Considere uma mulher de 45 anos de idade, portadora de
Diabetes mellitus tipo 2 há 10 anos, que comparece
ao ambulatório referindo uso irregular de metformina,
sedentarismo e dieta desbalanceada. Relata fadiga,
poliúria e polidipsia. Exames recentes revelam glicemia de
jejum = 280 mg/dL; hemoglobina glicada (HbA1c) = 9,5%;
creatinina = 0,9 mg/dL; e IMC = 30 kg/m2
.
Nesse caso, a conduta mais adequada a ser adotada é:
Considere que um paciente jovem apresenta artralgias
inespecíficas, rash cutâneo leve e transitório,
após exposição solar, sem lesões típicas de
lúpus. Exames: FAN positivo em baixo título (1:80),
sem alterações hematológicas, renais ou sorológicas
adicionais. O residente sugere alta sem investigação
complementar, considerando que o quadro clínico não
preenche critérios diagnósticos, e o FAN isolado pode
ocorrer em indivíduos saudáveis.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está
supervisionando esse residente deve ser:
Considere que, durante um atendimento ambulatorial,
um paciente de meia‑idade refere fadiga progressiva,
ganho de peso nos últimos meses e intolerância ao frio.
Ao exame, apresenta pele seca e discreto edema facial.
Exames laboratoriais revelam TSH elevado e T4 livre baixo.
Diante desse quadro, a conduta médica mais adequada é:
Considere uma mulher de 30 anos de idade que procura
atendimento ambulatorial relatando disúria há três dias,
polaciúria e urgência miccional. Refere ainda episódio
isolado de hematúria macroscópica e leve dor suprapúbica.
Nega febre, náuseas, vômitos ou dor lombar. Ao exame
físico, apresenta‑se em bom estado geral, afebril, abdome
flácido e doloroso à palpação suprapúbica, sem sinais
de peritonismo; ausência de dor à punho‑percussão
lombar bilateral. Os exames laboratoriais prévios mostram
hemograma sem leucocitose, urina tipo I com leucocitúria
e hematúria discretas.
Diante desse quadro, a conduta mais adequada a ser
adotada é:
Considere que uma paciente de 25 anos de idade
apresenta cefaleia intensa, febre alta, rigidez de nuca e
vômitos. O residente que está atendendo a paciente solicita
internação e, antes de iniciar antibiótico, solicita uma
tomografia de crânio, para confirmação do diagnóstico.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está
supervisionando esse residente deve ser:
Considere que um homem de 58 anos de idade,
com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave,
chega ao pronto atendimento com dispneia intensa,
uso de musculatura acessória e rebaixamento do nível de
consciência. Gasometria: Ph = 7,15; PaCO2
= 85 mmHg;
PaO2
= 50 mmHg com oxigênio suplementar. O residente
que está atendendo esse paciente indica intubação
orotraqueal imediata, diante da gravidade do quadro.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está
supervisionando esse residente deve ser:
Considere um homem de 72 anos de idade que chega
ao hospital com palpitações ocasionais e que apresenta
ECG mostrando fibrilação atrial paroxística autolimitada,
com resposta ventricular controlada (80 bpm). O paciente
é hipertenso bem controlado, sem insuficiência cardíaca,
sem história prévia de AVC e sem outros fatores de risco
tromboembólico. Escore CHA2
DS2
‑VASc = 1 (apenas pela
idade). O residente que está atendendo esse paciente
propõe uso de ácido acetilsalicílico (AAS) em baixa dose
como profilaxia antitrombótica.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está
supervisionando esse residente deve ser:
Considere que um homem de 54 anos de idade,
etilista, apresenta episódio único de hematêmese discreta
há 12 horas. No pronto atendimento, encontra‑se estável:
PA = 130x80 mmHg, FC = 84 bpm, sem sinais de choque
ou repercussão hemodinâmica. Hemoglobina = 13 g/dL,
exames laboratoriais sem alterações significativas.
O residente que está atendendo esse paciente solicita
endoscopia eletiva para investigação diagnóstica,
sem adotar medidas imediatas adicionais.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está
supervisionando esse residente deve ser:
Durante ação de saúde em uma comunidade periférica,
uma paciente de 45 anos de idade relata hipertensão
arterial descontrolada, além de dificuldade em manter dieta
adequada devido à baixa renda e às condições precárias
de moradia.
Diante desse contexto, para uma condução mais adequada,
o profissional de saúde deve considerar
Considere que, durante a consulta, um residente atende
um paciente com febre, tosse produtiva e infiltrado em lobo
inferior direito na radiografia. Ele prescreve sintomáticos e
libera o paciente para casa.
Nesse caso, o preceptor que está supervisionando esse
residente deve:
Considere que um residente atende no ambulatório um
paciente de 65 anos de idade, com dispneia aos esforços,
ortopneia e edemas. O ecocardiograma mostra fração
de ejeção de 35%. O residente prescreve furosemida e
reforça as medidas dietéticas.
Nesse caso, a conduta do preceptor supervisor é: