1) um grupo de pessoas que, dentro de uma comunidade geral, se juntam em torno de uma unidade de crenças e convicções religiosas. 2) um grupo de pessoas, agindo e convivendo em coesão, numa comunidade organizada segundo deliberados objetivos comuns. 3) uma comunidade que, aceitando as mesmas instâncias reguladoras, persegue livremente interesses próximos ou idênticos. 4) uma comunidade, unida em torno de semelhantes ideais político-partidários, que cria, para si, suas regras de atuação moral. 5) um grupo de pessoas que, movido pelo ideal de ser útil através da pesquisa científica, prescinde da participação de pessoas alheias a esse ideal.
Estão corretas apenas:
Sobre esse tema, analise as afirmações a seguir.
1) Dentre os principais consequências desse processo, estão as perdas de nutrientes por lixiviação, a redução na capacidade de infiltração e de retenção de umidade do solo, a sedimentação e a deposição do material erodido nas zonas baixas do relevo. 2) A cobertura vegetal é importante para fornecer matéria orgânica e sombreamento ao solo, proporcionando, portanto, benefícios não apenas por evitar a erosão, como também por aumentar os organismos benéficos ao solo. 3) As vertentes em que a declividade é mais acentuada apresentam um predomínio da pedogênese sobre a morfogênese. Esse fato é marcante nas vertentes íngremes dos tabuleiros alagoanos. 4) A diminuição dos rendimentos nos cultivos é cada vez maior com a degradação do solo, devido à sobre-exploração, os altos índices de desmatamento, a eliminação da cobertura vegetal e o excesso de lavoura do solo. 5) Os solos submetidos a intenso voçorocamento são exatamente aqueles pouco desenvolvidos em que foi preservada a cobertura vegetal primitiva e densa.
Estão corretas:
Ao longo da história do planeta, os principais agentes condicionantes do clima são:
1) Porque tal corrente nega a existência da liberdade – um dos constitutivos essenciais do ser humano. 2) Porque tal visão suprime a distinção entre o homem e o animal; pelo Determinismo, os dois seres seriam regidos pelas mesmas leis. 3) Porque torna todos os homens inteiramente dependentes dos ditames derivados dos costumes, das religiões e das heranças culturais. 4) Porque submeteria o homem a todos os condicionamentos psíquicos que definem a maneira de ser de cada um.
Estão corretas:
TEXTO 2
A “A língua dos índios é muito rudimentar”
Assim como outros mitos, esse aqui já começa completamente equivocado. Sua formulação já é, de saída, imprópria: não há uma “língua dos índios”. Há, na verdade, diversas línguas indígenas, faladas por diferentes comunidades indígenas. E nenhuma dessas línguas é “rudimentar”, em qualquer sentido que se possa pensar. As línguas indígenas são extremamente complexas – tão complexas quanto qualquer outra língua natural, como o português, o francês, o chinês ou o japonês.
Para tentar desconstruir a primeira parte deste mito (sobre haver apenas uma única “língua dos índios”), precisamos falar um pouco sobre a variedade linguística reinante entre as populações indígenas brasileiras.
Hoje, no Brasil, são faladas cerca de 180 línguas indígenas, por cerca de 220 povos indígenas. Por trás desse número, devo fazer algumas ressalvas. Em primeiro lugar, todo e qualquer método de contagem de línguas é impreciso por natureza, já que os limites entre língua e dialeto são corredios. O critério normalmente utilizado para afirmar que determinada língua é, de fato, uma língua e não um dialeto de uma outra – não é um critério de natureza estritamente linguística, mas de viés marcadamente político. Daí por que, entre os sociolinguistas, se diz que “uma língua é um dialeto com um exército e uma marinha”.
Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas. Se hoje temos cerca de 180 línguas indígenas faladas no Brasil, estima-se que, em 1500, à época da chegada portuguesa em terras brasileiras, o número era de 1.270 línguas, ou seja, um número sete vezes maior. Além de o número total de línguas ter sido drasticamente reduzido – e, com isso, o número de populações indígenas – todas as línguas indígenas brasileiras podem hoje ser consideradas línguas ameaçadas.
Isso significa que, a cada ano que passa, podemos perder uma língua no país. É uma perda terrível, não só para a linguística, mas para o patrimônio mundial cultural e humano. Quando uma língua deixa de existir, perdemos mais do que um sistema de comunicação complexo e estruturado; perdemos uma maneira de ver e de compreender o mundo.
Gabriel de Ávila Othero.Mitos de Linguagem. São Paulo: Editora Parábola, 2017, p. 109-111. (Adaptado).
1) a relação de sinonímia plena entre os adjetivos ‘preciso’ e ‘uniforme’. 2) uma relação semântica de causa e consequência explicitamente estabelecida. 3) a expressão ‘além de’ como indicativo de acréscimo ou aumento de argumentos. 4) um duplo componente que torna, ainda mais complexa, a questão ora abordada. 5) o termo anterior que é retomado pelo pronome ‘suas’ em ‘suas línguas’.
Estão corretas:
Read the text below and answer the following question based on it.
More than half your body is not human
Human cells make up only 43% of the body's total cell count. The rest are microscopic colonists.
Understanding this hidden half of ourselves - our microbiome - is rapidly transforming understanding of diseases from allergy to Parkinson's.
No matter how well you wash, nearly every nook and cranny of your body is covered in microscopic creatures.
This includes bacteria, viruses, fungi and archaea (organisms originally misclassified as bacteria). The greatest concentration of this microscopic life is in the dark murky depths of our oxygen-deprived bowels.
The human genome - the full set of genetic instructions for a human being - is made up of 20,000 instructions called genes.
But add all the genes in our microbiome together and the figure comes out between two and 20 million microbial genes.
Prof Sarkis Mazmanian, a microbiologist from Caltech, argues: "We don't have just one genome, the genes of our microbiome present essentially a second genome which augment the activity of our own.
Science is rapidly uncovering the role the microbiome plays in digestion, regulating the immune system, protecting against disease and manufacturing vital vitamins.
It is a new way of thinking about the microbial world. To date, our relationship with microbes has largely been one of warfare.
Antibiotics and vaccines have been the weapons unleashed against the likes of smallpox, Mycobacterium tuberculosis or MRSA.
That's been a good thing and has saved large numbers of lives.
But some researchers are concerned that our assault on the bad guys has done untold damage to our "good bacteria".
Prof Knight has performed experiments on mice that were born in the most sanitised world imaginable.
He says: "We were able to show that if you take lean and obese humans and take their faeces and transplant the bacteria into mice you can make the mouse thinner or fatter depending on whose microbiome it got."
"This is pretty amazing right, but the question now is will this be translatable to humans"
This is the big hope for the field, that microbes could be a new form of medicine. It is known as using "bugs as drugs".
Adaptado de: < http://www.bbc.com/news/health-43674270> Acessado em 13 de abril de 2018.
Read the text below and answer the following question based on it.
More than half your body is not human
Human cells make up only 43% of the body's total cell count. The rest are microscopic colonists.
Understanding this hidden half of ourselves - our microbiome - is rapidly transforming understanding of diseases from allergy to Parkinson's.
No matter how well you wash, nearly every nook and cranny of your body is covered in microscopic creatures.
This includes bacteria, viruses, fungi and archaea (organisms originally misclassified as bacteria). The greatest concentration of this microscopic life is in the dark murky depths of our oxygen-deprived bowels.
The human genome - the full set of genetic instructions for a human being - is made up of 20,000 instructions called genes.
But add all the genes in our microbiome together and the figure comes out between two and 20 million microbial genes.
Prof Sarkis Mazmanian, a microbiologist from Caltech, argues: "We don't have just one genome, the genes of our microbiome present essentially a second genome which augment the activity of our own.
Science is rapidly uncovering the role the microbiome plays in digestion, regulating the immune system, protecting against disease and manufacturing vital vitamins.
It is a new way of thinking about the microbial world. To date, our relationship with microbes has largely been one of warfare.
Antibiotics and vaccines have been the weapons unleashed against the likes of smallpox, Mycobacterium tuberculosis or MRSA.
That's been a good thing and has saved large numbers of lives.
But some researchers are concerned that our assault on the bad guys has done untold damage to our "good bacteria".
Prof Knight has performed experiments on mice that were born in the most sanitised world imaginable.
He says: "We were able to show that if you take lean and obese humans and take their faeces and transplant the bacteria into mice you can make the mouse thinner or fatter depending on whose microbiome it got."
"This is pretty amazing right, but the question now is will this be translatable to humans"
This is the big hope for the field, that microbes could be a new form of medicine. It is known as using "bugs as drugs".
Adaptado de: < http://www.bbc.com/news/health-43674270> Acessado em 13 de abril de 2018.
TEXTO 2
A “A língua dos índios é muito rudimentar”
Assim como outros mitos, esse aqui já começa completamente equivocado. Sua formulação já é, de saída, imprópria: não há uma “língua dos índios”. Há, na verdade, diversas línguas indígenas, faladas por diferentes comunidades indígenas. E nenhuma dessas línguas é “rudimentar”, em qualquer sentido que se possa pensar. As línguas indígenas são extremamente complexas – tão complexas quanto qualquer outra língua natural, como o português, o francês, o chinês ou o japonês.
Para tentar desconstruir a primeira parte deste mito (sobre haver apenas uma única “língua dos índios”), precisamos falar um pouco sobre a variedade linguística reinante entre as populações indígenas brasileiras.
Hoje, no Brasil, são faladas cerca de 180 línguas indígenas, por cerca de 220 povos indígenas. Por trás desse número, devo fazer algumas ressalvas. Em primeiro lugar, todo e qualquer método de contagem de línguas é impreciso por natureza, já que os limites entre língua e dialeto são corredios. O critério normalmente utilizado para afirmar que determinada língua é, de fato, uma língua e não um dialeto de uma outra – não é um critério de natureza estritamente linguística, mas de viés marcadamente político. Daí por que, entre os sociolinguistas, se diz que “uma língua é um dialeto com um exército e uma marinha”.
Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas. Se hoje temos cerca de 180 línguas indígenas faladas no Brasil, estima-se que, em 1500, à época da chegada portuguesa em terras brasileiras, o número era de 1.270 línguas, ou seja, um número sete vezes maior. Além de o número total de línguas ter sido drasticamente reduzido – e, com isso, o número de populações indígenas – todas as línguas indígenas brasileiras podem hoje ser consideradas línguas ameaçadas.
Isso significa que, a cada ano que passa, podemos perder uma língua no país. É uma perda terrível, não só para a linguística, mas para o patrimônio mundial cultural e humano. Quando uma língua deixa de existir, perdemos mais do que um sistema de comunicação complexo e estruturado; perdemos uma maneira de ver e de compreender o mundo.
Gabriel de Ávila Othero.Mitos de Linguagem. São Paulo: Editora Parábola, 2017, p. 109-111. (Adaptado).