...
Meu nariz vai ficar bom, doutor?
Se a senhora se contenta em trocar uma picareta por um parafuso, fica! Agora, se ambiciona uma melhora significativa, o melhor é morrer e reencarnar de novo. Pode ser tenha mais sorte.
A paciente sai chorando. Eu, que vivo me irritando com vendedores, chego a uma conclusão: quero comprar o jeans que me oprime a barriga, o chocolate que não emagrece e o quadro colorido. Deliciar-me com as pequenas fantasias. Feitas as contas, delírios de honestidade podem transformar-se em pesadelos cruéis. Os pequenos enganos abrem as comportas dos pequenos sonhos e adoçam o dia-a-dia.
Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. São Paulo, Ática, 1989.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Delírios de Honestidade.
Outro dia eu estava pensando em como seria o mundo se ___ pessoas fossem realmente honestas. Inclusive no mais prosaico cotidiano. Eu me imagino entrando em uma dessas churrascarias de luxo. Sento-me ___ mesa e peço um filé bem passado ao garçom. Ele me alerta:
Não aconselho. O filé hoje está uma sola de sapato.
Peço o quê?
Peça licença e vá para outro lugar. Olhe bem o cardápio. Pelo preço de um bife o senhor compra mais de um quilo no açougue. Quer jogar seu dinheiro fora?
Vou para outro e escolho: salmão. O garçom:
Se o senhor quiser, eu trago. Mas salmão, salmão, não é. É surubim, alimentado de forma
___ ficar com a carne rosada. Ainda quer?
Nesse caso fico com escargots.
Lesmas, quer dizer? Por que não vai catar no jardim?
Ou então entro numa butique de griffe. Experimento um jeans, que está apertadinho na barriga. O vendedor aproxima-se:
Ficou bom? Ah, não ficou, não, está apertado e não tenho um número maior.
Acho que dá... ando pensando em fazer regime.
Pois compre depois de obter algum resultado. Se bem que não sei, não... essa barriga parece coisa consolidada.
Eu quero o jeans. Quero e pronto!
Não vou deixar que cometa essa loucura. Aliás, falando francamente, o que o senhor viu nesse jeans, que nem cai bem nas suas adiposidades? Só pode ser a etiqueta. Meu amigo, ainda acredita em griffe?
Corro ___ casa de chocolates e peço um dietético. A mocinha no balcão:
Confia nessa história de dietético? Ou só quer calar ___ sua consciência?
E se eu quiser confiar, estou proibido?
Pois saiba que engorda. Menos que o chocolate comum, mas engorda. E o senhor não me parece em condição de fazer concessões a doces. Não vou contribuir para o seu auto-engano, jamais poria esse chocolate nas suas mãos. Vá ___ feira e peça um jiló.
Resolvo trocar de carro. Passeio pela concessionária, escolho:
Este vermelho, que tal?
O motor funde mais dia, menos dia alerta o vendedor. Parece tão bonitinho...
Desculpe, mas você acha que a lataria anda sozinha? Já alertei o dono da loja, este carro está péssimo. Fique com aquele.
Mas é velho e horroroso!
Pode ser, mas anda. Está decidido, leve aquele. E não discuta! O embate com a honestidade absoluta também poderia ser uma galeria de arte. Gostei daquele aponto o quadro à marchande.
Está precisando de pano de chão?
Não... é que... bem, posso não entender de arte, mas achei bonito.
Sinceramente, o senhor não entende mesmo. Isso aqui é um horror. Não vale a tinta que gastou. Está exposto porque o dono da galeria insistiu. Leve aquele, é valorização na certa.
Aquele? É muito sombrio... eu queria alguma coisa alegre e ...
Não insista. Sombrio ou não, vou embrulhar. Faça o cheque, é melhor pra você.
E numa loja de móveis? Mostro as cadeiras que me interessam. O decorador:
É amigo de algum ortopedista?
Está precisando de um? Posso indicar...
Você é quem vai precisar. Essas cadeiras vão desmontar na terceira vez em que alguém se sentar. Fratura na certa.
Caras assim e desmontam? Eu devia chamar o Procon.
Se quiser, eu chamo para o senhor!
Pior seria alguma vaidosa querendo fazer plástica. O cirurgião examina:
Hum... hum...
Meu nariz vai ficar bom, doutor?
Se a senhora se contenta em trocar uma picareta por um parafuso, fica! Agora, se ambiciona uma melhora significativa, o melhor é morrer e reencarnar de novo. Pode ser tenha mais sorte.
A paciente sai chorando. Eu, que vivo me irritando com vendedores, chego a uma conclusão: quero comprar o jeans que me oprime a barriga, o chocolate que não emagrece e o quadro colorido. Deliciar-me com as pequenas fantasias. Feitas as contas, delírios de honestidade podem transformar-se em pesadelos cruéis. Os pequenos enganos abrem as comportas dos pequenos sonhos e adoçam o dia-a-dia.
Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. São Paulo, Ática, 1989.
No Microsoft PowerPoint/2010 (Pt-Br), um tema inclui um desenho de fundo, esquema de cores, tipos de letra, tamanhos de fonte, e posições de espaço reservado em um único pacote. Cada nova apresentação começa com o tema padrão, chamado tema ___________, que é um fundo branco e texto em preto. No entanto, você pode alterar o tema para uma ampla variedade de opções. Para encontrar e aplicar um tema, clique na ___________ na Faixa de ___________. A alternativa que completa corretamente a citação acima é: