( ) As auditorias internas do sistema de gestão ambiental só podem ser realizadas por pessoas que trabalham para a própria organização; é vedado que pessoas externas à organização participem de tais auditorias.
( ) A associação dos funcionários da organização deve definir a política ambiental da organização e assegurar que, dentro do escopo definido de seu sistema da gestão ambiental, a política seja apropriada à natureza, escala e impactos ambientais das atividades, produtos e serviços da mesma – ouvido o órgão ambiental estadual e/ou municipal.
( ) É recomendado que a auditoria ambiental só se realize se: [i] após consulta ao cliente, o auditor-líder estiver convencido de que existem informações suficientes e apropriadas sobre o objeto da auditoria; [ii] existem recursos adequados para apoiar o processo de auditoria; [iii] existe cooperação adequada por parte do auditado.
( ) Não é recomendado que a política ambiental seja comunicada a todas as pessoas que trabalham para a organização ou que atuam em seu nome, incluindo os prestadores de serviço que trabalham na instalação da organização, uma vez que o Princípio do Sigilo Industrial deve ser respeitado, ainda que a Lei de Acesso à Informação já tenha sido promulgada.
( ) Para garantir a objetividade do processo de auditoria, suas constatações e quaisquer conclusões, é recomendado que os membros da equipe de auditoria sejam independentes das atividades por eles auditadas. É recomendado que eles sejam objetivos e livres de preconceitos e de conflitos de interesse durante todo o processo.
( ) A organização deve decidir se realizará comunicação externa sobre seus aspectos ambientais significativos, devendo documentar sua decisão. Se a decisão for comunicar, a organização deverá estabelecer e implementar método(s) para tal comunicação externa.
A sequência está correta em
1. Primário.
2. Secundário.
3. Terciário.
( ) Ocorre a remoção dos sólidos suspensos e sedimentáveis presentes no esgoto, apenas.
( ) Ocorre a remoção de compostos inorgânicos do sistema como nitrogênio e fósforo.
( ) Ocorre a remoção da matéria orgânica dissolvida, por meio de processos biológicos, em que um conjunto de micro- -organismos consome a matéria orgânica presente para se estabilizar, removendo-a do esgoto.
sequência está correta em
I. Possibilita que a empresa entenda como funciona a organização e a prática dos seus processos produtivos e estratégicos.
II. É uma ferramenta que reflete diretamente o funcionamento e aborda as nuances do negócio.
III. Pouco contribui para que a organização se atenha à sua própria proposta de valor.
IV. É uma ação estratégica essencial, que pode trazer ótimos resultados, como crescimento e maior lucratividade.
Está correto o que se afirma apenas em
I. O modelo OSI (Open Systems Interconnection) possui sete camadas, sendo a camada de aplicação responsável pela interface direta com o usuário.
II. A redundância elétrica, como a utilização de fontes de alimentação ininterrupta (UPS), é essencial para garantir a continuidade operacional de equipamentos de redes em caso de falhas no fornecimento de energia.
III. Em redes de telecomunicações, cabos coaxiais são amplamente utilizados em conexões de longa distância, pois possuem maior imunidade a interferências eletromagnéticas em comparação a fibras ópticas.
IV. A infraestrutura elétrica de uma rede deve incluir sistemas de aterramento adequados para evitar danos por surtos elétricos e garantir a segurança dos operadores.
V. Protocolos como TCP e UDP operam na camada de transporte do modelo OSI, oferecendo diferentes níveis de confiabilidade no envio de dados.
Está correto o que se afirma apenas em
Texto para responder a questão.
Às vezes me parece que uma epidemia pestilenta tenha atingido a humanidade inteira em sua faculdade mais característica, ou seja, no uso da palavra, consistindo essa peste da linguagem numa perda de força cognoscitiva e de imediaticidade, como um automatismo que tendesse a nivelar a expressão em fórmulas mais genéricas, anônimas, abstratas, a diluir os significados, a embotar os pontos expressivos, a extinguir toda centelha que crepite no encontro das palavras com novas circunstâncias.
Não me interessa aqui indagar se as origens dessa epidemia devam ser pesquisadas na política, na ideologia, na uniformidade burocrática, na homogeneização dos mass- -media ou na difusão acadêmica de uma cultura média. O que me interessa são as possibilidades de salvação. A literatura (e talvez somente a literatura) pode criar os anticorpos que coíbam a expansão desse flagelo linguístico.
Gostaria de acrescentar não ser apenas a linguagem que me parece atingida por essa pestilência. As imagens, por exemplo, também o foram. Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens; os media todo-poderosos não fazem outra coisa senão transformar o mundo em imagens, multiplicando-o numa fantasmagoria de jogos de espelhos – imagens que em grande parte são destituídas da necessidade interna que deveria caracterizar toda imagem, como forma e como significado, como força de impor-se à atenção, como riqueza de significados possíveis. Grande parte dessa nuvem de imagens se dissolve imediatamente como os sonhos que não deixam traços na memória; o que não se dissolve é uma sensação de estranheza e mal-estar.
Mas talvez a inconsistência não esteja somente na linguagem e nas imagens: está no próprio mundo. O vírus ataca a vida das pessoas e a história das nações torna todas as histórias informes, fortuitas, confusas, sem princípio nem fim. Meu mal-estar advém da perda de forma que constato na vida, à qual procuro opor a única defesa que consigo imaginar: uma ideia da literatura.
(CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.)
Observe o poema “Pronominais” de Oswald de Andrade:
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.
No poema, há uma reflexão quanto ao emprego do pronome em situações linguísticas distintas. Considerando tal emprego, no trecho “Às vezes me parece [...]” (1º§), do texto inicial, é possível observar:
Texto para responder a questão.
Às vezes me parece que uma epidemia pestilenta tenha atingido a humanidade inteira em sua faculdade mais característica, ou seja, no uso da palavra, consistindo essa peste da linguagem numa perda de força cognoscitiva e de imediaticidade, como um automatismo que tendesse a nivelar a expressão em fórmulas mais genéricas, anônimas, abstratas, a diluir os significados, a embotar os pontos expressivos, a extinguir toda centelha que crepite no encontro das palavras com novas circunstâncias.
Não me interessa aqui indagar se as origens dessa epidemia devam ser pesquisadas na política, na ideologia, na uniformidade burocrática, na homogeneização dos mass- -media ou na difusão acadêmica de uma cultura média. O que me interessa são as possibilidades de salvação. A literatura (e talvez somente a literatura) pode criar os anticorpos que coíbam a expansão desse flagelo linguístico.
Gostaria de acrescentar não ser apenas a linguagem que me parece atingida por essa pestilência. As imagens, por exemplo, também o foram. Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens; os media todo-poderosos não fazem outra coisa senão transformar o mundo em imagens, multiplicando-o numa fantasmagoria de jogos de espelhos – imagens que em grande parte são destituídas da necessidade interna que deveria caracterizar toda imagem, como forma e como significado, como força de impor-se à atenção, como riqueza de significados possíveis. Grande parte dessa nuvem de imagens se dissolve imediatamente como os sonhos que não deixam traços na memória; o que não se dissolve é uma sensação de estranheza e mal-estar.
Mas talvez a inconsistência não esteja somente na linguagem e nas imagens: está no próprio mundo. O vírus ataca a vida das pessoas e a história das nações torna todas as histórias informes, fortuitas, confusas, sem princípio nem fim. Meu mal-estar advém da perda de forma que constato na vida, à qual procuro opor a única defesa que consigo imaginar: uma ideia da literatura.
(CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.)
I. As mangueiras utilizadas em sistemas pressurizados devem possuir indicação da pressão máxima de trabalho admissível especificada pelo fabricante.
II. Os dispositivos de parada de emergência podem ser utilizados também como dispositivos de partida ou de acionamento.
III. Em locais de instalação de máquinas e equipamentos, as áreas de circulação devem ser mantidas desobstruídas.
IV. Os sistemas pressurizados das máquinas devem possuir meios ou dispositivos destinados a garantir que a pressão máxima de trabalho admissível nos circuitos possa ser excedida.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Processo de conformação mecânica: altera o formato da peça por meio da aplicação, principalmente de forças compressivas e de tração.
II. Processo de usinagem: altera o formato da peça por meio da aplicação de forças de cisalhamento; para isso, devem ser empregadas as ferramentas adequadas.
III. Processo de conformação mecânica: modifica a estrutura cristalina da peça através de tratamentos térmicos.
IV. Processo de usinagem: altera o acabamento da peça através da retirada de cavaco por ferramentas de corte.
Está correto o que se afirma apenas em
Texto para responder a questão.
Às vezes me parece que uma epidemia pestilenta tenha atingido a humanidade inteira em sua faculdade mais característica, ou seja, no uso da palavra, consistindo essa peste da linguagem numa perda de força cognoscitiva e de imediaticidade, como um automatismo que tendesse a nivelar a expressão em fórmulas mais genéricas, anônimas, abstratas, a diluir os significados, a embotar os pontos expressivos, a extinguir toda centelha que crepite no encontro das palavras com novas circunstâncias.
Não me interessa aqui indagar se as origens dessa epidemia devam ser pesquisadas na política, na ideologia, na uniformidade burocrática, na homogeneização dos mass- -media ou na difusão acadêmica de uma cultura média. O que me interessa são as possibilidades de salvação. A literatura (e talvez somente a literatura) pode criar os anticorpos que coíbam a expansão desse flagelo linguístico.
Gostaria de acrescentar não ser apenas a linguagem que me parece atingida por essa pestilência. As imagens, por exemplo, também o foram. Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens; os media todo-poderosos não fazem outra coisa senão transformar o mundo em imagens, multiplicando-o numa fantasmagoria de jogos de espelhos – imagens que em grande parte são destituídas da necessidade interna que deveria caracterizar toda imagem, como forma e como significado, como força de impor-se à atenção, como riqueza de significados possíveis. Grande parte dessa nuvem de imagens se dissolve imediatamente como os sonhos que não deixam traços na memória; o que não se dissolve é uma sensação de estranheza e mal-estar.
Mas talvez a inconsistência não esteja somente na linguagem e nas imagens: está no próprio mundo. O vírus ataca a vida das pessoas e a história das nações torna todas as histórias informes, fortuitas, confusas, sem princípio nem fim. Meu mal-estar advém da perda de forma que constato na vida, à qual procuro opor a única defesa que consigo imaginar: uma ideia da literatura.
(CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.)