Nas sentenças a seguir, o exemplo de estrutura paralela usada corretamente é encontrado em:
Nas sentenças a seguir, o exemplo de estrutura paralela usada corretamente é encontrado em:
Leia o texto a seguir:
Geralmente, aqui no Brasil, quando as pessoas são apresentadas umas às outras, elas dizem seus primeiros nomes após os cumprimentos (...). No mundo dos Surdos, a pessoa, além de dizer o nome em datilologia, ela, primeiro, se apresenta pelo seu sinal (...).
(Tanya A. Felipe, Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista, 2007)
De acordo com a autora, o sinal pessoal pode ser
Quadros e Karnopp (2004) afirmaram que há diferentes formas para que verbos e substantivos na língua brasileira de sinais apresentem flexão de número.
Quando há repetição do sinal, a flexão refere-se à
Com base em Damázio (2007), assinale a alternativa que expressa o que é essencial e indispensável para o respeito à estrutura da Libras e da língua portuguesa.
Nos trechos retirados do texto, assinale a alternativa em que a palavra em negrito com esse sufixo seja um verbo.
De acordo com Felipe (2007), as línguas de sinais, por serem de modalidade gestual-visual, utilizam como elemento gramatical a tridimensionalidade do espaço para a comunicação.
Portanto, uma pessoa que está aprendendo uma dessas línguas precisa ficar atenta para a visualização das informações no espaço, pois
Ana é uma criança com deficiência auditiva que foi matriculada na escola comum.
De acordo com Almeida, Santos e Lacerda (2015), será necessário respeitar suas demandas linguísticas para que ela
De acordo com Moura (em Lacerda e Santos, 2014) o desenvolvimento da linguagem deve acontecer em contextos significativos, de maneira natural e prazerosa.
Portanto,
Almeida, Santos e Lacerda (2015) afirmam que, embora a língua brasileira de sinais (Libras) seja considerada a língua natural das pessoas surdas, sua aquisição não é automática ou garantida apenas pela condição de surdez.
Nesse sentido, para que uma pessoa surda torne-se usuária de Libras, é necessário que
Jorge, um jovem surdo, aprendeu a língua de sinais desde cedo, mas ainda não se apropriou da segunda língua.
Segundo Almeida, Santos e Lacerda (2015), o surdo, como um cidadão brasileiro, tem o direito de se apropriar