Considere que hoje é quarta-feira.
O último dia de aula
será daqui a 292 dias. Esse dia cairá em uma
Indique a situação mais adequada, de acordo com a concepção
construtivista de aprendizagem.
Uma professora está trabalhando com uma classe de terceira série heterogênea: 15 alunos ainda não estão alfabetizados. Os demais já começaram o ano alfabéticos: alguns já fazendo uso das convenções da escrita, outros nem tanto.
Ao propor uma atividade como cruzadinha para essa turma, é correto afirmar que os alunos
Ao propor uma atividade como cruzadinha para essa turma, é correto afirmar que os alunos
No restaurante de uma escola que funciona todos os dias
da semana, o cardápio inclui sempre pelo menos um
legume nas refeições a pedido dos professores. O cardápio
foi organizado prevendo que se ofereçam beterraba a cada
cinco dias, cenoura a cada vinte dias e espinafre a cada
doze dias. Se hoje esses três pratos foram oferecidos aos
funcionários e estudantes da escola, é correto afirmar que
a quantidade de dias que decorrerão até que os três itens
apareçam novamente juntos no cardápio é


Uma fotografia retangular tem 20 cm de comprimento e
15 cm de largura. Uma outra fotografia também retangular
tem 32 cm de comprimento, mas conserva a mesma razão
entre o comprimento e a largura da primeira fotografia.
Desse modo, a largura da segunda fotografia é de
Uma professora propôs uma brincadeira para seus alunos: “adivinhe qual é o polígono”. Ela escreveu na lousa as seguintes pistas:
I. o polígono é um paralelogramo;
II. seus lados têm a mesma medida.
Dessa forma, conclui-se que esse polígono é um
I. o polígono é um paralelogramo;
II. seus lados têm a mesma medida.
Dessa forma, conclui-se que esse polígono é um

Leia o texto para responder às questões de números 4 e 5.
O desafio é combater a discriminação que a escola opera
atualmente, não só quando cria o fracasso explícito daqueles
que não consegue alfabetizar, como também quando impede
aos outros – os que aparentemente não fracassam – chegar
a ser leitores e produtores de textos competentes e autônomos.
O desafio que devemos enfrentar, nós que estamos
comprometidos com a instituição escolar, é combater a discriminação
desde o interior da escola; é unir nossos esforços
para alfabetizar todos os alunos, para assegurar que todos
tenham oportunidades de se apropriar da leitura e da escrita
como ferramentas essenciais de progresso cognoscitivo e de
crescimento pessoal.
(Delia Lerner, Ler e escrever na escola: o real, o possível e o
necessário, 2002, p.29)
Considere as informações.
A escola precisa criar o ambiente e propor situações
de práticas sociais de uso da escrita aos quais os alunos
não têm acesso para que possam interagir intensamente
com textos dos mais variados gêneros, identificar e refletir
sobre os seus diferentes usos sociais, produzir textos e,
assim, construir as capacidades que lhes permitam participar
das situações sociais pautadas pela cultura escrita.
Ler e escrever não se resume a juntar letras, nem a
decifrar códigos: a língua não é um código – é um complexo
sistema que representa uma identidade cultural. É
preciso saber ler e escrever para interagir com essa cultura
com autonomia, inclusive para modificá-la, do lugar de
quem enuncia e não apenas consome.
(Orientações Curriculares do Estado de São Paulo:
Língua Portuguesa e Matemática – Ciclo I)
Comparando a concepção de linguagem esboçada em
Leitura e Produção de Texto à concepção subjacente às
informações das Orientações Curriculares apresentadas,
conclui-se que
A escola precisa criar o ambiente e propor situações
de práticas sociais de uso da escrita aos quais os alunos
não têm acesso para que possam interagir intensamente
com textos dos mais variados gêneros, identificar e refletir
sobre os seus diferentes usos sociais, produzir textos e,
assim, construir as capacidades que lhes permitam participar
das situações sociais pautadas pela cultura escrita.
Ler e escrever não se resume a juntar letras, nem a
decifrar códigos: a língua não é um código – é um complexo
sistema que representa uma identidade cultural. É
preciso saber ler e escrever para interagir com essa cultura
com autonomia, inclusive para modificá-la, do lugar de
quem enuncia e não apenas consome.
(Orientações Curriculares do Estado de São Paulo:
Língua Portuguesa e Matemática – Ciclo I)
Comparando a concepção de linguagem esboçada em
Leitura e Produção de Texto à concepção subjacente às
informações das Orientações Curriculares apresentadas,
conclui-se que

Leia o texto para responder às questões de números 4 e 5.
O desafio é combater a discriminação que a escola opera
atualmente, não só quando cria o fracasso explícito daqueles
que não consegue alfabetizar, como também quando impede
aos outros – os que aparentemente não fracassam – chegar
a ser leitores e produtores de textos competentes e autônomos.
O desafio que devemos enfrentar, nós que estamos
comprometidos com a instituição escolar, é combater a discriminação
desde o interior da escola; é unir nossos esforços
para alfabetizar todos os alunos, para assegurar que todos
tenham oportunidades de se apropriar da leitura e da escrita
como ferramentas essenciais de progresso cognoscitivo e de
crescimento pessoal.
(Delia Lerner, Ler e escrever na escola: o real, o possível e o
necessário, 2002, p.29)
O texto deixa claro que a produção de texto em sala de aula deve ser para o aluno uma atividade
As crianças, de uma turma com muitas dificuldades de
aprendizagem, estavam desenhando. Uma das crianças queria
escrever: “o revólver atira”, em seu desenho. Pede ajuda à
professora que vai questionando, soletrando, apontando cada
letra do alfabeto exposto na sala de aula. Nesse processo, a
criança vai percebendo que já sabia escrever revólver, e resolve
escrever “o revólver mata o ladrão”. A professora auxilia
mais uma vez e quando se vira para atender outro aluno, a
criança escreve sozinha: OLETAN.
(Smolka. A criança na fase inicial de escrita. Adaptado)
Nesta situação, é correto afirmar que
aprendizagem, estavam desenhando. Uma das crianças queria
escrever: “o revólver atira”, em seu desenho. Pede ajuda à
professora que vai questionando, soletrando, apontando cada
letra do alfabeto exposto na sala de aula. Nesse processo, a
criança vai percebendo que já sabia escrever revólver, e resolve
escrever “o revólver mata o ladrão”. A professora auxilia
mais uma vez e quando se vira para atender outro aluno, a
criança escreve sozinha: OLETAN.
(Smolka. A criança na fase inicial de escrita. Adaptado)
Nesta situação, é correto afirmar que

A equipe pedagógica do Ciclo I de uma escola estadual estava
fazendo a escolha dos livros para a leitura do professor,
considerando os pressupostos do Guia de Planejamento e
Orientações Didáticas do Programa Ler e Escrever. Indique a
afirmação que condiz com as orientações contidas nesse Guia.
Uma professora está trabalhando com uma classe de terceira série heterogênea: 15 alunos ainda não estão alfabetizados. Os demais já começaram o ano alfabéticos: alguns já fazendo uso das convenções da escrita, outros nem tanto.
Considerando o exposto, pode-se dizer que o conteúdo trabalhado nessa situação didática é
Considerando o exposto, pode-se dizer que o conteúdo trabalhado nessa situação didática é

Leia o texto para responder às questões de números 4 e 5.
O desafio é combater a discriminação que a escola opera
atualmente, não só quando cria o fracasso explícito daqueles
que não consegue alfabetizar, como também quando impede
aos outros – os que aparentemente não fracassam – chegar
a ser leitores e produtores de textos competentes e autônomos.
O desafio que devemos enfrentar, nós que estamos
comprometidos com a instituição escolar, é combater a discriminação
desde o interior da escola; é unir nossos esforços
para alfabetizar todos os alunos, para assegurar que todos
tenham oportunidades de se apropriar da leitura e da escrita
como ferramentas essenciais de progresso cognoscitivo e de
crescimento pessoal.
(Delia Lerner, Ler e escrever na escola: o real, o possível e o
necessário, 2002, p.29)
De acordo com a argumentação da autora, a escola atual

Leia o texto para responder às questões de números 4 e 5.
O desafio é combater a discriminação que a escola opera
atualmente, não só quando cria o fracasso explícito daqueles
que não consegue alfabetizar, como também quando impede
aos outros – os que aparentemente não fracassam – chegar
a ser leitores e produtores de textos competentes e autônomos.
O desafio que devemos enfrentar, nós que estamos
comprometidos com a instituição escolar, é combater a discriminação
desde o interior da escola; é unir nossos esforços
para alfabetizar todos os alunos, para assegurar que todos
tenham oportunidades de se apropriar da leitura e da escrita
como ferramentas essenciais de progresso cognoscitivo e de
crescimento pessoal.
(Delia Lerner, Ler e escrever na escola: o real, o possível e o
necessário, 2002, p.29)
Do ponto de vista do autor de Leitura e Produção de Texto, a redação difere da produção de texto porque aquela

Leia o texto para responder às questões de números 4 e 5.
O desafio é combater a discriminação que a escola opera
atualmente, não só quando cria o fracasso explícito daqueles
que não consegue alfabetizar, como também quando impede
aos outros – os que aparentemente não fracassam – chegar
a ser leitores e produtores de textos competentes e autônomos.
O desafio que devemos enfrentar, nós que estamos
comprometidos com a instituição escolar, é combater a discriminação
desde o interior da escola; é unir nossos esforços
para alfabetizar todos os alunos, para assegurar que todos
tenham oportunidades de se apropriar da leitura e da escrita
como ferramentas essenciais de progresso cognoscitivo e de
crescimento pessoal.
(Delia Lerner, Ler e escrever na escola: o real, o possível e o
necessário, 2002, p.29)
O texto tem como interlocutores primeiros as pessoas que